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20 junho, 2014

COSTA, D. Antonio da - A INSTRUCÇÃO NACIONAL. Lisboa, Imprensa Nacional, 1870. In-8.º (19,5cm) de [4], 300 p. ; E.
1.ª edição.
Muito valorizada pela dedicatória manuscrita do autor ao escritor e advogado Adriano Antero de Sousa Pinto.
"Livre por natureza, o homem carece de uma instrucção que lhe desenvolva o espirito, de uma educação que lhe forme a alma, e de um trabalho que lhe seja vida, como encargo que a providencia lh impoz e como titulo de gloria com que lhe ennobrece o encargo. Ensino, educação, trabalho, estas tres instituições constituem a instrucção de todos, a instrucção nacional, e nas mãos da instrucção nacional está a vida da nação, como nas da instrucção universal está a existencia da humanidade."
(excerto da Parte I, Instrucção e Educação)
Matérias:
Parte I - Instrucção e Educação
I - A instrucção primaria. II - A educação.
Parte II - Organização e dotação da Instrucção Primaria
I - Organisação da instrucção primaria nas nações civilisadas. II - Organização portugueza da instrucção primaria. III - Reforma que se deve fazer na organização do ensino primario. IV - A grande questão da inspecção. V - A luz do futuro.
Parte III - O Alumno
I - Sudario. II - A educação da mulher. III - A Escola. IV - A educação physica. V - Organisação litteraria da escola. VI - As bibliothecas populares.
Parte IV - O Magisterio
I - A situação do professor. II - As escolas normaes. III - Entreguemos á mulher a instrucção primaria do sexo masculino.
Conclusão.
Notas. 
António da Costa de Sousa Macedo (1824-1892), "de seu nome completo, era nobre por nascimento como filho do conde de Mesquitela, tendo sido um alto funcionário administrativo, deputado e, no seguimento do seu particular interesse pelas questões educativas, o primeiro titular do Ministério da Instrução Pública, criado em 1870, lugar onde desencadeou uma série de importantes reformas. Humanista ilustrado, foi um escritor prolixo, muito apreciado pelos seus contemporâneos, contando-se entre as suas obras O Casamento Civil (1865), Necessidade de um Ministério de Instrução Pública (1868), A Instrução Nacional (1870), História da Instrução Popular desde a Fundação da Monarquia até aos Nossos Dias (1871) e No Minho (1874)."
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Aparado. Lombada algo desgastada nas extremidades.
Muito invulgar.
25€

19 fevereiro, 2012

COSTA, D. Antonio da - NO MINHO. Por… Lisboa, Imprensa Nacional, 1874. In-8.º (20cm) de [6], 310, [4] p. ; B.
1.ª edição.
António da Costa de Sousa de Macedo (1824-1892), natural de Lisboa, foi um escritor e político português. Fez os seus estudos secundários num dos mais conceituados colégios lisboetas da época e formou-se bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra. Em 1851 iniciou a carreira administrativa, tendo sido nomeado secretário-geral do distrito de Leiria e foi nessa função que iniciou a sua grandiosa obra na área da educação, fundando o Centro Promotor de Instrução Popular. Em 1870, quando em 15 de Maio se deu o movimento revolucionário promovido pelo marechal Saldanha, e se formou o ministério, presidido por ele, o qual ficou conhecido pelo nome de ministério dos cem dias, D. António da Costa foi chamado para gerir a pasta da marinha, e decretada em 22 de Junho desse ano a criação do ministério da instrução pública, foi D. António da Costa feito titular dessa pasta, com aplauso de todo o país, que reconhecia a especial e excepcional competência do novo ministro. Foi deputado às cortes e publicou várias obras em prosa e em verso, e escreveu vários artigos especializados nas áreas administrativa e jurídica.”
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação; capa suja, com falha de papel no canto inferior direito; ausência da capa posterior.
Muito invulgar.
Indisponível