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28 julho, 2020

GRAINHA, Prof. M. Borges - HISTORIA DO COLÉGIO DE CAMPOLIDE DA COMPANHIA DE JESUS : escrita em latim pelos padres do mesmo colégio onde foi encontrado o manuscrito. Traduzida e prefaciada pelo Prof. M. Borges Grainha e mandada publicar pela Comissão Parlamentar nomeada pela Câmara dos Deputados da República Portuguesa para proceder ao exame dos papéis dos Jesuítas. Coímbra, Imprensa da Universidade, 1913. In-4.º (23,5 cm) de  LXXVI, 148 p. ; il. ; B.
Importante monografia sobre o Colégio de Campolide.
Livro ilustrado com estampas extratexto que reproduzem membros da Companhia, vistas do interior e exterior do Colégio, documentos fac-símile, etc.
Índice:
Esclarecimentos preliminares para a exacta compreensão desta história. | I – Porque se publica em primeiro logar a História do Colégio de Campolide. II – O documento em si e o seu valor histórico e literário. III – O Fundador do Colégio de Campolide e os motivos da sua misteriosa vida jesuítica. IV – Colégios para pobres transformados em colégios para ricos e relutância dos jesuítas em gastar dinheiro com o ensino de crianças pobres. V – Antipatriotismos dos jesuítas portugueses. Algumas das suas casas colocadas sob nomes de estrangeiros e resultados pitorescos e aflitivos dessa manigância. VI – Os jesuítas para se restabelecerem em Portugal foram auxiliados pela família rial, pelo alto clero, pelos chefes políticos, pelos altos funcionários, e pela aristocracia e burguesia afidalgada. VII – Engrandecimento material do Colégio de Campolide com o dinheiro das beatas, dos amigos e dos alunos. VIII – Instrução e educação dos alunos de Campolide e dos outros colégios jesuíticos, deficiência do ensino e fanatismo religioso e monárquico da educação. IX – Influência religiosa, social e política dos padres de Campolide. As Festas e as Congregações dos antigos alunos. Exercícios ao Clero. O Partido Nacionalista e as lutas eleitorais.
História do Colégio de Campolide. [Tradução da história do Colégio de Campolide em 2 capítulos introdutórios, seguidos de outros 44, por ordem cronológica, que compreende o período da sua história entre 1854 e Agosto de 1909].
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa apresenta falha de papel nos cantos, e rasgão (sem perda de papel) na capa posterior.
Invulgar.
Com interesse histórico.
15€

12 julho, 2020

GRAINHA, M. Borges - A ACÇÃO DA MAÇ.∙. PORTUGUESA. Relator... Congresso Maç.∙. Nacional : Porto, Maio de 1914. These IV. Lisboa, Tipographia Bayard, 1913. In-8.º (21,5 cm) de 11, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Tese apresentada ao Congresso Maçónico por Manuel Borges Graínha, conhecido professor, republicano e maçon, acérrimo militante anti-clerical.
No presente trabalho, discorre sobre a acção da Maçonaria no passado e, numa conjuntura política favorável, após o advento da República, aponta o caminho para o futuro.
"O espirito da Maçonaria é o espirito da libertação, da solidariedade e do aperfeiçoamento social da humanidade.
Fazer que êste espirito influa na vida dos povos tem sido a sua acção no passado e deve sel-o também no futuro.

Em cada país, porém,a acção maçónica reveste formas diferentes na actividade que efectua para insuflar na sociedade êsse espirito de emancipação e solidariedade, pois diferentes são também os meios em que ela se exerce sob o influxo de elementos etnológicos e climatológicos diversos."
(Excerto de A acção da Maç.∙. Portuguesa)
Matérias:

A acção da Maç.∙. Portuguesa. | Qual foi a acção maçónica no passado da vida social portuguesa? 1.º Liberdade Religiosa; 2.º Liberdade Política; 3.º Libertação e aperfeiçoamento intelectual, moral e material. | Qual deve ser a acção maçónica no futuro da vida social portuguesa? 1.º Liberdade Religiosa; 2.º Liberdade Política; 3.º Libertação e aperfeiçoamento intelectual, moral e material. | Conclusões.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Ligeiramente "enrugado" à cabeça por acção da humidade. Capa manchada.
Muito raro.
Com interesse histórico e maçónico.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Peça de colecção.
Indisponível

04 maio, 2012

GRAINHA, Manuel Borges - HISTÓRIA DA FRANCO-MAÇONARIA EM PORTUGAL : 1733-1912. Por... Professor do Lyceu Passos Manuel em Lisboa. (Contendo informações importantes sobre o Carbonarismo, Ordem de S. Miguel da Ala, a Formação do Partido Republicano Português, o Restabelecimento das Congregações Religiosas e sua Expulsão recente). Prefácio e notas de António Carlos Carvalho. Lisboa, Editorial Vega, 1976. In-8.º (20,5 cm) de 206, [2] p. ; B. Colecção: Janus. Série: História, 3
Obra de referência sobre a história da Maçonaria.
"A História da Franco-Maçonaria em Portugal, de M. Borges Grainha (1862-1925), foi publicada pela primeira vez em 1912. O seu sucesso foi de tal ordem que logo conheceu nova edição em 1914. A razão entende-se facilmente na medida em que ela corresponde a uma tentativa de historiar, tão completamente quanto possível, a Maçonaria em Portugal, desde o seu início no século XVIII, no período compreendido entre 1733 e 1912, e é publicada numa época agitada, pouco depois da implantação da República, no quadro dos conflitos que decorrem desse evento, entre a Maçonaria e a Igreja, em Portugal como noutros países. Outro aspecto relevante que Borges Grainha salientou enquanto membro do Grande Oriente Unido em 1914, e está patente nesta obra, é o de que "o espírito da Maçonaria é o espírito da libertação, da solidariedade e do aperfeiçoamento social e humano". Extinta pelo Estado Novo em 1935, ano em que Salazar decretou a proibição de todas as sociedades secretas, a Maçonaria recolheu a uma espécie de clandestinidade, nunca deixando de existir apesar da forte repressão que abatia sobre ela."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

23 fevereiro, 2012

GRAINHA, Manoel Borges - OS JESUITAS E AS CONGREGAÇÕES RELIGIOSAS EM PORTUGAL NOS ULTIMOS TRINTA ANNOS. A proposito do Caso das Trinas. Por... Porto, Typ. da Empreza Litteraria e Typographica, 1891. In-8.º (18,5cm) de 374, II p. ; [1] f. desd. fac-sim. ; B.
1.ª edição.
Manuel Borges Grainha (1862-1925). "Erudito professor e notável propagandista do livre-pensamento. Estudou num colégio jesuíta e foi membro desta ordem de 1877 a 1886. A partir de 1886 afastou-se da vida religiosa e frequentou o Curso Superior de Letras, em Lisboa, que concluiu em 1899, iniciando uma carreira de docente de línguas latinas, em diversas escolas particulares e liceus públicos.
Após a implantação da República foi incumbido pelo ministro Afonso Costa de dirigir e organizar o extinto Museu das Congregações Religiosas que funcionava em anexo ao também extinto Museu Histórico da Revolução do 5 de Outubro. Foi um dos republicanos mais activos no combate ao clero português, publicando, entre outros, os seguintes trabalhos: Os Jesuítas e as Congregações Religiosas em Portugal nos últimos trinta anos. A propósito do Caso das Trinas (1891); O Portugal Jesuíta (1893)."
(Fonte: centenariorepublica.cm-lisboa.pt)  
Exemplar desconjuntado, com as capas cansadas apresentando falhas de papel; miolo em bom estado.
Invulgar.
Indisponível