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15 abril, 2019

GONÇALVES, José - DESCOBERTAS E INVENTOS DO PADRE MANUEL A. G. HIMALAIA. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso nas Oficinas gráficas Augusto Costa & C.a L.da - Braga], [1968?]. In-8.º (22cm) de 36 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Homenagem ao Padre inventor "Himalaia" por ocasião do centenário do seu nascimento.
Livro ilustrado a p.b. ao longo do texto.
"Manuel António Gomes "Himalaia" (1868-1933). Nasceu a 9 de Dezembro de 1868, de uma família de lavradores, na freguesia de Cendufe, Arcos de Valdevez, foi aluno do Seminário de Braga, onde os condiscípulos, devido à sua grande altura, lhe puseram a alcunha de Himalaia, nome que veio a oficializar-se. Concluído o curso teológico com distinção, em 1890, e recebida a ordenação sacerdotal no ano seguinte, exerceu durante anos o magistério como professor de Religião, de Ciências Naturais e de Física e Química em Coimbra e depois no Porto, no Colégio da Formiga e no da Visitação, futuro Seminário de Vilar, que ele remodelou. Foi aqui que a sua paixão pelas ciências, revelada já no seminário, e o seu espírito inventivo o levaram a esboçar os futuros inventos. Para os poder realizar, foi completar a sua formação científica em Paris, onde seguiu as lições de Berthelot e doutros ilustres professores, especializando-se em astronomia, matemática, física e química."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ostenta rubrica de posse na capa.
Raro e muito curioso.
A BNP dispõe de apenas um exemplar no seu acervo.
Indisponível

16 outubro, 2013

GONÇALVES, José & GUIMARÃES, Julio - O SABÔR DO FADOPrefacio do jornalista Alves Morgado. Carta do poeta Carlos Conde. Lisboa, Edição dos Autores, 1927. In-8.º (16 cm) de [48] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado com os retratos dos autores em página inteira.
Valorizado pela sua dedicatória autógrafa "ao critico literario do jornal "A Situação".
"É o presente volume publicado sem pretensões de especie alguma. Escrito ao correr da pena e nas horas de ocio, não obedece a qualquer estilo, regra ou feição literaria que só lhe poderia dar o homem de letras ou o poeta insigne, aliás, o que não sômos, nem pensamos virmos a ser."
(Excerto da introdução)

"CORAÇÃO - sino d'ermida
Que temos dentro de nós:
Vai tocando enquanto ha vida,
Morre a gente - perde a voz"

Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas oxidadas.
Contracapa apresenta riscos de tinta.
Muito raro.
Indisponível