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03 abril, 2026

LIVRO DE ORIGENS PORTUGUÊS (L. O. P.).
Registos n.os 18001 a 23000. Volume X- CLUBE PORTUGUÊS DE CANICULTURA. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Oficina Gráfica, Lda. - Lisboa], 1977. In-8.º (21,5x15 cm) de 140, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Importante repositório de dados caninos - raças, campeões, etc., - e estrutura administrativa, - com interesse para a história e organização do Livro de Origens Português (LOP).
Índice:
Clube Português de Canicultura: Direcção; Comissões; Membros de Honra; Membros Natos; Vogais | Raças por Grupos | Juízes do C. P. C. | Afixos - Prefixos e Sufixos | Campeões de Beleza Portugueses | Abreviaturas | Notas Importantes | Registos N.os 18 001 a 23 000 - Por ordem alfabética | Raças e Variedades - Ordem alfabética dos registos.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Indisponível

02 dezembro, 2025

PROGRAMA E CATÁLOGO DA 14.ª EXPOSIÇÃO CANINA DE LISBOA.
Jardim Zoológico : 6 e 7 de Junho 1942 - Secção de Canicultura do Club de Caçadores Portugueses. [S.l.], C.A.C.B., 1942. In-4.º (23x16 cm) de 80, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino realizado no Jardim Zoológico de Lisboa, estando em exposição inúmeras raças seleccionadas - nacionais e estrangeiras. Catálogo da mostra, por certo com tiragem reduzida.
Livro ilustrado com publicidade da época em página inteira.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e pequenas falhas marginais.
Raro.
Indisponível

27 junho, 2025

CABRAL, António - CÃES PORTUGUESES (Chiens Portugais). ESTALÕES DAS SUAS RAÇAS (Standards des Races).
Coordenação e notas de... Lisboa, Clube dos Caçadores Portugueses : Secção de Canicultura, 1955. In-8.º (22x15 cm) de 150, [2] p. ; [15] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Livro histórico. Trata-se da edição original, bilingue (português/francês), do primeiro livro dos Estalões dos cães de raça portuguesa.
Ilustrado no texto com tabelas e desenhos esquemáticos, e em separado, com 15 folhas impressas sobre papel couché, reproduzindo fotografias de exemplares das raças nacionais.
Obra rara, histórica, por certo com tiragem reduzida.
"Com a publicação dos estalões dos cães portugueses, a Secção de Canicultura cumpre uma das suas atribuições de maior projecção no fomento da canicultura nacional, penitencia-se de só agora o fazer, se o tempo lhe perdoar, e homenageia os criadores e proprietários de cães, que, sem uma orientação facilmente disponível ou de todo vazia, conseguiram, com pouca desordenada variação, manter nas raças caninas indígenas características étnicas, permitindo actualizar ou elaborar os seus indispensáveis estalões. 
Não abrange esta publicação a totalidade dos cães das raças portuguesas que muitos pensam existir, mas o quase desaparecimento de algumas – Fila da Terceira – e o seu cruzamento dominante com raças semelhantes, que outras extinguiram – galgo anglo-luso, galgo indígena e barbaças – resumem este livro à publicação apenas dos estalões do Cão de água, do Cão da Serra de Aires, do Cão de Castro Laboreiro, do Cão da Serra da Estrela, do Rafeiro do Alentejo, do Podengo Português e do Perdigueiro Português."
(Excerto do Prefácio)

Índice: Dedicatória | Prefacio | Estalões - Standards: Cão de água - Chien d'eau portugais; Cão da Serra de Aires - Chien de berger de la Serra de Aires; Cão da Serra da Estrela - Chien de la Serra da Estrela; Cão de Castro Laboreiro - Chien de Castro Laboreiro; Rafeiro do Alentejo - Rafeiro do Alentejo / Caracteres diferenciais dos Cães da Serra da Estrela e de Castro Laboreiro e do Rafeiro do Alentejo; Perdigueiro português - Chien d'arrêt portugais; Podengo português [Médio; Grande; Pequeno] - Chien courant portugais [Moyen; Grand; Petit] | Notas - Esquemas: Rgiões do corpo; Cabeça; Tronco; Aprumos [Membros anteriores; Membros posteriores]; Mãos e pés; Cauda | Notas (continuação).
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. rosto.
Raro.
Com interesse histórico.
Peça de colecção.
Indisponível

21 fevereiro, 2025

REGULAMENTO OFICIAL DAS EXPOSIÇÕES CANINAS EM PORTUGAL. (Aprovado pela S. C. do C. C. P. em 16 de Fevereiro de 1939) -
CLUB DOS CAÇADORES PORTUGUESES : Secção de Canicultura, Membro associado e representante em Portugal da Fédération Cynologique Internationale e Representante do Kennel Club. [Lisboa], Club dos Caçadores Portugueses : Secção de Canicultura, 1939. In-8.º (18x11,5 cm) de 54, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Livro histórico, por certo com tiragem reduzida. Trata-se da edição original, trilingue (português/inglês/francês), do primeiro regulamento de certames caninos em Portugal, publicado no mesmo ano da assinatura do acordo do C. C. P. com o Kennel Club (organização internacional de criadores de cães que sinaliza a criação, registo, exposição e promoção dos animais) que conferiu à Secção de Canicultura nacional a qualidade de seu "representante".
Junta-se adenda ao regulamento datada de 1940 (6 pp.): "Alterações ao Regulamento de Exposições aprovadas pela S. C. do C. C. P. na Sessão Plena de 5 de Abril de 1940".
"Artigo 1.º As Exposições Caninas têm por fim:
a) Despertar e cultivar, no público, o gôsto pela cinologia, estimulando-a por meio de prémios;
b) orientar e educar os canicultores segundo as boas normas da produção canina;
c) fomentar o melhoramento das raças caninas e, em especial, das raças nacionais;
d) habilitar, por meio de julgamentos e classificações, a Secção de Canicultura do Club dos Caçadores Portugueses (S. C. do C. C. CP.) a proclamar os campiões."
(Capítulo I - Dos fins e da organização - Artigo 1.º)
Índice:
Regulamento: I - Dos Fins e da Organização; II - Da Inscrição; III - Das Classes, dos Grupos e suas Divisões: IV - Da Admissão; V - Dos Juízes e seus auxiliares; VI - Do Julgamento e Classificação; VII - Dos Prémios e Diplomas; VIII - Das Penalidades; IX - Das Disposições Gerais. | Resumo em Inglês - Show rules of interest to foreign judges | Resumo em Francês - Extrait du règlement des expositions intéressant les juges étrangers | Lista A - Primeiro Grupo: Cães estrangeiros de guarda e utilidade. Segundo Grupo: Cães nacionais de guarda e utilidade. Terceiro Grupo: Terriers. Quarto Grupo: Cães de levante e côrso - Primeira Divisão: Raças estrangeiras; - Segunda Divisão: Raças nacionais. Quinto Grupo: Cães de parar - Primeira Divisão: Raças estrangeiras continentais; - Segunda Divisão: Raça nacional. Sexto Grupo: Cães britânicos para caça a tiro - Primeira Divisão/Segunda Divisão. Sétimo Grupo: Galgos. Oitavo Grupo: Baixotes (Teckel, Dachshund). Nono Grupo: Luxo. | Lista B - [40 raças caninas, nacionais e estrangeiras, onde se incluem o Cão d'Água, Serra da Estrêla e Podengo].
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito raro.
Peça de colecção.
Indisponível

15 agosto, 2023

PROGRAMA-CATÁLOGO DA 49.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DE LISBOA : Inverno de 1968. C. A. C. - C. A. C. I. B. -
13 e 14 de Janeiro : Feira Internacional de Lisboa
. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso nas Oficinas Gráficas da Livraria Bertrand (Imprensa Portugal-Brasil) - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (20x12,5 cm) de 63, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino realizado na FIL (Lisboa).
"Exposição de Campeonato Internacional, patrocinada pela Sociedade dos Especialistas de Pequenos Animais, regida pelos regulamentos do Clube Português de Canicultura, aberta aos exemplares e todas as raças e variedades oficialmente reconhecidas, registados ou não em livros de origens."
Livro ilustrado com publicidade alusiva ao tema canino.
Junta-se o "Bilhete de Admissão" à exposição, um folheto dos produtos Cooper e um prospecto do programa da Exposição Canina de Cruft, a realizar no Olympia, Londres, (8 a 11 de Fevereiro).
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse para a bibliografia canina.
Indisponível

09 novembro, 2022

PROGRAMA-CATÁLOGO DA 47.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DE LISBOA : Inverno de 1967. C. A. C. - C. A. C. I. B. -
21 e 22 de Janeiro : Feira Internacional de Lisboa
. [S.l.], [s.n. - Imprensa Portugal-Brasil - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (21x13 cm) de 72 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame realizado na FIL (Lisboa).
"Exposição de Campeonato Internacional, patrocinada pelo jornal Diário de Lisboa, regida pelos regulamentos do Clube Português de Canicultura, aberta aos exemplares e todas as raças e variedades oficialmente reconhecidas, registados ou não em livros de origens."
Livro ilustrado com publicidade alusiva ao tema canino.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível

29 outubro, 2022

BOLETIM DO CLUBE PORTUGUÊS DO CÃO DE SERRA DE AIRES. N.º 1 [N.º 2]. Director: Manuel José Loureiro Borges. Algés - Lisboa, C.P.C.S.A., 1991-1992. 2 vols in-8.º (21x15 cm) de 40 p. (I) e 28 p. (II) ; il. ; B.
1.ª edição.
Primeira publicação conhecida dedicada em exclusivo ao Cão da Serra de Aires, raça portuguesa originária do Alentejo, porventura das menos conhecidas do panorama canino nacional. Com estalão da raça definido em 1954, apenas em 1990 foi criado o C.P.C.S.A. - o Clube do Cão da Serra de Aires.
Boletins policopiados, de produção "caseira", fruto do entusiasmo de um pequeno grupo de apreciadores da raça, fundadores do Clube, que resolveram elaborar algo sobre o assunto para divulgação e memória.
Estes dois volumes é tudo quanto foi publicado.
"Cão de gado originário do Alentejo, utilizado na condução e guarda de rebanhos de ovelhas e cabras, de suínos, de bovinos e de equinos.
É perfeitamente adaptado à grande amplitude térmica desta região e dotado de uma grande resistência, o que lhe permite percorrer longas distâncias na condução do gado pela planície Alentejana.
Excecionalmente inteligente e muito vivo. De uma dedicação extrema ao pastor e ao rebanho que lhe é confiado; é distante perante os estranhos e vigilante de noite.
Hoje em dia é também um excelente cão de companhia, de desporto e de guarda. Distingue-se pela forma hábil como conduz e mantém o gado nas pastagens e como encontra os animais tresmalhados. Sempre atento, sinaliza com sucesso a proximidade de predadores. Executa o seu trabalho com prazer."
(Fonte: https://www.cpc.pt/racas/racas-portuguesas/cao-serra-aires/)
Livros ilustrados ao longo do texto com desenhos e reprodução de fotografias de espécies representativos da raça.
No Vol. I estão inclusos os Estatutos do Clube e o Estalão da Raça do Cão de Serra de Aires.
"Numa canicultura moderna e civilizada que se quer construir em Portugal, o trabalho dos Clubes de Raça será fundamental! Cremos, mesmo que o dos Clubes dedicados às Raças Portuguesas, deverá ter um papel primordial, não só porque são únicos (alguns deles) no mundo inteiro, mas sobretudo porque defendem uma parte do nosso Património Cultural e etnográfico, enquanto País. [...] Estudando a fundo o Serra d'Aires, compreenderemos melhor a solidão assumida do antigo Pastor da Planície alentejana.
Foi exactamente com este espírito que um grupo de amigos, e amigos do Serra de Aires, resolveu fundar o Clube Português do Cão de Serra de Aires."
(Excerto de Vol. I - Editorial)
"À primeira vista parece que têm qualquer coisa de macaco!
Com franjas enormes, olhos amendoados muito expressivos e um ar divertido, estas criaturas facilmente cativam aqueles que têm o privilégio de as vir a conhecer.
São animais de fácil convivência e docilidade, embora reservados para os estranhos.
Por terem uma memória prodigiosa, tornam-se orgulhosos e ciosos do que é seu! São indiscutivelmente francos, meigos e simpáticos, sendo por isso óptimos cães de companhia.
O "Cão da Serra de Aires" não está muito difundido no estrangeiro e é injustamente mal conhecido em Portugal. De facto, ele é mais popular junto dos pastores, nas regiões da Beira Interior, Beira Baixa e Alentejo, onde faz parte integrante do ambiente, ajudando o Homem na tarefa difícil e ingrata de condução e guarda de rebanhos, varas e manadas."
(Excerto de Vol. II - O Cão da Serra de Aires: Uma Raça Portuguesa)
"O Cão da Serra de Aires, nas suas exclusivas peculiaridades que o diferenciam e evidenciam a nível mundial – é o único cão pastor de pêlo comprido que não apresenta sub-pêlo - alia de forma referencial duas características: beleza e funcionalidade. De cão humilde, com excepcionais aptidões para o trabalho, fez uma notável transição para exposições de morfologia, obtendo resultados gloriosos em campeonatos nacionais e internacionais, sem, contudo, perder as suas características diferenciadoras de cão de pastor de condução de rebanhos. Dotado de uma inteligência excepcional, a sua personalidade é marcante. É um cão rústico e versátil, onde sobressai a sua grande adaptabilidade. [...]
De temperamento vincado, é de grande fidelidade ao seu dono, dele se dizendo que “é cão de um só dono”, expressão comum, por muitos amiúde repetida. [...]
Originário do Alentejo, mais concretamente da freguesia de Santo Aleixo, concelho de Monforte, as suas origens perdem-se na memória, dos tempos e das pessoas. O seu nome advém do Monte de Serra de Aires, propriedade do Conde de Castro Guimarães. Perdura uma teoria que o cão actual, na sua morfologia bem distinta e fixada, deriva de um pequeno cão de pastoreio existente no Alentejo, que o Conde de Castro Guimarães, através de um seu feitor de origem francesa, melhorou, cruzando-o com cães originários de França, da raça Berger de Brie, conhecido, também, por Briard. [...]
Sem nunca ter sido um cão muito conhecido fora da sua região de origem, como cão de trabalho o Cão da Serra de Aires era muito popular e utilizado, abarcando a sua distribuição as planuras do Alentejo e do Ribatejo. Essencial para a condução dos rebanhos entre zonas de pastagem, a sua grande inteligência tornava-o exímio no seu controle durante a passagem pela bordadura e proximidade de terrenos cultivados.
Fiel ao rebanho e ao dono, territorial, discreto e reservado, por norma, não dá a mão a estranhos. Estas características foram, por certo, procuradas e perpetuadas nos cruzamentos de sucessivas gerações, muito por força do grande isolamento que a imensidão das planícies alentejanas sempre impôs aos seus residentes. [...]
A partir da década de 50-60 do Século XX, as novas práticas agrícolas e a extensa utilização de aramado na delimitação das propriedades ditaram o declínio dos efectivos da raça. A sua função já não era tão necessária. Mas foi nesta altura, que um aturado trabalho de prospecção permitiu identificar os animais que serviram de referência à elaboração do primeiro estalão da raça, publicado em 1954. [...]
O Cão da Serra de Aires é, inquestionavelmente, um relevante componente do património genético português. A sua tipicidade e unicidade conferem-lhe atributos exclusivos que importa defender e preservar. A sua história é uma história de sobrevivência. Uma sobrevivência amoldada por uma rusticidade construída nas agruras da adversidade, que um temperamento convicto e uma inteligência excepcional guindou para um lugar cimeiro e referencial das raças portuguesas."
(Fonte: https://cpcsa.pt/?page_id=998)
Sumário - Vol. I:
Editorial. | Orgãos Sociais. | Estatutos do C.P.C.S.A. | Estalão do Cão de Serra de Aires. | Resultados da 1.ª Monográfica do Cão de Serra de Aires. | O Cão de Serra de Aires na Holanda. | 2.ª Exposição Monográfica do Cão de Serra e Aires. | A Monográfica da Holanda.
Sumário - Vol. II:
Editorial. | Orgãos Sociais. | Testemunho de um Velho Apaixonado por Cães. | O Cão da Serra de Aires: Uma Raça Portuguesa. | 1.ª Especial de Serra de Aires. | O Cão da Serra de Aires na Holanda. | Resultados da 2.ª Exposição Monográfica.
Exemplares brochados em bom estado de conservação. Capa 1.º vol. apresenta desgaste na superfície.
Muito raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Peça de colecção.
Indisponível

17 setembro, 2020

BARROSO, P.ᵉ Domingos - O PERGIGUEIRO PORTUGUÊS. 2.ª edição : revista e aumentada. Porto, Gazeta das Aldeias, 1962. In-8.º (19,5 cm) de 174, [4] p. ; [1+32] f. il. ; B.
Monografia sobre o Perdigueiro Português, uma das mais completas e emblemáticas obras de canicultura que sobre a raça se publicou entre nós. Trata-se da segunda edição, preferível à primeira porque mais aumentada em texto e gravuras.
Ilustrada em separado com o retrato do autor + 32 estampas reproduzindo desenhos e fotografias de magníficos exemplares da raça.
"A Paleontologia prova-nos que o cão existe sobre a terra pelo menos desde o tempo em que sobre a mesma terra existe o homem.
Mais: - que, já nas recuadas épocas da Pré-história, havia diferentes raças de cães, possìvelmente também com diversas utilizações.
Mas, donde nos veio ele ou, se alguém o prefere, donde nos vieram elas?
As opiniões dividem-se. Uns dizem-no oriundo do lobo."
(Excerto do Cap. I, A origem do cão)
"Quando nasceu o perdigueiro?...
Perguntar não custa muito. O responder é que às vezes tem as suas dificuldades. [...]
A acção do cão, na caça das aves como em qualquer outra, tem forçosamente que ser modelada por e para os nossos meios de ataque.
E o primeiro de todos os meios de ataque à disposição do homem que a nós, europeus, parece exigir um perdigueiro foi, com certeza, a altanaria. Podia, por isso, muito bem ter nascido com ela. A asa e a garra dos voláteis de presa são o complemento natural do olfacto do cão."
(Excerto do Cap. II, Se o cão foi logo o perdigueiro)

Índice: Uma conversa em família. | I - A origem do cão. II - Se o cão foi logo o perdigueiro. III - Se o perdigueiro nasceu na Ásia. IV - De quando e onde nasceu o perdigueiro. V - Da facilidade de certas transmutações. VI - De como o sabujo se porta na berlinda. VII - Em que o cão de água nos dá um ar da sua graça. VIII - De um fidalgo cem por cento, que não tem a certeza quem seja seu pai. IX - De um pobre de Cristo caído nas bocas do mundo e das queixas que o mundo alega. X - Em que se encontra um cavalheiro de nome podengo. XI - Em que o leitor pode descansar um bocadinho, a ver a paisagem. XII - Em que o podengo encarrilha, definitivamente, no caminho do perdigueiro. XIII - De uma pergunta, encontrada à ventaneira... XIV - ... e uma resposta pelo sistema de conta-gotas. XV - Duma boa cara e dum bom coração... XVI - Enfim, o nosso perdigueiro! XVII - Uma silhueta que se recomenda. XVIII - Aromas e cabeças. XIX - Cabeças e aromas. XX - Uma conformação robusta. XXI - Semelhanças ou diferenças? XXII - Esperteza e instinto. XXIII - Sua humildade e mais partes. XXIV - Da sua precocidade. XXV - Do ensino a dar-se-lhes. XXVI - Degenerescência ou falta de cuidado? XXVII - Cruzamentos estranhos. XXVIII - A origem do pointer. XXIX - O que há a fazer?
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas sujas com pequenos defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

10 junho, 2020

BARROSO, P.ᵉ Domingos - O PERGIGUEIRO PORTUGUÊS. 3.ª edição. Revista e Aumentada. Porto, Gazeta das Aldeias, 1990. In-8.º (20 cm) de 188, [4] p. ; [38] f. il. ; B.
Monografia sobre o Perdigueiro Português, uma das mais completas e apreciadas obras de canicultura que sobre a raça se publicou entre nós. Trata-se da terceira edição, preferível às anteriores porque mais aumentada em texto e ilustrações. Inclui no final do livro o Estalão Morfológico e o Estalão de Trabalho do Perdigueiro Português.
Ilustrada em separado com 38 gravuras, incluindo o retrato do autor no início do livro, e desenhos e fotografias de magníficos exemplares da raça.
"A reedição do Livro O Perdigueiro Português, obra de há muito esgotada, quando da passagem  do centenário do nascimento do autor (20/02/1889 - 20/02/1989), tem um valor didático mas sobretudo histórico e simbólico.
Muitos dos desejos expressos há mais de quarenta anos pelo Padre Domingos Barroso, tornaram-se uma realidade e, felizmente para o cão de parar nacional as opiniões que este livro contém, ajudaram ao apuramento e selecção das suas inexcedíveis qualidades cinegéticas, aspectos que aliados à melhoria morfológica alcançada, fizeram do nosso perdigueiro, um cão homogéneo e equilibrado, detentor de uma beleza funcional que desperta indiscutivelmente a preferência do caçador português e suscita um crescente interesse além-fronteiras.
Ao reeditar esta obra, a Associação do Perdigueiro Português, procurou mantê-la na íntegra, apesar das dificuldades resultantes do passar dos anos sobre o material utilizado.
A aprovação dos Estalões de Beleza (revisão de 1962) e de Trabalho (1988), obrigam à sua publicação na íntegra e em anexo, acompanhados de algumas fotografias actualizadas de exemplares típicos."
(Excerto da Nota introdutória)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível