Mostrar mensagens com a etiqueta Império Romano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Império Romano. Mostrar todas as mensagens

22 fevereiro, 2025

AMZALAK, Moses Bensabat -
PALÁDIO E A EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA.
Por... História das Doutrinas Económicas da Antiga Roma. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tipografia da Editorial Império, Lda. - Lisboa], 1953. In-8.º (19x12 cm) de 21, [7] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante ensaio tendo como tema Padádio, escritor e agrónomo romano do século  IV, e a sua doutrina de economia agrícola.
"Públio Rutílio Tauro Emiliano Paládio -, a cujo respeito, os historiadores hesitam em situar a sua carreira entre os séculos II e IV -, é o último dos scriptores de re rustica, isto é, o último do autores latinos que escreveram sobre agricultura.
Tudo nos leva a crer que Paládio viveu no século IV, pois no seu livro De re rustica refere-se a Gargilius Martialis, que morreu em 25 de Março de 260; mas isto não basta, Cassiodoro faz menção de Paládio numa passagem escrita em 540; e o facto de Paládio ter dedicado o 14.º livro do seu trabalho a Pasiphilo que viveu nos fins do século III, leva à conclusão de que Paládio viveu no século IV.
Paládio deixou-nos só o seu livro acerca de agricultura. Este trabalho é constituído por uma introdução sobre os preceitos gerais da agricultura; os livros seguintes , até ao décimo-terceiro, têm cada um por título um mês do ano, e contêm uma resenha detalhada dos trabalhos agrícolas que se devem realizar no respectivo mês; o livro décimo-quarto é constituído por um poema sobre a enxertia.
Apenas no primeiro livro nos ocuparemos, pois só nele encontramos ideias gerais sobre a exploração agrícola.
O fim que Paládio teve em vista com o seu trabalho foi tratar, em estilo simples, claro e preciso, de tudo o que dissesse respeito às «diversas espécies de cultura, aos currais, às construções rurais, à descoberta de nascentes de águas, e em geral a tudo o que se referisse a coisas ou indivíduos que entrem na exploração agrícola, tendo em vista obter satisfação ou lucro. «Procurarei - continua Paládio - a seguir a ordem dos meses e tratar assim sucessivamente de cada planta e da sua educação». Tal foi o sistema seguido por Paládio no seu livro."
(Excerto do preâmbulo - Paládio e a Exploração Agrícola)
Índice:
Paládio e a Exploração Agrícola - a) Orientação e método. b) Condições de uma boa exploração agrícola; escolha do terreno e sua localização. c)A fecundidade da terra; d) As construções agrícolas e a sua mais conveniente disposição. e) A água na agricultura, e sua utilização como força motriz. f) O trabalho e as alfaias agrícolas. g) Conclusão.
Exemplar em brochura, por abrir, bem conservado.
Invulgar.
Indisponível

30 setembro, 2024

BARRADAS, Lereno A. -
VIAS ROMANAS DAS REGIÕES DE CHAVES E BRAGANÇA.
[Por]... Sócio da Associação dos Arq. Portugueses. Guimarães, [s.n. - Oficinas Gráficas da Companhia Editora do Minho, Barcelos], 1956. In-8.º (22,5x16 cm) de 
1.ª edição independente.
Separata do volume LXVI da «Revista de Guimarães».
Interessante subsídio histórico para o conhecimento das vias romanas na região de Trás-os-Montes.
Ilustrado com inúmeras fotografias em página inteira e quadros, tabelas e mapas, sendo alguns deles desdobráveis.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor ao Dr. José Coelho, "estudioso das vias romanas de Portugal".
Numa rápida passagem por Chaves, nos fins de 1938, tivemos a sorte de tomar conhecimento de um miliário de Augusto, inédito, abandonado na Serra da Pastoria, publicando acerca dele na boa revista «Brotéria», de Maio de 1939, e por amabilidade especial do saudoso Pe. Eugénio Jalhay, um artigo intitulado: «Um marco miliário da via romana de Braga a Chaves».
Voltando novamente à região, na passagem de 1954 para 1955, com mais demora,  procuramos esclarecer certas dúvidas que então se nos depararam sobre o que escrevemos, por meio de mais pormenorizada visita aos sítios por onde se supõe que tenha passado a via romana a que esse padrão deveria pertencer. Infelizmente o tempo foi bem mais escasso do que prevíamos, e por outro lado, insensìvelmente, fomos alargando o campo estudado a outras vias romanas das regiões de Chaves e Bragança."
(Excerto do Prólogo)
Índice:
Prólogo | I - Vias romanas. II - O tempo e as vias romanas. III - Esquema viário das regiões de Chaves e Bragança. IV - Via «Bracara Augusta - Aquas Flavias». V - Via «Aquae Flaviae - Asturicam Augustam». VI - Via «Aqua Flaviae - Pallantiam». VII - Via «Asturica Augusta - Campo mineiro de Jales». VIII - Via «Iria Flavia - Durium». IX - Via «Lucus AugustI - Durium» (Régua). X - O significado do «Padrão dos Povos». XI - Os padrões viários das regiões de Chaves e Bragança. | Apêndice | Obras consultadas | Quadros e Gráficos | Índice das gravuras.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Cadernos soltos.
Muito invulgar.
Indisponível

29 fevereiro, 2024

FORTES, José -
BALINEUM LUSO-ROMANO DE S. VICENTE DO PINHEIRO (Penafiel).
Por... Archeologia Portugueza II. Porto, Typographia Central, 1902. In-8.º (22,5x15 cm) de 56 p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante estudo arqueológico sobre o Balneário romano das Termas de S. Vicente, Penafiel.
Monografia ilustrada no texto com desenhos e fotogravuras, e no final do livro, em separado, uma planta desdobrável de generosas dimensões do Balineum.
"O balneário romano de São Vicente do Pinheiro localiza-se na Av. Central das Termas e está integrado no recinto das atuais Termas de São Vicente, em Penafiel, sendo que a sua implantação neste local possibilitou o aproveitamento das águas medicinais carbonatadas e sódicas existentes. O sítio foi identificado no início do séc. XX, no decorrer de obras com o objetivo de captar e utilizar as águas medicinais, tendo sido escavado e estudado por José Fortes, em 1902. Estes trabalhos permitiram caracterizar o equipamento de banhos, que era composto por um edifício único, com cerca de 250 m2, dividido em onze compartimentos."
(Fonte: https://arqueologia.patrimoniocultural.pt/index.php?sid=sitios&subsid=50954)
Exemplar valorizado pela dedicatória manuscrita do autor "Ao illustre pregador regio, erudito archeologo e bom amigo".
"Era notorio ha muitos annos que na freguezia penafidelense de S. Vicente do Pinheiro existia uma nascente abundantissima de aguas sulphurosas, borbulhando no Lameiros dos Lodos (pertença do logar da Varzea), a cêrca de cem metros para oeste da ponte das Cabras, em que a estrada de Cette a Sobrado e Castello de Paiva salva uma ribeirasita anonyma que por ali discorre em madria estreita.
Ha poucos mezes, porém, houve que assentar-se uma tubagem de grês para drenar as aguas soltas do Lameiro no intuito de iniciar os trabalhos de captagem e aproveitamento da nascente. Topou-se então com parede de manifesta apparencia antiquada; e, passando a desembaraçar de entulhos a velharia que o acaso assim expunha á luz, pôde em alguns dias averiguar-se que se haviam exhumado as substrucções e trechos importantes de um balineum luso-romano."
(Excerto do Cap. I - Invenção e localisação do Balineum)
Índice:
I - Preliminares: Invenção e localisação do Balineum - Conspecto architectonico - Valor ethnographico - Auctoria ou interferencia technica do romano - Natureza do estabelecimento - A região e os vestigios de povoados circumstantes - Material do desentulho; o pedral. II - Descriptivo: Orientação e linhas geraes do balneario; secções e subdivisões. III - Descriptivo (continuação). IV - Reconstituição funccional. Elementos subsidiarios de interpretação. V - Reconstituição funccional (continuação). VI - Questões complementares - Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
30€
Reservado

04 abril, 2022

TORRES, Domingos Neves Monteiro - HISTORIA ROMANA EM VERSO LIVRE. Por... Offerecida. Ao Serenissimo Senhor Infante D. Miguel, Regente de Portugal. Época Primeira. Lisboa. 1828. Na Impressão de A. L. de Oliveira. Rua Portas de Santo Antão N.º 9. Com licença. In-8.º (15,5 cm) de 48 p. ; B.
1.ª edição.
Interessante obra poética sobre a história de Roma deste micaelense por adopção, projecto que se ficou por este volume - "Época Primeira".

"Todos querem gozar essa nobreza
Qu já seus Pais tiverão, desta sorte
Os Romanos julgavão serem Deoses.
Mal que Eneas chegou á grande Italia
Latino o recebeo, e o fez consorte
De Lavinia, por muitos desejada."

(Excerto de Origem de Roma)

Indice:
Ao mesmo Senhor a quem tenho a gloria de offerecer meus trabalhos - Soneto. | Invocação. | Historia Romana. Origem de Roma. | Romulo. 1.º Rei de Roma. | Numa Pompilio. 2.º Rei de Roma. | Tulo Hostilio. 3.º Rei de Roma. | Anco Marcio. 4.º Rei de Roma. |Tarquinio o Antigo. 5.º Rei de Roma. |Servio Tulio. 6.º Rei de Roma. | Tarquinio o Soberbo. 7.º e ultimo Rei de Roma. | [Consulado]. Da expulsão dos Tarquinios, até á morte do 1.º Dictador.
Domingos Monteiro Torres, "Cavalleiro da Ordem de Christo, e de Nossa Senhora da Conceição, Capitão graduado de cavallaria, etc. - N. em Lisboa, segundo se crê, na primeira decada do presente seculo; porém vive ha muitos annos na ilha de S. Miguel, onde casou e adquiriu algumas propriedades. As producções d'este illustre açoriano são até agora pouco vulgarisadas no continente do reino, ao menos em Lisboa. Eu proprio, apezar de alguma diligencia que empreguei, ainda não pude ver todas [as obras que publicou]. Ha quem pretenda descobrir nas idéas do auctor, e na phrase com que as exprime, certa tendencia para a originalidade, notando-se nos seus escriptos alguns rasgos caracteristicos, e de difficil imitação, talvez comparaveis no seu genero aos que tanto sobresaem nos modernos poemas da Pedreida, e Ruinas de Santarem, nas obras philosophicas e politicas do dr. Patroni, e em quasi todas as composições do falecido Antonio Pereira Aragão. Nos seus dramas, sobretudo, ha que muito que admirar n'este genero!"
(Inocêncio, Vol. II, pp. 194/195)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Carimbo na f. rosto. Capas separadas dos cadernos (de origem).
Raro.
25€

18 junho, 2017

NIEUPOORT - USOS E COSTUMES DOS ROMANOS. Por... Versão feita sobre o original latino, acompanhada de notas e da trucção dos termos gregos por Manuel Bernardes Branco. Lisboa, Editor - José Rodrigues, 1865. In-8.º (16,5cm) de [2], 395, [1], XII p. ; E.
1.ª edição.
Tratado sobre a organização civil, política e militar dos romanos, e sobre os seus hábitos, costumes e rituais. Originalmente publicado em latim, na Holanda, em 1712, passou por numerosas edições até 1802, sendo justamente considerada uma das mais completas obras que sobre este tema se publicou. A presente edição de Usos e costumes dos Romanos foi publicada entre nós em 1865, não tendo sido reeditada; a BNP tem recenseado um exemplar, e a Biblioteca da Marinha tem um outro (com data ed. incorrecta).
"Os gladiadores n'outro tempo eram d'entre os escravos, e dos que eram condemnados ou ao espectaculo, ou á espada; entre as quaes duas coisas ha esta differença, que os condemnados á espada deviam ser mortos dentro d'um anno; porém os condemnados aos espectaculos podiam ser livres depois de certo tempo. Havia ainda os que eram tomados d'entre os captivos, ou dados pelo imperador, ou comprados pelo lanista. Porém depois tambem homens livres pelejaram na arena, por dinheiro, ou por gosto de lutarem, e finalmente tambem homens nobres em obsequio ao principe chegaram a este ponto de indignidade, e o que mais é para surprehender, até mulheres foram accommettidas deste furor. E por um desgraçado desejo de novidade, até desejavam ver na praça lutarem anões: mas comtudo, todos foram tidos por infames. Os homens livres, que se vendiam a si proprios para a luta, eram chamados propriamente auctorati, e sua paga auctoramentum, ou gladiatorum. Estes auctorati davam juramento de que haviam de cumprir tudo, quando convinha a legitimos gladiadores cuja formula existe no cap. 117 de Pretonio Arbitrer: «Consentimos sermos queimados, presos, açoutados, e mortos a ferro; e a respeito de qualquer outra coisa que Eumolpo tenha ordenado, como legitimos gladiadores, entregamos reliogisissimamente os corpos e almas ao nosso senhor.»
Os gladiadores  differençavam-se pelas armas, e pelo modo de combater. Em poucas palavras explicaremos cada um d'este genero. Uns certos eram chamados Secutores, cujas armas eram um capacete, um escudo, e uma espada, ou maça de chumbo: e com estes a maior parte das vezes combatiam os Retiarios, os quaes pretendiam embaraçar os adversarios, attirando-lhes com uma rede, e matal-os com uma fisga, ou tridente: a estes, tendo-lhes sido atirada em vão a rede, emquanto a apanhavam fugindo pela arena, perseguiam os secutores, e d'aqui lhe provinha o nome. Os Threces tinham escudo redondo, ou em fórma de meia lua, e uma sica, ou harpen, que é uma espada curva; com as quaes, pouco mais, ou menos, eram ornados os Mirmillones, os quaes no capacete tinham a figura de um peixe: pelo que pelejando um Reciario com um Mirmillão, (pois estes pelejavam muitas vezes) cantava-se: «Não te procuro a ti: procuro o peixe: porque foges de mim ó gallo?» Os Samnitas, que depois foram chamados Hoplomachos, tinham escudos com enfeites de prata, um talabarte, ou tecido de feltro, a que Tito Livio chama spongia, cobertura para o peito, bota na perna esquerda, e, finalmente, um capacete com plumas, ou pennas. Os Essedarios pelejavam de cima de um carro, a que davam o nome de Essedum, á maneira dos Gaulezes e Britannos. [...]"
(excerto do Cap. V, Dos jogos dos romanos - Dos Gladiadores)
Willem Hendrik Nieupoort (c.1670-1723). Foi um jurista, historiador e professor holandês. Lecionou na Universidade de Utrecht, Holanda. Publicou Rituum romanorum explicatio (1712), - traduzida para o francês pelo abade Desfontaines (1741), e um Reipublicae Historia et imperii Romanorum ex Monumentis (1723). A primeira destas obras é considerada um "clássico" da bibliografia histórica sobre os Romanos.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Rubrica de posse na folha de guarda (em bco) e na f. rosto.
Raro.
Com interesse histórico.
30€

15 dezembro, 2016

ATHAYDE, Alfredo - OSSADAS ROMANAS E VISIGÓTICAS. Por... Naturalista do Instituto de Antropologia da Universidade do Porto. Porto, Imprensa Portuguesa, 1948. In-4.º (23cm) de 19, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Trabalho ilustrado com fotogravuras no texto, que descreve com pormenor cinco ossadas humanas recolhidas em escavações arqueológicas efectuadas no distrito de Beja.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

01 dezembro, 2016

GAIO, Manuel da Silva - DE ROMA E SUAS CONQUISTAS : notas historicas. Lisboa, Portugal Brasil - Limitada, Sociedade Editora : Rio de Janeiro, Companhia Editora Americana, Livraria Francisco Alves, [1919]. In-8.º (19cm) de [14], 276 p. ; B.
1.ª edição.
Curioso ensaio sobre os Romanos.
"Interessam-nos por dois títulos os Romanos:
Como intermediários e como directos laboradôres na vasta obra da civilização ocidental.
Como intermediários - porque lhes devemos larga parte do que a Europa conheceu da Grécia até á segunda metade do século XV da nossa era, até á queda de Constantinopla no poder dos Turcos e á difusão, pelas nações do Ocidente, dos antigos tesouros da literatura helénica.
Directamente - porque lhes devemos, com os fundamentos do Direito, os grandes moldes políticos do mundo europeu. E foi a língua de Roma - através das vias popular, semi-erudita e erudita - a verdadeira geradôra da nossa, como o foi do italiano, do francês e provençal, do espanhol e catalão, e ainda também do romeno, do walónico, do forlánico, do rheto-romano."
(excerto da introdução)
Índice:
Prefácio. Introdução. I - O Povo Romano. II - Eras de Roma : Era do Patriciado. III - Eras de Roma : Era censitária. IV - Eras de Roma : Era da Nobreza: 1.º As Conquistas. V - Eras de Roma : Era da Nobreza: 2.º Consequências sociais e económicas das Conquistas. VI - Eras de Roma : Era da Nobreza: 3.º Efeitos das Conquistas em relação á composição e natureza da população romana. VII - Eras de Roma : Era da Nobreza: 4.º Efeitos morais das Conquistas. VIII - Hélada : Acepções desta designação histórica.
Manuel da Silva Gaio (1860-1934). “Poeta, jornalista e ensaísta, filho de António da Silva Gaio, nascido em 1860, em Coimbra, e falecido em 1934, na mesma cidade. Licenciado em Direito, secretariou a Revista de Portugal, fundada em 1889 por Eça de Queirós; fundou e dirigiu, com Eugénio de Castro - cujos volumes de poesia Horas e Poesias Escolhidas prefaciou -, a revista Arte. Autor situado na convergência das tendências neorromântica e simbolista, a poesia de Manuel da Silva Gaio colhe o misticismo de Junqueiro ou de Antero, preferindo o verso inflamado e as estruturas de rasgo épico na abordagem de temáticas religiosas, míticas ou de cunho histórico-nacional. Na arte dramática, produziu um poema dramático, O Mundo Vive de Ilusão, um drama histórico, Na Volta da Índia, e uma peça em um ato de cariz melodramático, A Encruzilhada."
(fonte: infopédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Paginas apresentam picos de acidez.
Invulgar.
10€