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23 janeiro, 2022

MATTA, José Nunes da - ÁS ARMAS CIDADÃOS, CORREI ÁS ARMAS! Mas se a Alemanha fosse vencedora, É como se o Inferno, o Caos, o fôra! 2.ª edição. Preço: 2 centavos. Lisboa, Livraria Ferin : Torres & C.ta, 1916. In-8.º (22 cm) de 8 p. (inc. capas) ; B.

MATTA, José Nunes da - Á GUERRA PELA PAZ E LIBERDADE! Preço: 2 centavos. Lisboa, Imprensa da Livraria Ferin, 1917. In-8.º (22 cm) de 8 p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.

Conjunto de 2 opúsculo poéticos sobre a Grande Guerra.
 
"Negra coroa de ferro e atrocidades
Arranquemos, irados e ufanos,
Ao mais vil charlatão entre os bandidos
Que a terra enchem de dores e gemidos!"

(Retirado da capa de Á Guerra pela Paz e Liberdade!) 

José Nunes da Matta (1849-1945). Escritor multifacetado. "Foi uma personagem que marcou e fez soar o nome de Portugal no estrangeiro, graças aos trabalhos que desenvolveu e publicou, nomeadamente na vertente Naval tendo como origem a sua instituição mãe que é a Escola Naval, fruto de longas horas investidas na vertente académica. Da sua ilustre carreira militar, Nunes da Matta realizou outros inúmeros feitos, tanto na vertente civil com a salvação da freguesia de Parede, como na vertente académica onde graças ao seu empenho e dedicação conseguiu publicar vários artigos onde alguns deles viriam a ser reconhecidos a nível internacional."
(Fonte: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/31378)
Exemplares em brochura, bem conservados.
Raro conjunto.
Indisponível

06 outubro, 2020

MATTA, José Nunes da - QUERER E NÃO QUERER : comedia em 3 actos
. Lisboa, Imprensa da Livraria Ferin, 1918. In-8.º (22,5 cm) de 62, [2] p.
1.ª edição.
Curiosa peça de teatro em verso, incursão pouco habitual do autor neste género literário, tendo no entanto publicado no mesmo ano uma outra comédia - Ilusão e realidade.
"Quando em Agosto começámos a escrever a presente comedia, tencionavamos destinal-a exclusivamente a um pequeno teatro particular da provincia, em cujo palco figuram apenas quatro personagens, duas damas e dois cavalheiros. De modo algum era tenção nossa publical-a, por ser um trabalho feito á pressa e por assim dizer sobre o joelho. [...]
Tambem influiu na publicação o facto de alguns individuos gostarem de coleccionar esta ordem de trabalhos literarios, ainda que sejam mediocres, havendo-os tambem que preferem ler dramas e comedias a vel-as representar. [...]
O intuito principal da comedia consiste em atacar a inconstancia do sentir humano. Queremos com grande empenho o que não possuimos, e perdemos esse empenho e interesse, ao satisfazermos o nosso desideratum. Se, porém, deixamos de possuir, de novo, o que já tinhamos alcançado, então redobram a ânsia e o desespero. A isto se reduz a comedia."
(Excerto do Prefacio)
"Por acaso, terminamos o trabalho em um dos dias mais memoraveis da Historia da Humanidade, o dia 11 de Novembro de 1918, em que foi assinado o armisticio entre os Aliados e a Alemanha, confessando-se esta vencida.
Esta data memoravel pode bem ficar ao lado das datas mais memoraveis do nosso planeta. Tais são a mudança da inclinação do eixo de rotação da Terra que deu lugar ao afundamento da Atlantida e ao rompimento do istmo de Gibraltar, resultando o famoso diluvio dos povos que habitavam as fundas margens do primitivo Mediterraneo... "
(Excerto da Explicação final)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sem capas. Pequeno rasgão à cabeça, sem perda de papel. Carimbo de posse na f. osto e 1.ª página de texto.
Raro.
Indisponível

23 junho, 2020

MATTA, José Nunes da - CAOS OU PANDEMÓNIO HUMANO E MEIO DE O EVITAR. Por... Preço 2$00 escudos. Lisboa, Imprensa Beleza, 1931. In-8.º (17 cm) de 94, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Obra "estranha", mas muito curiosa. Mistura de sonhos com opinião histórico-política, culminando no final do livro com uma proposta algo utópica para a resolução de todos os males do mundo, que inclui soluções surreais, no mínimo polémicas, mesmo para a época.
Exemplar valorizado pela dedicatória do autor a Lopes de Oliveira num pedaço de papel que parece ter sido colado na f. anterrosto.
"Quando em 1921 publicamos a nossa tradução «História Autêntica da Planeta Marte», estivemos quasi resolvido a escrever uma crítica e comentário ao notável livro de Henri Montgolfier, no intuito principal de salientar que muito e muito conviria que no Planeta Terra se fizesse muita cousa que há muito tempo com bom resultado se faz no planeta nosso vizinho.
Ainda chegamos a escrever algumas páginas do projectado comentário; mas desistimos em razão de se encontrar então em pleno vigôr e expansão a sanguinária e brutal revolução bolchevista da Russia. Como esta revolução se apresentava com a máscara do comunismo afivelada, receamos que o nosso modesto trabalho podesse parecer que tinha em mira a propaganda do cruel e brutal Bolchevismo da Russia.
Foi necessário que em 4 de Outubro de 1924 fizessemos uma operação dolorosa no Hospital de Marina, a mais demorada e mais dolorosa das quatro que já sofremos; e em seguida, devido á excitação nervosa e á febre, tivessemos um horrível pesadelo ou sonho - que adeante publicamos -, para que nos resolvessemos a escrever e publicar este modesto trabalho. Antes porem de lhe dar início, indispensável é descrever o sonho e publica-lo tambem, indicando os pormenores que para êle seguramente concorreram. [...]
O nosso rápido e modesto trabalho constará de quatro partes. A primeira parte refere-se ao discurso do Século Dezanove segundo a nossa remeniscência. Na segunda parte faremos uma rápida referência ás formas gerais de administração social ou formas de governo segundo o nosso critério. Na terceira parte tentaremos demonstrar que as formas de governo não dependem apenas do rótulo que lhes põem, mas sim da sua própria essência, visto terem havido e haver ainda nações com o rótulo de republica cuja administração é monárquica e nações com o rótulo de monarquia, cuja administração é republicana, tendo tambem havido e havendo ainda nações com o rótulo de comunismo, cuja administração é despótica, autocrata e tirânica. Nesta terceira parte é especialmente ao falso comunismo, que até hoje tem havido e há na Russia, que nos referiremos. Finalmente na quarta parte apresentamos o Meio de Evitar o Cáos ou Pandemónio Humano por intermédio do Decálogo Salvador que, sendo executado com lealdade, conduzirá a Humanidade á Paz, á Abundância, á Suprema Perfeição Física, Psiquica e Moral e á mais Sublime e Completa Felicidade que se pode gosar na Terra."
(Excerto da Explicação prévia)
Matérias:
Explicação prévia. | Primeira Parte: Discurso do Fantasma do Século Dezanove. Segunda Parte: Formas de Governo. | Terceira Parte: O Comunismo, sem prévia educação do Povo, conduz este á miséria, ruina, desmoralisação e despotismo. | Quarta Parte: Meio de evitar o cáos ou pandemónio humano  por meio do Decálogo Salvador.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis com manchas.
Raro.
Indisponível

02 abril, 2020

MATTA, José Nunes da - ILUSÃO E REALIDADE : comedia em 5 actos. Oh ilusão falaz e vã realidade - Como, subtis, troçais da pobre Humanidade! Lisboa, Tipografia da Livraria Ferin, 1918. In-8.º (22,5 cm) de 106, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Curiosa peça de teatro em verso, o que representa uma incursão pouco habitual do autor neste género literário.
"A comedia desenrola-se numa republica sem indicação local, pois o trabalho tem um caracter geral. Qualquer que seja a republica, não é entretanto a Republica Ideal de Platão, e que este mavioso filosofo diz ter funcionado na Atlantida. O que desejamos frisar é que não aplicamos a carapuça a esta ou áquela republica e, dentro dela, a este ou áquele figurão. Comtudo, cada um tem o direito de enfiar a carapuça, conforme muito bem lhe aprouver.
Como se depreende da leitura da comedia, o seu fim é demonstrar, rindo, que as ilusões e ambições dos homens e mulheres redundam muitas vezes em realidades com desilusões desastradas e pungentes para os proprios, para as nações a que pertencem e para a Humanidade em geral."
(Excerto da Explicação prévia)
Exemplar brochado, com os cadernos por abrir, em bom estado geral de conservação. Sem capas. Deve ser encadernado.
Raro.
Indisponível

26 outubro, 2018

IGNOTUS - O ACORDAR DUM SONHO. Dedicado aos valentes portuguezes que, ao lado dos aliados, defendem os direitos, liberdade e progresso dos povos. Lisboa, Tip. da Livraria Ferin, 1916. In-8.º (15,5 cm) de 18, [2] p.
1.ª edição.
Obra poética da autoria de José Nunes da Matta, publicada sob pseudónimo, dedicada aos combatentes lusos que integraram as forças aliadas ainda antes da participação oficial portuguesa no conflito.
No final do opúsculo está impressa a seguinte declaração: "Emquanto durar a actual guerra, o preço liquido da venda é todo destinado aos nossos valentes conterraneos que se encontram no campo de batalha."

"Aos valentes herois da Lusitania,
Da guerra nos perigos esforçados,
Que contra os feros povos da Germania
Se uniram aos homericos aliados,
A combater a revoltante insania
Dos que os querem escravos degradados,
O nosso preito imenso bem sentido
E alto louvor eterno merecido."

(Salve!)

Exemplar desencadernado em bom estado de conservação. Sem capas. Rubrica de posse na f. rosto.
Raro.
Peça de colecção.
A BNP tem apenas um exemplar registado na sua base de dados.
Indisponível

30 setembro, 2018

MONTGOLFIER, Henri - HISTÓRIA AUTÊNTICA DO PLANETA MARTE. Tradução de José Nunes da Matta. Lisboa, Tipografia da Cooperativa Militar, 1921. In-8.º (22,5 cm) de [2], IV, 121, [9] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada com tabelas e desenhos esquemáticos no texto. Inclui ainda os Planisférios do Planeta Marte em duas páginas inteiras.
Livro muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor (Nunes da Matta) à Bibliotéca do Club Militar Naval.
Relativamente a esta obra, curiosíssima peça da proto ficção científica nacional, com a devida vénia pelo excelente trabalho desenvolvido por Maria Luísa Malato, da UP, com o título A Alimentação em Marte: a higiene da alma numa autoficção de José Nunes da Matta (1921), reproduzimos um excerto que atesta o interesse e importância da mesma.
"História Autêntica do Planeta Marte é uma utopia portuguesa escrita por José Nunes da Matta (1849-1945) e publicada em 1921 durante os conturbados tempos da I República de Portugal (1910-1926). Na capa do livro e na ficção, José Nunes da Matta apresenta-se como “tradutor” de um relato histórico de Henri Montgolfier, revolucionário francês que tinha abandonado a Terra no início do século XIX. Nesse relato é descrito um “estado ideal” no planeta Marte, onde a gestão dos recursos naturais do planeta tinha sido resolvida em correlação com os conflitos internacionais (linguísticos, rácicos ou económicos). O exemplo de Marte seria útil para o planeta Terra, recentemente abalado pela I Guerra Mundial (1914-1918), e especialmente para Portugal, desgastado pela participação na guerra e pelas dissidências políticas internas entre os revolucionários da I República. A obra de José Nunes da Matta dialoga com bem conhecidas reformas políticas ou morais (inspiradas nos preceitos de higiene moral do Barão de Feuchtersleben, na sociologia de Malthus ou na teoria das espécies de Darwin). Esta utopia mantém também uma evidente atualidade por conceber a gestão dos recursos alimentares como parte de uma vasta ação política (das leis que regulam a floresta aos programas de saúde pública).
História Autêntica do Planeta Marte é uma obra estranha e rara. Pelos dados da capa aparenta ser a tradução portuguesa de um antigo livro em francês sobre o planeta Marte, da autoria de Henri de Montgolfier: o livro tem a aparência de um livro científico: nas folhas interiores, encontramos um mapa do planeta, com a representação dos comuns canais de Marte e algumas considerações matemáticas sobre as coordenadas do planeta, os meridianos e a duração dos dias, meses e anos em Marte, comparados com os do planeta Terra."
(Fonte: file:///C:/Users/Monasticon/Downloads/422-%23%23default.genres.article%23%23-1676-4-10-20170713.pdf)
"Êste livro escrito do Planeta Marte, é dedicado aos desgraçados moradores da Terra, minha primitiva pátria, onde passei os anos de infância e da mocidade, e da qual fugi, afim de que os meus restos mortais não ficassem no mesquinho planeta, onde, por fraqueza e inépcia da maioria dos homens e por ambição e maldade de quasi todos, se vive num inferno de ódios, invejas, revoltas, opressões e guerras constantes. Sirvam esta dedicatória e êste livro de provas inequívocas de que, apesar de me sentir altamente feliz nêste abençoado e pacífico planeta em que me encontro, mansão de justos, inteligentes, felizes e sensatos habitantes, não posso, contudo, esquecer e deixar de me interessar pela minha pátria primitiva.
Além d'êste exemplar, entreguei mais 49, iguais e igualmente acondicionados, aos corpos celestes espalhados pelo espaço, indo cada um em um pequeno balão, na esperança de que, tarde ou cêdo, algum vá cair da Terra. Quando isso por ventura venha a suceder, é muito provável que meus restos mortais para sempre repousem no solo abençoado dêste pacífico e feliz Planeta Marte.
A todos vós, Povos da Terra, envio muito saudar com os sinceros votos para que imiteis os Povos do planeta onde estou.
Planeta Marte, aos 50 dias do ano 100 000(ᵃ) da Era de Constântínio.
(ᵃ) Os 100 000 anos de Marte correspondem a 188 080 da Terra.
Henri Montgolfier"
(Dedicatória)
Índice:
Explicação prévia do tradutor. História Autêntica do Planeta Marte: Dedicatória. Causa da minha fugida da Terra. No Planeta Marte: 1 - Regresso á vida. 2 - Convalescença. 3 - O meu completo restabelecimento. 4 - Festa grandiosa da minha apresentação ao Povo de Sarima. 5 - A minha apresentação e visita ás cidades principais. 6 - O meu casamento com a bela Inídia. 7 - Os meus primeiros serviços em Marte. História Geral do Planeta Marte: I - Formação cósmica e movimentos de Marte e mais planetas e de seus respectivos satélites. II - Formação geológica de Marte e suas riquezas mineralógicas. III - Continente, ilhas, mares, lagos e neves eternas. IV - Rios e canais. V - Meteorologia e correntes atmosféricas. VI - Dias, anos, estações, latitudes e longitudes. VII - Flora e fauna. VIII - Origem do Homem Martiano. IX - Ciências, artes e literatura. X - A grande Guerra e a Peste. XI - O grande Congresso e Revolução Social de Marte. XII - Votação das Quatro Teses de Constantínio e Estado Social de Marte, na actualidade. Epílogo e despedida final. Explicação final do tradutor. Planisférios de Marte.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e algo oxidadas.
Muito raro.
Peça de colecção.
Indisponível

11 novembro, 2015

MATTA, José Nunes da - ÁS ARMAS CIDADÃOS, CORREI ÁS ARMAS! Mas, se a Alemanha fosse vencedora, É como se o Inferno, o Caos, o fôra! Preço: 2 centavos. Lisboa, Livraria Ferin : Torres & C.ta, 1916. In-4.º (23cm) de 8 p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Poema anti-germanófilo. Opúsculo raro e muito curioso, de forte pendor nacionalista, publicado em 1916, no ano em que a Alemanha declara guerra a Portugal, formalizando um conflito que já há algum tempo os dois países vinham travando no sul de Angola e norte de Moçambique.

"Momento ha supremos nesta vida
Em que ninguem o fervido destino
Pode evitar com a honra garantida
E sem sofrer desdouro ultramofino.
Como pois fugir guerra tão ardida
Poderia Portugal sem desatino,
Se, ir á guerra, dá gloria com proveito,
Não ir, fim é ignobil e suspeito!?

De ha muito que a perfida Alemanha,
De colonias, d'industrias traficante,
Sedenta de dinheiro, em furia estranha
Forma o plano audacioso, petulante,
E concebe a fantastica façanha
D'escravisar - que tetrico desplante! -
Á força bruta, cruel e sem engodos,
D'esta Terra, tão grande, os povos todos!"

(excerto do poema)

Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

31 agosto, 2013

MATTA, José Nunes da - O SONHO DO KAISER. Versos heroicos referentes á maldição do Kaiser, lançada por Deus, o seu grande amigo. 2.ª edição. Preço: 10 centavos. Lisboa, Livraria Ferin : Tores & C.ta, 1916. In-8.º (16 cm) de 35, [1] p. ; B.
1.ª edição.
“Como publicámos muito á pressa a primeira edição d’este opusculo, afim de aparecer á venda antes de ser declarada a guerra pela Alemanha, por isso ficou mais resumido do que desejávamos. Ao mesmo tempo entendemos que, nessa ocasião, devido á nossa posição oficial, não podíamos tomar publicamente a responsabilidade d’este trabalho literário. Nesta segunda edição, foram feitas grandes alterações e evitadas algumas omissões havidas na primeira, sendo para isso necessário escrever e publicar mais umas doze paginas de versos, quasi todos soltos, havendo a mais oitenta e oito em estancias de versos rimados; e, visto ter sido declarada a guerra, não existe já motivo para conservarmos o pseudónimo Ignotus e deixarmos de tomar a responsabilidade d’este modesto trabalho literário.”
(Excerto da Explicação prévia)

“Á guerra pela paz! Eia pois, á guerra!
A paz é liberdade, é abundancia,
É amor, é justiça, é equidade…
A guerra é escravidão, horrível anciã
Que tem por fim supremo a mortandade…
Povos que amais a paz, tende constancia,
Combatei a alemã guerra com vontade!
Corra assim forte voz por toda a Terra:
Á guerra pela paz! Eia pois, á guerra!”

Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta falha de papel no canto inferior direito.
Muito Invulgar.
Indisponível