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23 setembro, 2026

1.ª BRIGADA MISTA INDEPENDENTE - 1978/1988 : DEZ ANOS DE ACTIVIDADE
. [Santa Margarida], 1.ª BMI, 1989. In-fólio (29,5x21 cm) de 112, [2] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Obra comemorativa do primeiro decénio da 1.ª Brigada Mista Independente, antes 3.ª Divisão de Infantaria, e depois, em 1993, Brigada Mecanizada Independente, passando a designar-se Brigada Mecanizada a partir de 2006.
Profusamente ilustrada com fotografias a cores e a p.b., sendo algumas em página inteira.
"A Brigada Mecanizada (BrigMec) é uma grande unidade do Exército Português, constituindo uma das suas três brigadas. O seu comando, órgãos de base e unidades operacionais encontram-se aquartelados no Campo Militar de Santa Margarida, localizado na freguesia de Santa Margarida da Coutada, concelho de Constância. Tem como patrono, D. Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável.
Como grande unidade, a BriMec encontra-se inserida tanto na Componente Operacional (estrutura operacional) como na Componente Fixa (estrutura base) do Sistema de Forças do Exército, dependendo hierarquicamente do Comando das Forças Terrestres (CFT).
A BrigMec constitui a grande unidade de forças pesadas do Exército Português. Estas caracterizam-se por serem forças de armas combinadas, dotadas de meios mecanizados e blindados, vocacionadas para atuarem em situações de conflito de alta intensidade, onde os poderes de fogo, de choque e de proteção sejam determinantes."
(Fonte: Wikipédia)
"A 1.ª Brigada Mista Independente (1.ª BMI) comemorou em 6 de Abril de 1988 o 10.º aniversário da sua criação oficial. Apesar da sua ainda curta existência ele é hoje a expressão clara da vitória sobre o desafio que se colocou ao Exército Português, após o fim da guerra não convencional que o empenhou em África durante mais de uma década. Desafio que tinha o duplo objectivo de conjugar a vontade de renovação do Exército, nos planos técnico e táctico, com a vontade política de Portugal em reafirmar a sua participação na defesa colectiva da Aliança Atlântica. Aliança que o nosso país ajudou a formar e que se destina a manter a paz e a liberdade dos seus membros, não através da guerra, mas pela dissuasão.
O quadro desta Aliança é representado pelo Tratado do Atlântico Norte o qual surgiu como reacção dos países da Europa Ocidental., apoiados pelos Estados Unidos e pelo Canadá, à crescente expansão ideológica e territorial soviética verificada nos anos conturbados que se seguiram à 2.ª Guerra Mundial."
(I - Fundamento Histórico - Introdução)
Índice:
I - Fundamento Histórico. II - Grande unidade de campanha permanentemente constituída. III - Onde se localiza a Brigada. IV - Actividades da Brigada. V - Deslocamento para Itália e apoio logístico. VI - Referências elogiosas. VII - Desafios do futuro. | Cronologia.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e militar.
20€

20 setembro, 2021

BOSGRA, Dr. S. J. & KRIMPEN, C. van - PORTUGAL E A NATO
. Amsterdão, Angola Comité Klarenburg 253, [1971]. In-8.º (14 cm) de 81, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição portuguesa.
Relatório de um comité holandês antagónico aos interesses portugueses em África - e de cooperação com os movimentos revolucionários. Trabalho crítico do favorecimento político da NATO a Portugal, e dos diversos actores da cena internacional, integrantes da mesma aliança, que apoiaram o esforço de guerra português.
Na capa: Fiat G-91 português.
Razão de ser desta publicação: "Esta é uma publicação do "Angola Comité" na Holanda. Este Comité foi fundado em 1961 para, da parte dos holandeses, se dar apoio moral, financeiro e político aos movimentos de libertação em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, e também à Oposição dentro de Portugal, e além disso, para dar ao povo holandês informação sobre a luta de libertação das colónias portuguesas."
Livro ilustrado ao longo do texto, e em página inteira, com fotogravuras de material bélico utilizado pelos portugueses - incluindo a força aérea e naval -, bem como reprodução de propaganda a armamento estrangeiro em revistas militares portuguesas. Destaque ainda para uma foto aérea de um ataque punitivo sobre os Dembos, e outra da visita do PR Américo Tomás a uma base da Força Aérea em Angola equipada com helicópteros «Alouette» (1963).
"Portugal sustenta uma guerra colonial nas suas colónias africanas Angola, Guiné e Moçambique. Muita gente é de opinião que Portugal, sendo um dos países mais pobres da Europa Ocidental, não pode sustentar esta guerra completamente sozinho, e que a NATO aí tem jogado um papel.
Até agora nunca foi feita uma investigação pormenorizada das relações entre Portugal e a NATO.
Este relatório baseia-se em publicações militares, estudos científicos e notícias da imprensa. As fontes de informação usadas nesta publicação, foram quase todas de países da NATO e muitas também de revistas militares portuguesas.
Foi feito um pormenorizado resumo do equipamento usado pelas forças armadas portuguesas, incluindo marcas, números, datas de entregas e países de origem. Foi-se mais além no que respeita o aspecto político e legal da ajuda militar dos quadros mais importantes fornecedores de Portugal.
Além disso, delineou-se até que grau este material é usado na guerra colonial."
(Prefácio)
Matérias:
Prefácio. | Citações. | A NATO e Portugal. | A força aérea. | A marinha. | O exército. | Os Estados Unidos. | A Alemanha ocidental. | A França. | A Grã-Bretanha. |  A direcção da Nato. | Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
Sem registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Indisponível