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21 maio, 2020

BARATA, F. A. Corrêa - ORIGENS ANTHROPOLOGICAS DA EUROPA. Por... Doutor em Philosophia. Coimbra, Imprensa da Universidade, 1873. In-4.º (23,5 cm) de 84, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante ensaio académico sobre as origens antropológicas do continente europeu.Trata-se da Dissertação de Concurso apresentada à Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra.
"O presente opusculo é apenas um ensaio sobre as origens das raças actuaes da Europa consideradas como uma grande unidade. É este problema o primeiro dos que se ventilam em anthropologia. Os incessantes progressos que a a paleontologia humana tem feito, chamaram para elle a attenção geral, a ponto de se tornarem uma verdadeira paixão os estudos anthropologicos. Tal é a importancia que actualmente merecem, tanto mais que as ambições politicas de algumas potencias europeas têm querido pôr ao serviço das suas idéas a differença de raças. [...]
A anthropologia é uma sciencia que nasceu n'este seculo. Na infancia ainda, se uma generalisação tal como a tentâmos é possivel, deve-se isto á rapidez do progresso scientifico n'este seculo, que tantas sciencias, artes e industrias novas tem produzido. O tempo de que um homem estudioso pode dispor é apenas bastante para abranger o sem numero de memorias, jornaes, livros, relatorios, noticias dos congressos scientificos, trabalhos e sessões das sociedades sabias, emfim de publicações de toda a ordem que quotidianamente apparecem sobre a imponente e sympathica sciencia da anthropologia. É por isso que a especialidade nos estudos de cada homem, que se dedica á sciencia, se torna uma impreterivel necessidade; sendo certo, de resto, que o facto indicado se repete para as outras sciencias, e que, por outro lado, a indagação dos problemas scientificos exclue a simultaneidade dos objectos."
(Excerto do preâmbulo)
Indice:
[Preâmbulo]. | I - O problema das origens. II - As raças actuaes da Europa. III - Mythos e tradições. IV - Factos e methodos scientificos. V - Opiniões de Bory de Saint-Vincent e de d'Omalius d'Halloy. VI - Raças paleontologicas. VII - Conclusão.
Francisco Augusto Correia Barata (Loulé, 1847 - Lisboa, 1950). Professor na Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra. Foi Secretário da Faculdade de Filosofia (1873-1877) e Director do Gabinete de Química (1890-1898). Vogal suplente do Tribunal de Contas. Director-Geral da Secretaria da Câmara dos Deputados em 1899. Grande defensor das teorias de Augusto Comte. Publicou artigos e livros, entre os quais: Da atomicidade. Estudo crítico das teorias químicas modernas (Coimbra, 1871); As raças históricas da Península Ibérica (Coimbra, 1873); Origens antropológicas da Europa (Coimbra, 1873).
(Fonte: https://www.uc.pt/iii/historia_ciencia_na_UC/autores/BARATA_Franciscoaugustocorreia)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e pequenas falhas de papel. Páginas ligeiramente oxidadas.
Raro.
A BNP dispõe de apenas um exemplar.
25€

07 abril, 2019

TEIXEIRA, Carlos - A PALEONTOLOGIA E A ORIGEM DO HOMEM. [Por]... Professor da Universidade de Lisboa. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tipografia Lousanenese, Lousã], 1967. In-8.º (21cm) de 115, [1] p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B.
Estudo sobre a origem do Homem, com texto revisto e actualizado da Conferência realizada no Instituto Açoriano de Cultura, em Abril de 1963.
Ilustrado ao longo do texto com reproduções fotográficas em página inteira, e um quadro desdobrável - A geologia do Quaternário e as fases da evolução humana.
"O aparecimento do Homem constitui facto notável na história do mundo, fenómeno biológico de particularíssimo significado, o último (ou, pelo menos, o mais recente e, sem dúvida, o mais importante) acontecimento da cadeia ininterrupta da evolução dos seres vivos.
Surgido sobre a Terra há cerca de um milhão de anos (ou, talvez, um pouco antes), o Homem foi o primeiro ser dotado de capacidade de reflexão e raciocínio, o que confere ao fenómeno da antropogénese carácter verdadeiramente transcendente.
Não pode dizer-se que a história humana seja muito longa. Mas é, sem dúvida, muito complexa. Dela se conhecem, apenas, alguns aspectos revelados pelos estudos de paleontologia."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa ligeiramente manchada no corte lateral.
Invulgar.
Indisponível

25 setembro, 2011

BONANÇA, João - HISTORIA DA LUZITANIA E DA IBERIA : Desde os Tempos Primitivos ao Estabeleciemnto Definitivo do Dominio Romano : Parte Fundada em Documentos atá ao Presente Indecifraveis : Obra illustrada de muitas gravuras de plantas e animaes das eras geologicas dos primeiros productos da industria humana e das primitivas moedas hispanicas; dos duzentos caracteres do alphabeto luziberico e de um amplo mappa geographico da Hispanha antiga contendo consideravel numero de povoações mais do que as inscriptas nos mappas até agora publicados e do que as mencionadas pelos antigos escriptores : por... Volume I [e único]. Lisboa, Imprensa Nacional [na capa] ; Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia, 1891 [na capa] [no verso do rosto vem assinalado 1887]. In-4º (28cm) de 900, [5] p. il. ; il. ; E.
"João Bonança (1836-1924), foi um jornalista, escritor e político. Personagem controverso, foi padre, mas afastou-se da Igreja em 1870. Tornou-se jornalista e entrou na política. Participou em vários movimentos nacionais, entre eles na corrente para abolir a pena de morte e para a introdução do código civil. Escreveu sobre religião e sobre mudanças sociais. Ajudou a fundar o jornal “O Trabalho”. Era amigo de Antero de Quental e de Teófilo Braga, entre outros nomes da geração de 70. Em 1911, forma o partido político "Integridade Republicana", tendo-se candidatado à Presidência da Repúnlica, embora sem resultado."
Belíssima encadernação contemporânea inteira de pele com cercadura a ouro nas pastas e dourados na lombada; conserva as capas originais; a assinalar um pequeno restauro de amador no pé da capa anterior e uma assinatura de posse no anterrosto, em tudo o mais, estamos em presença de um excelente exemplar.
Invulgar.
Indisponível

16 junho, 2011

DINGUS, Lowell - NEXT OF KIN : GREAT FOSSILS AT THE AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY. New York, Rizzoli Internacional Publications, Inc., 1996. First published in the United States of America. In-fólio (31cm) de 160 p. ; todo il. ; B.
1ª edição.
"Dr. Lowell Dingus, a geological paleontologist, is project director for the fossil halls renovation at the American Museum of Natural History, where since 1987 he has overseen the development of exhibitions concerning vertebrate paleontology."
"The Halls of Vertebrate Evolution at the American Museum of Natural History display the world's greatest fossil collection and have long been a treasured landmark in New York; they currently attract about 1.5 million visitors each year. Dinosaurs fascinate people of all ages. A look at the Museum's giant Barosaurus skeleton rising up on its hind legs to face a predator, or at the specimen of the fierce Tyrannosaurus rex, enables us to journey back in time to imagine even earlier animals that lived as long as hundreds of millions of years ago. [...] This volume celebrates the dynamic fossil displays and the magnificent architecture of the American Museum of Natural History; it also introduces provocative questions about long-extinct species and the mysteries of life on Earth."
Belíssimo catálogo da exposição permanente dedicada aos dinossauros do Museu Americano de História Natural de Nova Iorque, em edição de grande esmero e qualidade gráfica, profusamente ilustrada com fotos a p.b e cor.
Excelente exemplar, como novo.
Invulgar.
35€