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10 fevereiro, 2026

SILVA, Armando Coelho F. da -
ORGANIZAÇÕES GENTILÍCIAS ENTRE LEÇA E AVE
. Santo Tirso, [s.n. - Imprensa Portuguesa - Porto], 1982. In-4.º (25x19 cm) de [19], [1] p. (381-399 pp.) ; [V] estampas ; B.
1.ª edição independente.
Interessante estudo histórico publicado em separata de Actas do Colóquio de História Local e Regional - Santo Tirso-1979.
Enriquecido com ilustrações no final, em separado, com mapa, desenhos e fotografias a p.b. distribuídas por 5 folhas (estampas).
"A área geográfica compreendida entre os vales do Ave/Vizela, a N., o vale do Leça/Serra da Agrela e seus prolongamentos, a E., e o mar, a W., abrangendo a quase totalidade dos concelhos de Matosinhos, Vila do Conde, Maia, Santo Tirso e uma  pequena  margem a NW. do concelho de Paços de Ferreira, como que forma uma importante unidade geo-histórica propícia, desde tempos remotos, à actividade agro-pecuária e marítima, que ainda hoje, a despeito da industrialização, lhe marca o seu facies característico.
Com vestígios de ocupação desde períodos recuados da Pré-história, são consideráveis as suas estações megalíticas e os achados da Idade do Bronze, manifestando-se na Idade do Ferro já como um expressivo foco de densidade humana, conforme nos é testemunhado pelo apreciável número dos seus povoados, tanto mais de estimar quanto se trata de uma zona aparentemente mal dotada de condições naturais favoráveis às actividades económicas e de defesa típicas da Cultura dos Castros."
(Excerto do Ensaio)
Armando Coelho Ferreira da Silva (n. 1943)."É um arqueólogo e professor universitário português. Professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, instituição onde se licenciou em História (1974), se doutorou no ramo de Letras, especialidade de Pré-História e Arqueologia (1987), e obteve o título de agregado em História (1994). Especializado em Proto-História, as suas obras são uma referência para o estudo da Idade do Ferro peninsular."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Invulgar.
15€

16 janeiro, 2026

VEIGA, Sebastião Philippes Martins Estacio da -
PROJECTO DE LEGENDA SYMBOLICA PARA A ELABORAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DA CARTA DE ARCHEOLOGIA HISTORICA DO ALGARVE. Submetido ao exame Da Academia Real das Sciencias de Lisboa, dos Instittutos scientificos e litterarios, dos Archeologos e Escriptores Portuguezes que se occupam de estudos archeologicos, geographicos e historicos a fim de poderem indicar quasquer outras antiguidades historicas de Portugal que não estejam symbolisadas nos quadros respectivos ás já classificadas no territorio do Algarve. Por... Socio Correspondente da Academia Real das Sciencias e da Sociedade de Geographia de Lisboa, etc. Lisboa, Typographia da Academia Real das Sciencias, 1885. In-4.º (24x16 cm) de 11, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Importante projecto arqueológico, pioneiro, com interesse para a história da região algarvia.
Ilustrado no texto com lista de "sinais" (desenhados) - Signaes radicais, e, na página seguinte, com quadro-complemento alfa numérico - Quadro dos tempos, edades, periodos e épocas a que pertencem as antiguidades historicas descobertas no Algarve.
"Nas mais adiantadas nações, em que os estudos da archeologia monumental vão logrando incalculavel progresso, está reconhecida, como indispensavel, a utilidade das cartas archeologicas, porque são estas cartas a base fundamental adoptada para o reconhecimento e manifestação das antiguidades de cada território, o quadro synoptico dos seus monumentos e o repertorio ou indice remissivo dos logares que ficaram caracterisando as nacionalidades extinctas. [...]
Com referencia ao Algarve, dividi os tempos historicos, comprehendendo a instituição da monarchia portugueza, em tantos periodos, quantas foram as nacionalidades que senhorearam aquelle territorio, sendo cada perioso subdividido em épocas e estas representadas por seus mais typicos caracteristicos..."
(Excerto do Projecto)
Sebastião Philippes Martins Estácio da Veiga (1828-1891) foi um importante arqueólogo e escritor português. Natural de Tavira, estudou no Liceu de Faro, frequentou a Escola Politécnica de Lisboa, e seguiu a carreira de oficial de secretaria da Sub-Inspecção Geral dos Correios e Postas do Reino.
Em 1876, após as fortes cheias ocorridas no Algarve, o gabinete de Fontes Pereira de Melo encarrega-o de fazer o levantamento dos vestígios arqueológicos que ficaram a descoberto, tanto nesta região (como as ruínas de Milreu), como no Alentejo. O resultado do seu trabalho dará origem à Carta Arqueológica do Algarve (1878), culminando na fundação do Museu Arqueológico do Algarve, em Lisboa. No ano de 1880, Estácio da Veiga secretaria o Congresso Internacional de Antropologia e de Arqueologia Pré-Histórica, em Lisboa."
(Fonte: https://fchs.ualg.pt/estacio-da-veiga)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
Indisponível

30 setembro, 2024

BARRADAS, Lereno A. -
VIAS ROMANAS DAS REGIÕES DE CHAVES E BRAGANÇA.
[Por]... Sócio da Associação dos Arq. Portugueses. Guimarães, [s.n. - Oficinas Gráficas da Companhia Editora do Minho, Barcelos], 1956. In-8.º (22,5x16 cm) de 
1.ª edição independente.
Separata do volume LXVI da «Revista de Guimarães».
Interessante subsídio histórico para o conhecimento das vias romanas na região de Trás-os-Montes.
Ilustrado com inúmeras fotografias em página inteira e quadros, tabelas e mapas, sendo alguns deles desdobráveis.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor ao Dr. José Coelho, "estudioso das vias romanas de Portugal".
Numa rápida passagem por Chaves, nos fins de 1938, tivemos a sorte de tomar conhecimento de um miliário de Augusto, inédito, abandonado na Serra da Pastoria, publicando acerca dele na boa revista «Brotéria», de Maio de 1939, e por amabilidade especial do saudoso Pe. Eugénio Jalhay, um artigo intitulado: «Um marco miliário da via romana de Braga a Chaves».
Voltando novamente à região, na passagem de 1954 para 1955, com mais demora,  procuramos esclarecer certas dúvidas que então se nos depararam sobre o que escrevemos, por meio de mais pormenorizada visita aos sítios por onde se supõe que tenha passado a via romana a que esse padrão deveria pertencer. Infelizmente o tempo foi bem mais escasso do que prevíamos, e por outro lado, insensìvelmente, fomos alargando o campo estudado a outras vias romanas das regiões de Chaves e Bragança."
(Excerto do Prólogo)
Índice:
Prólogo | I - Vias romanas. II - O tempo e as vias romanas. III - Esquema viário das regiões de Chaves e Bragança. IV - Via «Bracara Augusta - Aquas Flavias». V - Via «Aquae Flaviae - Asturicam Augustam». VI - Via «Aqua Flaviae - Pallantiam». VII - Via «Asturica Augusta - Campo mineiro de Jales». VIII - Via «Iria Flavia - Durium». IX - Via «Lucus AugustI - Durium» (Régua). X - O significado do «Padrão dos Povos». XI - Os padrões viários das regiões de Chaves e Bragança. | Apêndice | Obras consultadas | Quadros e Gráficos | Índice das gravuras.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Cadernos soltos.
Muito invulgar.
Indisponível

29 fevereiro, 2024

FORTES, José -
BALINEUM LUSO-ROMANO DE S. VICENTE DO PINHEIRO (Penafiel).
Por... Archeologia Portugueza II. Porto, Typographia Central, 1902. In-8.º (22,5x15 cm) de 56 p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante estudo arqueológico sobre o Balneário romano das Termas de S. Vicente, Penafiel.
Monografia ilustrada no texto com desenhos e fotogravuras, e no final do livro, em separado, uma planta desdobrável de generosas dimensões do Balineum.
"O balneário romano de São Vicente do Pinheiro localiza-se na Av. Central das Termas e está integrado no recinto das atuais Termas de São Vicente, em Penafiel, sendo que a sua implantação neste local possibilitou o aproveitamento das águas medicinais carbonatadas e sódicas existentes. O sítio foi identificado no início do séc. XX, no decorrer de obras com o objetivo de captar e utilizar as águas medicinais, tendo sido escavado e estudado por José Fortes, em 1902. Estes trabalhos permitiram caracterizar o equipamento de banhos, que era composto por um edifício único, com cerca de 250 m2, dividido em onze compartimentos."
(Fonte: https://arqueologia.patrimoniocultural.pt/index.php?sid=sitios&subsid=50954)
Exemplar valorizado pela dedicatória manuscrita do autor "Ao illustre pregador regio, erudito archeologo e bom amigo".
"Era notorio ha muitos annos que na freguezia penafidelense de S. Vicente do Pinheiro existia uma nascente abundantissima de aguas sulphurosas, borbulhando no Lameiros dos Lodos (pertença do logar da Varzea), a cêrca de cem metros para oeste da ponte das Cabras, em que a estrada de Cette a Sobrado e Castello de Paiva salva uma ribeirasita anonyma que por ali discorre em madria estreita.
Ha poucos mezes, porém, houve que assentar-se uma tubagem de grês para drenar as aguas soltas do Lameiro no intuito de iniciar os trabalhos de captagem e aproveitamento da nascente. Topou-se então com parede de manifesta apparencia antiquada; e, passando a desembaraçar de entulhos a velharia que o acaso assim expunha á luz, pôde em alguns dias averiguar-se que se haviam exhumado as substrucções e trechos importantes de um balineum luso-romano."
(Excerto do Cap. I - Invenção e localisação do Balineum)
Índice:
I - Preliminares: Invenção e localisação do Balineum - Conspecto architectonico - Valor ethnographico - Auctoria ou interferencia technica do romano - Natureza do estabelecimento - A região e os vestigios de povoados circumstantes - Material do desentulho; o pedral. II - Descriptivo: Orientação e linhas geraes do balneario; secções e subdivisões. III - Descriptivo (continuação). IV - Reconstituição funccional. Elementos subsidiarios de interpretação. V - Reconstituição funccional (continuação). VI - Questões complementares - Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
30€
Reservado

03 março, 2023

SEVERO, Ricardo - O THESOURO DE LAUNDOS.
Concelho da Povoa de Varzim. Com uma phototipia e oito figuras no texto. Portvgalia : Materiaes para o Estudo do Povo Portuguez. Separata do Tomo II, Fasciculo 3
. Porto, Imprensa Portugueza, 1907. In-4.º (28 cm) de 14, [2] p. ; [1] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Curiosa monografia com interesse para a história antiga do concelho da Póvoa de Varzim.
Obra ilustrada com oito desenhos esquemáticos no texto.
Muito valorizada pela presença da estampa extra-texto, muitas vezes em falta.
"Descobriu-se o pequeno thesouro, do qual se vae occupar a presente noticia, no alto do Monte de S. Felix, ou Castro de Laundos, na freguezia do mesmo nome, concelho da Povoa de Varzim. Fica este m onte tres e meio kilometros rectos a noroeste de Terroso, e a seis kilometros do littoral, onde é a praia da Aguçadoira, logo acima de Abremar. No sopé passa a estrada real que liga Povoa de Varzim a Barcellos e que por ahi deve marcar o seu setimo kilometro."
(Excerto de O local)
"Foi o pedreiro Manoel da Silva Lage Junior quem, abrindo os alicerces para um moinho, encontrou as arrecadas de ouro; diz que estavam á profundidade de quatro palmos, dentro de uma púcara de barro que se quebrou, no meio de entulho de terra e pedras."
(Excerto de O achado)
Índice:
O local. | O achado. | O bôlo de prata. | As arrecadas.
Ricardo Severo da Fonseca e Costa (1869-1940). "Nasceu em Lisboa, em 1869, filho de José António da Fonseca e Costa, comerciante em Angola, e de D. Mariana da Cruz da Fonseca e Costa. Faleceu em São Paulo, Brasil, em 1940. Engenheiro, arqueólogo, arquiteto, formou-se como engenheiro civil de obras públicas em 1890 e engenheiro civil de minas em 1891, na Academia Politécnica do Porto. Participou na fundação da Sociedade Carlos Ribeiro, em atividade de 1887 a 1898, e na da Revista de Ciências Naturais e Sociais (1890 a 1898). Os membros da Sociedade, inspirados pelo arqueólogo Carlos Ribeiro (1813-1882), enfatizaram a formação étnica do povo português, tema central das pesquisas arqueológicas que Severo desenvolveu na sociedade e na revista Portugália: Materiais para o Estudo do Povo Português (1899-1908), da qual foi fundador, editor e diretor."
(Fonte: https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20ricardo%20severo)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Com defeitos e pequenas falhas de papel nas capas. Deve ser encadernado.
Raro.
Com interesse histórico e regional.
Indisponível

14 agosto, 2022

ANDRADE, Anselmo d' - SCIENCIA PREHISTORICA. Paleontologia Humana : as populações lacustres. Primeira parte. Lisboa, Typographia do Commercio, 1882. In-4.º (27,5 cm) de 127, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Estudos de paleontologia humana. Importante subsídio histórico, social e antropológico. Esta primeira parte referente às populações lacustres é tudo quanto foi publicado. Estaria previsto publicar na mesma colecção, em outros tantos volumes, estudos relativos às populações paleolíticas, neolíticas e da era do bronze, algo que nunca viria a acontecer.
"É facto sabido e incontestavel, que varias populações viveram, durante muitos seculos, nos lagos, nos rios ou nos pantanos, precavendo-se assim contra os perigos terrestres. A maior ou menor distancia da terra firme, encravavam-se estacas no chão mais ou menos lodoso, e vastos tablados se estendiam sobre ellas. Era ahi que as diversas familias da tribu lacustre construiam as suas moradas-. A cidade edificava-se assim sobre as aguas ou sobre os pantanos. Quando a familia crescia, e o numero das habitações tinha d'augmentar, a cidade então alargava-se, estendia-se mais n'um outro tablado adjacente, alevantado sobre novas estacas."
(Excerto da introdução)
Índice:
I - Habitações. II - Ethnographia. II - Chronologia. IV - Religião. V - Sociologia.
Anselmo José Franco de Assis de Andrade (1844-1928). "Foi um economista, grande proprietário agrícola, investigador, escritor, jornalista e político português. Foi ministro dos Negócios da fazenda de Portugal, no governo de Hintze Ribeiro (1900) e no último governo da Monarquia, presidido por António Teixeira de Sousa (1910).
Anselmo de Andrade formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Iniciou a sua actividade como escritor em 1866 com a obra Epopeias da História. Paralelamente, trabalhou com Eça de Queirós num projecto jornalístico que daría origem a As Farpas, publicações mensais feitas por Ramalho Ortigão e Eça. Anselmo de Andrade fez parte da Geração de 70, juntamente com Antero de Quental, Eça de Queirós, de Oliveira Martins e outros outros intelectuais que pretendiam revolucionar várias dimensões da cultura portuguesa, da política à literatura. Em 1875, mudou-se para Beja, onde abriu um escritório de advocacia e administrou as vastas propriedades herdadas dos seus tios. Exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Beja. Seguindo paralelamente uma carreira de escritor e investigador, elaborou extensa obra dedicada à paleontologia e publicou Populações Lacustres (1882). Ainda em Beja, publicou Viagens na Espanha, obra em que recolhe as impressões de viagens no país vizinho.
 Implantada a República, abandonou a política, mas ainda foi vice-presidente da Cruzada Nun'Álvares. O seu trabalho na área económico-financeira, irá ter, nos anos seguintes, grande influência no meio académico, nomeadamente em António Oliveira Salazar, com quem se relacionou e por quem tinha elevado apreço."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Carimbo de biblioteca na f. anterrosto. Lombada apresenta defeitos. Páginas algo oxidadas.
Raro.
Indisponível

24 fevereiro, 2021

VILAS-BOAS, J. S. Paes de - PRIMÓRDIOS DE HISTÓRIA FLAVIENSE. A Estação Pré-histórica de S. Lourenço (nótulas arqueológicas).
Separata da Revista Brotéria : Volume XLI, Fascículos 2 e 3, Agôsto e Setembro de 1945. Lisboa, [s.n.], 1945. In-8.º (22,5 cm) de 18, [2] p. ; [4] p. il. ; B.
1.ª edição independente.
Importante subsídio histórico sobre arqueologia transmontana, reportando ao castro de S. Lourenço, situado na periferia da Chaves.
Livro ilustrado com 15 figuras, sendo uma no texto (planta arqueológica) e as restantes 14 (fotos) distribuídas por 4 páginas separadas do texto.
"Quem, de Chaves, percorra com a vista, de S para N, a Serra do Brunheiro, por meia encosta, nota que uma grande massa granítica, de forma cúbica, se destaca no horizonte; é um bloco central sôbre uma elevação do terreno, no lugar do Muro, da povoação de S. Lourenço.
Pelo aspecto orográfico, fàcilmente poderíamos imaginar que se encontraria, ali, o ponto mais alto de qualquer estação castreja, elemento tão abundante na flávia região. O caminho mais cómodo - o mais pitoresco e curto é o trôço, ainda existente, da via romana que, passando na freguesia das Eiras, se perde em S. Lourenço - é a estrada que, de Chaves, se dirige a Vinhais, atravessando, primeiramente, a Veiga, para principiar a subir, um pouco antes de Vilar de Nantes, no lugar da Lomba. Sem mais sinal de povoação, e próximo dos 6 mil metros, olhando para a direita da estrada, vemos sôbre nós, a coroar uma elevação, o referido bloco; um caminho velho levar-nos-á ao alto."
(Excerto de II, Local da estação e seu aspecto)
Matérias: I - Onde vem escrita a sua antiguidade. II - Local da estação e seu aspecto. III - Colheita de informes e material. IV - Estudo do espólio. V - Cronologia da estação. VI - Teria sido habitado posteriormente? VII - A cultura lusitano-romana à sua volta. VIII - Os chamados «lagares dos mouros». IX - Nota final.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
A BNP dispõe de apenas um exemplar no seu acervo.
Indisponível

24 dezembro, 2020

CUNHA, Armando Santinho & FERREIRA, F. E. Rodrigues - VIDA E MORTE NA ÉPOCA DE D. AFONSO HENRIQUES
. Lisboa, Hugin, 1998. In-4.º (23 cm) de 141, [3] p. ; [16] p. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Interessantíssimo estudo pioneiro na época - histórico e antropológico - sobre o ritual da morte e os usos e costumes na Lisboa medieval, reportando ao período da conquista de Lisboa aos mouros.
Livro muito ilustrado ao longo do texto com fotografias, desenhos e gráficos a p.b., e em separado com 16 páginas a cores reproduzindo artefactos, esboços, desenhos esquemáticos e plantas.
"Fruto parcial de 35 anos de investigação arqueológica em S. Vicente de Fora, a presente obra pretende, essencialmente, recuperar, pela via arqueológica, a comprovação da existência do cemitério que teria sido fundado por D. Afonso Henriques, para inumação dos cruzados que o auxiliaram na empresa da conquista e tomada de Lisboa aos mouros.
De uma forma inusitada e de várias formas inédita e pioneira entre nós, ensaiou-se uma leitura antropológica que em perfeita simbiose com a arqueologia, a biologia, a química e os modernos processos de datação, permitiram recuperar até o gestual dos homens que combateram com D. Afonso Henriques e de um núcleo de moçárabes que viveria na velha Lisboa moura.
Pela primeira vez em Portugal, no âmbito da arqueologia, ensaiou-se a determinação do ADN, com vista ao estabelecimento de relações étnicas entre a população moçárabe e, dentro desta, relações familiares entre os inumados do mesmo túmulo."
(Sinopse retirada da contracapa)
Índice:
Agradecimentos. | Nota prévia. | S. Vicente de Fora, o espaço, o tempo, o contexto. | Contexto histórico e arqueológico de S. Vicente de Fora. | O cemitério dos cruzados, referências documentais. | O ossário de S. Vicente de Fora. | Escavação do cemitério de abóbada, carneiro da igreja. | Tecidos, como se vestiam para morrer, no século XII. | Antropologia física, métodos de estudo. | Características diferenciais do sexo em osteometria: Estatura; Idade na altura da morte. | Raciologia: Morbilidades; Neoplasias; Infecções e doenças degenerativas dos maxilares e dentes; Dados demográficos. | Necrópole moçárabe, cemitério dos cruzados. | Escavação da sacristia da actual igreja de S. Vicente de Fora: Descrição das sepulturas. | Descrição das ossadas. | Aspectos estatísticos: Necópole teutónica; Necrópole moçárabe; Estatura; Idade; Determinação do ácido desoxiribonucleíco (vulgarmente ADN). | Osteometria. | A ritualização da morte. | Bibliografia.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
25€

14 novembro, 2019

ELOGIO DO TEN.-COR. AFONSO DO PAÇO. Lisboa, Academia Portuguesa de História, 1980. In-4.º (25 cm) de 96, [2] p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Homenagem a Afonso do Paço pelo Prof. Fernando de Almeida, onde além do elogio às suas aptidôes como arqueólogo, é enaltecida a sua coragem e recordados episódios protagonizados pelo homenageado na Flandres, integrado nas forças do C. E. P.
Ilustrado com um retrato de Afonso do Paço em separado.
"É este o papel da mulher, o mil vezes bendito papel das Madrinhas de Guerra. Se vós soubesseis, mulheres de Portugal, quantas Cruzes de Guerra colocastes no peito dos nosso soldados, dos vossos afilhados! Ah, se vós soubesseis! Diria que todas, todas elas.
E conta a seguir: que um dia a metralha lhe caía em roda. Um grupo de soldados seus estava longe e em perigo. Hesitou em ir ou não socorrê-los. Automaticamente meteu as mãos nos bolsos dos calções. Toparam com um terço que mãos de mulher lhe haviam dado, para recordação, quando fosse para França. A partir desse momento ficou insensível ao perigo e partiu com a ordenança, indiferente ao perigo. Daí lhe resultou a acção de que mais se orgulharia, no CEP."
(Excerto do Elogio)
Manuel Afonso do Paço (Outeiro, Viana do Castelo, 30 de novembro de 1895 - 1968). "Foi tenente-coronel do Exército Português e um dos mais prestigiados arqueólogos portugueses. Nasceu em 30 de Novembro de 1895 na freguesia de Outeiro, Viana do Castelo. Tirou o curso do Liceu em Viana do Castelo e Braga de 1908 a 1915 matriculando-se de seguida no curso de Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Porém, em 15 de Maio de 1917 foi incorporado no exército como Aspirante a Oficial Miliciano. Tomou parte na Batalha do Lys, em 9 de Abril de 1918, pertencendo já ao 4º Grupo de Metralhadoras Pesadas. Foi aprisionado pelo Alemães e libertado em 28 de Dezembro de 1918. Regressou a Portugal em 16 de Janeiro de 1919. De 1919 a 1921 serviu como oficial na Guarda Nacional Republicana tendo sido ajudante de campo do Coronel Francisco António Baptista e do General Ernesto Maria Vieira da Rocha. Foi, em 1925, professor provisório no Colégio Militar (Portugal) passando de seguida por desempenhar funções como Tesoureiro da Inspecção do Serviço Telegráfico Militar. Foi ainda Chefe da Contabilidade do Batalhão de Telegrafistas (Braga). Reformou-se da vida militar como o posto de tenente-coronel."
(Fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

27 agosto, 2018

PAÇO, Afonso do - CASTELO DE ARRAIOLOS. Separata do «Boletim da Junta Distrital de Évora» - N.º 6. Évora, [s.n. - Comp. e imp. na Gráfica Eborense, Évora], 1967. In-4.º (24,5cm) de 5, [3] p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição independente.
Interessante monografia sobre o castelo de Arraiolos e os vestígios arqueológicos nele encontrados.
Ilustrada em extratexto com 1 folha (papel couché) contendo os desenhos das peças descobertas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

15 dezembro, 2016

ATHAYDE, Alfredo - OSSADAS ROMANAS E VISIGÓTICAS. Por... Naturalista do Instituto de Antropologia da Universidade do Porto. Porto, Imprensa Portuguesa, 1948. In-4.º (23cm) de 19, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Trabalho ilustrado com fotogravuras no texto, que descreve com pormenor cinco ossadas humanas recolhidas em escavações arqueológicas efectuadas no distrito de Beja.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

30 janeiro, 2016

SILVA, Joaquim Possidonio Narciso da - NOÇÕES ELEMENTARES DE ARCHEOLOGIA. Obra illustrada com 324 gravuras e uma introducção do Sr. I. de Vilhena Barbosa, Socio Effectivo da Academia Real das Sciencias. Dedicada á memoria do illustre archeologo Mr. A. de Caumont. Por... Architecto da Casa Real, Socio correspondente do Instituto de França, Honorario do Instituto Real dos Architectos Britannicos, da Sociedade Franceza de Archeologia, da Sociedade Central dos Architectos de Paris, correspondente da Academia Real de S. Fernando, fundador do Museu de Archeologia em Lisboa, etc. etc. etc. Lisboa, Lallemant Fréres, 1878. In-4.º (23,5 cm) de [22], V, [1], 314, [4] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Obra de referência sobre os primórdios do estudo da arqueologia em Portugal.
"N'este seculo, em que a civilisação tem caminhado progressivamente nas principaes nações, não podia esquecer por mais tempo um estudo que consiste em investigar o modo como começára a existência da raça humana desde o berço até o seu simultaneo desenvolvimento, não só dos objectos necessarios para a defeza exterior, como em relação aos usos domesticos e habitações: conseguindo-se por este curioso estudo formar juizo seguro ácerca da existencia interior do viver e dos costumes dos primitivos habitantes da terra."
(Excerto do prólogo)
Joaquim Possidónio Narciso da Silva (1806-1896). "Filho de Reinaldo José da Silva e de Maria Luísa Narcisa da Silva, nasceu em Lisboa, em 7 de Maio de 1806, e faleceu na mesma cidade, em 3 de Março de 1896. Foi para o Rio de Janeiro (Brasil), em 1807, acompanhando o pai, que tinha o cargo de Mestre Geral dos Paços Reais. Regressou ao Reino em 1821, tendo estudado em Lisboa com Domingos António de Sequeira, Maurício José do Carmo Sendim e Germano Xavier de Magalhães. Em 1824 foi para Paris, onde frequentou a Escola de Belas Artes. Entre 1828 e 1830 estudou em Roma, voltando posteriormente a Paris, onde esteve ligado a trabalhos como os do Palais Royal e das Tulherias. Regressou a Portugal em 1833, sendo encarregue de adaptar o Convento de São Bento a Parlamento. Ainda nesse ano, publicou um trabalho sobre o ensino da arquitectura no estrangeiro: O que foi e é a architectura, e o que aprendem os architectos fora de Portugal. Lisboa: Imp. Silviana, 1833. Foi autor do projecto do Palácio da Ajuda (1834, publicado em 1866); e do projecto de uns banhos públicos na zona do Passeio Público (1835). Nenhum deles, no entanto, chegou a ser concretizado. Enquanto arquitecto da Casa Real, projectou a remodelação do Paço das Necessidades (1844-1846) e o Paço do Alfeite (anteriormente a 1857). Foi autor de muitos estabelecimentos comerciais, cuja construção se iniciava na Baixa de Lisboa. Trabalhou também na remodelação do Teatro de São Carlos e do Palácio do Manteigueiro. Acabou por se dedicar a tempo inteiro à arqueologia, tendo sido encarregado, por D. Pedro V, em 1858, de proceder a um estudo técnico de monumentos nacionais. Foi um dos fundadores, em 1863, da antiga Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses, posteriormente Associação dos Arqueólogos Portugueses. A Associação foi a responsável, em 1866, pela criação de um museu arqueológico, depois instalado nas ruínas do Convento do Carmo, bem como de um boletim, a partir de 1865. Publicou, em 1869 e 1873, trabalhos sobre a história da arquitectura, e em 1879 e 1887, trabalhos sobre arqueologia. Foi membro de diversas comissões de estudo e classificação de património construído, bem como de diferentes academias e sociedades nacionais e estrangeiras."
(Fonte: digitarq.arquivos.pt)
Encadernação em meia de pele carmim com cantos, e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. rosto. Penúltima página da introdução apresenta alguma (poucas) palavras sublinhadas a caneta.
Raro.
Indisponível

17 abril, 2015

CAPEANS, Rosa - RESUMO DO ESTUDO ARQUEOLÓGICO DAS VIAGENS DE LISBOA A ANGOLA E DE LISBOA À ILHA DE SANTA HELENA, EM NAVIOS DE VELA, BASEADO NA RELATIONE DEL REAME DI CONGO ET DELLE CIRCONVICINE CONTRADE DE DUARTE LOPEZ & FILIPPO PIGAFETTA. Por... Do Instituto Português de Arqueologia, História e Etnologia, Preparadora do Museu Etnológico do Dr. Leite de Vasconcelos. Lisboa, [s.n. - comp. e impresso na Sociedade Nacional de Tipografia, Lisboa], 1938. In-4º (24,5cm) de 9, [3] p. ; [1] mapa desd. ; B.
I Congresso da História da Expansão Portuguesa no Mundo : 1.ª Secção
1.ª edição.
Ilustrada com um mapa desdobrável (23x30cm) da costa ocidental de África. Trata-se da reprodução fotográfica do Mapa e da «Derrota» (Diário de Bordo), que os Irmãos Bertrand, da travessa da Condessa do Rio, em Lisboa, magistralmente gravaram.
"A Relatione del Reame di Congo prova:
1.º - Que no século XVI os Portugueses tinham um perfeito conhecimento de todos os fenómenos do Atlântico do Capricórnio: ventos, calmas, correntes, etc.
2.º - Que até 1578 na viagem de Lisboa a Angola era apenas utilizada a navegação pela costa de África.
3.º - Que em 1578 um piloto português fez a primeira viagem de Lisboa a Angola pelo largo e simultaneamente a viagem de Lisboa à ilha de Santa Helena «por fora» (pelo largo)."
(conclusões do estudo)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação. Capas sujas, Contracapa manchada de humidade.
Invulgar.
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10 abril, 2013

SANTOS, Reynaldo dos – A TORRE DE BELEM : 1514-1520. Estudo histórico e arqueológico. Desenhos de Maria de Lourdes. Coimbra, Imprensa da Universidade, 1922. In-4º (27cm) 131, [3] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
Ilustrado no texto e em separado.
“A tôrre, construída a partir de 1514, estava certamente terminada cêrca de 1519, mas só em 1521, D. Manuel, nomeou o seu primeiro alcaide e capitão-mór – Gaspar de Paiva – irmão do amo do príncipe, herói da Índia sob Afonso de Albuquerque e mais tarde de Mamora, em Marrocos, de cujo desastre conseguiu sair coroado de glória! E é a partir desta nomeação, que o baluarte do Restelo passa a ser designado – Tôrre de S. Vicente a par de Belêm.
Mas não é apenas a época da sua construção e a biografia do mestre que a dirigiu, o que através dos documentos procuraremos precisar; o problema da filiação artística da Tôrre, põe-nos diante dum dos aspectos mais interessantes da arte manuelina – o das suas reminiscências orientais.” (excerto do antelóquio)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sobrecapa apresenta falha de papel, junto ao canto inferior direito. Dedicatória (não do autor) a lápis na folha de guarda. Assinatura de posse na f. anterrosto.
Invulgar.
25€

23 maio, 2012

CORRÊA, Eugénio / MONTEZ, Paulino - VALORES DE PORTUGAL : Registo de Imóveis de Interesse Histórico, Artístico ou Pitoresco e de Obras Naturais. CONCELHO DE VISEU : Massa de Rochas e Penedos [e Estradas, Pontes e outras Obras atribuídas aos Romanos]. Lisboa, Ministério das Obras Públicas, [196-]. 2 vol. in-fólio (32x42) de 226, [9] p. e 182, [11] p. ; mto il. ; B.
Obra luxuosa de dimensões generosas, impressa em papel couché, profusamente ilustrada com fotografias a p.b. e cores.
É tudo quanto foi publicado, de 8 vol. inicialmente previstos.
“Registam-se, nesta publicação, e noutras similares, os mais diversos valores encontrados no País, em zonas urbanas e rurais. São obras de interesse histórico, de interesse artístico ou de interesse pitoresco; obras de carácter popular ou erudito, […] antigas estradas, pontes e poldras; e obras naturais (penedos ou massas rochosas, notáveis pelo seu aspecto e volume, árvores de grande porte e trechos de paisagem).” (excerto da introdução, comum aos 2 vol.) Exemplares brochados em bom estado de conservação.
Invulgar.
60€

28 abril, 2012

FONTES, Joaquim - O HOMEM FÓSSIL EM PORTUGAL. Por... Assistente da Universidade de Lisboa. Lisboa, Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1923. In-8.º (20,5 cm) de [4], 91, [1] p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B. Colecção Natura
1.ª edição independente.
Extraído do Jornal de Sciências Naturais, Volume II, 1922.
Ilustrado no texto com desenhos de utensílios pré-históricos.
Contém f. desdobrável assinalando disposição de esqueletos postos a descoberto em escavação arqueológica.
"Ainda hoje se não sabe  quando apareceu o Homem, ou o seu imediato antecessor, à superfície do globo. Arqueólogos bem notáveis teem recuado essa origem até o período terciário, sem que os documentos recolhidos possam todavia autenticar tão longínqua antiguidade. Essa questão tem dado origem a múltiplas discussões, e a sua bibliografia  é já hoje extensíssima. [...] O nosso objectivo visa só o estudo do Homem fóssil português."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
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11 fevereiro, 2012

ALFAMA : Relatório da Comissão Executiva da valorização e conservação do carácter tradicional e secular do bairro de Alfama de 1963. Lisboa, [s.n.], 1964. In4º (27,5cm) de 15 p. ; il. ; B.
Edição ilustrada com desenhos e fotografias a p.b., totalmente impressa em papel couché.
"Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa: Ao apresentarmos a V. Ex.a o relatório dos trabalhos realizados durante o ano de 1963, no bairro de Alfama, no prosseguimento da tarefa que nos impusemos de o valorizar nos seus aspectos perspécticos, panorâmicos, salubres e arquitectónicos, não podemos esquecer, de que se trata de uma bairro duramente atingido pelo terramoto de 1755..." (excerto do texto)
Bom exemplar.
Invulgar.
10€

25 setembro, 2011

BONANÇA, João - HISTORIA DA LUZITANIA E DA IBERIA : Desde os Tempos Primitivos ao Estabeleciemnto Definitivo do Dominio Romano : Parte Fundada em Documentos atá ao Presente Indecifraveis : Obra illustrada de muitas gravuras de plantas e animaes das eras geologicas dos primeiros productos da industria humana e das primitivas moedas hispanicas; dos duzentos caracteres do alphabeto luziberico e de um amplo mappa geographico da Hispanha antiga contendo consideravel numero de povoações mais do que as inscriptas nos mappas até agora publicados e do que as mencionadas pelos antigos escriptores : por... Volume I [e único]. Lisboa, Imprensa Nacional [na capa] ; Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia, 1891 [na capa] [no verso do rosto vem assinalado 1887]. In-4º (28cm) de 900, [5] p. il. ; il. ; E.
"João Bonança (1836-1924), foi um jornalista, escritor e político. Personagem controverso, foi padre, mas afastou-se da Igreja em 1870. Tornou-se jornalista e entrou na política. Participou em vários movimentos nacionais, entre eles na corrente para abolir a pena de morte e para a introdução do código civil. Escreveu sobre religião e sobre mudanças sociais. Ajudou a fundar o jornal “O Trabalho”. Era amigo de Antero de Quental e de Teófilo Braga, entre outros nomes da geração de 70. Em 1911, forma o partido político "Integridade Republicana", tendo-se candidatado à Presidência da Repúnlica, embora sem resultado."
Belíssima encadernação contemporânea inteira de pele com cercadura a ouro nas pastas e dourados na lombada; conserva as capas originais; a assinalar um pequeno restauro de amador no pé da capa anterior e uma assinatura de posse no anterrosto, em tudo o mais, estamos em presença de um excelente exemplar.
Invulgar.
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30 julho, 2011

REIS, Ricardo Simões dos - HISTORIA, ARCHEOLOGIA E CRITICA LITTERARIA. [O FORAL DE PENELLA]. Coimbra, Imprensa Academica, 1887. In-4.º (24,5cm) 16 p. ; B.
1.ª edição.
Documento antigo, de grande significado histórico, onde o autor contraria a tese de Alexandre Herculano, propondo-se esclarecer a atribuição do foral a Penela por Fernando Magno no século XI - seria a «Penela» do distrito de Viseu ou do distrito de Coimbra?...
1.º (e único) número publicado.
Exemplar em bom estado de conservação, apresenta no entanto, alguns sinais de antiguidade; a assinalar, uma mancha de humidade no pé da página do lado direito do opúsculo que acompanha toda a obra, sem contudo afectar o texto.
Encadernado com capas flexíveis com relevo entrançado a branco e a ouro; conserva as guardas originais.
Invulgar.
Com grande interesse histórico e regional.
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