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24 junho, 2026

SOBRINO DE CIMARRA -
Sastre de SS. AA. RR. Los Infantes.
Madrid, Peligros, 18. Madrid, Imprenta y Litografia Artísticas A. de Noel Alcoy, [189?]. In-8.º (21x15,5 cm) de [8] p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
Curioso catálogo de roupa infanto-juvenil da Casa Sobrino de Cimarra, na época justamente considerada uma das mais importantes e afamadas de Espanha, fornecedora da Casa Real Espanhola. 
Pela sua consulta, permite adivinhar como a elite burguesa espanhola vestia as suas crianças (que não diferia muito da portuguesa), e as modas então "na berra", entre outros, o vestuário de corte "Norfolk", "Stafford", "Fauntelroy" ou o clássico "Marinheiro".
Opúsculo todo ilustrado com 23 modelos em desenho e fotogravura, com breve texto a acompanhar cada um dos trajes.
Exemplar em brochura, bem conservado. Com vinco no meio.
Raro.
Com interesse histórico.
15€

21 novembro, 2025

COSTA JUNIOR, José Duarte da - BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O VESTUARIO DE HYGIENE. Dissertação inaugural de... 24 de Julho de 1905. Escola Medico-Cirurgica de Lisboa. Lisboa, Imprensa de Libanio da Silva, 1905. In-8.º (22x15 cm) de [16], 60, [4] p. ; E.
1.ª edição.
Trabalho académico, pioneiro, sobre a influência do vestuário e da moda no comportamento humano, com aplicação teórico-prática à Medicina Legal.
Pela distinção e reconhecimento público, a título de curiosidade, nomeiam-se os insignes Professores que compuseram o júri que avaliou a tese de Costa Júnior: Presidente: Salazar de Sousa; Vogais: Pedro Bettencourt Raposo; Alfredo da Costa; Ricardo Jorge; Francisco Soares Branco Gentil.
Raro e muito interessante. A BNP não menciona.
"A visão totalizadora da medicina induziu alguns alunos a apresentarem teses sobre temas muito variados. Costa Júnior, apresenta um curioso trabalho sobre a composição dos diferentes tecidos «com inegável interesse para a Medicina Legal» estabelecendo relações entre aquela, as cores e as formas e o estado de saúde individual; de caminho, não deixou de enfatizar, naturalmente, a irracionalidade da moda feminina."
(Fonte: file:///C:/Users/aassm/Downloads/miguel_bombarda_e_singularidades_de_uma__poca__2006__garnel.pdf)
Exemplar valorizado pela oferta na capa e dedicatória autógrafa no interior do autor a sua irmã - D. Maria José Duarte Costa.
"O homem, diz-nos a physiologia, maravilhosamente organizado, mantem a sua temperatura nas proximidades de 37 graus centigrados. E no entanto forçoso é não esquecer, que a sua demasiada nudez, expondo-o quasi por completo ás intemperies do mundo exterior, contrasta singularmente com a dos restantes animaes que portadores de pellos, pennas, escamas ou outros productos da epiderme, encontram em si mesmo outros tantos agasalhos, os mais legitimos e higyenicos vestidos. [...]
Como é sabido, o corpo humano em repouso perde diariamente cêrca de 2:700 calorias das quaes, uma grandissima maioria, 2:572 são abandonadas pela pelle da seguinte forma: 558 por evaporação do suor, 803 por conductibilidade e 1181 por irradiação. Equivale isto a dizer que o vestuario, visto elle cobrir os quatro quintos da nossa superficie cutanea, ha-de por força ir actuar sobre as trocas thermicas reduzindo-as consideravelmente.
Qual o vestuario mais adequado e quaes as desvantagens que resultam da falta de observancia relativa ao seu emprego, subordinando-se por ventura a caprichos eventuaes, aos da moda por exemplo, tudo isto verêmos nós, quanto possivel, no decorrer do nosso estudo."
(Excerto do preâmbulo)
Índice:
[Preâmbulo] | Tecidos, sua proveniencia e principaes propriedades: Proveniencia: - Reino mineral; - Reino animal; - Reino vegetal. Caracteres microscopicos: - Algodão; - Linho; - ; - Seda. Conductibilidade. Propriedades hygrometricas. Propriedades electricas. | Da fórma e escolha do vestuario | De alguns artigos do vestuario em especial: - Do espartilho; - Do chapeo; - Do calçado; - Das meias. | Da cama: - O leito; - Os colchões; - Os enxergões; - Os travesseiros; - Os lençoes; - Os cobertores; - As colchas e as cobertas; - Os cortinados; - Os mosqueteiros. | Conclusões | Proposições | Jury | Bibliographia.
Encadernação coeva inteira de pele com nervuras e ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Muito raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
40€

11 janeiro, 2024

ORDENANÇA PERA OS ESTUDÃTES DA UNIVERSIDADE DE COYMBRA.
Com privilegio real. Ordenança pera os estudãtes da universidade de Coymbra sobre os criados, bestas, y trajos, y outras cousas. [S.l.], [s.n.], 1937. In-4.º (29x21 cm) de [2] f. ; B.
Edição fac-símile do decreto de D. João III - de 14 de Janeiro de 1539 - que regula a apresentação dos estudantes na Universidade de Coimbra.
Na capa dêste folheto foi utilizada a gravura da edição de 1539 dos "Capitolos de Cortes..." impressos por Germão Galharde; esta reedição fac-similada da "Ordenança para os estudantes..." comemora o IV Centenário do estabelecimento definitivo da Universidade em Coimbra.
"Dom Joham per graça de deos Rey de Portugal y dos Algarves daquem y dalem mar em Africa, Senhor da Guine y da conquista; navegaçã; y comerçio de Ethiopia, Arabia, Persia y da India. Faço saber a vos rector, lentes, deputados, conselheyros; y estudantes da universidade de Coymbra; que querendo eu dar ordem; como os estudantes que ora sam, y ao diante forem nessa universidade estudarem y com menos gastos. Ey por bem y mando que do primeiro dia Doutubro..."
(Excerto da Ordenança)
Ex-libris de João Affonso Côrte-Real colado no verso da capa.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Com pequenos rasgões na capa (sem perda de suporte), e mancha de humidade no corte inferior.
Raro.
Com interesse histórico.
25€

09 fevereiro, 2023

EMBLEMAS PESSOAIS.
Livro N.º 7 - Asuntos de Interêsse Individual
. Paisley, Escocia, Clark e Ca. Lda., [19--]. In-8.º (19 cm) de 28 p. (inc. capas) ; il. ; B.
1.ª edição.
Curiosa publicação da Clark & C.ª, conhecida empresa escocesa do ramo das confecções, há muito instalada em Portugal. O presente livrinho é uma espécie de manual/catálogo para divulgação dos emblemas «Ancora», marca distribuída pela Clark (subsidiária da Coats & Clark?) para marcação personalizada de vestuário, ao gosto de cada um, através de decalques ou bordados, costume em voga nos meados do século XX e há muito caído em desuso.
Bonita edição, ilustrada com grande variedade de "emblemas".
Capa belíssima, não assinada.
"Na sua roupa póde ser simbolizada a personalidade de V. Exª - ou o seu passatempo predilecto. Examine as ideias apontadas neste folheto, e se não encontra o desenho que pretende, terá na página 27 cinqùenta Emblemas "Ancora" entre os quais poderá fazer a sua escolha. [...]
É surpreendente a rapidez com que estes Emblemas podem ser bordados e a pouca linha que neles se gasta. Os Emblemas Pessoais servem ainda como marca da roupa, especialmente quando combinados com iniciais, conforme alguns exemplos que adiante apresentamos. Para obter os melhores resultados, é conveniente seguir as instrucções que vão em frente a cada página de decalques químicos, onde tambem damos, para cada Emblema, uma série de cinco combinações de côres."
(Excerto  da apresentação)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Raro.
Indisponível

22 dezembro, 2020

NORONHA, Eduardo de - O VESTUARIO : historia do traje desde os tempos mais remotos até á Idade-Média.
Compilação das obras de maior autoridade sobre o assunto. Ornada com mais de duzentas gravuras. Lisboa, Imprensa Libanio da Silva, 1911. In-8.º (19 cm) de 317, [3] p. ; mto il. ; B.

1.ª edição.
 
Interessante monografia sobre a história do vestuário.
Obra ilustrada com duas centenas de belas gravuras a acompanhar o texto.
"Todas as nações civilizadas, que dispôem de ampla instrução publica, possuem obras mais ou menos desenvolvidas sobre a indumentaria ou historia do vestuario, uniformes, armaria, ceramica, mobiliario, meios de transporte, ourivesaria, carpintaria, etc., etc. As tentaivas feitas em Portugal e, se não estamos em erro, no Brasil, neste genero, teem sido tão pequenas e tão isoladas que, quasi se pode afirmar, não contam nenhum trabalho completo.
Seria prolixo demonstrar quanto é necessaria ás pessoas que se dedicam ás Bellas Artes; ao operariado de diversas industrias, graficas ou não; aos artistas de theatro; aos que exercem a sua actividade de espirito na literatura, em geral, e na dramaturgia, em particular; aos escritores militares; aos jornalistas; aos críticos de arte; e até ás creanças; a quantos aproveita o estudo da archeologia, de perto ou de longe, que são todos quantos teem olhos para ver e cerebro para pensar, especialistas ou amadores, uma obra desta categoria."
(Excerto da introdução, Ao leitor)
 
Matérias: I - Semitas e etíopes. II - Cananeos, fenicios e hebreus. III - Assyrios e babylonios. IV - Os arabes. V - Médos, persas e tríbus da Asia Menor. VI - Os gregos. VII - Os etruscos. VIII - Romanos. IX - Celtas (gallos) e germanos. X - Sarmatas e dacios. XI - Scytas e partos. XII - Os ultimos tempos da Roma christan. XIII - Os byzantinos. XIV - Anglo-saxões e anglo-normandos. XV - Francos. XVI - A França feudal. XVII - Os allemas na Italia. XVIII - Italianos. XIX - Inglêses e francêses. XX - Hespanhoes e mouros. XXI - A Alemanha nos seculos XIV e XV. XXII - Vida mediéva, militar e particular.
Exemplar brochado em em bom estado geral de conservação. Capa apresenta pequena falha de papel nos cantos.
Invulgar.
20€

19 abril, 2018

GUERRE, M.ᵐᵉ Alice - MÉTHODO DE CORTE : ou a maneira de qualquer senhora fazer, por suas mãos, todo o seu vestuário. A modista de si mesma. Por... (Professora de corte em Paris). Lisboa, Emprêsa Literária Universal, [191-]. In-8.º (19cm) de 394, [6] p. ; [2] f. desd. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
"O meu systema de corte serve para todas as modas desde a saia de balão até à dos nossos dias".
Curioso manual "faça você mesmo" do princípio do século XX dedicado ao corte e costura.
Livro muito ilustrado com desenhos de moldes e bonitas estampas de modelos femininos no texto (algumas delas em página inteira), e duas folhas desdobráveis.
"Durante muitos anos o estudo do córte foi pouquíssimo conhecido, e foi o apanágio sòmente de algumas pessoas da arte, alfaiates ou costureiras, que se guardaram de revelar o que sabiam, e que tinham adquirido, pela máxima parte, de professores modestos, alfaiates ou costureiras também.
Sob o domínio de necessidades sempre crescentes, graças sobretudo aos hábitos de bem estar e de luxo que se estenderam a todas as classes da sociedade, a arte de bem vestir generalisou-se a pouco e pouco, e tornou-se como um elemento indispensavel da vida moderna. [...]
O methodo que hoje offereço ao publico é o que ensino há mais de quinze annos, e é o resultado da indagações, estudos e observações constantes, laboriosas e pacientes. Elle abraça não só o estudo das conformações, sob o ponto de vista anatomico, coisa absolutamente indispensavel, e de alguma forma a base de todo o ensino, o córte e o conjuncto de todas as partes do corpo, mas ainda a confecção para senhoras, trajos para creanças, e roupas, brancas para estas e para senhoras, etc. Numerosas gravuras, intercalladas no texto, e fora do texto, veem a facilitar a demonstração dos respectivos cortes, e para tornar estas demonstrações mais acessiveis a intelligencias novas e para a maior parte pouco familiarisadas em assumptos de costura."
(Excerto do prefácio)
Encadernação editorial revestida a tecido com letras e desenhos gravados a seco e a negro nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Faltam 8 páginas que correspondem, respectivamente ao prefácio do tradutor, e à nota de abertura dos editores.
Raro.
Sem registo na BNP.
Indisponível

05 maio, 2015

NORONHA, Eduardo de - O VESTUARIO : historia do traje desde os tempos mais remotos até á Idade-Média. Compilação das obras de maior autoridade sobre o assunto. Ornada com mais de duzentas gravuras. Lisboa, Imprensa Libanio da Silva, 1911. In-8º (19,5cm) de 317, [3] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Obra ilustrada com centenas de gravuras de rara beleza a acompanhar o texto.
Excelente monografia sobre a história do vestuário.
"Todas as nações civilizadas, que dispôem de ampla instrução publica, possuem obras mais ou menos desenvolvidas sobre a indumentaria ou historia do vestuario, uniformes, armaria, ceramica, mobiliario, meios de transporte, ourivesaria, carpintaria, etc., etc. As tentaivas feitas em Portugal e, se não estamos em erro, no Brasil, neste genero, teem sido tão pequenas e tão isoladas que, quasi se pode afirmar, não contam nenhum trabalho completo.
Seria prolixo demonstrar quanto é necessaria ás pessoas que se dedicam ás Bellas Artes; ao operariado de diversas industrias, graficas ou não; aos artistas de theatro; aos que exercem a sua actividade de espirito na literatura, em geral, e na dramaturgia, em particular; aos escritores militares; aos jornalistas; aos críticos de arte; e até ás creanças; a quantos aproveita o estudo da archeologia, de perto ou de longe, que são todos quantos teem olhos para ver e cerebro para pensar, especialistas ou amadores, uma obra desta categoria."
(excerto da introdução, Ao leitor)
 
Matérias:
I - Semitas e etíopes. II - Cananeos, fenicios e hebreus. III - Assyrios e babylonios. IV - Os arabes. V - Médos, persas e tríbus da Asia Menor. VI - Os gregos. VII - Os etruscos. VIII - Romanos. IX - Celtas (gallos) e germanos. X - Sarmatas e dacios. XI - Scytas e partos. XII - Os ultimos tempos da Roma christan. XIII - Os byzantinos. XIV - Anglo-saxões e anglo-normandos. XV - Francos. XVI - A França feudal. XVII - Os allemas na Italia. XVIII - Italianos. XIX - Inglêses e francêses. XX - Hespanhoes e mouros. XXI - A Alemanha nos seculos XIV e XV. XXII - Vida mediéva, militar e particular.
Belíssima encadernação em meia de pele com a lombada e as pastas trabalhadas a seco e a ouro. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

02 agosto, 2014

VIEIRA, José Augusto - OS NOSSOS VESTIDOS. Porto, Joaquim Antunes Leitão, 1880. In-4.º (22,5cm) de [4], IV, 72 p. ; B.
1.ª (e única) edição publicada.
Curioso estudo oitocentista sobre o vestuário em Portugal e o uso que os portugueses lhe dão.
"Os trabalhos dos grandes pensadores são como as estrellas - centros de constellações, em volta de que gravitam numerosos asteroides. Estes tem como funcção, pela multiplicidade reflectora das suas superficies, disseminar e luz que d'aquelles vem.
Essa funcção dispersiva, disseminadora, que illumina um maior espaço, é exactamente o nosso papel n'este momento. [...]
Em harmonia com este pensar escolhemos o assumpto que serve de epigraphe a este modesto trabalho; não tem de certo os rendilhados altivos e coruscantes das grandiosas concepções theoricas; mas tem a vantagem, eminentemente fecunda, d'um trabalho de vulgarisação n'um paiz sobretudo onde esses trabalhos escasseiam, e onde, como em tantos outros, a hygiene vestimentar é quasi desconhecida e o capricho da moda se impõe tyrannicamente, obstando á diffusão dos seus preceitos.
A verdade é, que nos não sabemos vestir. Como consequencia d'isto a physiologia do organismo soffre; mas que importa isso á pretendida elegancia do janotismo ou da incuria nacional, se o corpo se lhe entala, que bien, que mal, n'uns moldes talhados pela mais afamada tesoura de Paris?
Anda-se transviado do bom caminho em materia de vestuario, e esse desvio prejudica o melhor dos bens de todo o individuo - a saude - e com este prejuizo, o da prosperidade publica."
(excerto da introdução)
Matérias:
Primeira Parte
I - Definição. II -Materias vestimentares: - sua differenciação phisico-chimica. III - Acção physico-dynamica das substancias vestimentares. IV - Relações do vestido com o corpo. V - Condições individuaes: - as edades, os sexos, os temperamentos, etc. (Sexo; Temperamentos; Estado de doença: O vestido segundo as circumstancias exteriores).
Segunda Parte
O vestido, modificador social.
Terceira Parte
Do vestido, como modificador artistico.
José Augusto Vieira (1856-1890).
Escritor português da segunda metade do século XIX, adepto da estética naturalista. “Nasceu em Valença, em 13 de Julho de 1856, filho de António José Vieira e de D. Maria das Dores Cruzeiro Seixas. Formou-se em Medicina, na Escola Médico-Cirúrgica do Porto, tendo defendido tese de título Um Capítulo de Higiene: Os Nossos Vestidos (1880). Fez carreira de médico militar. Publicou Phototypias do Minho (1879), um romance, A Divorciada (1881), uma folheto de crítica, Lira Íntima, por Joaquim Araújo e O Minho Pitoresco (1886-1887). Faleceu em 1890."
De acordo com Paulo Morais-Alexandre, em A Moda e a Educação (2006), "exclusivamente dedicado ao traje cite-se a obra de José Augusto Vieira, Os Nossos Vestidos, de pendor fortemente moralista e onde depois de aduzidos argumentos de índole psicológica e sociológica, alguns dos quais continuam no presente a ser esgrimidos, se pugnava por uma racionalização da indumentária, atacando as modas:

«É pois acabando com essa fórma anti-hygienica, anti-social e anti-artistica do vestuario moderno, que nós conseguiremos pelas noções da sciencia e da arte attingir esse ponto luminoso e afastado, que na via lactea da perfectibilidade humana se denomina o – Ideal.»"
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas sujas. Contracapa apresenta falha de papel marginal no canto superior esquerdo.
Raro.
Indisponível

07 maio, 2011

RODRIGUES, Manuel A. Ribeiro - 400 ANOS DE ORGANIZAÇÃO E UNIFORMES MILITARES EM MACAU. Macau, Instituto Cultural de Macau, 1999. In-fólio (36,5cm) de 268, [7] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Edição trilíngue (português, chinês, inglês) 
Tiragem: 1.500 exemplares.
"A convite do Instituto Cultural de Macau, Manuel A. Ribeiro Rodrigues, investigador de história, preparou este magnífico trabalho, publicado por aquele instituto em forma de álbum, numa edição de luxo. Além de identificar detalhadamente os uniformes usados em Macau ao longo dos tempos, o autor referiu os regulamentos e aspectos menos conhecidos da vida militar de Macau, desde a organização da artilharia e seu funcionamento até à confecção das fardas. Juntou também alguns apontamentos sobre os Voluntários Portugueses de Xangai e as Forças Expedicionárias a Macau, vindas da Índia e da África Portuguesa." (Jorge A. H. Rangel: jtm.com.mo, Nº 2877, 28-7-2008)
Encadernação do editor em capa dura.
Excelente exemplar, como novo.
Invulgar.
Indisponível