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26 janeiro, 2024

SAPEGA, Ellen W. -
FICÇÕES MODERNISTAS:
Um estudo da obra em prosa de José de Almada Negreiros : 1915-1925. [Lisboa], Ministério da Educação: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa : ICALP, 1992. In-4.º (24x16,5 cm) de 139, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Capa: Técnica mista sobre papel de Almada Negreiros, 1938. Dim 65x50 cm. Colecção Particular.
Interessante ensaio sobre a obra em prosa de matriz modernista de Almada Negreiros.
"No âmbito da cultura portuguesa, José de Almada de Negreiros foi,sem dúvida, uma das figuras mais dinâmicas e criativas do século XX. [...]
Hoje, com a prespectivca de mais de vinte anos sobre a morte de Almada Negreiros, podemos afirmar que os seus esforços não foram em vão, pois os seus quadros e murais são considerados entre os mais importantes produzidos neste século em Portugal e Almada, depois de Fernando Pessoa, é uma das mais conhecidas figuras culturais do modernismo português. [...]
Se prestarmos atenção, no entanto, à vida e obra de Almada Negreiros, torna-se evidente que o homem, tão conhecido hoje em dia como pintor e desenhador, fez a sua estreia na sua vida artística principalmente como escritor."
(Excerto da Introdução)
Índice:
Introdução | I - Os limites da narrativa almadiana: da influência simbolista em Frisos à experiência futurista de Saltimbancos. II - Primeiras tentativas sensacionistas: o percurso de aptrendizagem seguido pelo narrador n'A Engomadeira. III - A transitividade do sujeito literário: K4 O Quadrado Azul como o culminar do projecto sensacionista. IV - A ingenuidade intendida como processo didáctico: o conto jornalístico dos anos 20. V - Nome de Guerra: experiência única e última no projecto da ficção Almadiana. VI - A «Ficção da Ingenuidade» depois de Nome de Guerra. | Bibliografia.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€

05 setembro, 2021

ALMADA : o escritor, o ilustrador. [Coordenação: Manuela Rêgo. Capa e fotografia: Luís Carlos]. Lisboa, Presidência do Conselho de Ministros : Secretaria de Estado da Cultura : Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, 1993. In-4.º (23,5cm) de 351, [5] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Belíssimo catálogo impresso em papel de superior qualidade - gráfica e esteticamente irrepreensível -, profusamente ilustrado com reproduções de trabalhos do Mestre.
"Almada tornou-se uma referência obrigatória para qualquer estudo dos movimentos artísticos e literários das primeiras décadas do século XX. Não sendo fácil encontrar artistas que revelem uma mesma craveira em artes diferentes - neste caso «manipulando» a palavra e a imagem -, mais notável se tornam a sua personalidade e o seu trabalho, tratados com igual destaque nas obras de consulta sobre literatura e artes plásticas."
(Excerto da apresentação)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
35€

17 julho, 2021

CATÁLOGO DA 6.ª EXPOSIÇÃO DE ARTE MODERNA NO ESTÚDIO DO SPN. Novembro : 1941
. [Lisboa], Edições SPN, 1941. In-4.º (23,5x18,5 cm) de 10, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Catálogo relativo a Pintura e Escultura, onde constam alguns dos nomes mais sonantes do panorama nacional. A lista é composta pelo nome do artista, o seu endereço domiciliário e o título das obras apresentadas na exposição. Integraram a mostra colectiva, entre outros, Abel Manta, António Dacosta, Álvaro Perdigão, Carlos Botelho, Dórdio Gomes, Eduardo Viana, Emérico Nunes, Almada Negreiros, Thomaz de Mello, Leopoldo de Almeida, Salvador Barata Feyo.
A capa do catálogo tem a assinatura "F. G".
Publicação histórica no cenário das artes nacionais, sendo muito curioso a inclusão na mesma da morada dos participantes na exposição.
"As Exposições de Arte Moderna do S.P.N./S.N.I. foram criadas por António Ferro em 1935, no âmbito da ação cultural do então denominado Secretariado de Propaganda Nacional (S.P.N.), renomeado Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo (S.N.I.) em 1945.
As exposições realizaram-se anualmente 14 vezes, até 1951, com exceção de 1937, 1943 (neste caso por passagem de Dezembro a Janeiro seguinte) e 1950, tendo as duas primeiras decorrido na Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA) e as restantes no próprio S.P.N./S.N.I., Palácio Foz, Praça dos Restauradores, Lisboa.
Realizadas por convite aos artistas, a importância destas exposições prende-se com a sua regularidade e com o impacto que tiveram na vida artística nacional ao contrariarem o tradicionalismo naturalista que dominava os Salões da SNBA. No seu campo, estas mostras anuais foram "a mais brilhante manifestação da «Política do Espírito» de Ferro. […] Tratava-se […] de dar corpo a um projeto entusiasticamente apresentado por Ferro em 1935: de «estimular» novos artistas, desde que eles revelassem «inquietação», dentro dos limites dum «indispensável equilíbrio» - que seria condição necessária e definidora da arte aceite nos salões".
Salvo raras exceções (como Diogo de Macedo), praticamente todos os principais nomes da 1.ª e 2.ª geração de artistas modernistas em atividade participaram, de forma esporádica ou regular, nestas mostras oficiais."
(Fonte: wikipédia)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
20€

03 novembro, 2018

NEGREIROS, José de Almada - DESENHOS ANIMADOS : realidade imaginada. Escrito expressamente a convite da emprêsa do cinema Tivoli para a apresentação do film de Walt Disney «Branca de Neve e os sete anões». Lisboa, Editorial Ática, Ltd, 1938. In-8.º (22,5cm) de 12 p. ; B.
1.ª edição.
Capas desenhadas por Almada Negreiros.
"Uma grande alegria nos espera hoje, a nós que amamos o cinema e a todos a quem êle diverte: imos ver muito melhor do que o habitual em desenhos animados, imos ver nascer uma arte.
Entre os vários autores de desenhos animados, Walt Disney é justamente o mais famoso. E é digno de registar que seja o próprio Walt Disney, o qual todos julgaríamos esgotado pelo inédito da emprêsa dos desenhos animados, quem venha hoje muito para além da maneira como o conhecemos, demonstrar em alta classe de artista a alta categoria dos desenhos animados. Porque os valores de arte e de cinama de Walt Disney estão incomparàvelmente acima do melhor aprêço que lhe tenha sido dado até hoje. A América propõe o seu nome para prémio Nobel de literatura, mas a humanidade conta com êle desde já com mais uma arte. [...]
Personalidade eminentemente perspicaz, constante e coerente, Walt Disney viu primeiro do que ninguém que os desenhos animados iam àquém da missão que representavam, que se ficavam pelo acêrto do desenho, do colorido e música, dando já logar mais à fantasia do que pròpriamente à imaginação criadora. [...]
Esta é a história de «Branca de Neve e os sete anões», o melhor negócio de cinema até hoje realizado! Apenas em Hollywood e Estado de Nova-York o seu lucro foi de quatrocentos e cinqüenta mil contos líquidos!! É de esperar que êste resultado convença sobretudo os julgadores do cinema e principalmente aqueles que não querem ainda ver que o lucro é sempre proporcional à arte no espectáculo."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas de acidez.
Invulgar.
35€

28 novembro, 2015

AMBRÓSIO, António - ALMADA NEGREIROS : africano. Lisboa, Editorial Estampa, 1979. In-8.º (18,5 cm) de 191, [1] p. ; [24] p. il. ; B. Colecção Polémica, N.º 22
1.ª edição.
Capa de Soares Rocha. Ilustração da capa: Retrato de Almada Negreiros - Desenho de João Abel Manta.
Polémico estudo, distribuído por 22 capítulos. Biografia familiar de Almada Negreiros. Ilustrada com fotografias de imóveis, retratos, fac-símiles, etc., impressos sobre papel couché em folhas separadas do texto.
"«É completamente impossível conhecer inteira uma árvore genealógica; o que pode é cada um possuí-la toda no seu carácter. A árvore genealógica não funciona como ciência. É mesmo o contrário de ciência: mistério! Um mistério que se espelha só em cada um de nós! Um verdadeiro mistério humano que ultrapassa a sociedade e a ciência, que respira apenas ar de Arte e Religião!»
Nome de Guerra, O. C., vol II, p. 7
Nestas palavras de Almada Negreiros encontramos, talvez, a chave da explicação para um dos maiores enigmas da sua obra. Referimos-nos ao facto de que, havendo dado, teoricamente, tanta importância à árvore genealógica, e sabendo-se de origem africana, e conhecendo pelo menos a sua próxima filiação, Almada Negreiros nunca tivesse, como artista, (poeta-pintor), nem sequer uma dedicatória, ou referência directa, aos seus pais - António Lobo de Almada Negreiros e Elvira Freire Sobral - à ilha de S. Tomé onde nasceu, à África e aos africanos."
(Apresentação)
José de Almada Negreiros (São Tomé , 1893 - Lisboa , 1970). "Desenhador, pintor, escritor, poeta, ensaísta, caricaturista, ilustrador, publicista, bailarino, cenógrafo e figurinista, o perfil plurifacetado de Almada Negreiros enriquece-se com a amplitude de direcções que a sua obra adoptou. Desde a sua aparição na Exposição Livre, de 1911, que a sua acção seria relevante como introdutor e agitador de ideias vanguardistas, artista de ruptura e depois classicista. Após participar na I Exposição dos Humoristas, de 1912, realiza em 1913 a sua primeira exposição individual e, quase em simultâneo, em 1914, inicia-se na escrita, protagonizando alguns dos melhores momentos da literatura portuguesa desta época. Com uma breve e desiludida passagem por Paris entre 1919–20, participa e promove muitos dos acontecimentos, publicações e exposições mais relevantes do período: primeiro as ligadas à introdução do Futurismo em 1916–17, como a exposição 5 Independentes de 1923, a decoração do café A Brasileira e do Bristol Club, o I Salão dos Independentes de 1930 e, a partir de 1941, algumas das Exposições de Arte Moderna. Em 1927 parte para Madrid onde permanece até 1932, estabelecendo relações com os arquitectos da Geração de 25 e com membros da Sociedade de Artistas Ibéricos, que lhe favoreceu exposições, decorações em edifícios públicos e uma intensa actividade no campo do desenho humorístico e da ilustração. De regresso a Lisboa abre novas frentes, em especial na área da decoração, desenvolvendo numerosos projectos de vitrais e pintura mural, entre os quais se destacam os painéis das Gares Marítimas de Alcântara (1943–1945) e Rocha de Conde de Óbidos (1946–1948). Percurso que se encerra com uma obra marcante da arte nacional, o grande painel inciso em pedra, intitulado Começar, para a sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa."
(Fonte: www.museuartecontemporanea.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Manuseado; capas apresentam vincos nos cantos.
Invulgar.
Indisponível

02 junho, 2012

[NEGREIROS], Almada – A INVENÇÃO DO DIA CLARO. Edição fac-similada. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005. In-4º (25,5cm) de 45, [3] p. ; il. ; B.

“Escripta de uma só maneira para todas as espécies de orgulho, seguida das démarches para a Invenção e acompanhada das confidencias mais intimas e geraes. Ensaios para a iniciação de portuguezes na revelação da pintura. Com um retrato do autor por elle-proprio. Primeiro milhar. Lisbôa, “Olisipo”, Apartado 145, 1921.” (redacção conforme texto do frontispício original)

"Entrei numa livraria. Puz-me a contar os livros que ha para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria.
Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.
No entanto, as pessoas que entravam na livraria estavam todas bem muito bem vestidas de quem precisa salvar-se."

(O Livro, p. 11)

Excelente exemplar.
Histórico e muito apreciado.
15€

01 maio, 2012

O ESCAPARATE DE TODAS AS ARTES OU GIL VICENTE VISTO POR ALMADA NEGREIROS. Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de Almada Negreiros no Museu Nacional do Teatro. Texto de Vítor Pavão dos Santos. Fotografias e reproduções de João Luís Moura. Lisboa, Museu Nacional do Teatro: Secretaria de Estado da Cultura : Instituto Português de Museus, 1993. In-8º (21x22cm) de 67, [15] p. ; mto il. ; B.
Tiragem: 2.000 exemplares.
Belíssimo catálogo impresso em papel de qualidade, profusamente ilustrado com fotografias e inúmeros desenhos e esboços de Almada, a p.b. e a cores.
Excelente exemplar.
Invulgar.
10€

13 setembro, 2011

SANTARENO, Bernardo - NOS MARES DO FIM DO MUNDO. (Doze meses com os pescadores bacalhoeiros portugueses, por bancos da Terra Nova e da Gronelândia.). Lisboa, Edições Ática, 1999. In-8.º (20 cm) de 242, [6] p. ; B.
Capa: desenho de Almada Negreiros.
"Nos Mares do Fim do Mundo foi, em grande parte, escrito a bordo do arrastão «David Melgueiro», na primeira campanha de 1957, a primeira também em que eu servi na frota bacalhoeira portuguesa, como médico. Mas depois desta, tomei parte numa segunda, em 1958, agora a bordo do «Senhora do Mar» e do navio-hospital «Gil Eannes», em que assisti sobretudo aos barcos da pesca à linha: Assim pude de facto conhecer, por vezes íntimamente, todos os aspectos da vida dos pescadores bacalhoeiros portugueses, em mares da Terra Nova e da Gronelândia, e completar este livro."
(Excerto da nota do autor)
Bom exemplar.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

02 setembro, 2011

VER : José de Almada Negreiros. Notas e prefácio de Lima de Freitas. Lisboa, Arcádia, 1982. In-8º grd. (24cm) de 272, [8] p. ; il. ; E. Col. Biblioteca Arcádia / Arte.
1ª Edição.
Edição esmerada impressa em papel de qualidade superior, ilustrada com fotografias, desenhos, gravuras e facsímiles.
"Reúnem-se neste volume vários cadernos, na sua maior parte inéditos, de José de Almada Negreiros. Desde 1943, ano em que o Autor inscreveu na página liminar de vários cadernos, uma longa série de obstáculos condenou à ocultação quase total este extraordinário conjunto de textos e manteve-os fechados numa gaveta durante cerca de quarenta anos, à espera de um dia virem a ser conhecidos pelos portugueses e pelo mundo." (do prefácio)
Encadernação editorial.
Excelente exemplar.
Invulgar, de grande interesse bibliográfico.
75€

01 agosto, 2011

PESSOA, ETC... Texto original: Nuno Júdice ; Design: Mário Jorge. Lisboa, Instituto Português do Livro/Ministério da Cultura, 1985. In-8º (24cm) de 79, [1] p. ; todo il. ; B. Tiragem: 2000 exemplares.
Livro publicado por ocasião dos 50 anos sobre a morte de Fernando Pessoa, faz juz ao "Etc..." do título, pois, além de Pessoa, também Mário de Sá-Carneiro e Almada Negreiros são aqui biografados de destaque.
Capítulos: Fernando Pessoa; Modernismo; Sá-Carneiro; Revistas Literárias; Almada-Negreiros; Pessoa, Etc...; Leituras; Ficções; Obra Publicada; Pessoa Traduzido.
Edição quadrilíngue (português, francês, inglês e alemão) de grande qualidade gráfica e de design original, profusamente ilustrada.
Capas flexíveis com badanas, apresentam um ou outro sinal de desgaste.
Bom exemplar. 
Invulgar.
15€

16 abril, 2011

GONÇALVES, Rui-Mário - ALMADA NEGREIROS : O MENINO DE OLHOS DE GIGANTE. Direcção Bernardo Pinto de Almeida e Armando Alves. Lisboa, Caminho ; Paço de Arcos, Edimpresa, 2005. Col. «Caminhos da Arte Portuguesa no Século XX». In-8º grd. (23,5cm) de 26, [2], 33, [9] p. ; mto. il. ; B.
Edição de grande esmero e apuro gráfico, muito ilustrada por belíssimas reproduções de obras de Almada.
Bom exemplar.
20€

 

08 fevereiro, 2011

[ALMADA NEGREIROS] : AGENDA 1994 : ALMADA. Introdução e textos por Maria Augusta Maia ; Design gráfico António Ferreira Gomes ; Fotografia Henrique Ruas. [Lisboa], Imprensa Nacional-Casa da Moeda/IPPAR, [1993]. Oblongo (26x21,5) ; il. ; E.




Belíssima agenda planning dedicada a Almada Negreiros, ilustrada com trabalhos do próprio, onde constam algumas das suas obras de referência, como os frescos da Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos e da Gare Marítima de Alcântara, os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima e do Seminário Maior de Cristo-Rei, nos Olivais e outros...
Edição de grande esmero e apuro gráfico.
Tiragem: 3500.
Excelente exemplar, como novo.
Invulgar.
25€

20 janeiro, 2011

[ALMADA NEGREIROS] - PROGRAMA DAS FESTAS DE LISBOA : 1934. Lisboa, Câmara Municipal, 1934. In-4º [82] p. ; il. B.
Programa das Festas da Cidade de Lisboa (entre 8 e 13 Junho de 1934), il. com desenhos inéditos de Almada, concebidos propositadamente para a ocasião.
  
Raro. Peça de colecção.
Bom exemplar. Capas algo desgastadas, com pequenas falhas de papel.
Indisponível