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21 janeiro, 2025

EM CUSTÓIAS - Ano 1976 : Dia 1
. Porto, Edições: Alerta, 1976. In-8.º (16,5x11 cm) de 8 p. ; B.
1.ª edição.
Poesia revolucionária em solidariedade com o Chile, que vivia em regime de Ditadura há poucos anos, publicada por ocasião dos incidentes entre manifestantes e forças da GNR "junto das cadeias de Custóias e de Caxias onde se encontravam detidos elementos civis e militares envolvidos nos acontecimentos do 25 de Novembro de 1975", que resultaram na morte de quatro activistas.
Junta-se pagela poética: "hino de «o diário» - «A verdade a que temos direito».
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
Com interesse histórico e bibliográfico.
Indisponível

08 março, 2023

ARANA, Diego de Barros - VIDA E VIAGENS DE FERNÃO DE MAGALHÃES.
Por... Traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas, Bacharel formado em Mathematica pela Universidade de Coimbra... etc., etc., etc. Com um appendice original
. Lisboa, Typographia da Academia Real das Sciencias, 1881. In-4.º (24,5 cm) de 192, [4] p. ; [1] mapa ; B.
1.ª edição.
Interessante narrativa sobre a vida e trabalhos do navegador português, ensaio que reflete o ponto de vista de um reputado historiador chileno sobre a primeira viagem de circum-navegação.
Livro ilustrado em separado com o Mappa do Estreito de Magalhães (24,5x32 cm).
"Ainda quando a viagem emprehendida por Magalhães não tivesse produzido senão o reconhecimento da extremidade meridional do continente americano, o descobrimento do Estreito a que a posteridade deu o nome do celebre viajante, e a navegação de mares desconhecidos, só por isso devera ella ser considerada como uma das mais notaveis empresas levadas a cabo n'aquelle seculo de atrevidas explorações. Esta viagem, porém, assignala além d'isso um dos mais solidos progressos que nunca a geographia houvera feito.
A esquadrilha de Magalhães, depois de tres annos de navegações e desgraças, que a reduziram a um unico navio, tinha dado a primeira volta volta ao mundo. A redondeza da terra, que alguns sabios haviam adivinhado, ficou sendo desde então um facto provado pela experiencia. A geographia rompeu os laços que a traziam ligada ás preoccupações do vulgo, e pôde desenvolver-se livremente para chegar ao estado em que hoje a vemos."
(Excerto do preâmbulo - Advertencia preliminar do auctor)
Indice:
Advertencia preliminar do auctor. | I - Nascimento e familia de Fernão de Magalhães. II - Familia de Diogo Barbosa. III - A côrte do rei de Hespanha. IV - Inutilidade de Faleiro para os trabalhos da esquadra. V - Noticia da esquadrilha de Magalhães. VI - Manda Magalhães fazer um reconhecimento ao S. da bahia de S. Julião. VII - Reune Magalhães em conselho os capitães e pilotos. VIII - A esquadrilha de Magalhães entra no grande oceano. IX - Chega Magalhães á ilha de Zebú- X - Receios dos castelhanos depois da morte de Magalhães. | Illustrações [Notas]. | Appendice.
Diego Jacinto Agustín Barros Arana (Santiago do Chile, 1830 - 1907). "Foi um pedagogo, diplomata e historiador, vulto das letras chilenas, justamente considerado um dos grande historiadores de oitocentos da América Latina. As suas obras mantêm a actualidade aos dias de hoje, sobretudo a História Geral do Chile, composta por dezasseis volumes."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
35€

31 julho, 2012

BELLO, Joaquín Edwards – DON JUAN LUSITANO. Ejercicios portugueses dedicados a los lectores de Eça de Queiroz con una carta del Dr. A. Ferreira d’Almeida. Santiago de Chile, Nascimento, 1934. In-8º (19cm) de 114 p. ; E.
“Cuando un autor consigue dotar a su tierra de simpatia universal, y dar a la ciudad que amó un lugar de perdilección en el colar de ciudades fascinantes del mundo, entonces todo aquel que tenga alma curiosa y de vajero debe agradecerle. Tal es Queiroz, respecto al Portugal y a Lisboa, por cuanto Lisboa és el…” (excerto da introdução)
Joaquín Edwards Bello (Valparaíso, 1888 - Santiago de Chile, 1968). Escritor chileno. Considerado um dos grandes romancistas chilenos, a sua obra insere-se na corrente literária do realismo de costumes, e constitui uma reflexão sobre o sistema social e político do seu país, que questiona fazendo uso da ironia.
Encadernação inteira de skyvertex com dourados na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€