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30 março, 2021

DAVID MAGNO. O «Muta-Ua 'Nguzu» da ocupação de Caculo Caenda (Capital dos Dembos). Herói de Les Lobes (Flandres) - Memória Biográfica. [S.l.], [s.n. - Comp., Imp. e Encadernação das Ofic. Gráf. de «O Comércio do Porto»], [1960]. In-4.º (23 cm) de 51, [1] p. ; il. ; E.
1.ª edição.
Memória biográfica do cap. David Magno ilustrada com episódios do seu brilhante percurso militar, quer em África, onde esteve destacado, quer na Flandres - integrado nas forças do C. E. P.
Tiragem: 700 exemplares.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa do filho do autor - Júlio Gonçalves Magno - ao Coronel França Dória.
Bonita edição, impressa sobre papel couché, ilustrada com fotogravuras ao longo do texto.
"Os Dembos eram territórios da maior responsabilidade nas Colónias. Como os do Cuamato, regiam-se por diploma especial. Paiva Couceiro, confiando ao valor de David Magno, já demonstrado no «raid» do Zenza (1908), o Comando Militar de Lombije (Dembos Orientais) em circunstâncias tão difíceis, não podia cometer-lhe a missão de tomar Caculo Caenda, aliás, com cujo potentado ninguém se atrevera ainda. Os concelhos dos peritos colinais, como as notícias respeitantes à animosidade e insubmissão do gentio, eram desoladoras. A banza de Caculo Caenda seria inexpugnável para uma força inferior à estimativa de 200 homens bem armados... O Comandante Militar de Lombije não deveria arriscar-se a tal, deixando semelhante proeza para a projectada coluna de Paiva Couceiro...
A glória que o destino negou a tantos, estava reservada para David Magno."
(Excerto de O «Mutu-ua 'Nguzu»...)
"A acção de Les Lobes constitui o maior combate formal e a mais longa e dramática resistência, comprovada pelos documentos e pela maior percentagem de baixas por metralhadoras. Cercados pelo fogo cruzado de mil rajadas e sob uma terrífica chuva de morteiros que os vão esfacelar ingloriamente, tentam a retirada sobre uma trave suspensa num dreno largo e profundo, por onde rastejam um a um. Aqui ficaram os últimos mortos e feridos pela infantaria alemã na Flandres. Miguel Marta, morto quando disparava, é o derradeiro. Tinham cinquenta e seis horas de fogo."
(Excerto de Les Lobes : última resistência da Batalha do Lys no sector português)
David José Gonçalves Magno (1877-1957). Oficial do exército, publicista e etnólogo português. "Nasceu em Lamego a 17 de Agosto de 1877 e morreu em Lisboa a 30 de Setembro de 1957. Seguiu a carreira militar, sendo promovido a alferes em 22 de Dezembro de 1906. Começou por se distinguir em Angola, ao conseguir avançar para o interior e impor a presença portuguesa na região dos Dembos Orientais. Combateu depois em França, durante a Primeira Guerra Mundial, onde por feitos em combate recebeu a cruz de guerra e a cruz de Cristo com palma. A sua acção no CEP não foi, contudo, consensual e isenta de polémica, pelo que pediu para ser julgado pelas acusações de que foi vítima, tendo sido absolvido e visto confirmados os seus serviços como relevantes. Mais tarde, na sequência da revolta de 3 de Fevereiro de 1927 foi deportado para o Sul de Angola, tendo antes passado pelos Açores e Guiné. Reabilitado foi promovido a major e em 14 de Março de 1932 optou por passar à situação de reserva.Paralelamente à sua carreira militar exerceu intensa actividade literária, sendo autor de diversas obras, algumas das quais escritas com base na sua experiência de guerra, para além de ter sido membro da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, da Revista Militar e da Comissão de História Militar."
(Fonte: http://www.ihc.fcsh.unl.pt/pt/recursos/biografias/item/4418-magno-david-jos%C3%A9-gon%C3%A7alves-1877-1957)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
Indisponível

16 janeiro, 2021

MAGNO, David - LES-LOBES (Vizinhanças de La Couture). Derradeira resistência portuguesa na Batalha de La Lys (Memórias). [Prefácio de Júlio David J. Gonçalves Magno]. [S.l.], [s.n. - imp. na Tip. dos Impressos Explicativos, Tarouca], [1967]. In-8.º (22 cm) de 221, [10] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Livro de memórias da Grande Guerra do cap. David Magno.
Ilustrado ao longo do texto com quadros e tabelas, e em página inteira, com fotogravuras, mapas e fac-símiles.
"Soou a minha hora...
Desde Tancos, o labor intenso de muitos meses de instrução, culmina em Julho. Ninguém recebe com indiferença, a ordem de partida para o front. O antigo condiscípulo, capitão Joaquim Augusto Geraldes, apadrinha-nos nesta eventualidade.
De Riez Bailleul abalamos para as trincheiras de Neuve Chapelle. Praças e oficiais, de batalhão de Aveiro, despedem-se de um bando, de madames e mesdemoiselles...
Entre as francesas há muitas belgas a quem os azares do flagelo europeu fizeram abandonar os lares e os seus haveres. Filhas da guerra ou refugiadas, para aí andam ao alcance dos gazes asfixiantes, das granadas e dos soldados. Surpreendidas pela invasão prussiana, de 4 de Agosto de 1914, só algumas certezas guardam...As suas casas desmoronaram sob o fragor dos obuses... Os pais, irmãos ou noivos caíram fusilados pelos pelotões... Elas já não têm ais, nem tão pouco lágrimas para chorar."
(Excerto do Cap. I., Nas trincheiras da Flandres)
Matérias: Nas trincheiras da Flandres. | Debaixo do vendaval. | - O cerco de La Couture - 9 e 10 de Abril. | O choque de Les Lobes - (Vizinhanças de La Couture) - 9, 10 e 11 de Abril. | Após a batalha. | Os equívocos de La Couture. | Epopeia da Red House (Frente de Laventie). | Documentos.
David José Gonçalves Magno (1877-1957). Oficial do exército, publicista e etnólogo português. "Nasceu em Lamego a 17 de Agosto de 1877 e morreu em Lisboa a 30 de Setembro de 1957. Seguiu a carreira militar, sendo promovido a alferes em 22 de Dezembro de 1906. Começou por se distinguir em Angola, ao conseguir avançar para o interior e impor a presença portuguesa na região dos Dembos Orientais. Combateu depois em França, durante a Primeira Guerra Mundial, onde por feitos em combate recebeu a cruz de guerra e a cruz de Cristo com palma. A sua acção no CEP não foi, contudo, consensual e isenta de polémica, pelo que pediu para ser julgado pelas acusações de que foi vítima, tendo sido absolvido e visto confirmados os seus serviços como relevantes. Mais tarde, na sequência da revolta de 3 de Fevereiro de 1927 foi deportado para o Sul de Angola, tendo antes passado pelos Açores e Guiné. Reabilitado foi promovido a major e em 14 de Março de 1932 optou por passar à situação de reserva.Paralelamente à sua carreira militar exerceu intensa actividade literária, sendo autor de diversas obras, algumas das quais escritas com base na sua experiência de guerra, para além de ter sido membro da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, da Revista Militar e da Comissão de História Militar."
(in http://www.ihc.fcsh.unl.pt/pt/recursos/biografias/item/4418-magno-david-jos%C3%A9-gon%C3%A7alves-1877-1957)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
30€

16 novembro, 2018

MAGNO, Capitão David - LIVRO DA GUERRA DE PORTUGAL NA FLANDRES. Descrição militar histórica do C. E. P. Recordação das trincheiras, da batalha e do cativeiro. Figuras, factos e impressões. Volume I [e Volume II]. Porto, Companhia Portugueza Editora, 1921. 2 vols in-8.º (18,5cm) de 270, [2] p. ; [7] f. il. (I) e 194, [6] p. ; [6] f. il. (II) ; E. num único tomo
1.ª edição.
Obra em 2 volumes (completa), dedicada pelo autor ao Presidente da República António José de Almeida, aos Generais Alves Roçadas, Ferreira Gil e Sousa Rosa, e aos Governadores Xavier de Castro e Massano de Amorim. Trata-se de uma das mais importantes obras coevas que se publicaram sobre a Grande Guerra e o esforço militar português em França.
Ilustrada com 13 estampas, impressas sobre papel couché, distribuídas pelos dois tomos, uma delas, um mapa em folha desdobrável, - "Sector português. Situação das nossas forças na manhã de 9 de Abril".
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa do filho de David Magno, Júlio, "ao Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Ten.-Coronel Vences e Costa, Mui Digno Comandante do Regimento de Infantaria N.º 13, com a homenagem e gratidão ao Homem de Honra e ao Militar Insigne".
"Como oficial que ao meu batalhão mais assisti e como campeão do sofrimento da batalha, tendo as minhas fileiras dado à Grande Guerra o primeiro e o ultimo sangue de infantaria n.º 13 e os derradeiros mortos e feridos pela infantaria alemã na Flandres;
Como ajudante da Brigada do Minho e emfim como capitão que durante mais de dois anos fui obreiro e testemunha do Corpo Expedicionário (tendo ainda a minha assinatura ligada a um dos factos de mais benéfica influencia no C. E. P.); - publico estas Minhas Memórias, tendo escrupulisado em as produzir com a maior fidelidade possível, sem esquecer quanto se deve à Patria e a cada um.
Por espírito de justiça para com todos esses Esquecidos e Desconhecidos das trincheiras e mesmo da batalha, adicionei-lhe as monografias das unidades, as quais eram uma necessidade, não só porque muitos arquivos se perderam mas ainda porque se devem unir todos os valores e conciliar todos os interesses.
Constitue este dificilimo encadeamento de quanto vi e senti, e de quanto de positivo se passou na guerra, o primeiro estudo do C. E. P., espécie de codificação de todas as Figuras, de todos os Factos e de várias Impressões, o qual pretende corrigir muitas dessas desvairadas fantasias, lançadas à voracidade das multidões ignárias."
(Excerto de Palavras de apresentação)
David José Gonçalves Magno (1877-1957). "Nasceu em Lamego a 17 de Agosto de 1877. Seguiu carreira militar, sendo promovido a alferes em 22 de Dezembro de 1906. Começou por se distinguir em Angola, ao conseguir avançar para o interior e impor a presença portuguesa na região dos Dembos Orientais. Combateu depois em França, durante a Primeira Guerra Mundial, onde foi condecorado com a cruz de guerra e a cruz de Cristo com palma. A sua acção no CEP não foi, contudo, consensual nem isenta de polémica, levando-o a pedir julgamento pelas acusações de que foi alvo. Acabou por ser absolvido e confirmar a relevância dos seus serviços. Já no período de Ditadura Militar, e no contexto da revolta de 3 de Fevereiro de 1927, foi deportado para o Sul de Angola, passando pelos Açores e Guiné. Mais tarde foi reintegrado, sendo promovido a Major mas a 14 de Março de 1932 optou por passar à situação de reserva. Paralelamente à sua carreira militar exerceu intensa actividade literária, sendo autor de diversas obras, algumas das quais escritas com base na sua experiência de guerra, para além de ter sido membro da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, da Revista Militar e da Comissão de História Militar."
(Fonte: Fonte:http://www.portugal1914.org)
Índice do I Volume:
- A nossa intervenção. - A despedida. - A viagem. - A Flandres. - Em instrução. - Nas trincheiras. - Episódios das linhas. - O esforço do C. E. P. até 9 de abril. - A Divisão na batalha. - A acção das brigadas. - Vesperas da batalha do 13. - O avanço do 15. - As evoluções do 13 sob o vendaval. - As avançadas do 13 e 16. - No reduto de Lacouture. - Nos campos de Lawe. - Depois do 9 de abril. - Para a frente. - Os portugueses em Lille. - Os portugueses na Belgica. - A nossa infantaria na Belgica. - Resultados numericos. - Para sempre. - Conclusões.
Índice do II Volume:
- Legionarios da Flandres. - Metralhadoras, Morteiros e Pioneiros. - Detalhe da artilharia em 9 de abril. - A nossa artilharia na Belgica. - História dos batalhões. - O cativeiro.
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada. Conserva a capa de brochura do 1.º volume.
Exemplar em bom estado de conservação. Com sublinhados, notas e correcções ao longo do texto, por certo, obra do militar a que o autor ofertou o livro.
Raro.
Com interesse histórico e militar.
Indisponível

27 maio, 2015

MEMÓRIA BIOGRÁFICA - DAVID MAGNO : O «MUTU-UA 'NGUZU» DA OCUPAÇÃO DE CACULO CAENDA (Capital dos Dembos) : HERÓI DE LES LOBES (Flandres). [S.l.], [s.n. - Comp., Imp. e Encadernação das Ofic. Gráf. de «O Comércio do Porto»], [1960]. In-4.º (23cm) de 51, [1] p. ; il. ; E.
1.ª (e única) edição.
Tiragem: 700 exemplares.
Contém no verso da f. rosto uma dedicatória autógrafa de Ilda Magno, neta do Cap. David Magno.
Bonita edição, impressa na sua totalidade sobre papel couché, e ilustrada com fotogravuras nas páginas do texto.
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"Os Dembos eram territórios da maior responsabilidade nas Colónias. Como os do Cuamato, regiam-se por diploma especial. Paiva Couceiro, confiando ao valor de David Magno, já demonstrado no «raid» do Zenza (1908), o Comando Militar de Lombije (Dembos Orientais) em circunstâncias tão difíceis, não podia cometer-lhe a missão de tomar Caculo Caenda, aliás, com cujo potentado ninguém se atrevera ainda. Os concelhos dos peritos colinais, como as notícias respeitantes à animosidade e insubmissão do gentio, eram desoladoras. A banza de Caculo Caenda seria inexpugnável para uma força inferior à estimativa de 200 homens bem armados... O Comandante Militar de Lombije não deveria arriscar-se a tal, deixando semelhante proeza para a projectada coluna de Paiva Couceiro...
A glória que o destino negou a tantos, estava reservada para David Magno."
(excerto de O «Mutu-ua 'Nguzu»...)
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"A acção de Les Lobes constitui o maior combate formal e a mais longa e dramática resistência, comprovada pelos documentos e pela maior percentagem de baixas por metralhadoras. Cercados pelo fogo cruzado de mil rajadas e sob uma terrífica chuva de morteiros que os vão esfacelar ingloriamente, tentam a retirada sobre uma trave suspensa num dreno largo e profundo, por onde rastejam um a um. Aqui ficaram os últimos mortos e feridos pela infantaria alemã na Flandres. Miguel Marta, morto quando disparava, é o derradeiro. Tinham cinquenta e seis horas de fogo."
(excerto de Les Lobes : última resistência da Batalha do Lys no sector português)
David José Gonçalves Magno (1877-1957). Oficial do exército, publicista e etnólogo português. "Nasceu em Lamego a 17 de Agosto de 1877 e morreu em Lisboa a 30 de Setembro de 1957. Seguiu a carreira militar, sendo promovido a alferes em 22 de Dezembro de 1906. Começou por se distinguir em Angola, ao conseguir avançar para o interior e impor a presença portuguesa na região dos Dembos Orientais. Combateu depois em França, durante a Primeira Guerra Mundial, onde por feitos em combate recebeu a cruz de guerra e a cruz de Cristo com palma. A sua acção no CEP não foi, contudo, consensual e isenta de polémica, pelo que pediu para ser julgado pelas acusações de que foi vítima, tendo sido absolvido e visto confirmados os seus serviços como relevantes. Mais tarde, na sequência da revolta de 3 de Fevereiro de 1927 foi deportado para o Sul de Angola, tendo antes passado pelos Açores e Guiné. Reabilitado foi promovido a major e em 14 de Março de 1932 optou por passar à situação de reserva.Paralelamente à sua carreira militar exerceu intensa actividade literária, sendo autor de diversas obras, algumas das quais escritas com base na sua experiência de guerra, para além de ter sido membro da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, da Revista Militar e da Comissão de História Militar."
(in http://www.ihc.fcsh.unl.pt/pt/recursos/biografias/item/4418-magno-david-jos%C3%A9-gon%C3%A7alves-1877-1957)
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro na pasta frontal. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
Indisponível

24 outubro, 2014

SEMANA MILITAR DAS COLÓNIAS : Maio, MCMXLII - REVISTA MILITAR. N.º 5. Maio de 1942. Ano XCIV. Lisboa, Revista Militar [Comp. e imp. na Tipografia da Liga dos Combatentes da Grande Guerra], 1942. In-4.º (23,5cm) de 56 p. (261-316 p. ) ; B.
Conjunto de artigos, produzidos por ilustres militares, com grande interesse para a História colonial portuguesa.
"Como foi fixado no programa de acção do corrente, êste fascículo, correspondente ao mês em que a benemérita «Sociedade de Geografia de Lisboa» dá realização à sua já tradicional «Semana das Colónias», é destinado a reunir uma serie de artigos relativos à notável e secular acção colonizadora dos portugueses em terras do Ultramar, acção civilizadora para a qual tanto e tanto contribuíram a Armada e o Exército, e onde se assinalaram notávelmente os mais ilustres Servidores do Império Colonial Português"
(excerto da introdução)
Matérias:
- Os imperativos nacionais na transformação de Angola - General Norton de Matos.
- A nossa história colonial contemporânea na educação militar da juventude - General Ferreira Martins.
- Organização militar do ultramar - Coronel Eduardo Barbosa.
- As antigas estações coloniais - Cap. Mar e Guerra A. N. Tancredo de Morais.
- A função do cronista colonial na propaganda e na educação do espírito colonial militar - Coronel Azambuja Martins.
- A Administração Militar nas campanhas de ocupação das nossas colónias -  Coronel J. R. da Costa Júnior.
- A Marinha na Colonização Portuguesa - Comandante C. A. Moura Braz.
- Rotas aéreas imperiais - Tenente Coronel Carlos Beja.
- Nos Dembos - Major David Magno.
- Caldas Xavier - Capitão Mário Costa.
- Louvor do Soldado Africano - Capitão Augusto Casimiro.
Crónica da Guerra - Brigadeiro Barreto de Oliveira, Coronel Pires Monteiro e  Coronel-Aviador Craveiro Lopes.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€