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12 maio, 2022

SALGARI, Emilio - Á CONQUISTA DO POLO NORTE.
Romance de Aventuras. Tradução directa do italiano por Henrique Marques. Lisboa, João Romano Torres, [1931]. In-8.º (19 cm) de 138, [6] p. ; B.
1.ª edição.
Viagem mítica ao Pólo Norte, por E. Salgari, autor de culto deste género de literatura, que circula entre o fantástico e a aventura.
Trata-se da incomum edição original em português.
"No mar Branco ha poucos gêlos quebradiços e esses não podem opor a menor resistencia.
O tempo está escuro; as nuvens que cobrem a abobada celeste dão uma nota de tristeza indefinida e tingem de cinzento as aguas do mar, com reflexos côr de aço; mas o vento é bom e as ondas que descem do Ártico não teem a violencia que adquirem nas borrascas A Estrela Polar avança audaz, de vélas ao vento, emquanto as caldeiras ainda acesas mugem surdamente, fazendo gemer os costados de madeira da antig baleeira.
S. A., na tolda, olha atentamente para o norte; parece procurar os gelos com os quais está ansioso por se medir.
Os seus oficiais acompanham-no interrogando o horizonte com os oculos de longa vista. Tambem eles procuram os fantasmas brancos da região ártica."
(Excerto do Cap. I - O mar Branco)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Cansado. Capas frágeis com defeito e pequenas falhas de papel.
Muito invulgar.
15€

16 outubro, 2021

ROSADO, José - SETE MULHERES NUMA ILHA.
Romance de aventuras
. [Lisboa], Edição Romano Tôrres, [194-]. In-8.º (19,5 cm) de 141, [3] p. ; B. Colecção Romance de Aventuras, 158
1.ª edição.
Novela de José Rosado, autor de culto deste tipo de literatura, que também conta na sua biblliografia com incursões no género fantástico/ficção científica, por norma, utilizando o pseudónimo "Charles Hamond".
"O «Modern College» - nome sintomático com que «mistress» Taylor denominou o seu colégio para meninas milionárias, na democrática Washington - era, o ano passado, se não o melhor, um dos mais caros e luxuosos dos Estados-Unidos, e onde as internadas recebiam educação esmerada e completa, que lhes permitia ser na vida prática qualquer coisa que não se assemelhasse a modestas boas donas de casa...
Aprendia-se ali, entre muitas coisas de menor importância, o «foot-ball», ténis, «water-polo», «cricket», «golf», equitação, automobilismo, aviação e, de vez em quando, estudava-se Aritmética [...] e pouco mais, porque, para «mistress» Taylor - inglesa autêntica de exportação («made England») com óculos e mais acessórios de educação diplomada - o Mundo era, apenas, a América e a Inglaterra.
A sua «universidade», fundada havia cinco anos, com um sistema tão modelar de educação desportiva - a única que vinga neste século do Músculo e da Fôrça! - progredia de ano para ano, chegando a contar, no início desta novela, cento e quinze meninas das melhores famílias dos Estados-Unidos... [...]
Descrever um colégio de meninas, como o «Modern College», não é tarefa fácil para quem nunca o freqüentou, e isso está vedado ao sexo forte - como um serralho o está também a qualquer cavalheiro que não seja o sultão - mas «mistress» Taylor, que é uma pessoa amável, vai abri-nos e par-em-par as portas do seu colégio modêlo e guiar-nos através das suas labirínticas dependências..."
(Excerto do Cap. I)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Cansado, com defeitos e pequenas falhas marginais.
Muito invulgar.
Indisponível

11 agosto, 2021

HAMOND, Charles - A CIDADE SUBTERRÂNEA : romance de aventuras.
Versão livre de José Rosado
. [Lisboa], Edição Romano Tôrres, [1945]. In-8.º (19 cm) de 93, [3] p. ; B. Colecção «Romance de Aventuras», N.º 175

1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica nacional, publicado na popular Colecção Salgari da Romano Torres.
De acordo com a Biblioteca Nacional, o autor do livro é José Rosado, o "tradutor", que utiliza o pseudónimo Charles Hamond.
"O que se passou com o primeiro grupo de tripulantes e passageiros do «Libânia» desembarcados na ilha sem nome , do qual faziam parte o imediato Sidney, Walter Garden e os irmãos Fleming, foi precisamente o mesmo que aconteceu ao segundo grupo, desembarcado horas depois.
Em breve saberemos o que se passou com o imediato Sidney e os seus companheiros. Por ora, vamos saber onde lavaram o grupo do capitão Homes...
- Tirem-lhes as vendas! - disse uma voz.
Seguidamente, algumas mãos tiraram os lenços que cingiam as cabeças dos cinco homens.
O capitão Homes esfregou os olhos, abrindo-os pouco a pouco.
O recinto onde se encontrava com os quatro marinheiros assemelhava-se a uma praça pública iluminada a jorros com lâmpadas eléctricas, que se sustinham em fios cruzados num teto com quinze metros de altura e que parecia construído com enormes blocos de carvão de pedra.
Em volta da praça - cujo chão era negro e brilhante - via-se um elevado número de portas e janelas donde jorrava luz."
(Excerto do Cap. V - A cidade subterrânea)
Índice:
I - Um estranho radiograma. II - Onde se procura uma ilha. III - A ilha sem nome. IV - O mistério da ilha sem nome. V - A cidade subterrânea. VI - A narrativa de James O'Sullivan. VII - A galeria da morte. VIII - Quarenta horas de incerteza. | Epílogo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível

01 março, 2021

SALGARI, Emílio - A ESTRÊLA CADENTE : novela de aventuras. Versão do original italiano de Henrique Marques Junior. Lisboa, João Romano Torres & C.ª, [1940]. In-8.º (19 cm) de 140, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Conjunto de pequenas novelas, umas de ficção, outras de fundo histórico, com especial relevo para a que dá o nome ao livro - A Estrêla Cadente - imaginativo 'ensaio' de ficção científica.
Em Os pescadores de bacalhau, o autor debruça-se sobre a pesca longínqua francesa nos bancos da Terra Nova, mostrando conhecer esta temática tão cara aos portugueses, abordando as motivações dos pescadores para a "faina", a família, a religiosidade e os infortúnios, bem como os preparativos e as despedidas que precedem as campanhas - rituais em tudo parecidos com os nossos - condimentos de uma pequena história, supostamente verídica, de pai e filho que se perderam no nevoeiro enquanto pescavam.
"Numa linda manhã de Agôsto de 1900, inaudita suprêsa levava ao cúmulo o assombro dos bons habitantes de S. Francisco da Califórnia, a rica e populosa cidade de magníficos arredores, que não tem rival ao longo das costas americanas, banhadas pelas ondas do Oceano Pacífico.
As imensas ruas que dividiam essa gigantesca cidade, as praças, as pontes, os telhados das casas, os terraços e os «squares», que tão numerosos são na capital da Califórnia, após uma noite sem vento e perfeitamente sêca, tinham aparecidos cobertos por miríades de bilhetes multicolores, e que apenas continham estas duas palavras: «Estrêla Cadente».
Que cousa seria a «Estrêla Cadente»? [...]
Quem podia ter inundado a cidade de tais avisos? E de que meios se havia servido, pois ninguém vira coisa alguma?
Êsse acontecimento, absolutamente extraordinário, tinha desordenado todos; até os cientistas e os jornalistas. [...]
Haviam decorrido oito dias após aquêle acontecimento extraordinário, quando nova chuva de prospectos multicolores, mais abundante do que a primeira, cobriu a cidade. [...]
Na manhã de 21 de Agôsto, tôda a população estava na rua. Rios de pessoas se juntavam sem descanso nos imensos jardins do «Garden Square», a custo contidos por infinito número de agentes de polícia. [...]
Ao meio dia, clamor imenso, saído de centenas de milhar de peitos, propagou-se de um extremo ao outro do parque, clamor que se repercutiu em tôdas as ruas, nos terraços, nos telhados e até nas toldas dos navios que estavam apinhadas de curiosos.
 - Olhem!... Olhem!...
Uma linha escura, não bem definida ainda a distância, aparecera na direcção dos montes da Costa e avançava para a gigantesca cidade com fulminante velocidade, aumentando a olhos vistos. [...]
Descia dos montes com incrível celeridade. Mal fôra descoberta e já se principiavam a distinguir bem as suas formas.
- Uma nave aérea! - bradaram de tôda a parte - «Hurrah... Hip»!... [...]
Não se tratava de vulgar balão. Era enorme fuso, com o comprimento de uns cinqüenta metros, munidos de diversas ordens de hélices dispostos nos flancos e que giravam com vertiginosa rapidez.
Pormenor interessante: não se via vestígio algum de fumo, pois o misterioso engenho devia ser privado dos vulgares motores a gás ou benzina adoptados nos últimos tempos por Santos Dumont, Severo, etc., os inventores mais ou menos felizes dos balões dirigíveis."
(Excerto de A Estrêla Cadente)
Índice:
A estrêla cadente; O escravo da Somália [episódio de pirataria marítima]; Os pescadores de bacalhau; O correio da Califórnia [episódio (verídico?) sobre a diligência - o serviço dos correios no oeste americano]; O naufrágio do «Dordonha» [episódio de salvamento de náufragos recorrendo a um aparelho Marconi, novidade na época]; A ponte maldita [episódio aventuroso no Canadá selvagem]; A ponte da morte [episódio biográfico de Solano Lopez, segundo presidente constitucional da República do Paraguai, comandante das Forças Armadas e chefe supremo do seu país durante a Guerra do Paraguai].
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
20€

26 fevereiro, 2019

HAMOND, Charles - A CASA VOLANTE : romance de aventuras. Versão livre de José Rosado. [Lisboa], Edição Romano Tôrres, 1946. In-8.º (19 cm) de 101, [11] p. ; B. Colecção «Romance de Aventuras», N.º 178
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica nacional, publicado na popular Colecção Salgari da Romano Torres.
De acordo com a Biblioteca Nacional, o autor do livro é José Rosado, o "tradutor", que utiliza o pseudónimo Charles Hamond.
"O dia vinte e tres de Março amanhecera tépido e limpo de nuvens.
Os quatrocentos e trinta rapazes da Universidade de Cleveland levantaram-se alegres.
Uma algaraviada esfusiante e comunicativa encheu de mocidade desinquieta as camaratas e o refeitório daquela casa de ensino superior - donde saiem todos os anos turmas alegres e buliçosas a caminho da vida prática, espalhando-se por todos os Estados Unidos, a levar-lhe nova seiva e mentalidade.
Desta vez, porém, aqueles centos de rapazes prestes a partirem, voltariam de novo, até completarem os seus estudos que, para muitos, terminariam quatro meses depois. [...]
No segundo dia, após a sua chegada a Cincinnati, James foi convidado pelo tio a visitar pela segunda vez o estranho aparelho que fora motivo de uma das suas últimas e mais interessantes conversas, com o seu amigo e companheiro da Universidade, Henry King. [...]
Durante o curto trajecto que os levou à fábrica de metais, nos arredores da cidade, tio e sobrinho não trocaram uma só palavra, embora este tivesse muitas perguntas a fazer sobre a construção da «Casa Volante»."
(Excerto do Cap. II, A Casa Volante)
Índice:
I - Desvenda-se um segredo. II - A Casa Volante. III - O tio André expõe o seu caso. IV - Últimos preparativos de viagem. V - Inicia-se uma viagem extraordinária. VI - Cinco horas de voo. VII - A etapa submarina. VIII - Uma surpresa desagradável. IX - O inevitável! Epílogo.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Muito invulgar.
Indisponível

20 outubro, 2018

HAMOND, Charles - A VOLTA AO MUNDO EM 16 HORAS : romance de aventuras. Versão livre de José Rosado. [Lisboa], Edição Romano Tôrres, [1944]. In-8.º (19 cm) de 102, [2] p. ; B. Colecção «Romance de Aventuras», N.º 171
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica nacional, publicado na popular Colecção Salgari da Romano Torres.
De acordo com a Biblioteca Nacional, o autor do livro é José Rosado, o "tradutor", que utiliza o pseudónimo Charles Hamond.
"Em plena «Broadway» - no coração de Nova-Iorque - no décimo-quinto andar dum dos seus edifícios, encontra-se instalado o «Clube dos Inventores» - uma das mais originais agremiações particulares de todo o mundo. Reúnem-se ali, tôdas as noites, os mais estranhos personagens da grande metrópole americana, divagando sôbre os temas mais extraordinários que possam despertar a curiosidade crescente do mundo científico.
Além dos trinta mil associados inscritos no «Clube dos Inventores», dos quais fazem parte as maiores sumidades da Engenharia mundial, contam-se ainda duas dezenas de milhares de sócios beneméritos.
Ao entrar nas salas daquela colectividade científica tem-se a impressão do contacto com um mundo diferente em que nos habituamos a viver, porque, ali, tudo é estranho e novo.
Começaremos por dizer que, no «Clube dos Inventores», não há criados; e, contudo, quem lá entra não deixa de ser atendido convenientemente, como se estivesse num dos melhores clubes mundanos.
Tudo - ou quási tudo - é automático.
Botões eléctricos espalhados por tôda a parte, ao receberem o contacto dos dedos, fazem accionar mil-e-um aparelhos das mais variadas configurações e que se prestam aos mais caprichosos serviços."
(Excerto do Cap. I, O Clube dos Inventores)
Índice:
I - O Clube dos Inventores. II - Um almôço original. III - O Lago Salgado. IV - O «Ponto de Exclamação». V - Rankin entra de novo em cena. VI - Um adiamento inesperado. VII - Depois da tempestade. VIII - A largada. IX - Onde aparece Rankin. X - A grande etapa. Epílogo duma grande aventura.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Muito invulgar.
20€
Reservado

18 fevereiro, 2018

SALGARI, Emilio - AS MARAVILHAS DO ANO DOIS MIL : romance de aventuras. Traducção do Dr. Carlos José de Menezes. Lisboa, João Romano Torres & C.ª, [1927]. In-8.º (19 cm) de 184 p. ; E.
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica, originalmente editado em Itália (1907). Trata-se da narrativa de uma viagem ao futuro, e é considerada a mais importante obra de ficção protocientífica italiana e, seguramente, das mais invulgares publicadas neste género literário.
"Em uma manhã dos ultimos dias de setembro do ano de 2003, tres homens subiam lentamente o rochedo de Retz, ajudando-se uns aos outros para treparem ás rochas, porque não havia nem sombra de caminho.
O primeiro era um homem já grisalho de entre cincoenta e sessenta anos, comtudo ainda vigoroso, sem barba e sem bigode, com os braços e as pernas muito compridos, em proporção ao tronco, com uma poderosa musculatura e os olhos muito dilatados, quasi brancos.
Os outros dois eram mais novos a sua duzia de anos, igualmente bem desenvolvidos, com musculos poderosos e os olhos tambem brancos e átonos.
Em todos tres se observava um desenvolvimento absolutamente extraordinario da cabeça, especialmente da fronte."
(Excerto da Parte Segunda, Cap. I, Uma ressurreição milagrosa)
Emílio Salgari (1863-1911). Escritor italiano. “O veronês Emilio Salgari foi, ao longo de um século, leitura iniciática e obrigatória para gerações de jovens ávidos de aventuras exóticas. Em Itália, a sua vasta obra foi mais lida que a de Dante – de estudo obrigatório nos liceus – e ainda hoje, quase um século após a sua morte, permanece como um dos 40 autores italianos mais traduzidos. Não sendo, decididamente, um grande autor – foi sempre ignorado pela crítica –, é um clássico sucessivamente reeditado ou transposto para o cinema. Fenómeno de longevidade, concitou recentemente o interesse de estudiosos das paraliteraturas.
Salgari aprendeu os rudimentos da arte de navegar num navio-escola de cabotagem do Adriático, passando a utilizar abusivamente o título de «capitão» ao longo da vida. A sua autobiografia, relato de supostas aventuras nos mares do Oriente, ter-lhe-ia inspirado a galeria de heróis destemidos que enchem os quase 90 romances de sua autoria e os 50 apócrifos publicados após a sua morte pelos seus filhos Omar e Nadir, bem como por Luigi Motta. É pacífico, porém, que Salgari jamais sulcou outros mares que os da sua febril imaginação e nunca conheceu outros piratas senão os sucessivos editores que o exploraram ao longo de uma vida de indizíveis privações e que o levariam a um suicídio digno da aura de exotismo que toda a vida cultivou: cometeu um arremedo de hara-kiri.
Os jornais estrangeiros, a literatura de viagens e enciclopédias inspiraram os enredos aventurosos dos quatro principais ciclos da produção (Piratas da Malásia; Corsários das Antilhas; Corsários das Bermudas; Far-West). Os seus heróis são proscritos, fora-da-lei ou «bárbaros» perseguidos pela avidez de colonizadores «civilizados», denunciando o fundo libertário da visão salgariana de um mundo então eurocêntrico, racista e imperialista. Sandokan, um príncipe malaio acolitado pelo português Yanez de Gomera (!), pelo audaz bengali Tremal-Naik e pelo jovem marata Kammamuri movem ao pérfido «rajá branco» de Sarawak, o famigerado James Brooke, uma guerra sem quartel; o Corsário Negro e o Captão Morgan dedicam a sua vida à luta contra os ávidos colonizadores das Caraíbas, enquanto os corsários das Bermudas, ao serviço da causa independentista norte-americana, desbaratam sucessivas esquadras britânicas. A prolixa galeria de figuras e enredos de Salgari inscreve também, em tantos outros romances isolados, a temática canónica do género aventureiro: naufrágios, expedições a regiões inóspitas, quadros históricos, civilizações desaparecidas e mesmo uma incursão aos domínios da ficção protocientífica. Nas suas Maravilhas do ano 2000, a história termina em Lisboa, com os heróis da aventura enlouquecidos pela «saturação eléctrica» de um mundo dominado pelas máquinas.”
(Fonte: http://purl.pt/301/1/o-autores-estrangeiros/oe-salgari.html)
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva a capa frontal.
Exemplar em bom estado de conservação. Discreta rubrica de posse na f. anterrosto.
Raro.
Peça de colecção.
Indisponível

18 março, 2012

SALGARI, Emílio – A CONQUISTA DA LUA : novela de aventuras. Versão do original italiano de Henrique Marques Júnior. Lisboa, João Romano Torres & C.ª, [1939]. In-8.º (19 cm) de 143, [1] p. ; B. Colecção Salgari, 130
1ª edição.
Edição original portuguesa, nunca reeditada, deste interessante romance de ficção científica. Título original: “Alla conquista della luna”.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível