SILVA, Rebelo da - CONTOS E LENDAS. Edição revista pela de 1873. Porto, Livraria Civilização - Editora, 1970. In-8.º (16,5 cm) de 296 p. ; B.
Reedição desta conhecida obra de Rebelo da Silva (1822-1871) - conhecido escritor, professor e homem público oitocentista -, muito valorizada pela belíssima capa da autoria de A. Bastos. Compilação póstuma de narrativas históricas, anteriormente publicadas em
periódicos como O Panorama, O Cosmorama Literário, a Revista Universal
Lisbonense e o Arquivo Universal. Na «Introdução» à colectânea, o autor
apresenta a personagem do velho e solitário padre Vigário, a quem
atribui a autoria dos contos que compõem o volume e que incluem o célebre «Última corrida de
touros em Salvaterra», um dos mais famosos textos do Romantismo
português.
"O monge começou assim a sua história:
No tempo em que os valis de Córdova tinham quase todo o reino sujeito, é que sucedeu o que vou contar. Estava o conde D. Henrique a entrar por dias, e com ele vinham boas lanças para o ajudarem a resgatar do poder dos infiéis as províncias de Portugal. A essa hora nos castelos da fronteira não se descansava de dias, nem de noite; ninguém despia as armas; e quer luzisse a manhã, quer cerrasse a tarde, o clarão das almenaras, ou o rebate das trombetas não consentia nem leve repouso aos defensores da verdadeira lei."
(Excerto de A Torre de Caim)
"O Senhor D. José, primeiro do nome, era em Salvaterra um rei em férias. A verdade é que os malditos notavam, em segredo, que Sua Magestade em Lisboa estava sempre ao torno e o marquês de Pombal no trono. O prolóquio fundava-se na habilidade mecânica do monarca como torneiro, e no carácter dominador do marquês como ministro.
Vicejavam os campos em plena Primavera. A amendoeira cobria-se de flores, os bosques emfolhavam-se, as veigas vestiam-se e matizavam-se, e a brisa doudejava indiscreta arregaçando o lenço à donzela que passava, ou roubando um beijo à rosa perfumada. Tudo eram alegrias e cânticos... os rouxinóis nas moutas, o coração nos amores, e a natureza nos sorrisos ao sol esplêndido que a dourava.
Uma tourada real chamara a corte a Salvaterra. Os fidalgos respiravam nestas ocasiões menos oprimidos. Não os assombrava tão de perto a privança do ministro. Os touros eram bravos, os cavaleiros destros, o anfiteatro pomposo, e o cortejo das damas adorável. O prazer ria na boca de todos. Por cúmulo de venturas o marquês de Pombal ficara em Lisboa, retido pelo conflito com o embaixador de Espanha."
(Excerto de Última corrida de touros em Salvaterra)
Contos e Lendas:
A Torre de Caim. | Última corrida de touros em Salvaterra. | Tomada de Ceuta: I. Em que todos falam e poucos se entendem; II. Nem preto nem branco; III. Armas e amores; IV. O reverendo abade de Alcobaça; V. Quem é o rei aqui?
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
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25 setembro, 2019
17 novembro, 2018
ARANHA, Brito - LAGRIMAS E SAUDADES. (Duas palavras ao sr. Teophilo Ottoni acerca de Rebello da Silva). Por... Lisboa, Imprensa de J. G. de Sousa Neves, 1872. In-8.º (16cm) de 48 p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Elogio público a Luís Augusto Rebelo da Silva, iminente escritor e estadista, falecido no ano anterior à publicação deste opúsculo.
Ilustrado com um retrato do elogiado em separado.
"Rebello da Silva era jornalista distincto, romancista historico de grande merito, orador notavel, e, principalmente, estylista inimitavel. São estas, para nós, as suas qualidades mais attendiveis.
Como estadista, Rebello da Silva deixou no ministerio da marinha, e temolo ouvido confirmar a vários antigos funccionarios d'aquella secretaria de estado, mui honrosamente assignalada a sua passagem pelas altas regiões do poder. Fez bastante na curta permanencia nos conselhos da corôa, e ainda lhe sobraram boa vontade e ardor civivo para muito mais, se as circumstancias politicas lh'o permittissem."
(Excerto do Cap. VII)
Pedro Venceslau de Brito Aranha (1833-1914). "Nasceu em 1833. Aos 16 anos começou a trabalhar como aprendiz de tipógrafo. Mais tarde, devido ao seu cariz autodidacta, alcançou uma cultura acima da média. Colaborou nos mais diversos jornais e revistas. Foi escritor, jornalista e bibliógrafo português, continuador do trabalho de Inocêncio na produção do Dicionário Bibliográfico Português. Foi membro da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, para o qual foi eleito em 1 de Julho de 1886. As obras mais significativas de Brito Aranha são as seguintes: Leituras Populares, Instrutivas e Morais (1872); A Marinha Grande (1870); Memorias Histórico-Estatísticas de Algumas Vilas e Povoações de Portugal (1871); A Obra Monumental de Luís de Camões (1886); Subsídios para a História do Jornalismo nas Províncias Ultramarinas Portuguesas (1875); Nota Acerca das Invasões Francesas em Portugal (1909). Brito Aranha morreu em 1914."
(Fonte: teoriadojornalismo.ufp.edu.pt)
Exemplar brochado em bom estado geral do conservação. Capas frágeis e oxidadas, com defeitos.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
Elogio público a Luís Augusto Rebelo da Silva, iminente escritor e estadista, falecido no ano anterior à publicação deste opúsculo.
Ilustrado com um retrato do elogiado em separado.
"Rebello da Silva era jornalista distincto, romancista historico de grande merito, orador notavel, e, principalmente, estylista inimitavel. São estas, para nós, as suas qualidades mais attendiveis.
Como estadista, Rebello da Silva deixou no ministerio da marinha, e temolo ouvido confirmar a vários antigos funccionarios d'aquella secretaria de estado, mui honrosamente assignalada a sua passagem pelas altas regiões do poder. Fez bastante na curta permanencia nos conselhos da corôa, e ainda lhe sobraram boa vontade e ardor civivo para muito mais, se as circumstancias politicas lh'o permittissem."
(Excerto do Cap. VII)
Pedro Venceslau de Brito Aranha (1833-1914). "Nasceu em 1833. Aos 16 anos começou a trabalhar como aprendiz de tipógrafo. Mais tarde, devido ao seu cariz autodidacta, alcançou uma cultura acima da média. Colaborou nos mais diversos jornais e revistas. Foi escritor, jornalista e bibliógrafo português, continuador do trabalho de Inocêncio na produção do Dicionário Bibliográfico Português. Foi membro da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, para o qual foi eleito em 1 de Julho de 1886. As obras mais significativas de Brito Aranha são as seguintes: Leituras Populares, Instrutivas e Morais (1872); A Marinha Grande (1870); Memorias Histórico-Estatísticas de Algumas Vilas e Povoações de Portugal (1871); A Obra Monumental de Luís de Camões (1886); Subsídios para a História do Jornalismo nas Províncias Ultramarinas Portuguesas (1875); Nota Acerca das Invasões Francesas em Portugal (1909). Brito Aranha morreu em 1914."
(Fonte: teoriadojornalismo.ufp.edu.pt)
Exemplar brochado em bom estado geral do conservação. Capas frágeis e oxidadas, com defeitos.
Raro.
Indisponível
05 março, 2017
SILVA, Luiz Augusto Rebello da – ARCADIA PORTUGUEZA. Volume I [e Volume II e Volume III]. Lisboa, Empreza da Historia de Portugal, Sociedade editora, 1909. 3 vols in-8.º (18cm) de 158, [7] p., 128 p. e 197, [3] p. ; E. Obras Completas de Luiz Augusto Rebello da Silva, XXVIII [XIX e XXX]. Estudos Criticos - III.
1.ª edição.
Importante estudo crítico, histórico e biográfico sobre a «Arcádia Portuguesa», reputada academia literária setecentista.
Obra em 3 volumes (completa). Inclui no final do 3.º tomo "o soberbo artigo" do autor sobre Emilio de Laveleye.
"Rebello da Silva, na sua actividade febril de escriptor, encheu columnas e columnas de Revistas, e outras publicações congéneres do seu tempo, da sua scintillante e malleavel prosa, tocando todos os pontos do saber humano, mas muito especialmente os assumptos literários, que lhe mereciam muito particular predilecção.
D’entre estes destacam-se os estudos literários sobre a Arcadia, ácerca dos quaes escreveu primeiramente artigos seguidos no Panorama de 1853 a 1855, sob o titulo geral de Poetas da Arcadia, e em que tratou successivamente d'estes tres poetas: Pedro Antonio Correia Garção, Domingos dos Reis Quita e Antonio Diniz da Cruz e Silva; e mais tarde um estudo geral, a Arcadia Portugueza, nos Annaes das Sciencias e Lettras, em 1862.
São estes notáveis trabalhos, nunca publicados em volume, que nós vamos reeditar…"
(excerto da Nota dos Editores)
Belíssima encadernação inteira de carneira, com rótulos em carmim e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. anterrosto.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e literário.
Indisponível
1.ª edição.
Importante estudo crítico, histórico e biográfico sobre a «Arcádia Portuguesa», reputada academia literária setecentista.
Obra em 3 volumes (completa). Inclui no final do 3.º tomo "o soberbo artigo" do autor sobre Emilio de Laveleye.
"Rebello da Silva, na sua actividade febril de escriptor, encheu columnas e columnas de Revistas, e outras publicações congéneres do seu tempo, da sua scintillante e malleavel prosa, tocando todos os pontos do saber humano, mas muito especialmente os assumptos literários, que lhe mereciam muito particular predilecção.
D’entre estes destacam-se os estudos literários sobre a Arcadia, ácerca dos quaes escreveu primeiramente artigos seguidos no Panorama de 1853 a 1855, sob o titulo geral de Poetas da Arcadia, e em que tratou successivamente d'estes tres poetas: Pedro Antonio Correia Garção, Domingos dos Reis Quita e Antonio Diniz da Cruz e Silva; e mais tarde um estudo geral, a Arcadia Portugueza, nos Annaes das Sciencias e Lettras, em 1862.
São estes notáveis trabalhos, nunca publicados em volume, que nós vamos reeditar…"
(excerto da Nota dos Editores)
Belíssima encadernação inteira de carneira, com rótulos em carmim e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. anterrosto.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e literário.
Indisponível
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*SILVA (Luís Augusto Rebelo da),
1ª E D I Ç Ã O,
Arcádia Lusitana / Nova Arcádia,
Biografias,
Estudos críticos,
História,
História de Portugal,
Literatura Portuguesa
12 dezembro, 2014
RIBEIRO, Humberto - CASA MALDITA!... Porto, [s.n. - imp. Tipografia Vouga, Albergaria-a-Velha], 1933. In-8º (18cm) de 200 p. ; E.
1.ª edição.
Romance policial cuja acção decorre no Porto.
"Rui entrou no estabelecimento com o fato de ganga completamente encharcado. Durante vinte minutos, caminhára sob as bátegas de água gelada, com o corpo inclinado e a cabeça baixa. A luz da lâmpadas iluminou-lhe o rosto magro, com uns olhos profundos, negros, febris e lábios dolorosos. Desapertou a gola do fato e tirou o boné, sacudindo-o com fôrça, da água que o empapára."
(excerto do Cap. I)
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva a capa de brochura frontal.
Conjuntamente com o romance «Casa Maldita!...», encontra-se encadernado no mesmo tomo, uma obra de Luís Augusto Rebelo da Silva: trata-se do vol. I de «Contos e Lendas», 2.ª edição, de 1908, com 181, [3] pags.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
A BNP tem apenas um exemplar registado. Não foi possível apurar referências biográficas sobre o autor.
15€
1.ª edição.
Romance policial cuja acção decorre no Porto.
"Rui entrou no estabelecimento com o fato de ganga completamente encharcado. Durante vinte minutos, caminhára sob as bátegas de água gelada, com o corpo inclinado e a cabeça baixa. A luz da lâmpadas iluminou-lhe o rosto magro, com uns olhos profundos, negros, febris e lábios dolorosos. Desapertou a gola do fato e tirou o boné, sacudindo-o com fôrça, da água que o empapára."
(excerto do Cap. I)
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva a capa de brochura frontal.
Conjuntamente com o romance «Casa Maldita!...», encontra-se encadernado no mesmo tomo, uma obra de Luís Augusto Rebelo da Silva: trata-se do vol. I de «Contos e Lendas», 2.ª edição, de 1908, com 181, [3] pags.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
A BNP tem apenas um exemplar registado. Não foi possível apurar referências biográficas sobre o autor.
15€
22 setembro, 2014
MAGALHÃES, Matheus de - MULHER FUNESTA. HOMEM FUNESTO. Lisboa, Editor Silva Junior & C.ª, 1866. In-8º (17cm) de XIV, [2], 202, [2] p. ; E.
1.ª edição.
Muito valorizada pelo extenso prefácio de Luís Augusto Rebelo da Silva (12 p.).
Obra composta por duas novelas independentes; em comum, a crueldade e a morte, no feminino e no masculino.
"Quem passasse defronte da residencia do prior de Alhos-Vedros, do dia 12 de março de 18..., das dez para as onze horas da manhã, havia de estranhar o desusado movimento que lá ia.
Á porta estava parado um arrieiro guardando duas cavalgaduras. Em cima, perpassando pelas janellas, avistava-se de quando em quando o vulto melancolico e triste do padre João Caetano, o prior."
(excerto do início da novela Mulher Funesta)
"Barnabé Pinto da Fonseca, moço bem parecido e trajando com muito primor, era tido entre os rapazes de Lisboa, no anno de 184..., pouco mais ou menos, por modelo de elegantes no vestir e no modo de se apresentar.
Tinha elle sua poisada no hotel da Europa, onde se banqueteava com amigos que eram mancebos da mais escolhida sociedade. Nunhum d'elles, porém, lograva atinar com as verdadeiras razões que a Lisboa o prendiam; posto que muitos ajuizando do que poderia ser, affirmavam umas vezes que era coisa de paixão amorosa, outras que motivos occultos o retinham na capital.
Eram as damas quem mais fallava de Barnabé, e todas á uma ambicionavam que lh'o designassem quando no theatro ou em outro publico ajuntamento apparecia a deshoras."
(excerto do início da novela Um Homem Funesto)
Mateus Luís Coelho de Magalhães (1837-?). Filho natural de José Estevão (1809-1862), famoso político e tribuno português. De Mateus de Magalhães, pouco foi possível apurar, para além da existência de uma outra obra da sua autoria registada na base de dados da BNP, Receita para curar paixões (1865), ao contrário da presente, que não consta na lista da BNP.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Manuseado, com defeitos; folha de rosto algo suja.
Raro.
Sem indicação de registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Indisponível
1.ª edição.
Muito valorizada pelo extenso prefácio de Luís Augusto Rebelo da Silva (12 p.).
Obra composta por duas novelas independentes; em comum, a crueldade e a morte, no feminino e no masculino.
"Quem passasse defronte da residencia do prior de Alhos-Vedros, do dia 12 de março de 18..., das dez para as onze horas da manhã, havia de estranhar o desusado movimento que lá ia.
Á porta estava parado um arrieiro guardando duas cavalgaduras. Em cima, perpassando pelas janellas, avistava-se de quando em quando o vulto melancolico e triste do padre João Caetano, o prior."
(excerto do início da novela Mulher Funesta)
"Barnabé Pinto da Fonseca, moço bem parecido e trajando com muito primor, era tido entre os rapazes de Lisboa, no anno de 184..., pouco mais ou menos, por modelo de elegantes no vestir e no modo de se apresentar.
Tinha elle sua poisada no hotel da Europa, onde se banqueteava com amigos que eram mancebos da mais escolhida sociedade. Nunhum d'elles, porém, lograva atinar com as verdadeiras razões que a Lisboa o prendiam; posto que muitos ajuizando do que poderia ser, affirmavam umas vezes que era coisa de paixão amorosa, outras que motivos occultos o retinham na capital.
Eram as damas quem mais fallava de Barnabé, e todas á uma ambicionavam que lh'o designassem quando no theatro ou em outro publico ajuntamento apparecia a deshoras."
(excerto do início da novela Um Homem Funesto)
Mateus Luís Coelho de Magalhães (1837-?). Filho natural de José Estevão (1809-1862), famoso político e tribuno português. De Mateus de Magalhães, pouco foi possível apurar, para além da existência de uma outra obra da sua autoria registada na base de dados da BNP, Receita para curar paixões (1865), ao contrário da presente, que não consta na lista da BNP.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Manuseado, com defeitos; folha de rosto algo suja.
Raro.
Sem indicação de registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Indisponível
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*MAGALHÃES (Mateus de),
*SILVA (Luís Augusto Rebelo da),
1ª E D I Ç Ã O,
Contos / Novelas,
Literatura Portuguesa,
Livros antigos,
Livros séc. XIX,
Romance
31 janeiro, 2014
SILVA, Luis Augusto Rebello da – BOSQUEJOS HISTORICO-LITTERARIOS.
Volume Unico [e Volume II e Volume III]. Lisboa, Empreza da Historia de
Portugal : Sociedade editora - Livraria Moderna
: Typographia, 1909. 3 vols in-8º (19cm) de 166, [2] p. (I), 175, [1] p. (II) e 135, [1]
p. (III) ; E. num único tomo. Obras Completas de Luiz Augusto Rebello da Silva,
revistas e methodicamente coordenadas, XXIII, XXIV. XXV. Estudos Criticos - I
1.ª (e única) edição.
Obra em 3 volumes - completa. Resumo do trabalho literário de Rebelo da Silva publicado em
revistas culturais de referência no século XIX.
“Centenas de artigos de indoles diversas, mas revelando
todas as superiores faculdades de Rebello da Silva, andam disseminados por uma
dezena de publicações notaveis do seu tempo, como são a Revista Universal Lisbonense, a Epoca,
o Panorama, os Annaes das Sciencias e Lettras, etc. É já muito difficil alcançar
todas estas publicações, onde, a par de muita coisa boa, se encontra muita
futilidade; e só os apaixonados de um determinado escriptor se abalançam a
colleccionar essas publicações, só porque ellas trazem um ou outro artigo do
seu auctor predilecto. Com o trabalho que estâmos fazendo, de englobar em
pequenos volumes esses multiplos artigos, evitâmos ao colleccionador as fadigas
da procura e as despezas da acquisição d’aquellas revistas, em geral em
numerosos volumes e occupando, portanto, um grande espaço, e prestâmos, nos
parece, um serviço ás boas lettras patrias.”
(excerto da nota dos editores)
Luís Augusto Rebelo da Silva (Lisboa, 1822-1871). Foi um
prolífico escritor, professor do Curso Superior de Letras (por recusa de
Herculano) e homem público (sócio da Academia Real das Ciências desde 1854). Publicou
abundantemente sobre Literatura, e fê-lo de acordo com os padrões da sua época:
desde a diferença primacial entre Poesia e Prosa até aos géneros dominantes
entre o público seu coetâneo (Romance e Teatro), não hesitou em escrever
História literária e política enquanto se ocupava dos acontecimentos do
quotidiano (estreias, óbitos), sempre atento às adjacências ainda hoje usuais
(Jornalismo e Politica).”
“Rebello da Silva, na sua actividade febril de escriptor,
encheu columnas e columnas de Revistas,
e outras publicações congéneres do seu tempo, da sua scintillante e
malleavel prosa, tocando todos os pontos
do saber humano, mas muito especialmente os assumptos literários, que lhe
mereciam muito particular predilecção.”
Belíssima encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados
a ouro na lombada. Sem capas.
Exemplar em bom estado de conservação. Pequenas esfoladelas
junto à lombada.
Muito invulgar.
Indisponível
04 setembro, 2013
SILVA, Luiz Augusto Rebello da – MEMORIA BIOGRAPHICA E
LITTERARIA ÁCERCA DE MANOEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE. Do caracter das suas obras
e da influencia que exerceu no gosto e nos processos da poesia portugueza [e MEMORIA
ACERCA DA VIDA E ESCRIPTOS DE D. FRANCISCO MARTINES DE LA ROSA]. Lisboa,
Empreza da Historia de Portugal, 1909-1910. 2 vol. in-8º (18cm) de 176 p. e
175, [1] p. ; E. num único tomo. Obras Completas de Luiz Augusto Rebello da
Silva
Biografia de Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805), arcadista,
considerado como um dos nossos melhores poetas, e depois de Camões, talvez o
mais popular e celebrado de todos, e a biografia de Francisco de Paula Martínez
de la Rosa Berdejo Gómez y Arroyo (Granada, 1787-Madrid, 1862), poeta,
dramaturgo e político espanhol.
Luís Augusto Rebelo da Silva (Lisboa, 1822-1871). Foi um
prolífico escritor, professor do Curso Superior de Letras (por recusa de
Herculano) e homem público (sócio da Academia Real das Ciências desde 1854).
Publicou abundantemente sobre Literatura, e fê-lo de acordo com os padrões da
sua época: desde a diferença primacial entre Poesia e Prosa até aos géneros
dominantes entre o público seu coetâneo (Romance e Teatro), não hesitou em
escrever História literária e política enquanto se ocupava dos acontecimentos
do quotidiano (estreias, óbitos), sempre atento às adjacências ainda hoje
usuais (Jornalismo e Politica). As suas Obras Completas (41 vols., Empreza de
História de Portugal, Lisboa), incluem também um estudo em três volumes sobre a
Arcádia Portuguesa, uma Memória biográfica e literária acerca de
Manuel Maria Barbosa du Bocage, bem como vários outros trabalhos em que a
literatura é fundamental.”
Encadernação inteira de carneira com rótulos a vermelho e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Encadernação inteira de carneira com rótulos a vermelho e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Ostenta pequenos orifícios
de insecto junto à margem superior, ao longo do livro.
Invulgar.
Indisponível
20 junho, 2013
SILVA, Luiz Augusto Rebello da - MEMORIA ACERCA DA VIDA E ESCRIPTOS DE D. FRANCISCO MARTINES DE LA ROSA. Lisboa, Empreza da Historia de Portugal, 1910. In-8º (18,5cm) de 175, [1] p. ; E. Obras Completas de Luiz Augusto Rebello da Silva, Revistas e Methodicamente Coordenadas, XXXV. Estudos Criticos - VI
Biografia de Francisco de Paula Martínez de la Rosa Berdejo Gómez y
Arroyo (Granada, 1787-Madrid, 1862), poeta, dramaturgo e político
espanhol.
"O tumulo acaba de cerrar-se sobre um dos homens que mais ennobreceram n'este seculo a Hespanha como poeta, historiador, e publicista na imprensa, como estadista nos conselhos da corôa e da nação, e como orador eloquente nas luctas da palavra, em que tantas vezes triumphou."
(excerto do texto)
Luís Augusto Rebelo da Silva (Lisboa, 1822-1871). Foi um prolífico escritor, professor do Curso Superior de Letras (por recusa de Herculano) e homem público (sócio da Academia Real das Ciências desde 1854). Publicou abundantemente sobre Literatura, e fê-lo de acordo com os padrões da sua época: desde a diferença primacial entre Poesia e Prosa até aos géneros dominantes entre o público seu coetâneo (Romance e Teatro), não hesitou em escrever História literária e política enquanto se ocupava dos acontecimentos do quotidiano (estreias, óbitos), sempre atento às adjacências ainda hoje usuais (Jornalismo e Politica). As suas Obras Completas (41 vols., Empreza de História de Portugal, Lisboa), datadas de1909, incluem também um estudo em três volumes sobre a Arcádia Portuguesa, uma Memória biográfica e literária acerca de Manuel Maria Barbosa du Bocage, bem como vários outros trabalhos em que a literatura é fundamental.”
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Luís Augusto Rebelo da Silva (Lisboa, 1822-1871). Foi um prolífico escritor, professor do Curso Superior de Letras (por recusa de Herculano) e homem público (sócio da Academia Real das Ciências desde 1854). Publicou abundantemente sobre Literatura, e fê-lo de acordo com os padrões da sua época: desde a diferença primacial entre Poesia e Prosa até aos géneros dominantes entre o público seu coetâneo (Romance e Teatro), não hesitou em escrever História literária e política enquanto se ocupava dos acontecimentos do quotidiano (estreias, óbitos), sempre atento às adjacências ainda hoje usuais (Jornalismo e Politica). As suas Obras Completas (41 vols., Empreza de História de Portugal, Lisboa), datadas de1909, incluem também um estudo em três volumes sobre a Arcádia Portuguesa, uma Memória biográfica e literária acerca de Manuel Maria Barbosa du Bocage, bem como vários outros trabalhos em que a literatura é fundamental.”
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Rasgão na f. anterrosto (sem perda de papel).
Invulgar.
10€
Etiquetas:
*SILVA (Luís Augusto Rebelo da),
Biografias,
Espanha,
Estudos críticos,
Estudos históricos,
História
05 junho, 2012
SILVA, Luiz Augusto Rebelo da – D. JOÃO II E
A NOBREZA (1483-1484). Lisboa, Empreza da Historia de Portugal, 1910. In-8º
(19cm) de 178, [2] p. ; B. Obras Completas de Luiz Augusto Rebello da Silva,
revistas e methodicamente coordenadas, XLI. Estudos Historicos-III
Estudo histórico e biográfico de um grande estadista, El-Rei D. João II, O Príncipe Perfeito.
Exemplar brochado em bom estado de
conservação.
Invulgar.
Indisponível
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*SILVA (Luís Augusto Rebelo da),
1ª E D I Ç Ã O,
Biografias,
D. João II,
Estudos críticos,
História,
História - Descobrimentos,
História de Portugal
01 abril, 2011
SILVA, Luiz Augusto Rebello da - LAGRIMAS E THESOUROS (fragmento de uma historia verdadeira). Por... Porto, Typographia do Commercio, 1863. In-8º de V, 226, [4] p. ; E.
1ª edição.
Apreciada obra do autor na sua edição original.
"No pensamento do auctor, - Lagrimas e Thesouros - devem abraçar tres epochas notaveis do viver e crêr de Portugal no ultimo quartel do seculo XVIII. (...) O auctor esforçou-se por copiar da natureza os individuos, as paisagens e os incidentes, que aproveitou."Apreciada obra do autor na sua edição original.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
25€
15 fevereiro, 2011
SILVA, Rebello da - CONTOS E LENDAS. Introducção. A Torre de Cain - O castello de Almourol - A camisa do noivado - A ultima corrida de touros em Salvaterra. Lisboa, Livraria Editora de Mattos Moreira e C.ª, 1873. In-8.º de 185 p. ; B.
1ª edição.
Ilustrada com o retrato do autor da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Invulgar.
25€
Ilustrada com o retrato do autor da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Invulgar.
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