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05 janeiro, 2020

PATACHO, Emília Cândida da Silva - MONOGRAFIA DO REFORMATÓRIO DE LISBÔA (Sexo feminino). Ministério da Justiça e dos Cultos : Serviços Juridicionais e Tutelares de Menores. Vila do Conde, Tipografia do Reformatório de Vila do Conde, 1931. In-8.º (21 cm) de 23, [1] p. ; [15] f. il. ; B.
1.ª edição.
Curiosa edição bilingue (português-francês); as últimas 3 folhas do livro são ocupadas por um breve resumo da monografia em francês.
Ilustrada com 15 fotogravuras em folhas intercaladas no texto.
"O Reformatório de Lisbôa, sexo feminino, está actualmente instalado em lugar aprazível denominado «Cruz da Pedra», estrada de Benfica, muito acessível por tôdas as condições, incluindo electrico e tramueis da linha de Sintra - êstes passando tangente à quinta.
O primitivo edifício [...] passou para a posse do Estado em 1910. Por qaui transitaram várias obras dependentes do Ministério da Justiça, até que em 17 de Junho de 1927, foi ocupado pela actual instituição."
(Excerto do Cap. I, Situação)
Matérias: - Situação. - Criação. - Instalações. - Pessoal. - Formação disciplinar. - A finalidade do Reformatório. - Resultados.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Sem indicação de registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Indisponível

10 maio, 2017

MONOGRAFIA DA COLÓNIA CORRECIONAL DE VILA FERNANDO - MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DOS CULTOS : Serviços Juricionais e Tutelares de Menores. [S.l.], Composto e impresso na Tipografia do Reformatório Central de Lisboa «Padre António de Oliveira» - Caxias, [1931]. In-4.º (23cm) de 37, [3] p. ; [6] f. il. ; B.
1.ª edição.
Trabalho promovido pelo director do reformatório de Vila Fernando à época, Henrique Caldeira Queirós. Ilustrado em separado com 6 estampas reproduzindo 12 fotografias das instalações e do dia a dia dos menores.
"A Escola Agrícola de Vila Fernando é pensada como um projeto reabilitador dirigido,essencialmente, ao menor delinquente. Esta instituição surgiu com o objetivo central de desenvolver “a feição escolar [mais] do que a de instrumento de penalidade” (Câmara dos Senhores Deputados, 1880). Nesta instituição havia, efetivamente, um programa formativo e “tutelar” pensado com o intuito de reeducar estes jovens marginais. O programa formativo assentava em três pilares: formação moral, intelectual e profissional. Presente em todo o contexto técnico-institucional encontrava-se a necessária disciplina.
A criação desta instituição deveria toda ela contribuir para o mesmo objetivo. Assim, era necessário encontrar uma localização adequada para implementar tal programa regenerador. O Alentejo foi escolhido como o local indicado para instalar a Escola Agrícola respondendo, simultaneamente, a um ideal de desenvolvimento e povoamento da região. O local de implantação foi o distrito de Portalegre, concelho de Elvas (Vila Fernando) onde se iniciaram as obras desta instituição numa região claramente rural.
Encontrado um local com características apropriadas, destacando-se entre elas a proximidade a uma estação de via-férrea, um terreno com grande extensão (777 hectares) e água em abundância, o rei Dom Luís, por carta de lei de 22 de Junho de 1880, autorizou a criação da “Escola de Reforma” destinada a acolher menores marginais."
(fonte: http://www.academia.edu/17463069/A_COLÓNIA_CORRECIONAL_DE_VILA_FERNANDO_1880_D%C3%89CADA_DE_30_S%C3%89C._XX_REGENERAR_EDUCAR_E_TRABALHAR)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível