Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do Autor.
18 maio, 2026
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do Autor.
20 dezembro, 2024
09 abril, 2024
1.ª edição.
"Quando em 1916 o Govêrno Português resolveu tomar parte na Grande Guerra, no front dos aliados, em França, as tropas de Sapadores de Caminhos de Ferro eram representadas, na nossa arma de engenharia, por uma Companhia, aquartelada então na cidadela de Cascais.
Passado algum tempo, pelos fins daquele ano, era recebida uma requisição da nossa antiga aliada que pedia o envio para França, fazendo parte do contingente português em mobilização, de um Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro a 4 Companhias.
Em satisfação daquele pedido foi ordenada a mobilização daquele Batalhão, tomando como base a Companhia já existente.
Alargaram-se os quadros, desdobraram-se as unidades, as secções passaram a Companhias, e tudo se preparou para receber os reforços que vieram completar o efectivo de guerra do Batalhão.
Nesse efectivo contavam-se todas as praças do activo e licenciadas da antiga Companhia, atingindo até à classe de 1914, e ainda os importantes contingentes das Brigadas de Caminhos de Ferro, que para o Batalhão foram então transferidos.
Chamaram-se também ao serviço todos os oficiais milicianos licenciados e foram nomeados alguns oficiais do activo para o comando das novas Companhias e para subalternos das mesmas Companhias.
Com todos êstes elementos se formou assim o Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro, que nos primeiros meses de 1917 embarcou para França e que, chegado ali, foi desde logo empregado nos trabalhos da sua especialidade, nas zonas de 1.ª linha, e sob a acção do fogo do inimigo.
Da forma como todos se desempenharam da sua missão, podem atestar bem alto todos os honrosos diplomas que constituem o Livro de Ouro do Batalhão, e nos quais se encontram os mais lisongeiros louvores e as mais apreciadas distinções que lhe foram conferidas pelas autoridades militares portuguezas e aliadas.
Sem esmorecimentos que lhe diminuissem a sua capacidade de trabalho, e sem desvios que lhe empanassem o brilho do seu nome, o Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro soube cumprir o seu dever por forma a que a sua acção concorresse para o lustre e bom conceito do exército português a que sempre se honrou de pertencer.
Essa acção decorreu quási sempre longe da zona do C. E. P., e portanto completamente destacada no meio das tropas dos nossos aliados britânicos.
Tal facto ainda mais lhe impunha o dever de manter uma impecável correcção no proceder, e uma inabalável coragem em actuar.
Assim se fez, e isso representa para todos nós, os que pertencemos ao Portuguese Railway Battalion, como os ingleses nos denominaram, a mais suprema consolação a que podia aspirar o nosso espírito de soldados e o nosso coração de portuguezes."
(Excerto do Prefácio)
Índice: 1.ª Parte: Prefácio. Explicação aos leitores. I - Mobilização e primeiras horas de embarque. II - Embarque - Viagem para França - Chegada a Brest. III - A caminho da zona de guerra; nos campos de batalha. IV - O 21 de Março - O 9 de Abril de 1918, e suas conseqüências. 2.ª Parte: I - Razões da entrada de Portugal na Guerra Europeia. II - Em plena guerra funda-se no Batalhão uma Banda de Música. III - Momentos de ócio e diversos motivos oriundos da guerra. IV - O armistício e o regresso à Pátria.
Pedro de Freitas (1894-1987). Natural de Loulé. "Escritor, jornalista e musicógrafo. Em 1916 era ferroviário, guarda-freio dos comboios e, no ano seguinte, parte para a guerra, em França. Aí narra um dos episódios de guerra numa carta que alguns meses mais tarde acaba por ser publicada num jornal. Fez toda a Campanha em França como membro do Corpo Expedicionário Português, integrando o Batalhão de Sapadores de Caminhos-de-Ferro. Todos os acontecimentos vividos a partir do momento do desembarque na Flandres seriam rigorosamente apontados por Pedro de Freitas e estão presentes no seu livro “As Minhas Recordações da Grande Guerra”, um livro que constitui “um manancial de descrições, informações e sentimentos de carácter pessoal, baseado nas experiências concretas vividas por Pedro de Freitas durante a Primeira Grande Guerra Mundial”. “Este livro apresentou detalhe histórico e coerência relativamente às datas dos eventos presenciados por Pedro de Freitas. Nesse sentido, o autor conferiu alguma ênfase na evolução das batalhas do dia 21 de março e do 9 de abril de 1918. Pelo realismo e sentimentalismo expresso no mesmo foi possível reajustar uma interpenetração entre a visão particular do interlocutor da história com uma análise histórica mais distanciada e, por isso mesmo, mais crítica dos acontecimentos”, refere Susana Barrote, na sua tese “Pedro de Freitas: A vida e a obra de um escritor e musicógrafo nacionalista”.
(Fonte: http://www.avozdoalgarve.pt/detalhe.php?id=4058)
Raúl Augusto Esteves (1878-1955). Natural de Lisboa. "Igualmente conhecido como General Raul Augusto Esteves OTE • MSVM • ComC • GCA • MPBS • MOBS • MPCE • MOCE. Foi um engenheiro, militar e ferroviário português. Foi Comandante no Regimento de Sapadores dos Caminhos de Ferro, que entrou em acção na Flandres, durante a Primeira Guerra Mundial. Promovido, a major, em 1918, regressou a Portugal no dia 1 de Maio de 1919; neste ano, foi promovido a tenente-coronel para o grupo de Caminhos de Ferro, e comandante do Batalhão."
(Fonte: Wikipédia)
Encadernação em meia de pele com cantos e ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
15 novembro, 2023
FREITAS, Pedro de - MEMÓRIAS DUM FERROVIÁRIO (revisor de bilhetes). Descrição
de 40 anos vividos em combóios: sugestiva lição de vida social,
ferroviária, sexual, educativa, profissional, psicológica, etc. Montijo, [Edição do Autor], 1954. In-8.º (19,5 cm) de 262, [2] p. ; il. ; B.1.ª edição.
Capa de Amílcar Mota (Barreiro).
Interessante e curiosíssima colecção de crónicas de experiências do autor, funcionário da CP, antigo combatente na Grande Guerra, ao longo de quatro décadas de actividade na empresa.
Contém dados estatísticos da época, logísticos e humanos, importantes para a compreensão da história e dimensão da empresa.
"Às voltas com as calamidades da guerra, um dia, nos campos de batalha da Flandres, em França, leio no jornal O Século, estar aberto concurso para revisores de bilhetes nos caminhos de ferro do Estado, direcção do Sul e Sueste.
Longe da Pátria e da família, suportava eu bem duramente os amargos efeitos da monstruosa guerra. Ao ler no jornal essa notícia, foi duplo o meu sofrimento moral por verificar que, sendo eu um ferroviário com direito à notificação do dito concurso, pelas vias competentes, se não fora a coincidência da leitura, para ali ficaria votado ao esquecimento.
Em missão oficial no estrangeiro, envergando uma farda que era a honra do meu país, não era de admitir que por essa circunstância melindrosa da minha vida de soldado eu fosse compelido a prejudicar os meus interesses e a comprometer o meu futuro.
Mas a providência é grande. E o acaso fez que eu visse nesse dia o jornal que deu, à minha alma, tão grande consolação.
Não deixo perder o momento de atingir o que mais ambicionava na minha profissão e, em requerimento feito em papel de campanha, pelas vias competentes do Corpo Expedicionário Português - C. E. P. - envio à Direcção dos caminhos de ferro esse documento.
E desde então ainda mais se me aviva o desejo de voltar aos ares pátrios, à vida dos combóios, ao seio da minha classe. Mas a maldita guerra parecia ser infinita, nunca mais acabaria...
Porém, ela - como de resto tudo no Mundo tem seus dias contados - um dia acabou.
Não foi operação imediata o meu regresso à vida da Pátria; só seis meses passados após o termo das hostilidades, eu piso as terras benditas do meu velho Portugal.
Alegria nos corações libertos de tantos e tantos pesadelos; alegria nos lares, nos amigos, nas coisas nossas conhecidas e estimadas e, após arrumação de vários assuntos inadiáveis, eu apresso-me a saber do resultado do meu requerimento para o concurso de revisor.
Por intermédio do Ministério da Guerra, e com alguns pareceres e muitos carimbos extravagantes, esse desconhecido papel de campanha, que me custara meio franco, entrara, para os devidos efeitos, na repartição competente. Mas seria eu admitido?!... - eis a grande interrogação.
As vagas eram largamente disputadas; os pretendentes são muitos e as «cunhas» apertadas. A minha qualidade de combatente parece servir de alguma consideração e, na devida altura, eu sou admitido ao concurso."
(Excerto do Cap. XIII, Revisor de bilhetes)
Índice:
Ex-Libris. Abertura. Primeira Parte - Cemitério ferroviário: I - A angústia dum capataz em manobras. II - O funeral da carruagem-salão. III - O carril. IV - A locomotiva. V - A oficina, o telégrafo e a sinalização. VI - O barco a vapor e a via fluvial. VII - A estação. VIII - O bilhete. IX - O salão de primeira classe - n.º 61- Segunda Parte - Vida profissional e suas vicissitudes: X - O princípio de uma vida. XI - Na vida dos combóios (guarda-freio e condutor). XII - Movimentos sociais da classe - Dois comandantes frente a frente. XIII - Revisor de bilhetes. Terceira Parte - Vida ferroviária: XIV - Revisor e fiscal (Alta escola de ensinamentos psicológicos e sociais). XV - Humorismo ferroviário. XVI - Na vida burocrática do caminho de ferro, os papéis é que mandam. Quarta Parte - No campo da reforma: XVII - O último combóio. XVIII - Retalhos duma vida. XIX - A vala dos «mortos-vivos». Nota final.
(Fonte: http://www.avozdoalgarve.pt/detalhe.php?id=4058)
Muito invulgar.
30€
17 fevereiro, 2023
1.ª edição.
Esta edição da C. P. - para a juventude - que comemora o primeiro centenário do Caminho de Ferro em Portugal [1856-1956], apresenta em separata «O jogo do comboio».
Obra procurada. Livro belíssimo, de grande esmero e apuro gráfico, impresso em papel encorpado de superior qualidade. Ilustrado na páginas do texto com desenhos a cores da autoria de Fernando Bento (1910-1996), que também assina a sobrecapa.
Inclui desdobrável: «O jogo do comboio» (38,5x50 cm).
(Fonte: wook)
Encadernação editorial cartonada, com título e desenho de comboio em verde na capa, revestido de sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Sobrecapa apresenta pequeno corte à cabeça.
13 abril, 2022
21 novembro, 2021
03 outubro, 2021
SCHWALBACH, Luís - A GEOGRAFIA DA CIRCULAÇÃO E OS AGREGADOS HUMANOS - O ENTRONCAMENTO. [Por]... Professor da Universidade de Lisboa. Separata da Revista da Faculdade de Letras, tomo XII. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso nas Grande Oficinas Gráficas "Minerva" de Gaspar Pinto de Sousa, Suc.es Ld.ª - Vila Nova de Famalicão], 1946. In-4.º (24 cm) de 14, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Importante trabalho sobre a cidade do Entroncamento, cujo estabelecimento e progresso se deve à sua localização estratégica ferroviária.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
Opúsculo com interesse histórico e sociológico, publicado no ano seguinte à elevação do Entroncamento a vila (1945). Ilustrado ao longo do texto com mapas e fotogravuras a p.b.
"Concelho criado pelo decreto-lei n.º 35:184, de 24/11/1945, com parte das freguesias de Atalaia, do concelho de Vila Nova da Barquinha, e de Santiago, do concelho de Torres Novas.
O Entroncamento deve o seu nome ao facto de aí se entroncarem duas linhas de caminho-de-ferro: Linha do Norte (que liga Lisboa ao Porto), e a Linha da Beira Baixa (que liga o Entroncamento à Guarda). O que antes era um espaço ermo desenvolveu-se, em grande medida, devido à passagem do comboio. Dessa forma, o Entroncamento acabou por se tornar uma freguesia autónoma, sendo desanexada de Torres Novas e Vila Nova da Barquinha em 25 de agosto de 1926.
Posteriormente, a 24 de novembro de 1945, devido ao continuado progresso aí verificado, a sua sede foi elevada à categoria de vila tornando-se, ao mesmo tempo sede de município independente, tendo mais tarde sido elevada à condição de cidade (em 20 de junho de 1991)."
(Fonte wikipédia)
Relativamente a esta obra, com a devida vénia a Carlos Barbosa Ferreira, transcrevemos parte de um post por si publicado no blogue 3º frt. do pinhal da lameira, cujo link infra indicamos:
"A Geografia da Circulação e os Agregados Humanos. O Entroncamento, de Luís Schwalbach, publicada como separata da Revista da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tomo XII, em 1946, é o primeiro estudo académico que conhecemos sobre o Entroncamento.
O trabalho divide-se em duas partes. A primeira faz uma abordagem teórica e descritiva à geografia da circulação, abordando os diferentes meios de transporte e o modo como eles influíram na mobilidade, na distribuição da população e na paisagem. A segunda parte faz uma abordagem ao Entroncamento, que ao surgir e crescer com o caminho de ferro, constituiu um exemplo perfeito da teoria inicial.
No que a nós mais nos interessa, descreve o território, físico e administrativo, a sua evolução demográfica e urbana e o papel de interface na conjugação do transporte ferroviário com o rodoviário.
Justifica, com o seu rápido crescimento, a classificação como vila, a formação do concelho e a previsível ascensão a cidade.
A Geografia da Circulação e os Agregados Humanos. O Entroncamento, de Luís Schwalbach, é um clássico..."
(Fonte: https://pinhallameira.blogspot.com/2013/05/)
"Quando em 1862 começou a exploração do troço da linha de Leste compreendido entre a Ribeira de Santarém e Abrantes, a via férrea servia um lugarejo denominado Ponte da Pedra, a cerca de légua e meia de Torres Novas. De acordo com a opinião expressa por vários engenheiros ao serviço da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses ficou resolvido efectuar o enlace entre essa linha e a do Norte junto àquele local, tendo sido escolhida uma faixa de terreno a Oeste da Ribeira da Ponte da Pedra; apareceram desde logo os primeiros edifícios relacionados com a vida ferroviária (gare, oficinas, habitações para funcionários da Companhia, etc.) e o minúsculo povoado tornou-se conhecido por um vocábulo que correspondia ao motivo fundamental da sua origem: o Entroncamento. Não demorou também a construção de casas de hóspedes e de pequenas lojas, esboçando-se assim o que em 1926 deveria representar o núcleo de uma nova freguesia do concelho de Vila Nova da Barquinha (comarca da Golegã). [...]
Dado o valor estratégico do Entroncamento - ligação entre a linha do Norte, com as suas derivantes, e as linhas de Leste (ramal de Cáceres) e da Beira Baixa - o Ministério da Guerra fixou aí ou nas suas proximidades a sede de bastantes serviços (batalhão de Sapadores dos Caminhos de Ferro, esquadrão de Cavalaria Motorizada, sucursal da Manutenção Militar, secção do Depósito Geral de Medicamentos Sanitários e de Hospitalização e Posto Fiscal), o que naturalmente ocasionou um decidido acréscimo na actividade da povoação."
(Excerto de O Entroncamento)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
A BNP dispõe de apenas um exemplar no seu acervo.
25€
09 julho, 2017
1.ª edição independente.
Interessante interpretação histórica e militar da utilização dos caminhos de ferro em tempo de guerra. O autor baseia-se nos ensinamentos da Grande Guerra para perspectivar uma guerra futura.
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Antes da guerra mundial de 1914-1918, não se compreendeu tôda a transcendência que viria a ter êste maravilhoso instrumento de transporte no campo militar, chegando a afirmar-se que um exército avançaria mais ràpidamente por estrada que por via férrea. [...]
É, porém, na guerra mundial de 1914-1918 que os caminhos de ferro revelam todo o seu valor; o seu rendimento foi formidável e, sobretudo no campo da estratégia, o seu emprêgo ultrapassou os limites que se atribuiam à sua potência.
É um facto bem conhecido que os países europeus envolvidos no conflito rivalizaram por todos os meios em levar a cabo a concentração das suas fôrças no menor número de horas possível e que em particular a França e a Alemanha procuraram competir uma com a outra a êste respeito. [...]
O êxito inicial contra Verdun foi possível porque esta praça estava ligada ao interior da França apenas por uma linha férrea; porém, reparada tal deficiência e dotada amplamente a fortaleza de novas linhas, foi possível conter o tremendo embate e mudar a situação: - 90 divisões, mais de 1.500.00 homens - foram transportados por 3.592 trens. [...]
Lancemos agora a vista para a guerra de posição.
Logo veremos que tanto os alemães como os franceses, ao mesmo tempo que consolidam as suas posições de primeira linha, reconstroem as vias férreas do tempo de paz e ampliam-nas, construindo 4 ou 5 linhas paralelas à zona das posições pelas quais transportam ràpidamente grandes contingentes de tropas que vão reforçar convenientemente os pontos ou zonas atacados.
No mês de Setembro de 1915, nos ataques a Artois e de Champagne, as fôrças defensoras recebem em dez dias 4 a 6 divisões de refôrço. No mês de Julho de 1916, na defesa do Somme, no mesmo número de dias, acodem 7 divisões e os reforços totais exigem 6.768 combóios.
Mas o esfôrço principal faz-se em 1918. Para socorrer os ingleses assaltados em 21 de Março, os franceses põem em circulação, durante os últimos dias do mês, 1.376 trens de tropas combatentes, correspondendo 172 ao dia mais sobrecarregado."
(excerto da Lição)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
11 janeiro, 2017
1.ª edição.
Muito ilustrada com fotografias a p.b. de composições ferroviárias de diferentes épocas, tabelas, gráficos e desenhos esquemáticos.
"Este livro inclui uma nota biográfica de Francisco Almeida e Castro bem como o discurso de homenagem proferido pelo Eng. Consiglieri Pedroso e reúne adicionalmente um conjunto de comunicações apresentadas no dia 19 de Junho de 2009 durante a Sessão de Homenagem que teve lugar, no Instituto Superior Técnico, a Escola onde se licenciou em Engenharia Mecânica e desenvolveu de forma marcante a sua actividade docente nas áreas de Motores Térmicos e Turbinas, Energia nos Transportes e Tecnologia dos Transportes. Os temas aqui abordados projectam para o futuro um presente construído numa história que o Prof. Almeida e Castro em muitos aspectos protagonizou numa carreira onde, percorrendo todos os graus da hierarquia técnica, se afirmou como uma referência."
(apresentação)
Índice:
Prefácio. - Nota Biográfica do Prof. Francisco de Almeida e Castro, por Dr. Gilberto Gomes. - Francisco de Almeida e Castro. Justa Homenagem, por Eng. José Manuel Consiglieri Pedroso. - Os Primeiros passos da Tracção Diesel em Portugal e na Europa, por Eng. Carlos Hormigo Vicente. - Motores de Combustão Interna : Alguns Princípios de Funcionamento e Desafios a Vencer, por Prof. José M. C. Mendes Lopes. - Ligação Universidade Indústria, Uma Experiência numa Estratégia de Engenharia e Desenvolvimento de Produto, por Eng. Manuel Cruz. - Apectos Críticos no Projecto de Vias Férreas de Alta Velocidade, por Prof. Raimundo Delgado e Rui Calçada.
Encadernação editorial a duas cores.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse para a história dos Caminhos de Ferro.
Indisponível
20 março, 2012
CORRÊA, António Vasconcelos – CAMINHOS DE FERRO. Conferência realizada a 25 de Junho de 1928 na Liga Naval pelo Engenheiro… Lisboa, Tipografia da Sociedade Gráfica Editorial, 1930. In-8º grd. (23,5cm) de 58, [2] p. ; il. ; B.15€































