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08 janeiro, 2026

HITLER, Adolf - A MINHA LUTA : MEIN KAMPF. Comentários de: Prof. A. H. de Oliveira Marques; José Martins Garcia; Rolão Preto; Sanches Osório. [Lisboa], Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite, 1976. In-8.º (21x14 cm) de LIII, [3], 510, [6] p. ; B.
1.ª edição.
Primeira edição portuguesa de Mein Kampf (A Minha Luta), magnum opus de Adolf Hitler.
"Em 1 de Abril de 1924, o Tribunal Popular de Munique ordenava o meu encarceramento em Landsberg-am-Lech.
Pela primeira vez, após anos de trabalho incessante, eu tinha assim a possibilidade de me entregar a uma obra que muitos instavam comigo para que escrevesse e que eu próprio sentia oportuna para a nossa causa. Decidi-me, então, nestes dois volumes (a edição original alemã saiu em Munique, em dois volumes publicados respectivamente em 1925 e 1927), a expor não só os objectivos do nosso movimento, mas ainda a sua génese. Uma tal obra será mais fecunda do que um tratado puramente doutrinário.
Além disso, tinha assim a ocasião de mostrar a minha própria formação, tanto mais que isso é necessário para a compreensão do livro, e quanto pode servir para a destruição da lenda construída em torno da minha pessoa pela imprensa judaica.
Não me dirijo, aqui, a estranhos, mas a esses militantes do movimento que a ele aderiram de todo o coração e cujo espírito procura agora uma explicação mais aprofundada.
Não ignoro que é pela palavra muito mais do que por livros que se ganha os homens: todos os grandes movimentos que a história registou ficaram a dever muito mais aos oradores do que aos escritores.
Mas nem por isso é menos verdade que uma doutrina não pode salvaguardar a sua unidade e a sua uniformidade se não for fixada por escrito duma vez para sempre. Estes dois volumes serão as pedras com que contribuo para o edifício comum.
O autor"
(Prefácio)
Índice:
Tomo primeiro - Balanço: I - A casa familiar. II - Anos de estudos e de sofrimentos em Viena. III - Considerações políticas gerais sobre a minha estada em Viena. IV - Munique. V - A Guerra Mundial. VI - Propaganda de guerra. VII - A revolução. VIII - O começo da minha actividade política. IX - O partido trabalhista alemão. X - As causas da ruína. XI - O povo e a raça. XII - A primeira fase do desenvolvimento do partido operário alemão nacional-socialista.
Tomo segundo - O Movimento Nacional-Socialista: I - Opinião filosófica e partido. II - O Estado. III - Súbditos do Estado e cidadãos. IV - A personalidade e a concepção racista do Estado. V - Concepção filosófica e organização. VI - A luta dos primeiros tempos - O valor da palavra. VII - A luta com a frente vermelha. VIII - O forte é mais forte quando fica só. IX - Do significado e da organização das secções de assalto. X - O federalismo não passa de uma máscara. XI - Propaganda e organização. XII - A questão sindical. XIII - A política alemã das alianças pós-guerra. XIV - Orientação para leste ou política de leste. XV - O direito da legítima defesa. Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Alguns (poucos) sublinhados e anotações nas margens a tinta vermelha ao longo do texto.
Invulgar.
Com interesse histórico.
40€

21 julho, 2025

CARVALHO, Torres de - "NAZIS" : aspectos citadinos e políticos da Alemanha. [Prefácio de António da Costa Cabral, Ministro Plenipotenciário, antigo Ministro de Portugal em Berlim]. Lisboa, Henrique Torres : Editor, 1933. In-8.º (19×12,5 cm) de 167, [1] p. ; [9] f. il. ; B.
1.ª edição.
Reportagem efectuada por um jornalista português na Alemanha nazi seis anos antes da eclosão da 2.ª Guerra Mundial.
Trata-se de um importante documento histórico. O autor, conhecido germanófilo, esteve no congresso de Nuremberga realizado nesse ano (1933) a convite do regime nazi, tendo oportunidade de entrevistar os principais líderes alemães, todos homens da confiança de Hitler: Rudolf Hess, Adjunto do Führer; Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda do Reich; Alfred Rosenberg, principal teórico do Nacional-Socialismo; Ernst Röhm, Chefe da milícia alemã; Hans Frank, Advogado, Ministro da Justiça da Baviera; Arthur Schumann, Chefe do Serviço de Inteligência Política do NSDAP, Ministério das Relações Exteriores do PNS; Dr. E. Pflaumer, Cirurgião e professor da Faculdade de Medicina de Enlangen, Baviera.
Vem ainda reproduzido o último discurso de Hitler, pronunciado no Reichstag, na noite de 14 de Outubro de 1933, por ocasião da renúncia da Alemanha à Sociedade das Nações.
Livro ilustrado com nove estampas extratexto reproduzindo os retratos de Hitler e dos entrevistados, e de uma parada militar em Nuremberga.
O jornalista Torres de Carvalho, no livro intitulado Nazis - que constitui um notável documento sobre a Alemanha dos anos 30, com curiosos comentários aos importantes acontecimentos que então ali se verificavam, e que constituíram marcos importantes da ascensão do Nazismo, e com entrevistas a alguns responsáveis máximos do governo nacional-socialista (Hess, Goebbels, Rosenberg, Ernst Rohm, Hans Frank) - manifesta um tom aparentemente desapaixonado, em que mesmo se nota algum receio pelos excessos de alguns partidários de Hitler, não é de admirar que acabe por manifestar alguma admiração pelo Führer e que, no prefácio, o embaixador em Berlim, António da Costa Cabral, revele alguma compreensão por esses excessos, admitindo que eles acabarão por ser sanados.
No Prefácio, que se intitula "Palavras de verdade", diz o embaixador de Portugal na Alemanha: "A mocidade do Führer e dos seus sequazes, longe de se me afigurar perigosa, julgo-a favorável à instauração de um novo estado de coisas. Se xenofobia existe nas juventudes nacionalsocialistas alemãs, esse excesso de patriotismo deve sanar-se mercê da clarividente actuação dos seus Chefes supremos, que apenas procuram o bem público pelos processos que a mentalidade germânica mais favoriza e que nós, latinos, repudiaríamos e não compreendemos".
(Luís Reis Torgal. Salazarismo, Alemanha e Europa, Revista de Historia das Ideias Vol. 16 1994)
"Para compreender a transcendência do movimento que vem transformando a Alemanha são indispensaveis livros como êste. Quotidianamente tem o simples leitor de gazêtas ou o estudioso ensejo de conhecer o desenrolar dos acontecimentos e tudo o que o Partido Nacional-Socialista tem demolido, substituido ou criado no «Terceiro Reich». Mas a rapida leitura da imprensa diaria não é, por certo, informação suficiente por desconnexa e, em geral, pouco profunda.O livro, sim, esse compendia e metodisa o que convem ou interessa sabêr.
A grande massa de pessôas que já hoje, entre nós, se preocupa com o que se passa além fronteiras, isto é, que acompanha com curiosidade e ainda com desejo de aprender e perceber a evolução das instituições dos Estados que adoptaram novas formulas para resolução dos problemas políticos e sociais da hora presente, merecia que pela penna de um jornalista experimentado e de justa visão, lhe fôssem servidas, sôb forma atrahente e de suma elegancia estilistica, algumas verdades sôbre o Hitlerismo."
(Excerto do Prefácio)
"Vais lêr um livro que fala da Alemanha actual, dêsse país onde Hitler domina, dêsse ponto da Europa que provoca as atenções do mundo inteiro.
É um livro escrito por um jornalista que esteve na Alemanha, fazendo reportagem, que ali foi alheio à política, tratar de política, colhêr impressões, relatando os acontecimentos tais como o são, imparcialmente, naturalmente, sem coacções nem facciosismos.
A Alemanha atravessa um dos momentos mais melindrosos.
Todas as apreciações, ácêrca dela, são, por enquanto, extemporâneas.
Hitler procura-a restabelecer do mal que a ia victimando: o comunismo.
Os mesmos remédios que curam, tomados em excesso, muitas vezes provocam a morte. Aguardemos, portanto.
Hitler pretende despertar a Alemanha, purificar a raça, impedir aos judêus o direito de cidadãos, criar uma nova Alemanha... Para isso dispende uma actividade sobrehumana; discursa, faz prelecções, entusiasmando, estimulando o povo a acompanhá-lo nos seus ideais."
(Excerto do preâmbulo)
Índice: - Prefácio. Palavras de Verdade. - [Preâmbulo]. - Hamburgo. - Berlim. - Munich. - O Congresso de Nürnberg. - Bremen. - O pensamento de Hitler, atravez um dos seus discursos. - [Entrevistas]. - O ultimo discurso de Hitler, pronunciado, na noite de 14 de Outubro, por ocasião da saida da Alemanha, da Sociedade das Nações.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Manuseado. Capas cansadas, com acidez. Assinatura de posse na f. rosto.
Raro.
Com interesse histórico.
45€

07 julho, 2023

LIVRO CASTANHO SOBRE O INCÊNDIO DO REICHSTAG E TERROR HITLERIANO -
Publicado pelo Comité Internacional de Auxílio às Vítimas do Fascismo Hitleriano
. [S.l.], Edições ao Serviço do Direito [Composto e impresso na Gráfica da Lousan - Lousan], 1933. In-8.º (18,5 cm) de [4], 196 p. ; E.
1.ª edição.
Edição original portuguesa deste livro-denúncia, iniciativa de Petrus (Pedro Veiga), publicado em 1933, aquando dos acontecimentos.
O incêndio do Parlamento alemão marca o início da acção musculada do Partido Nacional-Socialista de Adolf Hitler contra os seus opositores, pretexto para a aniquilação de milhares de pessoas. Obra prevista para dois volumes, apenas o primeiro - este - terá sido dado aos prelos.
"O Reichstag é, em termos simples, a sede do parlamento alemão, hoje chamado Bundestag, e situa-se em Berlim. O edifício foi construído no século XIX para albergar o parlamento – então chamada Dieta – da Alemanha Imperial e, depois da I Guerra Mundial, da república de Weimar.
A 27 de fevereiro de 1933, à noite, deflagrou um grande incêndio que o destruiu quase completamente. Este facto teve um enorme impacto na cena política da Alemanha e é considerado pelos historiadores como o episódio que apressou a tomada do poder por Hitler e a instauração do nazismo na Alemanha."
(Fonte: https://ensina.rtp.pt/artigo/o-incendio-do-reichstag/)
"A numerosa documentação reunida no «Livro Castanho sobre o Incêndio do Reichstag e o Terror Hitleriano», sôbre os verdadeiros instigadores do incêndio do Parlamento alemão, assim como sôbre as atrocidades e assassinatos políticos cometidos no Reich nos primeiros seis meses de 1933 é verdadeiramente impressionante. No prefácio escrito por Lord Marley, algumas das suas palavras elucidam-nos sôbre o método que presidiu à compilação do material publicado: «Não utilisamos, diz êle, os documentos mais sensacionais. Cada facto consignado nêste livro foi submetido previamente a um exame minucioso e os casos que foram mencionados são a expressão duma série de factos análogos. Nós poderiamos fazer detalhes muito mais horriveis mas abstivemo-nos de o fazer precisamente por causa do caracter excepcional que estes casos apresentam»."
(Introdução - Libelo)
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
25€

25 março, 2023

SANCHES, Vicente -
MISTÉRIO DE AUSCHWITZ OU UM HINO JUDAICO : peça de teatro em doze curtas unidades: doze aforismos teatrais
. [S.l.], [s.n. - Gráfica de S. José - Castelo Branco], 1996 [Imp. 1995]. In-4.º (24,5 cm) de 32, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Peça de teatro algo insólita. Um grupo de judeus do campo de concentração de Auschwitz discute a complacência de Deus para com a sua situação; o mais radical deles - o jovem judeu - apunhala a sua amada, de que vai resultar um caso de hipermnésia - o seu - levando-o a fazer algo que não queria, cumprindo dessa forma a última vontade da jovem.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a Norberto Ávila (1936-1922), dramaturgo, romancista, contista e poeta português.
"Ainda antes de o pano se erguer, ergue-se uma voz  adverte - que todas as cenas da peça, a que iremos assistir, se passaram em Auschwitz.
No campo de concentração de Auschwitz.
Em mil novecentos e quarenta e quatro.
Durante uma hora, porventura, de possível distracção dos guardas.
O pano sobe.
No palco, um pequeno grupo de judeus. Homens e mulheres. Sete ou oito. Ou nove ou dez. Nunca mais, em todo o caso, que doze ou treze."
(Excerto de Mistério de Auschwitz... - I/II)
Vicente Sanches (n. 1936). "Nasceu em Castelo Branco, a 7 de Junho de 1936. Professor do ensino secundário, tem vindo a publicar, desde 1958, uma copiosa obra dramatúrgica, de que só uma reduzida parte tem logrado o acesso ao palco e que se caracteriza por uma curiosa fusão da dialéctica pirandeliana do ser e das aparências com a ambiguidade do moderno teatro do absurdo, levada nas suas peças mais recentes a um grau de explosiva incandescência. A peça O Passado e o Presente (1971), que o autor classificou de «comédia insensata de gémeos», em três actos foi adaptada ao cinema por Manoel de Oliveira. A Birra do Morto (1973) é porventura a sua obra de maior ressonância e significado."
(Fonte: https://www.goodreads.com/author/show/5251099.Vicente_Sanches)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

06 dezembro, 2022

DUARTE, Carvalhão - O DITADOR DA VIOLÊNCIA.
Figuras da reacção. [Prólogo de Ribeiro de Carvalho]
. Lisboa, Editorial República, 1933. In-8.º (19,5 cm) de 190, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Biografia política de Adolf Hitler, irónica e cáustica, publicada pouco tempo após a sua subida ao poder na Alemanha, em 1933, e em muito aspectos premonitória do que se seguiria: internamente, o rearmamento, mais ou menos encapotado, ao arrepio de tratados e convenções, e a supressão dos contestatários (Noite das Facas Longas, 1934); externamente: a participação indirecta na Guerra Civil de Espanha, balão de ensaio para o estado de preparação do exército alemão (1936-39), culminando com a invasão da Polónia, a 1 Setembro de 1939, que marcaria o início da Segunda Guerra Mundial.
"Hitler, ditador sem inteligência nem grandeza, é o títere atrás do qual se escondem, movendo-o e manejando-o, tôdas as fôrças da reacção clerical e da reacção política na Alemanha.
Mais ainda: é o homem da Internacional Negra dos Armamentos.
Tôdas as sobras de mau agoiro que se pretendem fazer regressar o mundo à barbaria guerreira e à barbaria política e religiosa se acotovelam na sombra dêsse homem - ditador da violência e do despotismo, para cuja alma tôda a Humanidade é uma horda sem direitos, nem liberdade, nem garantias.
Ou antes: com um único direito. O direito de marchar, de mochla às costas e carabina nas mãos, para o assalto aos direitos dos outros.
Nas mãos deste caserneiro violento e autoritário, o homem é um autómato apenas, com uma só missão: obedecer.
Abolida, por completo, a faculdade de pensar, de discernir, de discutir, de resolver sôbre os interesses da Nação, que são os interesses comuns. Só quem manda, porque tem na mão a fôrça bruta, pode pensar, raciocinar e resolver.
A esta triste condição reduziu Hitler sessenta e cinco milhões de alemães."
(Excerto do Prólogo)
Índice:
Dedicatória. | Prólogo, de Ribeiro de Carvalho. | O homem através da história. | Hitler, o vagabundo. | De pintor a mercenário da guerra. | A caminho da queda do imperialismo alemão. |  A queda do imperialismo e a derrota alemã. | O nacional-socialismo. | A revolta de Munich. | O sonho dum louco. | O nacional-socialismo é um novo tipo de burguesia. | A reacção, símbolo sinistro do ódio e a guerra. | Hitler ao serviço da reacção. | Ao coração de todos os homens de bem.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
25€

27 novembro, 2021

O CALENDÁRIO DOS AGRESSORES
. [S.l.], [s.n.], [193-]. In-8.º (21,5cm) de 32 p. ; B.
1.ª edição.
Opúsculo de propaganda anti-Eixo. Trata-se de um conjunto de declarações de Hitler e Mussolini, proferidas em discursos anteriores à guerra, que o desenrolar dos acontecimento veio desmentir, "porque as promessas de Hitler são como as cerejas, que vêm umas atrás das outras e não se devem comer em grandes doses...".
De realçar o trabalho dos serviços de propaganda ingleses na elaboração da capa, tendo produzido uma montagem da figura de Hitler - agressivo - de punho fechado, e de Mussolini, em pose de desafio.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Envelhecido. Capas oxidadas.
Invulgar.
10€

18 novembro, 2019

MARQUES, Pedro Correia - VARSÓVIA! Um caso de consciência internacional. Lisboa, Editorial Império, 1944. In-8. (19 cm) de 74, [6] p. ; [1] planta desdob. ; B.
1.ª edição.
Narrativa da 3.ª Batalha de Varsóvia pelo jornalista Pedro Correia Marques (1890-1972). A revolta que teve início a 1 de Agosto de 1944 e durou 63 dias até ser esmagada pelo exército nazi. Morreram mais de 15 mil membros do Exército Clandestino Polaco e cerca de 150 mil civis.
Livro publicado em pleno período bélico, ilustrado extratexto com uma planta desdobrável da cidade de Varsóvia.
"Não há nada nesta guerra mundial, que envolve o Globo num círculo terrível de ferro e fogo, sucesso tão altamente dramático e pungente como a chamada terceira batalha de Varsóvia. Pelo heroísmo com que a empreenderam os heróis do Exército Clandestino da Polónia, pela formidável energia com que a mantiveram desde o primeiro dia até ao fim duma luta sem igual na História, esta batalha fica sendo das páginas mais heróicas e dolorosas da vida da valorosa Nação.
Diga-se desde já que a Polónia não se lançou nela às cegas, sem adequado instrumento de luta. O Exército Clandestino é um verdadeiro exército, uma fôrça armada regular, com seus quadros e sua disciplina, modêlo de organização, pertinácia e coragem patriótica. [...]
O comandante dêste exército é hoje um general, que usa o pseudónimo de «Bór». [...]
Das poucas notícias conhecidas sôbre o general Bór (bór = floresta), sabe-se que é um oficial de carreira, considerado muito brilhante, de 48 anos. Mas a sua identidade é um segrêdo bem guardado pelos polacos. As sombras misteriosas do Exército Clandestino sumiram êste homem singular, devoraram-no. Na penumbra e no pseudonimato, que o envolvem e constituem a sua defesa, nunca, porém, deixou de estar presente no espírito dos soldados do Exército polaco, sempre crescente em número e audácia. Assim viveu o exército «subterrâneo», como, aliás, tôda a vida independente da Polónia, durante cinco anos. Muitas vezes, em actos de uma audácia fulminante, se revelou a sua existência. Sabia-se que existia uma fôrça organizada. Não se conhecia a sua eficácia e extensão. Nêste ano de 1944, revelou-se ela de forma heróica e retumbante."
(Excerto do preâmbulo, Não há neste guerra mundial...)
Índice: «Não há neste guerra mundial...». | Primeira Semana de luta. | Segunda Semana. | Terceira Semana. | Quarta Semana. | Quinta Semana. | Como a Cidade «vive» sob as bombas. | Os pavores da Cidade. | Porque se revoltou Varsóvia. | O auxílio a Varsóvia. | Apêndice. | Epílogo.
Exemplar em brochura bem conservado.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

01 maio, 2019

GONZALÉZ-BLANCO, Edmundo - EL NACIONALSOCIALISMO EXPUESTO POR HITLER. Con una biografia del fundador del partido racista alemán, un análisis del ideario de este partido y un sumario de su programa, por... Madrid, Agencia General de Librería y Artes Gráficas, [1932?]. In-8.º (19cm) de 286, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história do nacional socialismo alemão e para o pensamento ideológico e conquista do poder por Hitler.
Livro publicado pouco antes da Guerra Civil de Espanha (1936-1939), palco utilizado pela Alemanha para "testar" o seu poderio bélico, preparando a guerra mundial que se advinhava.
"Emprender el estudio imparcial y sereno de una personalidad preeminente de la politica revolucionaria de una nación extranjera que entre las más grandes figura, es, por todos conceptos, labor espinosíssima. Y lo es mucho más si se trata del jefe de un partido que, como el nacionalsocialista, se destaca notablemente entre las diversas fuerzas de la nueva Alemania, no sólo por la enérgica y decidida voluntad de cuantos comulgan en él, sino que, asimismo, por la chocante novedad de su credo, por la inaudita complicación. Nada hay más vivo ni más distante de los sistemas politicos de nuestros pueblos latinos, sistemas tan abstractos, tan regulares, tan artificiales, tan sencillos, pero al propio tiempo y por esta misma razón, tan faltos de energia, de emoción, de realismo y de impetuosidad. A uun politico latino le es muy difícil comprender ese sistema sin parangón y sin segundo, mezcla extraña de originalid y tradición, de socialismo y de patriotismo, de demagogia y de civilidad, y a cuyo frente figura un genio organizador incansable, tenaz, constante, incorruptible, indomable, intransigente.
Hablar del nacionalsocialismo sin hablar de Hitler seria un contrasentido de los mayores. El nacionalsocialismo quizá no hubiera nascido nunca, ni alcanzado el desarrollo y las proporciones que le han permitido ponerce por encima de todos los partidos alemanes, si no hubiese existido Hitler. Cierto que éste tuvo la suerte de encontrar, desde los comienzos de su carrera de luchador en lides politicas, colaboradores sinceros, fieles, activos y entusiastas. Hitler no es más que un guerrero en medio de un ejército, y en torno suyo se mueve una multitud de campeones."
(Excerto do Cap. I, Advertencias preliminares)
Indice:
I. - Advertencias preliminares. II. - Origen y juventud de Hitler. III. - El combatiente de la gran guerra. IV. - La derrota, el armisticio y la revolución. V. - Formación del partido nacionalsocialista. VI. - Vicisitudes del partido nacionalsocialista. VII. - Ideario del partido nacionalsocialista. VIII. - Programa del partido nacionalsocialista. IX. - Resumen y conclusión.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Lombada apresenta falha de papel nas extremidades.
Invulgar.
Com interesse histórico.
20€

24 outubro, 2018

CASTELO BRANCO, Holbeche - PORQUE ADMIRO A ALEMANHA. Da teoria aos factos. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Imprensa Barreiro, Lisboa], 1940. In-8.º (18 cm) de 26, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Opúsculo pró regime nazi. O autor foi um conhecido germanófilo.
"Atingimos a altura de atacar de frente o assunto que nos levou a escrever o presente folheto.
Referimo-nos à Nova Ordem Económica que a Alemanha promete estabelecer na Europa, logo que termine a guerra a favor das suas armas. Dela, da nova ordem, vamos dar uma ideia que, embora resumida, servirá para elucidar quantos, de boa fé, fazem apreciações injustas em conseqüência do desconhecimento dos factos."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Com alguns sublinhados a lápis no texto.
Invulgar.
Indisponível

03 julho, 2018

LEONE, Metzner - NAZIS (dez mêses na Alemanha em guerra). Lisboa, Livraria Portugal, 1941. In-8.º (18 cm) de 309, [3] p. ; B.
1.ª ediçao.
Capa de Cândido.
Visão da Alemanha "por dentro" durante o 3.º ano de guerra, no apogeu do seu domínio militar. O autor era um conhecido germanófilo.
"Vivi dez mêses na Alemanha em guerra como jornalista estrangeiro adido ao Ministério das Relações Exteriores do III Reich, em Berlim; no desempenho das minhas funções fiz uma viagem de quatro semanas através de todo o país, durante a qual atravessei alguns territórios anexados pelos Nazis, uns ainda antes da guerra, como a Áustria, e outros já em consequência das vitórias militares alemãs, como a Alsácia. O que vi, o que ouvi e o que senti durante a minha permanência na Alemanha Nacionalsocialista é o que constitue êste livro, que mais não pretende ser que um relato da vida alemã, sob as directrizes que os Nazis lhes imprimiram e sob os imperativos criados pelas circunstâncias da guerra."
(Excerto da introdução)
Índice:
Introdução. Primeira Parte - Na capital do III Reich: Tempelhof; Uma cerimónia militar; Quando caiem bombas em Berlim; A rectaguarda; A vida na capital alemã; Ersatz - milagre alemão; Racionamento; Os Nazis e os Católicos; O meu amigo judeu; Duelo aéreo; Porque foi Rudolf Hess para Inglaterra? A «bota prussiana»; Os Nazis e a Europa. Segunda Parte - Atravez da Alemanha em guerra: Nürnberg; Heidelberg; Strassburg; Munique; Braunau; Viena - e a história duma camisa...
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

16 julho, 2015

100 DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS ANTECEDENTES DA GUERRA. [Prefácio de von Ribbentrop]. Lisboa, Alma, [1939]. In-4º (23,5cm) de 206, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Publicação com a visão nazi sobre os motivos que conduziram à 2.ª Guerra Mundial.
"Sob a chefia de Adolf Hitler, o Povo Alemão lança o seu olhar para o futuro e não para o passado. A guerra que nos foi imposta e na qual combatemos pelo destino futuro da Alemanha, torna imperiosamente necessário que estejamos conscientes, a todo o momento, da forma como a ela se chegou e onde dever ser procuradas as suas causas reais. [...]
Depois do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reich ter publicado num Livro Branco, imediatamente após o início da guerra, os documentos que elucidam a última fase da crise germano-polaca, apresenta agora uma vasta colecção de documentos, que não se limitam apenas à época que precedeu imediatamente o início da guerra, mas que abrangem também os acontecimentos políticos mais importantes, dos quais se desenvolveu primeiramente o conflito com a Polónia e depois o conflito com a Inglaterra e a França.
Os 100 documentos reproduzidos nos anexos falam uma língua tão clara, que dispensam qualquer comentário. Na sua objectividade  diplomática proporcionam um quadro directo e verídico da evolução política dos últimos anos, um quadro que impressionará e comoverá sempre, mesmo aquêles que viveram de perto essa evolução."
(excerto do prefácio)
"Os documentos que vão seguir-se fornecem um quadro para a história dos antecedentes da guerra actual. Não se limitam apenas às semanas que precederam o estalar da guerra, mas tornam possível também a formação duma opinião imparcial sôbre as causas remotas do conflito.
O Livro Branco do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reich (1939, N.º 2), «Documentos para a História dos Antecedentes da Guerra», contém nada menos que 482 documentos."
(excerto do prólogo)
Ulrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop (1893-1946). Político alemão, Ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha Nazi entre 1938 e 1945, e uma das mais influentes figuras do Terceiro Reich. No final da 2.ª Guerra Mundial, após a derrota e rendição da Alemanha, foi julgado no Tribunal de Nuremberga sob a acusação de crimes contra a humanidade. Foi condenado à morte e enforcado a 16 de Outubro de 1946.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas sujas, com defeitos.
Invulgar.
15€

18 dezembro, 2014

A VITÓRIA DA VERDADE. [S.l.], [s.n. - imp. Imprensa Barreiro, Lisboa], [1941]. In-8º (21,5cm) de 59, [1] p. ; [16] p. il. ; B.
1.ª edição.
Propaganda nazi. Importante pela oportunidade de apreciar a guerra sob o ponto de vista da propaganda; a informação e contra-informação, quase diária, durante as campanhas de ocupação alemãs.
Descrição por ordem cronológica dos acontecimentos bélicos, desde a Campanha da Polónia, em 2 de Setembro de 1939, até à ocupação da Grécia, pelas forças alemãs, em 2 de Maio de 1941. O texto, a duas colunas, pretende comparar a versão alemã desses acontecimentos, através dos comunicados do Alto Comando das Forças Alemãs, em oposição à versão dos factos relatados pelos Aliados, transmitido no Noticiário do estrangeiro.
Brochura ilustrada com fotografias que testemunham o avanço das tropas alemãs, impressas sobre papel couché em folhas separadas do texto.
"O inglês foi expulso da Europa.
Dos quatro pontos cardiais a Inglaterra tentou ameaçar a Alemanha, o país central da Europa. Quatro garras da águia alemã, a oeste, norte, este e sul, umas após as outras, arrazaram os bastiões, perante os quais a Alemanha deveria ser aniquilada. Quatro guerras-relâmpago, e a Alemanha viu-se livre de tôda a ameaça inglesa por terra e a Europa livre da intromissão britânica.
A Europa tem agora o campo liberto para organizar uma nova ordem segundo as suas próprias concepções.
Mas também são bem definidas as experiências que ela teve com os ingleses desde Stembro de 1939 a 1941, e devem ficar gravadas como um património europeu na consciência co continente."
(excerto do prefácio)

"O Alto Comando das Fôrças Alemãs comunicou:
2 de Maio [de 1941]
Na Grécia, formações do exército alemão acabaram a ocupação do Peloponeso. No continente grego já se não encontra nenhum combatente britânico.
Noticiário do estrangeiro:
2 de Maio [de 1941]
Rádio Londres - Nós, os ingleses, fomos sempre hábeis na retirada. Nós conseguimos a vitória final começando com retiradas. Mas em tôda a nossa História, não efectuámos retirada alguma melhor do que a da Grécia. Por ele provocámos a admiração do mundo e o pasmo das alemães."
(últimos comunicados)
Matérias:
1939 : A Campanha da Polónia.
1940 : A Campanha da Noruega.
1940 : A Campanha da França.
1941 : A Campanha nos Balcãs.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito curioso.
15€

02 março, 2014

LISBOA, António de – PORTUGAL E A SUA VELHA ALIADA : de todos os tempos. Berlin, [s.n.], 1942. In-8º (19cm) de 38, [2] p. ; B.
Propaganda nazi anti-britânica. Contém a partitura e letra d’A Portuguesa., que o autor (possívelmente fictício) ou editor faz questão de corrigir e alertar para a versão original, com origem no Ultimatum:
"NOTA. – Onde se lê:
Ás armas, cidadãos,
Contra os canhões marchar, marchar.
Leia-se no original:
Ás armas, cidadãos,
Contra os bretões, marchar, marchar."
“Aos portugueses dignos dêste título de orgulho, e não àquêles que como tal se julgam só pelo facto de haverem nascido em território do Império, se dirigem estas modestas, embora fidelíssimas notas de reportagem, de que tomamos inteira responsabilidade.
Dita-as um português, muito da cidade, nacionalista sincero, mas sem diploma, por temperamento e liberdade intelectual avesso a todos os corrilhos e grupelhos, que há mais de quarenta anos se vem batendo desinteressadamente, à custa dos maiores sacrifícios, por uma política absolutamente nacionalista.”
(excerto do texto)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Raro e muito curioso.
10€

20 setembro, 2013

DITTMER, Hans - O LAVRADOR NA GRANDE-ALEMANHA. Berlim, Serviço Alemão de Informações, 1941. In-8.º (21 cm) de 69, [1] p. ; il. ; B.
Contém 18 p. il. com fotografias a p.b.
1.ª edição.
Opúsculo de propaganda nazi publicado em plena 2.ª Guerra Mundial pelos Serviços de Informações alemão.
“O primeiro e mais profundo representante do Povo é, porem, a parte que nutre os homens da fertilidade do solo e conserva a Nação com o seu sangue. Por essa razão, é missão da chefia do Estado conservar, em primeiro lugar, sob todas as circunstâncias e por todos os meios, esse elemento, de cuja vida depende a conservação ou o aniqüilamento do nosso Povo.
Adolfo Hitler”
Matérias: - As pressuposições da nova política agrária alemã. - O lavrador pode agora aumentar a produção. - Protecção ao trabalhador rural. - O trabalhador rural domicilia-se. - Constróiem-se moradias para trabalhadores rurais. - A vaca no estábulo do trabalhador rural. - Uma quinta própria é o último desígnio. - Assistência e auxílio de lado competente. - A educação profissional suplementar ulterior cria um aumento da produção. - A decisão depende da juventude. - Fomenta-se a vida cultural. - Trabalho agrícola é trabalho profissional. - A mocidade é convidada a participar no trabalho rural. - A camponesa também é ajudada. - Acabou-se com o contraste entre a cidade e o campo. - A aldeia auxilia-se a si própria. - A finalidade.
Encadernação cartonada com sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Defeitos na sobrecapa.
Invulgar e muito curioso.
Indisponível

08 agosto, 2013

MANVELL, Roger & FRAENKEL, Heinrich - SS E GESTAPO : governo de terror. Tradução de Maria Fernanda Nunes. Lisboa, Editorial O Seculo, [s.d.]. In-8º (21cm) de 160 p. ; mto il. ; B. Colecção História Ilustrada da II Guerra Mundial, 1
1ª edição portuguesa.
Edição muitíssimo ilustrada com desenhos, mapas e fotografias a p.b. no texto e em página inteira.
História das polícias de Hitler, verdadeiros suportes do Estado policial nazi.
Matérias:
- Estado policial. - Heinrich Himmler e os primeiros SS. - Estabelecimento do Estado policial. - Consolidação no período antes da guerra. - O papel das SS durante o tempo da guerra. - Métodos de prisão e interrogatório da Gestapo. - Os grupos de Acção: da Polónia à Rússia. - As SS e a política franca de genocídio. - Auschwitz: trabalho de escravatura e de exterminação. - Os últimos meses de guerra. - Resíduos: os povos deslocados. - Arolsen: o Centro de Investigação da Cruz Vermelha. - Julgamento das SS: 1945 até 1970. - Bibliografia.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Com interesse histórico.
10€

02 janeiro, 2013

ENTREMONTES, Viriato d’ – O ULTIMATO INGLÊS : Há cinqüenta anos… Berlin – Paris, Edições da “Europa G.m.b.H.", 1941. In-8º (18,5cm) de 22, [2] p. ; [2] f. il. ; B.
Ilustrado a cores em separado.
Opúsculo de propaganda nazi, publicado durante 2ª Guerra Mundial. A autoria é fictícia. Pretende reavivar o sentimento nacional anti-britânica por ocasião do cinquentenário do Ultimatum inglês (1890-1940). Resume as pretensões portuguesas traduzidas no Mapa Cor-de-Rosa, a reacção da Inglaterra que culmina com o Ultimatum em 11 de Janeiro de 1890 que exige a retirada das tropas portuguesas dos territórios reclamados por Portugal e o clima de ira e instabilidade nacional após a cedência às pretensões inglesas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e curioso.
Com interesse histórico.
15€

07 agosto, 2012

TRANSFORMANDO CRIANÇAS EM CRIMINOSOS - A Nova Educação Nazi. [S.l.], [s.n.], [s.d.]. In-4º (24cm) de 15 p. ; todo il. ; B.
Ilustrado no texto.
Folheto de propaganda aliada anti-nazi, publicado e distribuído em Portugal na década de 40 do século passado.
"Fique embora o mundo todo em ruínas após os dias de guerra,
Pois isso a nós que diabo nos importa, se nas tintas nos estamos;
Levaremos a nossa marcha avante, fique tudo arruinado,
Amanhã há de enfim ser nosso o mundo, como a Alemanha é nossa agora."
("Canto de guerra das crianças nazis", estribilho retirado da capa posterior)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico. 
Indisponível

26 dezembro, 2010

SPEER, Albert - MEMÓRIAS DE... : O III REICH POR DENTRO : O ARQUITECTO DE HITLER REVÊ O PASSADO. Trad. Virgínia Motta. Lisboa, Livros do Brasil, [197-]. 2 vol. In-8º 427, [2] p. ; il. (1ºv.) e 420, [2] p., il. (2ºv.). Col. Vida e Cultura, 43/43A.
Título original: Eriunerungen
Albert Speer (1905-1981), foi o arquitecto-chefe e Ministro do Armamamento do Terceiro Reich.
Bons exemplares.
Indisponível