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05 julho, 2026

ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS DE PORTUGAL -
Hotels : Hotéis - 1963 : Portugal
. Lisboa, SNI, 1963. In-8.º (23x20 cm) de 55, [1] p. ; [1] mapa Portugal ; B.
1.ª edição.
Capa belíssima assinada por Paulo-Guilherme (1932-2010).
Curioso roteiro dos estabelecimentos hoteleiros disponíveis e "certificados" no ano de 1963 em Portugal continental, Açores e Madeira. Muito completo e organizado, composto por quadros com as localidades/endereço e o nome dos espaços; inclui o telefone dos estabelecimentos, o tipo de alojamento, estadia e as refeições, e respectivos preços.
Guia quadrilíngue (português/francês/inglês/alemão), editado pelo SNI - Secretariado Nacional da Informação - Cultura Popular e Turismo, não mencionado na BNP.
Nos anos 60, o turismo em Portugal registou um crescimento explosivo e de massas, forçando o Estado Novo a transitar de uma lógica puramente propagandística para uma atividade económica vital. Pressionado pela necessidade de divisas para financiar a Guerra Colonial, o regime abriu as fronteiras ao turismo internacional. (IA)
Inclui mapa do território nacional com dimensões generosas (32,5x20 cm) em separado: "Portugal : Edições SNI Lisboa".
"O presente guia indica os hotéis, pousadas, estalagens e pensões oficialmente classificados. Todos estes estabelecimentos, com preços visados pela Direcção dos Serviços de Turismo, possuem as comodidades indispensáveis, satisfazendo, de um modo geral e dentro da sua categoria, os clientes a que se destinam.
Além dos incluídos neste guia, outros estabelecimentos existem tais como pensões, de 3.ª classe e hospedarias.
Há, também, estabelecimentos não classificados pela Direcção dos Serviços de Turismo, os quais, pela modéstia das suas instalações e serviços, são considerados sem interesse para o turismo.
À entrada dos estabelecimentos hoteleiros encontra-se afixado um quadro com os preços que lhes correspondem. Sobre estes preços o hóspede pagará 10% para o serviço e, nas zonas de turismo, uma sobretaxa de 3%. Nas refeições a preço fixo estão incluídos 3 dl de vinho comum.
Os preços referidos neste guia são indicados em escudos."
(Excerto de Informação geral)
Exemplar em brochura bem conservado.
Raro.
Com interesse histórico.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

20 fevereiro, 2025

AURORA, Conde d' -
ITINERÁRIO ROMÂNTICO DO PORTO.
Desenhos de José Luís e fotos do autor extratexto
. Porto, Editorial Domingos Barreira, [1962]. In-8.º (20x13 cm) de 165, [3] p. ; [28] p. il. ; B. 
1.ª edição.
Roteiro do Porto antigo, histórico e monumental. No prefácio o autor dá conta do seu desencanto pelo desaparecimento de edifícios relevantes para a cidade e a dispersão dos seus ricos recheios.
Ilustrado com inúmeras fotografias e desenhos dispersos por 28 páginas intercaladas no texto.
Índice:
Prefação. Itinerários: I - Marcha de aproximação. II - Praça Nova. III - Rua do Loureiro - Rua Chã - Sé. IV - Rua de S.to António - S.to Ildefonso - Freixo. V - Rua das Flores. VI - Bolsa - S. Francisco - Feitoria. VII - Da Universidade ao Campo Alegre. VIII - Praça de Carlos Alberto a S.to Ovídio. IX - Clérigos - Cordoaria - Vitória. X - Infante - Foz - Matosinhos.
José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho, 2.º Conde de Aurora (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896 - Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969). Escritor português. "Em 1919, por ocasião da Monarquia do Norte, partiu para o exílio tendo vivido em Espanha, no Brasil e Argentina. Em 1921, fundou o periódico “Pregão Real”. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi juiz do Tribunal do Trabalho. A sua obra reparte-se por vários géneros literários, caracterizando-se pela defesa dos valores culturais tradicionais dentro dos moldes estéticos do realismo, na senda de Eça de Queirós. Marcadamente nacionalista e claramente crítico em relação à Primeira República, o Conde d’Aurora dedicou ao Minho – aqui entendido como a região de Entre-o-Douro-e-Minho – grande parte da sua obra literária."
(Fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/119202.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. rosto.

Muito invulgar.
20€

05 fevereiro, 2025

AZEVEDO, Correia de -
PENAFIEL TURÍSTICA.
Edição de Portugal Turístico com o patrocínio da Comissão Municipal de Cultura de Penafiel. [Porto], [Portugal Turístico], 1964. Oblongo (12x17,5 cm) de [32] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Monografia-roteiro do concelho de Penafiel, profusamente ilustrada com fotografias a p.b. e dois mapas: - Penafiel : planta da cidade; - Concelho de Penafiel.
"Penafiel é terra antiquíssima. Em 1770 chamava-se vila de Arrifana de Sousa.Até que, por decreto deste anos, foi elevada à categoria de cidade, título que ainda possui.
Por essa altura era uma terra de grande prestígio político e social, o que lhe valeu ser convertida em sede do bispado de Penafiel. Mas a sua importância começou a baixar, desde que em 1778 o mesmo foi extinto e as suas terras reencorporadas, novamente, na jurisdição do bispado do Porto. [...]
Edificada no cimo e nas encostas de uma elevada colina, entre os rios Sousa e Cavalum, a cidade possui alguns miradoiros de largos horizontes e sugestivo encanto que se prolongam para além dos campos e vales que a circundam."
(Excerto de Penafiel)
"Para além dos monumentos e motivos de maior interesse e lugares paisagísticos de maior encanto que tivemos ocasião de referir nas primeiras páginas deste trabalho, vamos conduzir o turista através das terras do concelho, em rápidos passeios, com vista a revelar outros monumentos de natureza civil e religiosa ou colocá-lo em lugares de deslumbrantes panorâmicas.
Relativamente aos monumentos de arquitectura civil, merecem desde já especial referência a Torre e Solar de Coreixas, a Torre da Honra de Barbosa, o portão armoriado dos Brandões na Tapada de Coreixas, as pontes românicas de Rans, Santa Marta e Abragão; e, quanto aos monumentos de arte sacra, algumas igrejas de arquitectura românica de grande interesse artístico e os cruzeiros dos mosteiros de Bustelo e Paço de Sousa, etc.
Os restantes motivos de interesse turísticos surgirão a seu tempo. A caminho, pois."
(O Concelho)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Ex-libris de Celestino de Matos Domingues assente no verso da capa.
Raro.
Indisponível

30 julho, 2024

PORTUGAL - GUIDE PANORAMIQUE : GUIA PANORAMICO.
Lisbonne, Cintra, Estoris, Cascaes, Evora, Mafra, Alcobaça, Batalha Leiria, Figueira da Foz, Thomar, Coimbra, Bussaco, Porto, Braga, Amarante, Vianna do Castello, Vidago, Monchique, Praia da Rocha, Villa Nova de Portimão, Faro, Tavira, Villa Real de Santo Antonio. Offre au IV Congrès de Tourisme : Oferta al IV Congreso de Turismo. Lisbonne, Sociedade de Propaganda de Portugal, Mai 1911. In-4.º esguio (23x12,5 cm) de 95, [1] p. ; [1] planta ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Importante publicação sobre o turismo em Portugal, obra pioneira patrocinada pela Sociedade de Propaganda de Portugal, organismo criado no princípio do século XX com a finalidade de divulgar o país no exterior.
Edição bilíngue (francês/castelhano), preenchida com informações úteis, muito ilustrada com fotografias a p.b. das cidades, vilas e locais de norte a sul do país, e as paisagens, edifícios e monumentos relevantes que estas encerram.
Inclui, em separado, Planta de Lisboa a cores de generosas dimensões (33x42 cm) - Escala 1:15.000.
"A Sociedade Propaganda de Portugal, fundada em 1906 por um grupo da burguesia lisboeta, foi um organismo pioneiro na história do turismo português. Esta associação delineou um ambicioso projeto de modernização do país através da promoção da atividade turística, criando inúmeros planos relativos a transportes, urbanismo, melhorias na hotelaria e serviços, conservação de monumentos e uma persistente divulgação do país. Apesar destes esforços, a sua ação foi fortemente limitada pela sua condição de organismo privado que carecia de parceiros nos poderes públicos."
(Fonte: https://www.ics.ulisboa.pt/livros/sociedade-propaganda-de-portugal-e-construcao-do-turismo-moderno-1888-1911)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Cansado, com pequenas falhas e defeitos. Por razão que não descortinamos, a folha que compreende a página 73/74  foi colocada no final do livro.
Raro.
Com interesse histórico.
20€

10 junho, 2024

SETUBAL.
La célèbre région des trois châteaux (S. Philippe - Palmela - Sesimbra). [S.l.], Comissão de Iniciativa de Setubal [Tip. Reis & Correia - Setubal], [193-]. In-8.º (17x11,5 cm) de 15, [1] p. ; B.
1.ª edição.
"... et, enfin, après mes longs voyages, j'ai houvé à Setubal, justemet ao hout de l'Europe, le Paradis Terrestre!"
Curioso roteiro turístico - totalmente redigido em francês - sobre a região de Setúbal e as suas "jóias". Inclui apontamento histórico sobre cada um dos locais/monumentos.
Opúsculo raro e muito interessante. Sem qualquer referência bibliográfica, deste, ou do mesmo redigido em português. A BNP não menciona.
"Setubal existait déjà du temps de la fondation de la nacionalité portugaise. C'était alors un bourg de pêcheurs, établi sur la rive droite du fleuve Sado.
A demi ruiné et abandonné, il fut reconstruit et repeuplé par le premier roi portugais D. Affonso Henriques (1139-1185). Dans ce but, celui-ci fit venir les gens de la ville voisine de Palmela, puis, en 1149, il lui donna charte, confirmée plus tard par d'autres souverains portugais."
(Excerto de Setubal)
Índice:
Setubal | Outão [Forte de Santiago do Outão] | S. Philippe [Forte de S. Filipe] | Palmela | Sesimbra | Arrabida [Serra da Arrábida].
Exemplar em brochura, bem conservado. Capa vincada.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

01 dezembro, 2023

GUIA DE ARQUITECTURA LISBOA 94.
Coordenação Geral: Francisco Gentil Berger; Luis Bissau; Michel Toussaint. Lisboa, Associação Arquitectos Portugueses : Sociedade Lisboa 94 : Faculdade de Arquitectura da Univ. Técnica de Lisboa, 1994. In-8.º (17x10 cm) de 395, [5] p. ; [1] mapa desdob. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Interessante roteiro histórico-arquitectónico de Lisboa.
Edição bilingue (português/inglês), ilustrado no final com um mapa desdobrável de Lisboa de grandes dimensões.
"Uma cidade vai-se construindo. Se, em primeiro lugar, é a população que a caracteriza, as arquitecturas, implantadas num território que se transforma, fixam a multiplicidade dos espaços de vida. Ruas, praças, jardins, edifícios, bairros acolhem essa população que neles reconhece a sua urbe, da qual, quer os que nela habitam e trabalham, quer os que a visitam, formam uma imagem. Sem ela não há identidade, identidade esta que se cria na inter-relação entre sítio natural, arquitecturas e gente, mas também na directa relação com um território mais ou menos vasto do qual a cidade é o centro.
Lisboa, cidade milenar, tem-se renovado ao longo dos tempos, por vezes violentamente. O rio, as colinas e o vale constituem, desde o início, o sítio que o Homem foi transformando e até marcando particularmente com edifícios mais importantes ou áreas mais vitais. Arquitecturas militares, religiosas ou palacianas escolheram os pontos mais destacados. Arquitecturas mais correntes espraiaram-se formando o tecido urbano que suporta aquela excepcionalidade.
Da cidade romana até hoje, é possível traçar o seu desenvolvimento e reconhecer elementos mais perenes que outros e que as sucessivas fases de construção deram corpo. Agora Lisboa já não tem limites claros. É centro de uma vasta Área Metropolitana. A cidade destaca-se quer pelo número de empregos e pela especialização das actividades, quer pelas arquitecturas de excepcionalidade estética e/ou histórica que aí se soube construir e que não identificam apenas uma urbe, mas a sua região e até o País, visto tratar-se da capital portuguesa, o que tem sido há vários séculos.
O presente Guia de Arquitectura de Lisboa pretende, em primeiro lugar, dar a conhecer um pouco desta cidade, entendida dentro dos limites administrativos do seu Concelho, através de cerca de cento e cinquenta exemplos de modo a que o volume consiga ser manuseável por quem o quiser como companhia de deambulações urbanas. Este número foi fixado também tendo em vista que cada exemplo seria apresentado por uma fotografia actual e um comentário.
Previamente definiu-se uma periodização da história arquitectónica da cidade e fez-se uma escolha dos exemplos. Depois foram convidados vários especialistas que escreveram os textos de enquadramento e os comentários aos exemplos adoptados em princípio. Deste modo, a organização do Guia reflecte o método seguido, com dez períodos dentro dos quais os exemplos escolhidos se colocam como o que de mais representativo e de mais fácil acesso existe nas diversas épocas da cidade, entre a mítica Olisipo e a Lisboa contemporânea. No final um mapa reúne todos os exemplos ajudando à sua localização e à programação dos passeios que o Guia de Arquitectura - Lisboa 94 suscitar."
(Introdução)
Índice:
Introdução | Modo de Emprego | Lisboa Antiga - Da Pré-História ao Séc. VII (D.C.) | Cidade Árabe e Medieval (Séculos VIII - XV) | Cidade dos Descobrimentos (Séculos XV e XVI) | Um olhar sobre a Lisboa de Seiscentos | Os Anos de Ouro do Barroco de Lisboa | Lisboa do Século XVIII (Últimas Décadas): - Lisboa Pombalina e Iluminista; - A Simbólica do Século XVIII | Lisboa 1800-1914 | Os Anos da Repúb. e a Ascenção do Estado Novo | Afirmação e Crise da Cidade Moderna | Anos 80, Anos 90: - De Hoje para o Futuro; - Lisboa Post-Moderna; - Reabilitação Urbana da Cidade de Lisboa.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
25€

19 outubro, 2023

LACERDA, Antonio do Prado de Souza - VIAGEM Á SERRA DA ESTRELLA.
Guia do excursionista, do alpinista e do tuberculoso. Topologia - Ethnographia - Physiologia - Mineralogia - Thesoiros - Aerotherapia - Sanatorios de Manteigas - Sanatorio da Covilhã - Hydrographia - Rios e Lagôas - Flora - Fauna - Povoações actuaes - Georgenia Herminia Prehistorica (Visão do Passado). 
Por... Bacharel formado na faculdade de Direito. Lisboa, Livraria Central de Gomes de Carvalho, editor, 1908. In-8.º (19x11,5cm) de [2], 120, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Curioso roteiro da Serra da Estrela, dos primeiros com estas características a ser publicados entre nós, numa época em que a Serra principiava a ser divulgada.
"Este opusculo é uma tentativa rapida, mas methodica, uma pequena bibliotheca dos Herminios, desde os tempos prehistoricos até á actualidade: é um pequeno quadro historico da Montanha Lusitana: o seu fim é tornar bem conhecida do publico a nossa Serra da Estrella que é apreciada pelos estrangeiros: porém ali só ha a bella e pujante Natureza em toda a sua doçura e rudeza. É um incentivo para digressões no verão: é um livrinho que está á moda, em harmonia com as aspirações nacionaes. [...]
Para tornar conhecidos os nossos Sanatorios da Serra a Estrella e as bellezas da fauna e da flora herminia tentei escrever este opusculo, à vol d'oiseau, nos intervallos de longa e cruel doença pulmonar que me trouxe, como que desterrado 3 annos pelos paramos dos Herminios."
(Excerto da apresentação)
Indice:
Guia Theorico | Guia Pratico | I - Topologia da Serra da Estrella. II - Ethnographia da Serra da Estrella. III - Physiographia dos Montes Herminios. IV - Mineralogia dos Herminios. V - Thesoiros. VI - Aerotherapia da Serra da Estrella - Sanatorios. VII - Sanatorio da Covilhã. VIII - Hydrographia Herminia. IX - Lagoas da Serra da Estrella. X - Flora dos Herminios. XI - Fauna da Serra da Estrella. XII - Povoações actuaes.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e pequenas falhas de papel marginais. Ex-libris de Celestino Domingues no verso da capa.
Raro.
Indisponível

02 outubro, 2023

LEITÃO, Amélia -  MANTEIGAS : Roteiro Turístico - SERRA DA ESTRELA : Portugal.
Compilação e recolha:...  [S.l.], Edição da Câmara Municipal de Manteigas e Região de Turismo da Serra da Estrela, [1990?]. In-8.º (21x12 cm) de 26, [2] p. (inc. capas) ; il. ; B.
1.ª edição.
Bonito roteiro de Manteigas, castiça vila portuguesa situada em plena cadeia montanhosa da Serra da Estrela, a mais elevada em Portugal Continental, sendo por isso conhecida como o "Coração da Serra da Estrela". Os textos que compõem o guia são da autoria de Amélia Leitão, Joaquim Martins, José Carvalho, Bruno Tavares e Albino Leitão.
Muito ilustrado ao longo do livro com fotografias a cores de monumentos, edifícios relevantes e aspectos paisagísticos. As páginas centrais compreendem um mapa - também a cores - da região de Manteigas.
"Em pleno coração da Serra da Estrela, a 700 m de altitude, situa-se a Vila de Manteigas.
Conta actualmente com cerca de 5 mil habitantes, distribuídos por 3 freguesias: Santa Maria e São Pedro na sede do Concelho e Sameiro, à distância de 5 km.
Com uma área aproximada de 112 km2, é delimitada pelos Concelhos da Guarda, Covilhã, Gouveia e Seia dos quais dista cerca de 40 km.
Escondida entre as partes mais altas da Serra da Estrela, Manteigas, encontra-se num profundo vale glaciar, por onde corre o rio Zêzere."
(Excerto de Situação geográfica)
"A história de Manteigas perde-se no tempo.
Embora haja boas evidências da sua existência em épocas anteriores à era cristã, o que se sabe de definitivo é que o primeiro foral lhe terá sido concedido por D. Sancho I no ano de 1188.
Datado de 4 de Março de 1514 existe um foral atribuído à Vila de Manteigas por D. Manuel I em que são reconfirmadas as concessões atribuídas por D. Sancho I e doadas outras regalias à população local."
(Excerto de Perspectiva histórica)
Índice:
Situação geográfica | Perspectiva histórica | Acção educativa | Acção social | Animação desportiva | Associações | Actividades económicas | Paisagem | Mapa da região | Passeios de automóvel | Passeios a pé | Locais turísticos | Imóveis de interesse | Centro cívico | Apoios ao campismo | Termalismo | Turismo e gastronomia | Artesanato | Festas e romarias | Informações úteis.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
25€

23 setembro, 2023

ARAUJO, Manoel -
INDUSTRIAS DE BRAGA (notas dum jornalista)
. Braga, Tipografia da «Pax», 1923. In-4.º (23x16 cm) de 220, [4] p. ; [43] p. il. ; B.
1.ª edição.
Magnífico roteiro-inquérito industrial da região de Braga, incluindo algumas das mais emblemáticas empresas da época.
Livro ilustrado em separado com 43 estampas - impressas sobre papel couché - reproduzindo unidades industriais da região e seus produtos.
"Ao reunir em volume o inquérito á vida industrial de Braga - inquérito ligeiro, feito no dia a dia febril do jornalismo - um desejo que nos animou: carrear alguns elementos para a larga, profunda e esclarecida obra que se torna preciso fazer sobre a actividade económica bracarense. [...]
Reconhecendo tôdas as deficiências de que o inquérito não está isento, por motivos fàcilmente compreensiveis, teve-se em vista, apenas, formular como que um índice das nossas indústrias.
É pouco, sem dúvida. Ainda assim permitirá saber-se que desde as artérias públicas ás empresas particulares o esforço da Grey se esculpe em caracteres fundos, em verdadeiros bronzes imorredoiros.
Braga tem estado esquecida, ignorada. No entanto, no rude e laborioso revolver dos campos; no intenso movimento da cidade; no murmúrio cadenciado das oficinas humildes; na fornalha escaldante das grandes fábricas, a mão rugosa do bracarense, o seu pulso forte, aparece senhor da victoria, e uma multidão infinita de pessoas move-se, trabalha, lucta numa ansiedade que nunca tem fim, que aumenta de hora a hora, de instante a instante, num propósito sublime de engrandecimento.
É devido a esse propósito - incontestavel gerador de tão funda acção - que Braga possue hoje fábicas enormes, fortes; estabelecimentos comerciais importantes, belos; uma vida económica desenvolvida, rica; uma vida social consideravel; excelentes instituições de caridade e e magníficos monumentos de grande beleza artística.
Tem esse propósito a valoriza-lo, ainda, a grande virtude de ser realizado com os únicos recursos da Terra, sem o mínimo auxílio do Estado - pode dizer-se afoitamente."
(Excerto do preâmbulo)
Indice:
[Preâmbulo] | Industrias de Braga | Fábrica Social Bracarense | Fábrica Taxa | A Industrial | Saboaria e Perfumaria Confiança | Saboaria a Vapor | Emprêsa de Calçado «Fox» | Companhia Fabril do Minho | Companhia Fabril do Cávado | Colégio de Regeneração | A Bracarense | Marcenaria Artística | A Indústria de Talha | A Indústria de Mobiliário | Arte Moderna, Marcenaria | Arte Religiosa | União Mecânica | Latoaria Mecânica a Electricidade | Serralharia Mecânica e Civil | Antiga Fábrica de Fundição de Sinos | Indústria de Artigos de Viagem | A Indústria da Cêra | Luvaria Monteiro | Grande Serração e Moagem de Braga, Limitada | «Pax» | Banco do Minho | Ultimas Notas.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas sujas com falhas e pequenos defeitos marginais. Ex-libris de Casimiro de Souza Fontes Junior colado na f. ante-rosto.
Raro.
Com interesse histórico e industrial.
45€

18 setembro, 2022

SEIA : Santuários do Concelho
. [S.l.], Município de Seia, [2006?]. In-8.º (20 cm) de 24 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Capa: Júlio Saraiva.
Curioso roteiro nos monumentos religiosos mais representativos do concelho de Seia - Serra da Estrela.
Livro muitíssimo ilustrado com fotografias a cores dos Santuários, bem como da arte sacra relevante - pintura e escultura - que integra o espólio dos monumentos em causa.
Tiragem limitada a 500 exemplares.
"Os Santuários, locais onde se verificavam manifestações divinas, foram recolhendo, ao longo dos anos, inúmeras obras, sendo umas de cariz popular e outras, obras primas da arte sacra. Os habitantes das localidades onde esses templos estão localizados guardaram-nas religiosamente, tendo-se transformado alguns em autênticos museus. [...]
Recolheram-se lendas, ouviram-se pessoas que rebuscaram no fundo da sua memória histórias que nos ajudaram a compreender o quanto os Santuários são importantes na vida das populações."
(Excerto do texto)
Santuários:
Santa Eufêmia - Paranhos da Beira. | Nossa Senhora de Fátima - Vodra. | Santa Eufêmia - Sazes da Beira. | São Sebastião - Santa Marinha. | Nossa Senhora da Ribeira - Folhadosa. | Nossa Senhora do Desterro - São Romão. | Santa Eufêmia - São Martinho. | Nossa Senhora da Lomba - Pinhanços. | Nossa Senhora do Espinheiro - Póvoa Velha. | Nossa Senhora da Saúde - Valezim. | Nossa Senhora da Guia - Loriga.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Sem registo na BNP.
Indisponível

22 junho, 2022

A VILA E O MAR
. [S.l.], Ilha Nova : Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, 2003. Oblongo (14,5x21 cm) de 84 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Guia-roteiro da vila piscatória açoriana de Vila Franca do Campo (São Miguel).
Tiragem de apenas 1000 exemplares.
"Para uma Vila que exibe em seu nome o "Campo" formoso que lhe deu origem, o mar tem sido uma constante de tal modo intensa ao longo de toda a sua história que justifica a atenção que nos últimos tempos dela vem recebendo. Ganha-pão de muitos, grangeou sempre dos Vilafranquenses um relacionamento mais de temor do que de empatia. É que a terra, se bem que outrora madrasta e violenta, se remiu ao longo dos séculos pela sua generosidade e fartura, fazendo deste modo esquecer a morte e destruição que de suas entranhas havia espalhado por sobre a Vila. O mar, por seu lado, todos os anos levanta a espuma bravia de suas ondas e continuamente relembra àqueles que a ele recorrem para subsistência que estão à mercê de seus embalos como de seus furores. [...]
O pequeno livro que agora se publica oferece com simplicidade uma imagem multicor desse relacionamento da Vila com o seu mar: da Vila que foi e da Vila que é, de como mistura seu suor com sal para conquistar o sustento diário, e como se diverte no azul e suas águas. E no fim, como em apêndice de sobremesa, elenca em imagem e em ciência os peixes e os mariscos cujos nomes são propriedade corrente dos homens do cais."
(Excerto do Prefácio)
Matérias:
Nota do editor - Rui de Carvalho e Melo. | Prefácio - António M. de Frias Martins. | A Vila e o mar. | Espécies Piscícolas. | Património costeiro naval e marítimo de Vila Franca do Campo - Rui de Sousa Martins. | Instrumentos de trabalho - Meios de transporte - Brinquedos de sonho - Peças decorativas - Actos de fé : Arte popular do Museu de Vila Franca do Campo - Fotos de Silvino. | Ficha técnica.
Exemplar em brochura, bem conservado. Capa apresenta vestígios de etiqueta retirada; Comentário rubricado no verso da capa anterior.
Invulgar.
Com interesse histórico e etnográfico.
Indisponível

04 março, 2022

RESTAURANTES DE PORTUGAL - Roteiro gastronómico : 1971.
Elaborado por: LEM - Laboratório de Estudos de Mercadotecnia, r. l. Aprovado pela Direcção Geral do Turismo ao abrigo do Art.º 24 do Decreto n.º 34 134
. [S.l.], [s.n. - Impressão offset da Litografia União], 1971. In-4.º (23x10,5 cm) de LII, [8], 183, [9] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curioso roteiro gastronómico nacional distribuído no início dos anos 70 do século passado, com tradução para cinco línguas: espanhol - francês - inglês - alemão - norueguês.
Trata-se de um guia de concepção inovadora, raro, gráficamente atraente, editado na parte final do regime do Estado Novo - o primeiro do género que se publicou entre nós. Ilustrado com mapas, desenhos e fotografias a cores ao longo do livro.
"Não dispunha, até hoje, quem quer que viajasse em Portugal, de uma publicação que auxiliasse a escolher e encontrar o estabelecimento onde tomar as refeições.
A consciência desse problema levou-nos a procurar dar-lhe a solução que esta brochura, cremos, poderá constituir. Foi nossa preocupação possibilitar a quem a utilizar,  um conjunto de informações que permitam uma escolha segura, eliminando tanto quanto possível as surpresas que por vezes podem destruir o prazer de uma viagem.
Se esta 1.ª edição, porque, como é compreensível, não está isenta de inexactidões, nos não satisfaz ainda inteiramente, a verdade é que, pelo menos, nos deixa encorajados para prosseguir. Estamos certos de que os industriais nos darão o seu indispensável apoio com cada vez maior intensidade e do público, cuja reacção aguardamos ansiosos, esperamos a exteriorização das críticas e sugestões que nos ajudem a fazer melhor.
E entretanto, com todo o prazer a todos desejamos boa viagem e... bom apetite."
(Apresentação)
"A cozinha tradicional portuguesa é rica no seu conteúdo, mas é-o muito especialmente pelo cuidado que pomos na própria confecção dos pratos. É rica também porque os pratos regionais são inúmeros e tão variados como o Minho é diferente do Algarve.
Cada região, diríamos mesmo, cada lugar, se orgulha de uma especialidade  muito sua, só sua.
São essas comidas e doces típicos que passaremos a mencionar, não só os tradicionais - de certo os melhores -, mas especialmente aqueles que na sua região, seja num hotel, numa pensão, estalagem, pousada ou mesmo no mais modesto restaurante, à beira da estrada ou escondido em qualquer recanto, se possam encontrar fàcilmente na lista da casa."
(Gastronomia portuguesa)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa apresenta mancha de humidade (desvanecida) no pé.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Com interesse histórico e gastronómico.
35€

14 dezembro, 2021

A ROTA DO MÁRMORE DO ANTICLINAL DE ESTREMOZ. Coordenação, investigação e textos: Alfredo Tinoco; Carlos Filipe; Ricardo Hipólito. [Prefácio: Prof. Jorge Custódio]. Lisboa, Centro de Estudos de História Contemporânea, Instituto Universitário de Lisboa, 2014. In-4.º (24 cm) de 71, [1], [72] p. ; il. , B.
1.ª edição.
Importante estudo cultural e turístico, e histórico e geológico, sobre o Anticlinal de Estremoz.
Livro ilustrado a p.b. e a cores com fotografias, tabelas, desenhos, plantas e mapas.
Tiragem: 500 exemplares.
"A obra que agora se publica integra as três partes constituintes do referido projecto, antecedidas de uma introdução. A primeira parte consta de um pequeno estudo sobre as relações entre património cultural, turismo e desenvolvimento, essencial para a compreensão do significado das rotas turísticas. Segue-se um capítulo sobre a história e geologia do Anticlinal de Estremoz e da sua localização geológica e geográfica, onde se atende ao papel histórico que desempenhou na sub-região alentejana, quer do ponto de vista da extracção do mármore, como da sua exploração oficinal e industrial, como ainda do seu consumo histórico enquanto material de construção utilizado na arquitectura monumental e artística e de uso doméstico. Finalmente, uma terceira parte contém a própria Rota do Mármore proposta para os principais concelhos da sub-região."
(Excerto do Prefácio)
"O presente estudo teve como principal objectivo a criação de um roteiro turístico e a valorização do seu recurso endógeno - o mármore -, enquanto elemento identitário da Zona dos Mármores (concelhos de Alandroal, Borba, Estremoz, Sousel e Vila Viçosa) e enquanto principal elemento dinamizador da economia local.
Recurso natural de excelência, os mármores alentejanos são aqueles que mais se destacam no contexto nacional, conseguindo ombrear com os melhores mármores do mundo, conquistando, assim, prestígio e popularidade assinalável.
Do ponto de vista turístico, a região dispõe de um património digno de registo e a Rota do Mármore do Anticlinal de Estremoz tem uma vertente marcadamente de roteiro industrial. Embora a temática do turismo industrial seja cada vez mais um produto apetecível, o projecto que desenvolvemos não se limita a abordar o lado industrial do sector sob pena de este se esgotar rapidamente, correndo o risco de se tornar um produto pouco atractivo e pouco apetecível, exceptuando, talvez, o interesse de um público especializado. [...]
Embora tratando-se de um trabalho académico, o leitor é convidado a percorrer e descrição de algum do património existente numa sub-região bem identificada culturalmente, procurando enriquecer o seu conhecimento e o debate de ideias."
(Excerto da apresentação)
Índice:
Prefácio. Agradecimentos. Introdução. I - Património, Turismo e Desenvolvimento. II - História e Geologia. III - Rota do Mármore do Anticlinal de Estremoz. Bibliografia e webgrafia. Cartografia. Anexos.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Esgotado.
Com interesse histórico e regional.
15€

12 novembro, 2021

CORTEJO HISTÓRICO DE LISBOA – VIII Centenário da Tomada de Lisboa. [Lisboa], Composto e impresso na Sociedade Astória, 1947. In-4.º (25 cm) de [52] p. ; [1] desdob. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Inclui mapa alegórico de grandes dimensões com o percurso do Cortejo.
“O Cortejo evoca os grandes Construtores de urbe principal dos portugueses. A sua composição procurou inspirar-se nas Cerimónias e Festas Públicas da época em que Lisboa deixou de ser a capital dum pequeno país para ocupar o seu posto de grande cidade imperial, no começo do século XVI.
A reconstituição abrange o Desfile de todas as principais actividades populares e eruditas dos lisboetas de então, de forma a que a multidão de hoje tenha, por momentos, a visão do seu povo antepassado, quer na sua orgânica cívico-religiosa, quer nos múltiplos e inconfundíveis caracteres, usos, costumes e tradições dos seus artífices, tanto do espírito como da matéria.”
(Excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Invulgar.
15€

06 março, 2021

CANTOS, Paulo - LISBOA. [Roteiro gaio-útil - Lisboa dentro da Betesga, ou bodas d'urânio da - Alface frescalhota].
Por... [Quarta Edição]
. [S.l.], [s.n. - Composto, impresso e depósito na Liga dos Combatentes da Grande Guerra - Lisboa], [1947?]. In-8.º (18,5 cm) de 192 p. ; il. ; B.

Obra ilustrada com bonitos e curiosos desenhos ao longo das páginas de texto.
Roteiro de Lisboa e Arredores, livro sui generis, interessantíssimo, como aliás toda a imaginativa produção artística-tipográfica do autor.
O volume foi concebido em jeito de agenda, contendo os seguintes capítulos, partindo das iniciais que compõem a palavra LISBOA:
L - Leste - Risco do 1.º Bairro - Freguesias : Presépios
I - In centro (Baixa, etc.) - Debuxo do 2.º Bairro - Freguesias Ruidosas!
S - Sul, a Norte, pelo Bairro Alto. - Traçado do 3.º Bairro - Freguesias Cidades
B - Belo Oeste. Topodiagrama do 4.º Bairro - Freguesias Marinheiras
O - Os arruamentos - Abreviaturas
A - Arre! dores... - Arredores
Paulo de Cantos (1892-1979). "Nasceu em Lisboa, estudou em Coimbra, onde foi contemporâneo de Salazar. Foi professor no Liceu Pedro Nunes, reitor do Liceu Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim, fez cursos de química, belas-artes e até vitivinicultura. Regressou a Lisboa onde fundou o Centro de Profilaxia da Velhice na sua casa, e criou a Bibliarte, um alfarrabista por onde passaram Fernando Pessoa, Cesariny, entre outros.Não é fácil sintetizar quem foi Paulo de Cantos (1892-1979). Professor, editor, gráfico, filantropo, filólogo. Foi tudo isto, mas talvez a melhor forma de o descrever seja a expressão “o livr-o-mem” (o livro-homem). O interesse em torno de Paulo de Cantos surge precisamente por causa dos livros, manuais didácticos, opúsculos, que editou freneticamente desde os anos 20 do século passado até morrer. São livros sobre os mais diversos temas - linguística, geografia, anatomia, literatura, matemática, folclore – e cuja particularidade é a forma como aproveitou a composição tipográfica para criar esquemas, desenhos estilizados, mapas antropomórficos. O resultado é um trabalho de vanguarda, praticamente desconhecido, muito visual, com uma preocupação pedagógica. Não é raro encontrar livros que podem ser lidos nos dois sentidos como Os reis do RISO…As leis do SISO (sem data) ou Sal-Azar/Sol!Az!!Ar!! (1961?). Ou ainda o Adágios (1946?), que compila um conjunto de adágios traduzidos em 10 línguas. De Cantos criou ainda uma língua própria. Depois de uma viagem ao Brasil, por volta de 1965, o autor organizou em sua casa um Congresso Luso-Brasileiro dedicado à língua portuguesa. Daí surgiu a ideia de unificar a grafia das duas línguas, a que chamou PAK."
(Fonte: https://www.publico.pt/2013/03/23/culturaipsilon/noticia/paulo-de-cantos-um-editor-a-frente-do-seu-tempo-1588835)
Exemplar em brochura, por abrir, bem conservado. Lombada apresenta pequena falha de papel na extremidade inferior.
Raro.
A BNP possui apenas um exemplar no seu acervo, não aludindo à edição.
Com interesse bibliográfico e olisiponense.
Peça de colecção.
Indisponível

26 outubro, 2019

COMPANHIA CARRIS DE FERRO DE LISBOA - SERVIÇO DE AUTO-CARROS : carreiras, percursos, horários, roteiro e planta dos trajectos. Setembro 1949 : Preço: 1$. [S.l.], [s.n.], 1949. In-8.º (16 cm) de 36 p. ; [2] plantas ; il. ; B.
1.ª edição.
Curioso roteiro do serviço de transportes públicos da Carris, na época com 23 carreiras de autocarros. Ilustrado com publicidade no texto e duas plantas, uma delas, em encarte separada do livro: - Planta do Serviço de Auto-Carros (a cores, impressa na Lito de Portugal, Lisboa - assinada F. Carvalho) (30,5x39cm), que inclui o início e terminus das carreiras e pontos de interesse geral: parques e jardins; museus; miradouros; - Planta Geral da Rede do serviço de Carros Eléctricos e Auto Carros (a duas cores) (27x33cm), que além das carreiras existentes, inclui os percursos em estudo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta restauro no canto superior direito.
Raro.
Peça de colecção.
25€

04 agosto, 2019

CONCEIÇÃO, Antonio Pereira da - ROTEIRO DE CABO FRIO ATÉ AO PORTO DE SANTOS. Por... Porto, Typ. de Alexandre da Fonseca Vasconcellos, 1875. In-8.º (20,5 cm) de 22, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Curioso roteiro técnico, descritivo de todos os pontos marítimos relevantes entre Cabo Frio (Rio de Janeiro) e Santos (São Paulo). Inclui uma pormenorizada descrição do porto do Rio de Janeiro e as suas particularidades, bem como os conselhos do autor para uma correcta entrada no Porto.
"Cabo Frio - É um promontorio bastante elevado, tendo da parte do Sudoeste a ilha do mesmo nome; por esta circumstancia fórma entre o continente e a ilha da parte do Noroeste um bom ancoradouro, abrigado de todos os ventos excepto do Nordeste."
(Cabo Frio)
"Chegando o navio de noite, não havendo a bordo pessoa bem conhecedora do porto do Rio de Janeiro, é prudente dar fundo em frente ao Pão de Assucar, isto é É. O. com elle, para pela manhã ir para dentro coma briza do mar, porque muitas vezes a corrente sendo contraria á maré, faz desgovernar o navio no lugar mais perigoso, que é entre a Fortaleza de Santa Cruz e o forte do Lage."
(Para se entrar no Porto do Rio de Janeiro)
Matérias:
 - Cabo Frio. - Cano Negro ou Ponta Negra. - A Gavia. - Pão de Assucar. - Farol da Ilha Raza. - A Ilha Redonda. - Para se entrar no Porto do Rio de Janeiro. - Ilha da Marambaia. - Bahia da Ilha Grande. - Ilha de S. Sebastião. - Estreito de S. Sebastião. - Os Alcatrazes. - Santos. - Para se entrar em Santos. - Barra de S. Vicente. - Queimada Grande.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Possui apenas a capa frontal, simples e lisa.
Raro.
A BNP dispõe de apenas um exemplar no seu acervo, em "mau estado", com acesso restrito.
Indisponível

02 agosto, 2019

ROTEIRO DO ARTESANATO DE GRÂNDOLA. [S.l.], Câmara Municipal de Grândola (Serviços Sócio Culturais), 1986. In-4.º (20,5cm) de 67, [1] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
As actividades tradicionais existentes no concelho de Grândola. Trabalho de recolha, incluindo o testemunho dos artesão que asseguram a produção de produtos típicos com interesse histórico e etnográfico para a região.
Muito ilustrado com reproduções fotográficas ao longo do texto, algumas em página inteira.
"A política da C.M.G. no domínio da Acção Cultural tem-se pautado pela intervenção nas mais diversas áreas, nomeadamente o Património Cultural Popular.
Na procura destes objectivos inscreve-se o Roteiro do Artesanato de Grândola numa perspectiva coerente da sua defesa através dos meios disponíveis, ou seja a sua inventariação, caracterização e divulgação.
É uma tentativa de valorizar actividades tradicionais, que a sociedade massificadora tem vindo a esquecer, preferindo o consumo que os meios de comunicação propõem em nome de valores que só por acaso contribuem para a nossa identidade cultural.
É também a homenagem da C.M.G. aos homens e mulheres do nosso concelho ainda depositários de uma cultura de que paulatinamente são guardiões."
(Preâmbulo)
"Foi percorrendo as localidades e montes deste concelho, com o método de quem procura, que este trabalho foi feito.
Junto dos artesãos obtivemos a informação da arte - técnicas materiais e funções - que sumariamente aqui descrevemos. Não estava nos nossos objectivos um tratamento diferenciado por cada tipo de produção o que implicaria um livro por cada uma delas, quando afinal, pretendemos um roteiro.
Muito está por dizer e alguns artesãos não foram incluídos por estarem temporariamente inactivos, ou terem escapado à nossa pesquisa.
Quando transcrevemos as palavras dos artistas, corre-se o risco, de um ou outro caso, a percepção não ser imediata, pela natureza de alguns termos específicos usados, no entanto pareceu-nos ser a forma mais rigorosa."
(Excerto de O levantamento - retirado da contracapa)
Índice:
A Cortiça. | Barro. | Madeira. | A Lã - O Linho e a Pesca. | Metal. | Tabua - Vime - Trigo - Palma.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
15€

11 novembro, 2017

AURORA, Conde d' - ROTEIRO DA RIBEIRA-LIMA. 3.ª Edição Revista e Aumentada. Novos Figurantes, Personagens e Fantasmas. Porto, Livraria Simões Lopes, [1959]. In-8.º (19,5 cm) de 239, [1] p. ; il. ; B.
Obra muito apreciada, ilustrada com estampas em separado, e belíssimos desenhos de José Luís Brandão de Carvalho no texto. 
Inclui um novo e extenso prefácio especialmente escrito para esta terceira edição, preferível às anteriores porque muito aumentada.
José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho, 2.º Conde de Aurora (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896 - Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969). Escritor português. "Em 1919, por ocasião da Monarquia do Norte, partiu para o exílio tendo vivido em Espanha, no Brasil e Argentina. Em 1921, fundou o periódico “Pregão Real”. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi juiz do Tribunal do Trabalho. A sua obra reparte-se por vários géneros literários, caracterizando-se pela defesa dos valores culturais tradicionais dentro dos moldes estéticos do realismo, na senda de Eça de Queirós. Marcadamente nacionalista e claramente crítico em relação à Primeira República, o Conde d’Aurora dedicou ao Minho – aqui entendido como a região de Entre-o-Douro-e-Minho – grande parte da sua obra literária."
(Fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/119202.html)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar e muito procurado.
Indisponível

25 setembro, 2016

CAMINHO DOS CONQUISTADORES. Lisboa, Direcção-Geral do Turismo : Direcção dos Serviços de Promoção, [1984]. In-8.º (10x21,5cm) de 204 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curioso roteiro turístico de locais e monumentos medievos organizado por distritos, tendo assinalado por ordem alfabética os locais de interesse, todos eles, com uma breve descrição histórico-lendária.
Ilustrado no texto com bonitos desenhos de castelos e guerreiros medievais.
"Num século Portugal nasceu. As suas fronteiras históricas foram encontradas. O conceito de ser português formou-se, consolidou-se. Cavaleiros e peonagem lutaram em batalhas, cercaram castelos, povoaram cidades, vilas, aldeias. Eles foram os conquistadores, os que fizeram Portugal.
O Caminho dos Conquistadores é um guia para a evocação dessa gesta. Através dos monumentos que falam desse tempo, dos personagens que representaram papeis importantes no teatro da história.
Percorra o Caminho dos Conquistadores. Leia as páginas de história viva de uma torre, do portal de uma igreja, de um solar. E, ao mesmo tempo, admire paisagens, delicie-se com as especialidades gastronómicas, prove vinhos, aprecie o artesanato e o folclore, entregue o seu corpo ao calor do sol numa praia, pratique o seu desporto favorito.
Porque Portugal é um país de turismo. Para si."
(introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€