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06 julho, 2026

MOURA-RELVAS, Joaquim de -
EL-REI D. SEBASTIÃO : ensaio biológico.
Por... Médico-Radiologista e Antigo Médico-Escolar. Coimbra, [s.n. - Composto e impresso nas oficinas da «Coimbra Editora, L.da» - Coimbra], 1972. In-4.º (23,5x16,5 cm) de 130, [4] p. ; [6] p. il. ; il. ; Errata + Corrigenda; B.
1.ª edição.
Importante estudo patográfico sobre a figura d'O Desejado, cognome de D. Sebastião, rei português desaparecido na batalha de Alcácer Quibir. Trata-se de um ensaio médico-histórico, interessante e muito curioso, publicado em separata de O Instituto - Vol. CXXXV, que inclui a descrição da fatídica contenda, o que se fez de bem e de mal, e o que determinou a derrota das cores nacionais.
O livro foca-se nos seguintes pontos fundamentais:
Estudo da hereditariedade: Moura Relvas analisa a forte consanguinidade e os antecedentes médicos dos ascendentes de D. Sebastião (a Casa de Avis e a Casa de Áustria) para traçar o seu perfil genético e constitucional.
Desenvolvimento e patologias: O autor avalia os relatos clínicos da adolescência do rei, discutindo as famosas "febres", o seu desenvolvimento físico e o alegado infantilismo genital que levantava sérias dúvidas sobre a sua fertilidade.
Análise psicológica e física: Cruza os dados da medicina com as crónicas de época para compreender o comportamento obstinado do monarca e a sua debilidade constitucional, tentando decifrar o homem por trás do mito.
Esta obra é uma das referências médicas mais importantes sobre a saúde do rei, escrita com o rigor analítico de um médico a partir de fontes literárias e históricas. (IA)
Ilustrada em página inteira com diagrama da árvore genealógica de D. João I e D. Filipa de Lencastre, e em separado com 13 figuras - retratos do rei e da realeza portuguesa e estrangeira - distribuídas por 6 páginas em papel couché.
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do autor "Ao seu distinto colega Dr. [Mário] Martins da Silva" (1910-1995).
"Muito se tem falado da obscuridade de espírito que D. Sebastião revelada nalguns escritos. Ele usa com efeito, por vezes, um estilo particular, entrecortado, onde as ideias se sobrepõem, chegando a dar a impressão de se contrariarem umas às outras, se não tivermos o cuidado de pontuar os períodos e preencher as lacunas que a pressa da escrita abre. Estou convencido de que estas lacunas resultaram da hiperexcitabilidade do Príncipe e supomos isso plausível porque todas as informações da época indicam D. Sebastião como pessoa inteligente e culta, especialmente hábil nas Matemáticas, que são exactamente as disciplinas que mais inteligência exigem. [...]
A lassidão dos alemães, a fraqueza moral dos Terços de Vasco da Silveira, Diogo Lopes de Sequeira (ausentes) e D. Miguel de Noronha (que não tinha nenhuma prática de guerra, porque sendo valente, nunca se tinha batido), a presença de muita gente nova, sem serenidade, provocando confusão entre as fileiras, tiveram a sua quota-parte como causas da nossa derrota. Mas, segundo parece, os principais factores do nosso desbarato foram em primeiro lugar a hora do combate, no pino do calor tórrido, de que foi responsável o capitão Aldana e em segundo lugar a insólita ordem do sargento-mor Pedro Lopes, mandando suspender o avanço do Terço dos Aventureiros a caminho da vitória."
(Excerto de  III Parte - Os aspectos psíquicos)
Índice:
I Parte - A consanguinidade. II Parte - Os antecedentes hereditários. III Parte - Os aspectos psíquicos. IV - Os aspectos somáticos. | Sumário.
Joaquim de Moura Relvas (1898-1981). Ilustre médico, político. Ao longo da sua vasta carreira, conciliou a medicina com uma vida política ativa durante o regime do Estado Novo. Foi cirurgião e radiologista nos Hospitais da Universidade de Coimbra. Exerceu também como médico escolar no Liceu D. João III e radiologista no Sanatório de Celas. Foi deputado à Assembleia Nacional durante seis legislaturas. Assumiu a presidência da Câmara Municipal de Coimbra em 1965. Nessa qualidade, representou os municípios urbanos na Câmara Corporativa. Obra Literária: Além da medicina e da política, escreveu sobre temas históricos e biológicos, destacando-se o ensaio El-Rei Dom Sebastião: Ensaio Biológico (1972). (IA)
Exemplar brochado, parcialmente por abrir, em bom estado geral de conservação. Capa manchada.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível
 

22 abril, 2026

TARNOWSKI, Dr. B. -
O INSTINCTO SEXUAL E AS SUAS MANIFESTAÇÕES MORBIDAS.
Sob o duplo ponto de vista da jurisprudencia e da psychiatria. Pelo... Traduzido da edição ingleza. Lisboa, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, 1902. In-8.º (19x11,5 cm) de 238, [2] p. ; E.
1.ª edição.
Trabalho publicado pela primeira vez na Rússia em 1885 (Inglaterra, 1898), pioneiro, e de certo modo precursor de outras tantas obras que se seguiram desde então em diferentes países, numa época em que estes assuntos principiavam a ser abordados e discutidos sob um ponto de vista metódico e científico.
"O Instincto Sexual e as suas Manifestações Mórbidas" (título original em inglês: The Sexual Instinct and its Morbid Manifestations from the Double Standpoint of Jurisprudence and Psychiatry) é uma obra de sexologia e psiquiatria forense escrita pelo Dr. Benjamin Tarnowski (1837-1906), um proeminente médico russo.
Publicado originalmente no final do século XIX, o livro aborda as perversões sexuais sob uma perspectiva médica e legal. Tarnowski investiga as causas das perversões sexuais não apenas como vícios, mas como manifestações mórbidas de um organismo degenerado, com forte ênfase na hereditariedade e no desenvolvimento interrompido. O autor estabelece uma distinção clara entre a perversão sexual e a depravação de carácter, abordando o tema sob o ponto de vista da jurisprudência e da psiquiatria." (IA)
Obra de referência sobre as taras - transtornos como a perversidade e a depravação - analisadas à luz da psiquiatria e do ponto de vista médico-legal.
"Esbocei, na presente obra, a largos traços os factos e observações, que me inspiraram a idéa de indagar a fundo as causas da perversão sexual, - e isto não sómente sob a influência da depravação e excessos licenciosos, mas de preferencia, e de facto posso dizel-o, principalmente, trato de examinar essas causas como dependentes d'uma condição morbida do organismo, quer sejam congenitas ou adquiridas depois
Fiz sobretudo toda a diligencia de lançar a maior luz possivel sobre o papel representado pela hereditariedade e pelos phenomenos de desenvolvimento imperfeito; assim como pelas varias causas morbida que dizem respeito á etiologia das perversões sexuaes, e de differenciar estas com a maior clareza da depravação de caracter provada - do vicio consciente e premeditado."
(Excerto de Prefacio da edição ingleza)
"Ha uns cinco annos, que fui chamado para dar a minha opinião como perito n'um caso de pederastia.
Recordando-me das minhas observações n'este assumpto e comparando-as com os capitulos correspondentes dos compendios mais completos de medicina forense, fiquei impressionado pela falta de concordancia entre as asserções da sciencia official de um lado e os factos clinicos do outro. Cada novo exame technico mais claramente me fazia reconhecer não só quão insufficiente era a sciencia contida nos livros ácerca da preversão da actividade genesica, mas ainda as incorrecções de muitos dos principios dirigentes aconselhados no exame do caso actual. [...]
A differença de opinião entre o medico jurista e o clinico tem-se tornado tão notavel, que parece ser altamente necessario, a fim de explicar estas contradicções, indicar os fundamentos sobre que devem ser baseadas as respostas aproximativamente correctas do medico forense, e preparar o caminho para estudos mais vastos, de mais unidade e mais fecundos sobre esta materia.
O medico jurista vê a depravação, a impudicia sobresaturada, o vicio inveterado, a immoralidade e outras coisas similhantes, onde o clinico observador reconhece sem a menor duvida os symptomas de um estado morbido com a sua evolução typica e as suas consequencias. Onde o primeiro puniria o vicio, o segundo requer pela necessidade de methodos therapeuticos."
(Excerto de Introducção)
Encadernação meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva a capa de brochura anterior.
Exemplar em bom estado geral de conservação.
Raro.
Indisponível

21 dezembro, 2023

HENRIQUES, F. de Carvalho - A QUARTA DIMENSÃO OU A TRAGÉDIA FISIOLÓGICA. Lisboa, Livraria Ferin, 1927. In-8.º (19,5 cm) de 133, [3] p. ; E.
1.ª edição.
Romance-ensaio sobre o comportamento humano face às coincidências/fatalidades da vida, contrariando de certa forma as teorias hereditárias. Tomás e Dora são muito diferentes, ele educado, ela degenerada. Esta é a história da sua "viagem", uma viagem atribulada, com incursão no mundo das drogas e da loucura, no final invertem-se os papéis.
"Bateram à porta. Madalena que costurava, sorriu docemente, porque já sabia quem era. Pôs de lado a camisa de homem à qual adaptava uns punhos novos, pegou no pequeno candeeiros e foi abrir.
- Lena, querida Lena! gritou Jorge ao entrar. Novidades magnificas, catitas!... Um beijo ao seu marido, vá.
- Mas que é isso?... Então que aconteceu? perguntava Madalena admirada e contente, retribuindo os beijos do esposo, mas felizmente não esquecendo de que ter na mão um candeeiro de petroleo aceso, enquanto nos abraçam efusivamente, representa uma não pequena responsabilidade e uma grandissima inoportunidade.
- Vais saber, meu amor, dizia Jorge brandindo um embrulho branco. Enfim!... Eu não te dizia?... Mas, com franqueza, tanta felicidade junta confesso que não esperava.
- Conta, conta depressa... E êsse embrulho? exigia Madalena cheia de curiosidade."
(Excerto do Cap. I)
Fernando Val do Rio de Carvalho Henriques (Lisboa, 1897-1962). "Com 15 anos, a 12 Junho de 1912, fez o exame de entrada no Liceu Camões, que frequentaria até 10 Julho de 1917, altura em que, com 20 anos, concluiu os estudos liceais através do Exame do Curso complementar de Sciencias, aprovado com 12 valores.3 Nos anos lectivos de 1917/18 e 1918/19, frequentou o Curso Geral no então recém-criado Instituto Superior Técnico. Pouco sabemos sobre a sua vida profissional. No documento do Processo de liquidação do imposto sobre sucessões e doações do seu pai, em 1953, é dito que ele seria ‘empregado no comércio’, o que faz sentido tendo em conta que esta era a área de actividade não só do seu pai, mas da sua família de um modo geral, e que, pelo menos, duas das suas obras técnicas visam o sector comercial. [...] Assim, parece não ter exercido enquanto engenheiro, mas não fica claro qual seria, exactamente, a sua ocupação profissional. Sabemos, no entanto, que, devido principalmente à sua família materna, teria
disponibilidade financeira que lhe permitia ser um homem viajado e de grande cultura."
(Fonte: http:/dx.doi.org/10.21747/21832242/litcomp40v4)
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Sólido, mas com falha na lombada, e cantos das pastas "esfolados". Carimbo oleográfico na f. rosto.
Raro.
Indisponível

17 dezembro, 2021

MOURA, Alberto Alexandre Gomes de - HYSTERIA E DEGENERESCENCIA (suas relações).
These inaugural apresentada á Escola Medico-Cirurgica da Porto. Por... Alumno do Hospital de Santo Antonio
. Porto, Typ. a Vapor da Real Officina de S. José, 1900. In-4.º (24 cm) de 104, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante trabalho sobre psiquiatria, quando esta disciplina, lentamente, dava os primeiros passos entre nós. Obra enriquecida com casos clínicos registados em Portugal e no estrangeiro, alguns do conhecimento do autor.
"A hysteria é uma nevrose, commum a todas as profissões e a todos os paizes, desenvolvendo-se, quasi que com egual frequencia, no homem e na mulher.
Segundo observações de vários auctores, como Beau, Lucas-Champiomère, Ballet, Landouzy, Robinovitch, d'entre as mulheres, a hysteria ataca de preferencia as das classes mais elevadas, emquanto que, d'entre os homens, attinge principalmente os das classes mais baixas e mais sujeitas a privações.
Frequentissima como esta afecção é, ella mostra-se-nos sob as formas mais variadas que imaginar-se possam. Simplesmente associada, umas vezes, a numerosas doenças, velada, outras, por ellas, predominando ainda frequentemente sobre muitos estados pathologieos, é, muitas vezes, necessaria toda a pericia do medico para a sua diagnose.
A hysteria, a grande simuladora, como lhe chamou Charcot, tem os seus prodromos. Os individuos tarados, homens ou mulheres, creanças ou adultos, sob qualquer influencia conhecida, ou sem motivo plausivel, mudam rapidamente de caracter, tornam-se tristes, e procuram a solidão. Choram ou riem sem motivo, queixam-se de sufocações, e vêem frequentemente o seu somno, até ahi tranquillo, ser perturbado por visões estranhas de animaes."
(Excerto de Descripção [da histeria])
"A degenerescencia não é mais que uma tendencia, maior ou menor, que certos individuos apresentam para a regressão. [...]
O typo normal não existe. Todos os seres, influenciados pelo meio, caminham para a adaptação. Que ella se não faça, que a evolução pare n'um individuo, - e este individuo será um degenerado.
Etiologia. - Como causa principal da degenerescencia, encontramos nós a hereditariedade regendo todos os estados degenerativos.
(Excerto de Degenerescencia - Etiologia)
"Os indivíduos attingidos de degenerescencia, apresentam signaes particulares, ou estigmas, que podem ser de duas espécies: physicos e psychicos.
É intuitivo que estes estigmas não são egualmente desenvolvidos em todos os indivIduos. Bem descriptos por MoreL e Legrand du Saulle, os estigmas physicos deixam quasi de ser perceptiveis, posto que alguns existam, nos degenerados superiores. (Magnan).
Estes estigmas são, principalmente, apanagio dos degenerados inferiores.
Emquanto aos estigmas psychicos, não são também os mesmos em todos os degenerados, e a existência d'estes sêres, tem, debaixo do ponto de vista psychico, um cunho especial.
Uns nascem idiotas, outros veem com as melhores apparencias, e, a um dado momento, o seu desenvolvimento é como que suspenso, e elles cahem na imbecilidade; finalmente, outros, podem attingir um consideravel desenvolvimento intellectual.
Apezar d'isso, porém, a sua existência, debaixo do ponto de vista moral, é completamente desiquilibrada. 
Um degenerado póde tornar-se um grande sabio, um artista distincto, um habil administrador; mas, ao mesmo tempo, elle manifestará profundas faltas d'ordem moral, excentricidades e irregularidades nos seus actos, e tanto empregará as suas brilhantes faculdades para servir uma grande causa, como para satisfazer os peiores vicios."
(Excerto de Symptomas da degenerescencia)
Matérias:
Hysteria: - Historia; - Hysteria no seculo XVII; - Hysteria no seculo XVIII; Descripção [da Histeria]; - Etiologia; - Agentes provocadores; - Estigmas; - Anesthesias sensoriaes; - Estigmas puramente psychicos; - Accidentes histericos. | Degenerescencia: - Etiologia; - Symptomas de degenerescencia; - Syndromas episodicos; - Impulsividade morbida; - Intellectualidade morbida; - Emotividade morbida; - Psycopathias sexuaes. | Hereditariedade na hysteria. | Hereditariedade na degenerescencia. | Alterações do mechanismo mental na degenerescência e na hysteria. | Proposições.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Raro.
35€

07 outubro, 2021

BINET-SANGLÉ, D.r - A LOUCURA DE JESUS. Hereditariedade, Constituição e Fisiologia.
Edição Popular. Tradução de Manoel Ribeiro
. Lisboa, Guimarães & C.ª - Editores, 1910. In-8.º (20,5 cm) de XVIII, 249, [3] p. ; [1] f. il. ; E.
A questão de saber se o Jesus histórico gozava de boa saúde mental foi alvo de estudos por vários psicólogos, filósofos, historiadores e escritores. O primeiro a questionar abertamente a sanidade de Jesus foi o francês Charles Binet-Sanglé (1868-1941), médico militar e psicólogo, autor de La folie de Jésus [A loucura de Jesus], tese polémica que atingiu particularmente os círculos cristãos e conservadores parisienses. (wikipédia)
Livro ilustrado em separado com um retrato de Jesus Cristo.
Manuel Ribeiro (1878-1941) - o tradutor - teve um percurso de vida que o levou do catolicismo relutante - época em que traduziu a presente obra - ao catolicismo pleno, não sem antes, pelo meio, ter tido um papel activo no movimento anarco-sindicalista nacional bem como na fundação do Partido Comunista Português, antes de se "encontrar" com a sua religiosidade, prática e mística.
Precede a obra própriamente dita duas tabelas: o "Vocabulario dos nomes de pessoas" e o "Vocabulario do nomes de logares".
"A maior parte dos homens d'acção têm repugnância em escrever.
Os exaltados e os energúmenos que tomam parte numa campanha religiosa, se pensam alguma vez em redigir as suas memórias, apenas o fazem depois da batalha ou quando a idade os obriga ao descanço. Os discípulos de Ieschou bar-Iossef [Jesus Cristo] sentiam tão pouca necessidade de escrevêr quanto mai próximo julgávam o fim do mundo.
Dest'arte, durante vinte, trinta anos talvez, os actos e as palavras do Nazareno apenas fôram conservadas nas memórias, mas nestas memórias, exercícios de iletrados, que nos transmitíram, intactos na sua prosódia, os védas, os poemas homéricos e os poemas árabes, nessas memórias semíticas, que recébem a impressão e a conservam como o cilindro do fonógrafo, nessas memórias de místicos impressionáveis, para quem as mais insignificantes palavras e gestos do rabi, tínham o valor das palavras e dos gestos dum deus."
(Excerto do Cap. II, Os documentos relativos a Ieschou - I - A paradosis)
Índice:
Prefácio. | Introdução. | Primeira Parte - Hereditariedade de Ieschou bar-Iossef. | Segunda Parte - Constituição e físiologia de Ieschou bar-Iossef.
Encadernação cartonada recoberta de pano estampado com motivos florais, com autor e título gravados a ouro em rótulo aposto na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível