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01 dezembro, 2016

GAIO, Manuel da Silva - DE ROMA E SUAS CONQUISTAS : notas historicas. Lisboa, Portugal Brasil - Limitada, Sociedade Editora : Rio de Janeiro, Companhia Editora Americana, Livraria Francisco Alves, [1919]. In-8.º (19cm) de [14], 276 p. ; B.
1.ª edição.
Curioso ensaio sobre os Romanos.
"Interessam-nos por dois títulos os Romanos:
Como intermediários e como directos laboradôres na vasta obra da civilização ocidental.
Como intermediários - porque lhes devemos larga parte do que a Europa conheceu da Grécia até á segunda metade do século XV da nossa era, até á queda de Constantinopla no poder dos Turcos e á difusão, pelas nações do Ocidente, dos antigos tesouros da literatura helénica.
Directamente - porque lhes devemos, com os fundamentos do Direito, os grandes moldes políticos do mundo europeu. E foi a língua de Roma - através das vias popular, semi-erudita e erudita - a verdadeira geradôra da nossa, como o foi do italiano, do francês e provençal, do espanhol e catalão, e ainda também do romeno, do walónico, do forlánico, do rheto-romano."
(excerto da introdução)
Índice:
Prefácio. Introdução. I - O Povo Romano. II - Eras de Roma : Era do Patriciado. III - Eras de Roma : Era censitária. IV - Eras de Roma : Era da Nobreza: 1.º As Conquistas. V - Eras de Roma : Era da Nobreza: 2.º Consequências sociais e económicas das Conquistas. VI - Eras de Roma : Era da Nobreza: 3.º Efeitos das Conquistas em relação á composição e natureza da população romana. VII - Eras de Roma : Era da Nobreza: 4.º Efeitos morais das Conquistas. VIII - Hélada : Acepções desta designação histórica.
Manuel da Silva Gaio (1860-1934). “Poeta, jornalista e ensaísta, filho de António da Silva Gaio, nascido em 1860, em Coimbra, e falecido em 1934, na mesma cidade. Licenciado em Direito, secretariou a Revista de Portugal, fundada em 1889 por Eça de Queirós; fundou e dirigiu, com Eugénio de Castro - cujos volumes de poesia Horas e Poesias Escolhidas prefaciou -, a revista Arte. Autor situado na convergência das tendências neorromântica e simbolista, a poesia de Manuel da Silva Gaio colhe o misticismo de Junqueiro ou de Antero, preferindo o verso inflamado e as estruturas de rasgo épico na abordagem de temáticas religiosas, míticas ou de cunho histórico-nacional. Na arte dramática, produziu um poema dramático, O Mundo Vive de Ilusão, um drama histórico, Na Volta da Índia, e uma peça em um ato de cariz melodramático, A Encruzilhada."
(fonte: infopédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Paginas apresentam picos de acidez.
Invulgar.
10€

29 março, 2013

GAIO, Manuel da Silva – SVLAMITE. Coimbra, “Atlântida” – Livraria Editora, 1928. In-8.º (19cm) de 58, [4] p. ; B.
Capa de Carlos Carneiro.
1.ª edição. 
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
“Há nomes que – devido ao relevo e impressivo carácter das figuras históricas ou lendárias por eles designadas – vieram a assumir significação genérica, a ganhar valor de apelativos simbólicos.
Pertence ao número o da protagonista dêsse enigmático drama pastoral chamado Cântico dos cânticos – o nome da trigueira e ardente Sulamite.
Há de sempre caber, melhor do que algum outro, a cada nova encarnação viva ou a cada nova imagem artística de certo tipo d’alma e beleza da MULHER AMOROSA.”
(excerto do prefácio)
Manuel da Silva Gaio (1860-1934). “Poeta, teorizador e ensaísta, formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, cidade onde nasceu, mas em vez da advocacia optou por uma vida de burocrata, o que lhe deixava mais tempo para a criação literária e ensaística. No final da década de 80, depois de ver publicado o seu primeiro livro de poemas, Primeiras Rimas (1887), ligou-se à Revista de Portugal (1889-1892), dirigida por Eça de Queirós, autêntico ponto de encontro de duas gerações de escritores, a de 70 e a de 90, de que Silva Gaio era já um dos mais conceituados representantes. Entre 1895 e 1896 foi co-director, juntamente com Eugénio de Castro, da revista Arte, Revista Internacional que procurava integrar Portugal nos movimentos de vanguarda europeus de literatura, arte e crítica. Passado o período em que o neolusitanismo se mostrou influente, continuou ainda a publicar, não só livros de poemas — Novos Poemas (1906), Chave Dourada (1916), poema alegórico de inspiração simbolista, os poemas épicos Dom João (1924), O Santo (1927) e Sulamite (1928) — como também diversos ensaios de importância capital.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Carimbo de posse (2) na f. rosto; etiqueta na lombada. Pequenos defeitos na capa e trabalho de traça junto da lombada.
Invulgar. 
20€

29 agosto, 2011

GAYO, Manuel da Silva - A DAMA DE RIBADALVA : Por... Lisboa, Viuva Tavares Cardoso, 1903 [na capa 1904]. In-8º (19cm) de 195, [2] p. ; B. Col. Romances Nacionaes, V.
1ª Edição.
Manuel da Silva Gaio (1860-1934) foi um poeta, jornalista e ensaísta português. "Licenciado em Direito, secretariou a Revista de Portugal, fundada em 1889 por Eça de Queirós; fundou e dirigiu, com Eugénio de Castro - cujos volumes de poesia Horas e Poesias Escolhidas prefaciou -, a revista Arte. Autor situado na convergência das tendências neorromântica e simbolista, a poesia de Manuel da Silva Gaio colhe o misticismo de Junqueiro ou de Antero, preferindo o verso inflamado e as estruturas de rasgo épico na abordagem de temáticas religiosas, míticas ou de cunho histórico-nacional." (infopedia.pt)
Bom exemplar. 
Indisponível