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16 março, 2026

CORREIA, Dr. Vergílio & GIRÃO, Dr. A. De Amorim & SOARES, Dr. Torquato de Souza – EXCURSÕES NO CENTRO DE PORTUGAL. [Paisagem - Arte - História]. Por... Professores da Faculdade de Letras. Instituto de Alta Cultura - Curso de Férias. Universidade de Coimbra : Faculdade de Letras. Coímbra, Publicação subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura, 1939. In-8.º (19,5x12 cm) de 160, [2] p. ; [1] mapa desdob. ; B.
1.ª edição.
Bonito guia paisagístico e cultural da zona centro do país.
Invulgar e muito interessante.
Livro totalmente impresso sobre papel couché, ilustrado com 101 fotogravuras no texto e um mapa desdobrável da Região Centro do país.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Invulgar.
Indisponível

02 novembro, 2016

CEREJEIRA, Dr. Manuel Gonçalves - DISCURSO pronunciado na sala dos Capelos da Universidade de Coimbra, em o dia 28 de Maio de 1922, pelo Professor da Faculdade de Letras Dr. Manuel Gonçalves Cerejeira, no acto de se conferirem as insígnias doutorais ao novo Doutor em Letras (secção de Sciências Geográficas) o Senhor Aristides de Amorim Girão. Coimbra, Casa Tipográfica, MDCCCCXXII [1922]. In-4.º (25cm) de 13, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Discurso pronunciado por Manuel Gonçalves Cerejeira, futuro Cardeal Patriarca de Lisboa, figura de proa da Igreja Católica portuguesa no século passado, apoiante do Estado Novo de Oliveira Salazar de quem era amigo e confidente desde os tempos de Coimbra.
Além do discurso cerimonial propriamente dito, Gonçalves Cerejeira permite-se tecer algumas consideração de ordem religiosa e espiritual sobre a vida em geral, e a Universidade de Coimbra em particular, o que empresta a este opúsculo um interesse indubitável e verdadeiramente imprevisto.
Exemplar n.º 19 da curta tiragem de 100 exemplares assinados por Cerejeira. Duplamente valorizado pela dedicatória pelo seu punho dirigida ao Dr. Manuel Rodrigues.
"Ao ter de tomar a palavra nesta festa universitária - há tantos anos interrompida! - de consagração a uma espécie de nobreza que se não confere por... decreto - o talento: acodem-me ao espírito aquelas palavras de Dante
«Non senza tema a dicer mi conduco».
É que a Ordem dos Doutores de capêlo, aqui erecta nesta velha e gloriosa Universidade de Coimbra pela lei e pela fôrça da tradição, volta hoje a reünir-se no estilo dos dias antigos para receber festivamente no seu seio, com o usado abraço fraternal, o novo Doutor, Ex.mo Senhor Aristides de Amorim Girão, que nela acaba de entrar por direito de conquista.
Parecerá talvez a alguns que é um símbolo morto que se ressuscita. Ora, alêm de que o que ressuscita é porque... não está morto, os símbolos podem transformar-se, mas não morrem... senão com a morte da civilização, pois que com ela nascem e perduram."
(excerto do discurso)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas.
Raro.
50€

05 agosto, 2011

GIRÃO, A. de Amorim – GEOGRAFIA HUMANA. Porto, Portucalense Editora, 1946. In-4.º (25,5 cm) de 383, [3] p. ; [VII] mapas ; [XCVI] estampas ; il. ; E.
1.ª edição.
Obra de referência neste ramo da Geografia. Edição cuidada, profusamente ilustrada com mapas a p.b. e a cores, com estampas em separado e 99 gravuras no texto.
Aristides de Amorim Girão (1895-1960). "Foi um geógrafo português de renome. Formou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde viria a ser professor e director. “Considerado uma autoridade científica no âmbito da Geografia de Portugal, colaborou em várias revistas eruditas, pertenceu a diversas agremiações científicas e participou em muitos congressos nacionais e internacionais. Deixou uma vasta obra, quer de material cartográfico, quer de monografias. Foi, essencialmente, com base nos estudos de Amorim Girão, sobre a divisão regional de Portugal, que foi traçada a divisão administrativa do continente em províncias, levada a cabo em 1936.”
(Fonte: wikipédia)
“Verdadeiramente, a geografia humana mostra-nos o que tem sido o trabalho do homem à superfície da terra, através dos vestígios materiais por ele deixados na paisagem. É a epopeia do Espírito escrita no grande livro da Natureza. Por outras palavras: é a nova página que o homem, pela sua actividade inteligente, acrescenta por assim dizer ao livro da Criação.”
(Excerto do prefácio)
Bom exemplar. Encadernação com lombada e cantos em pele e ferros a ouro na lombada; sólida, apresenta no entanto, sinais de uso nas charneiras, no topo e base da lombada, margens e cantos; miolo firme e íntegro, algo amarelecido, aqui e ali com pequenas manchas de oxidação; conserva a guarda anterior original.
Pouco comum.
Indisponível