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20 março, 2014

PINTO, Américo Cortês - BRECA : uma palavra levada da breca. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Sociedade Astória, Lda.], 1967. In-8º (22cm) de 15, [1] p. ; B. Separata do Boletim da Sociedade de Língua Portuguesa
Estudo etimologico e semântico da palavra "breca".
"Empregada quase sempre com o significado gírio, esta palavra é usada em diversas locuções com significados afins, a partir de «irritação, fúria, doença, azar»: ...«Levado da breca» = levados dos diabos; «deu-lhe a breca» = deu-lhe o azar, a doença, a desgraça... «Levou-o a breca» = teve mau fim. «Um tempo levado da breca», é o mesmo que dizer - um tempo desabrido. Usa-se ainda como sinónimo popular de cãibra."
(excerto do texto)
Matérias:
I. Das línguas góticas às latinas. II. O sentido bélico de breca e as brigadas militares. III. Antes dos Góticos os Celtas - a «briga» ou «breca» e as cidades fortificadas. IV. Interpenetração semântica entre castelos e povoados. V. Os castros célticos e as brigas galaico-lusitanas. VI. Briga e Bragança. VII. Brigantes, bargantes e brigões. VIII. Semânticas contraditórias ou a guerra vencida pela paz. IX. A breca no calão. X. Um regionalismo isolado na Beira e no Minho. XI. Homótropos: a) um peixe e um nome greco-latino-moçárabe. b) salta-se dos peixes para as cabras, e das cabras e carneiros de novo para as brechas dos castelos. XII. Dos cornopetos à belicosa «breca».
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Etiqueta numerada colada na parte inferior da capa com prolongamento para a contracapa.
Invulgar.
10€

09 agosto, 2011

PINTO, Américo Cortês – BANZÉS, BANZAS E FADISTAS. Lisboa, Revista de Portugal, 1970. In-8º de 22 p. (253-276) ; B. Separata da “Revista de Portugal” - Série A “Língua Portuguesa” - Volume XXXV.
Curioso e muito interessante estudo das possíveis origens da palavra Banzé e das suas ligações ao léxico e “ambientes” portugueses.
“[…] no tanger das cordas, em meio de algazarra e exaltação do pagode, para formar o vocábulo mais eufònicamente ruidoso de BANZÉ. E nele se reunia na mesma expressão de conjunto a turbulência estrepitosa e alvoraçada das patuscadas bem comidas e bem bebidas, em que se junta à música zangarreada das «banzas», a zaragata, a estúrdia, o chinfrim e a pancadaria que, tudo junto, ou cada coisa em particular, acabou por receber o mesmo termo qualificativo de BANZÉ, que se estende às simples arruaças.” (do texto)
Bom exemplar.
Invulgar.
10€

27 dezembro, 2010

FLORILÉGIO DE LEIRIA. [Organização de Américo Cortez Pinto]. Leiria, Edição da Comissão Municipal de Turismo, 1949. In-4º (23cm) de [34] p. ; B.
1.ª edição.
Bonito opúsculo, impresso em papel de qualidade superior.
Antologia de textos em poesia e em prosa relacionados com a "Cidade do Lis".
Contém textos de ilustres figuras da literatura nacional: Rodrigues Lobo; Acácio Leitão; Acácio de Paiva; Afonso Lopes Vieira; Eça de Queiroz; Artur Lobo de Campos; Américo Cortez Pinto; Guido Battelli; Jerónimo Bragança; José Marques da Cruz; Maria Regina Garrido Poeira.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível