11 junho, 2026
18 maio, 2026
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do Autor.
01 fevereiro, 2026
20 dezembro, 2025
GAVINHO, Elias - O CIGARRO E O HOMEM. O
produto líquido da presente edição, que reverterá a favor das Vitimas
da Guerra, destina-se ao cofre da Junta Patriotica do Norte. (Núcleo do
concelho de Caminha). Viana-do-Castelo, Tipografia de José Souza, 1917. In-8.º (19x13 cm) de 69, [3] p. ; B.13 dezembro, 2025
Dedicado à história local, desde os tempos de estudante da universidade de Coimbra, este ilustre vianense produziu monografias que ainda hoje se revelam de grande importância. Fundou inclusivamente a publicação o Archivo Viannense, onde editou vários estudos, nomeadamente, o Índice dos pergaminhos do archivo da Câmara de Viana, tendo sido assíduo colaborador do jornal A Aurora do Lima."
28 abril, 2025
11 janeiro, 2025
19 dezembro, 2024
29 abril, 2023
Separata do Tomo VIII dos Cadernos Vianenses (1984). Acrescido do Comentário «O Traje à Vianesa... um pouco de História».
31 março, 2023
24 março, 2023
24 fevereiro, 2023
1.ª edição.
Novela histórica cuja acção decorre em Viana do Castelo nos meados do século XIX. Trata-se de uma trama familiar, do género "crime e mistério", bem ao jeito de Leite Bastos, contemporâneo do autor. Seria sua intenção, com esta primeira narrativa das Tragédias, inaugurar um ciclo de novelas regionais, projecto que não viria a concretizar, ficando-se pela presente.
"São passados alguns annos.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação. Selo de biblioteca na lombada.
Raro.
08 janeiro, 2023
(Fonte: Martins, Sara Filipa Ramos Martins, O Castelo de Portuzelo: Análise interpretativa de uma construção romântica, Universidade do Minho-Escola de Arquitectura, 2019)
11 agosto, 2022
01 julho, 2022
03 janeiro, 2022
MASCARENHAS, Oliveira - PATRIA E LIBERDADE. Novella dos tempos luzo-romanos. Lisboa, Guimarães & C.ª - Editores, 1910. In-8.º (19 cm) de 295, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Romance histórico cuja acção decorre em eras recuadas, no tempo dos Lusitanos, quando estes tudo faziam para se livrar do jugo de Roma. Raro e muito interessante.
Livro valorizado pela dedicatória manuscrita do autor ao historiador Bartolomeu Sesinando Ribeiro Artur.
"Convencionemos, leitor, o termos chegado - após varios perigos e fadigas - á já citada povoação celtibera ou luzitana,
a qual, segundo conspicuos historiadores, fôra berço d'infatigaveis
mineiros massacrados pela miseria, e compellidos a enriquecerem os
invasores da sua terra com a prata e ouro arrancados ao egoismo
d'inexgotaveis jazigos. [...]
Estamos, pois, no anno cento e quarenta e nove antes de Christo, na sazão das colheitas, e no primeiro dia de canicula, o qual, ao nascer do sol, os druidas consagravam á apanha da lippia citriodora -, vegetal de grandes virtudes therapeuticas nas affecções do corpo e da alma, que, em linguagem vulgar, é conhecido pelos nomes de verbêna e lucialima.
A poucos estádios de Celiobriga - nas vizinhanças d'alguns cromleks, dolmens e menhirs - elevava-se, ao centro d'uma espessa floresta, o carn, ou templo, onde os druidas oravam ao poderoso deus Endovélico."
(Excerto do Cap. I, Os druidas)
Joaquim Augusto de Oliveira Mascarenhas (1847-1918). Natural de Viana do Castelo. Foi
um militar que desempenhou funções administrativas, em parte na
Índia Portuguesa. Embora tenha iniciado a sua actividade literária no
século XIX, foi sobretudo após a sua reforma, então com a
patente de major, que intensificou a sua produção literária. Dedicou-se
quase em
exclusivo ao género histórico, escrevendo romances e
novelas, bem como diversas peças de
teatro. Publicou também alguns trabalhos históricos e corográficos, bem
como um livro sobre a sua experiência militar no Oriente.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Com defeitos na lombada.
Raro.
25€



























