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04 julho, 2026

PIMENTEL, Alberto - MEMORIA SOBRE A HISTORIA E ADMINISTRAÇÃO DO MUNICIPIO DE SETUBAL. Por... Da Academia Real das Sciencias de Lisboa e do Instituto de Coimbra. (Publicada a expensas de Municipalidade de Setubal). Lisboa, Typ. de G. A. Gutierres da Silva, 1877. In-4.º (21x15,5 cm) de 400 p. ; [1] f. desdob. ; il. ; E.
1.ª edição.
Importante monografia do concelho de Setúbal pela pena de mestre Alberto Pimentel, obra organizada sob os auspícios da edilidade. "O livro serve como um guia histórico e geográfico fundamental para compreender o desenvolvimento da região de Setúbal. Aborda detalhadamente a Administração - evolução civil, eclesiástica e militar do concelho; Património - detalhes sobre a arquitectura local, arte e legislação antiga; Sociedade - biografias de figuras ilustres nascidas na cidade; Ambiente - registos sobre as comunicações da época, bem como a flora e a fauna regionais." (IA)
Ilustrado com quadros e tabelas no texto, e um desdobrável (21x28 cm) em separado: "Relação nominal dos professores publicos e particulares que leccionaram no concelho de Setubal no anno lectivo de 1876 a 1877, com designação do numero d'alumnos d'um e outro sexo, e edade maxima e minima".
"A camara municipal de Setubal adquiriu, a fim de tornar tão copiosa quanto possivel esta Memoria, varios documentos e noticias desde longos annos recolhidos, com louvavel patriotismo, por um escriptor tão modesto como conscencioso, o sr. Manuel Maria Portella. Os subsidios amontoados pelo sr. Portella vão espalhados por toda a obra, e por mim coordenados nos logares e disposição que me pareceram mais proprios. Aproveito esta occasião para agradecer a todos os empregados das repartições do concelho, especialmente aos da camara municipal, a boa vontade com que me prestaram todas as informações que precisei; agradeço outrosim a muitos dos cavalheiros de Setubal quanto fizeram em proveito d'este livro, obtendo noticias ou acompanhando-me em passeios de estudo durante os quarenta dias em que trabalhei n'esta Memoria, para a qual, porém, já desde 1875 me prevenia.
Setubal, agosto de 1877.
Alberto Pimentel."
(Preâmbulo)
Alberto Pimentel (Porto, 1849 - Queluz, 1925). "Nasceu no Porto a 14 de abril de 1849. Com uma obra extensa e variada, escreveu poesia, romance, teatro, biografia, obras políticas, entre outros géneros. Camilo Castelo Branco - que conheceu pessoalmente, prefaciou dois dos seus livros e é matéria de algumas das suas obras - é o seu ídolo e o seu Mestre. Morreu em Queluz no dia 19 de julho de 1925."
(Fonte: Wook)
Encadernação meia de pele com cantos e ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Pastas apresentam uma ou outra falha no revestimento. Capas envelhecidas, restauradas, com manchas e pequenos defeitos.
Raro.
75€

01 setembro, 2024

A VILA DE PALMELA
. Palmela, Editada pela Camara Municipal de Palmela, 1930. In-4.º (24,5x17 cm) de [24] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Pequena monografia de Palmela, bonita vila do distrito de Setúbal.
Muito ilustrada no texto e em página inteira com retratos de ilustres palmelenses, vistas do povoado, monumentos e edifícios relevantes do concelho.
"No escrinio da historia encontram-se documentos a afirmar a importancia de que gosou, em todos os tempos, a nobre vila de Palmela.
Dum passado muito distante, chega até nós o echo da sua grandeza.
O homem por instinto natural procurou sempre os lugares mais animados pela Providencia. Com exuberancia foi esta terra enriquecida na amenidade do seu clima e na fertilidade do seu solo.
Quando as aguias romanas distenderam o seu vôo até ao extremo ocidente, pousaram a descançar no topo da montanha, onde se assentou depois o castelo roqueiro que nos fala da fundação laboriosa da nossa nacionalidade.
O panorama que divisaram enamorou-se e fixaram aqui um dos seus ninhos.
Não admira! Quem sobe hoje ao castelo, por muito que tenha visto, ha-se confessar-se maravilhado perante o quadro vasto e belo que a terra oferece á contemplação, emoldurado pelo ceu, pelo Sado e pelo Oceano."
(Excerto de Palmela)
Índice: [Figuras ilustres de Palmela e seu retrato (6) | Palmela | A velha e secular Palmela | A extinção do concelho de Palmela em 1855, promoveu a Ruína local e a decadencia do Povo | Em 1866, o povo ignorante e inconsciente, opõe-se ao progresso local | O trabalho fecundo e proveitoso enriqueceram o povo e a região, viciando-se o ressurgimento local | Acção administrativa da Camara após a restauração do Concelho | Programas de melhoramentos com que a Camara promete dotar a laboriosa vila | Pe. Moisés da Silva | O Castelo de Palmela.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos, e pequenas falhas marginais.
Raro.
Com interesse histórico e regional.
25€

21 julho, 2024

SOUSA, José de Campos e -
PALMELA E OS DU MAURIER.
Reparos a uma obra de Daphne du Maurier. Pelo sócio efectivo... Separata de Arqueologia e História - 8.ª série das publicações, volume XII. Lisboa, Associação dos Arqueólogos Portugueses, 1966. In-4.º (25,5x19 cm) de [6], 28 p. (153-180 pp.) ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição independente.
Contestação de Campos e Sousa à possibilidade de laços familiares entre a família Du Maurier e o Duque de Palmela, D. Pedro de Sousa Holstein (1781-1850), sugestionados por Daphne du Maurier (1907-1989), importante escritora inglesa contemporânea, na sua obra autobiográfica - Les du Maurier.
Livro ilustrado em separado com o retrato do Duque de Palmela.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor "ao ilustre jornalista e velho amigo Raúl Rego".
"Há tempo que desejo alinhar em letra de imprensa alguns reparos a Les du Maurier, mas tarefas mais instantes me têm impedido de o fazer. Aproveito, agora, o ensejo que se me depara, num momento de acalmia, para dar a conhecer as objecções em mim suscitadas pela leitura do momento surpreendente. Farei por arrancar de sobre a nudez fraca da verdade o manto opaco da fantasia... (Que a sombra benévola de Eça me perdoe a adaptação atrevida).
Antes de mais, é imperioso salientar que Les du Maurier não é apresentada como obra de ficção. A própria autora a apregoa como biografia, e a indigita como crónica, pretendendo convencer os leitores da veracidade do texto, graças a uma solene e afectuosa dedicatória à parentela..."
(Excerto de Intróito)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
10€

10 junho, 2024

SETUBAL.
La célèbre région des trois châteaux (S. Philippe - Palmela - Sesimbra). [S.l.], Comissão de Iniciativa de Setubal [Tip. Reis & Correia - Setubal], [193-]. In-8.º (17x11,5 cm) de 15, [1] p. ; B.
1.ª edição.
"... et, enfin, après mes longs voyages, j'ai houvé à Setubal, justemet ao hout de l'Europe, le Paradis Terrestre!"
Curioso roteiro turístico - totalmente redigido em francês - sobre a região de Setúbal e as suas "jóias". Inclui apontamento histórico sobre cada um dos locais/monumentos.
Opúsculo raro e muito interessante. Sem qualquer referência bibliográfica, deste, ou do mesmo redigido em português. A BNP não menciona.
"Setubal existait déjà du temps de la fondation de la nacionalité portugaise. C'était alors un bourg de pêcheurs, établi sur la rive droite du fleuve Sado.
A demi ruiné et abandonné, il fut reconstruit et repeuplé par le premier roi portugais D. Affonso Henriques (1139-1185). Dans ce but, celui-ci fit venir les gens de la ville voisine de Palmela, puis, en 1149, il lui donna charte, confirmée plus tard par d'autres souverains portugais."
(Excerto de Setubal)
Índice:
Setubal | Outão [Forte de Santiago do Outão] | S. Philippe [Forte de S. Filipe] | Palmela | Sesimbra | Arrabida [Serra da Arrábida].
Exemplar em brochura, bem conservado. Capa vincada.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

23 fevereiro, 2024

SARAIVA, José Hermano -
HISTÓRIA DE PORTUGAL. 7.ª edição. B-H. Mem Martins, Publicações Europa-América, 2004. In-4.º (23,5x16,5 cm) de 593, [3] p. ; [8] p. il. ; il. ; [3] f. desdob. ; B. Colecção «Biblioteca da História» - N.º 9
Na capa: Marquês de Pombal (quadro de autor desconhecido do século XVIII).
História de Portugal pelo Dr. Hermano Saraiva, obra multiplamente reeditada ao longo dos anos, sendo esta uma das mais apreciadas Histórias da história pátria.
"A presente obra é uma abordagem aprofundada e objectiva da História de Portugal. Com uma linguagem clara e acessível, José Hermano Saraiva apresenta neste trabalho um testemunho apaixonante da nossa memória colectiva. Abrangendo um longuíssimo período de tempo, desde os remotos horizontes da Pré-História, passando pelo período das Descobertas, até às mais importantes questões da actualidade, este livro passa em revista os acontecimentos que mais influenciaram Portugal. É uma viagem de milhares de anos em que o autor sugere itinerários e conduz o leitor numa visita guiada pelos episódios mais marcantes da nossa História. Um relato vivo e sugestivo, que nos transporta para outras eras e nos faz conviver com personalidades fascinantes, como D. João II ou o Marquês de Pombal. Indispensável para todos aqueles que se interessam pelo passado para melhor compreenderem o presente."
(Fonte: Wook)
Livro ilustrado no texto com reprodução a p.b. de desenhos, quadros, gravuras e fotografias e em separado, a cores, com 8 páginas impressas sobre papel couché. Inclui no final 3 desdobráveis correspondendo a três dinastias da monarquia portuguesa: Borgonha (ou Afonsina), Avis e Bragança, estando incluída a Dinastia Filipina no final do segundo desdobrável (Segunda Dinastia).
José Hermano Baptista Saraiva GCIH • GCIP • ComNSC (Leiria, 1919 - Palmela, 2012). "Foi um advogado, divulgador histórico, professor liceal, político, diplomata e comunicador televisivo português. Ocupou o cargo de Ministro da Educação entre 1968 e 1970, num período conturbado da vida política nacional. É descrito frequentemente como o "Príncipe dos Comunicadores" pelo seu trabalho em prol da história, da cultura, da literatura e da televisão, de acordo com a homenagem póstuma prestada na Assembleia da República Portuguesa."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
15€

07 junho, 2023

MACHADO, Falcão -
GEOGNOSE DE PALMELA
. Palmela, [s.n. - Tip. Simões - Palmela], 1956. In-4.º (23 cm) de 24 p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Interessante ensaio geológico de Palmela.
Ilustrado com uma folha separada do texto.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
Fernando Falcão Machado (Coimbra, 1904 - Porto, 1993). Nasceu em 28 de Maio de 1904 no Largo da Castelo, Coimbra. Professor e publicista. Casou com Maria Ana Cabedo Garcia, natural de Setúbal. Publicou trabalho de temática diversa - etnográfica, sociológica, geográfica, etc. - relacionada sobretudo com a zona de Coimbra, de onde era natural, e Setúbal, a sua cidade por adopção. Faleceu em 23 de novembro de 1993 na freguesia de Paranhos, Porto (89 anos de idade).
Exemplar em brochura, bem conservado. Capa apresenta tonalidades diferentes por acção da luz.
Invulgar.
Indisponível

31 maio, 2023

LIMA, José Pereira de - SOBRE UM VULCÃO (romance). Prefaciado por Maria O'Neill. 1.º milhar. Editado pelo Auctor. Lisboa, Composto e impresso no Centro Tipográfico Colonial, [1929]. In-8.º (18 cm) de 201, [7] p. ; E.
1.ª edição.
Interessante romance, o primeiro do autor (de quem nada foi possível apurar), cuja acção decorre na zona de Palmela/Setúbal, em vésperas de implantação da República. Obra enriquecida pelo prefácio de Maria O'Neill (1873-1932), escritora e jornalista, uma das primeiras vozes do movimento feminista português, adepta da doutrina espírita e teosofista.
"Seguindo pela estrada que de Palmela vai para Azeitão, marginada por altos choupos e faias, encontra-se um sitio, perto do Anjinho, onde o panorama que é dado vêr ao viandante o deixa deslumbrado. Sem que encontre obstaculo algum, a vista cansa-se, mas não atinge o fim. [...]
Já próximo de Vila Fresca a estrada aformosea-se com uma extensa cúpula de folhagem das árvores que a marginam e que, lá no cimo, unem os ramos. Ha sempre ali frescura, mesmo nos dias em que o calor é mais intenso.
Numerosas habitações, disseminadas aqui e além alegram a paisagem; umas colocadas a um e outro lado da estrada, outras espalhadas pelos campos e, outras ainda, alcandoradas nos montes, onde, durante o dia, se nota a azáfama do labor rural.
Dentre todas ha uma, situada no lado esquerdo do caminho, que atrái mais a atenção de quem passa, pela profusão de flores que a reveste e pela construção diferente das outras. É um chalet, com rés-do-chão e primeiro andar, encimado por um alto mirante, tudo pintado de cor de rosa e agradando á vista pelas suas proporções elegantes, diferentes das casas que lhe ficam proximas; parece uma joia rara num belo escrinio, as outras, imitações em caixas de papelão. [...]
Quinta das Rosas lhe chamam, pela abundancia destas flores que vicejam ali durante quasi todo o ano. Habitava este gracioso ninho a familia Sales do Vale composta de mãe e filha e de alguns criados."
(Excerto do Cap. I)
Encadernação simples em meia de percalina com cantos. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Cansado. Sem f. ante-rosto, com assinatura de posse na f. rosto. Interior correcto, algo manchado nas primeiras páginas.
Raro.
Indisponível

02 março, 2023

SALGADO, José Bénard Guedes - A IGREJA DE SÃO JOÃO DE PALMELA E SEU FUNDADOR JERÓNIMO DE BRITO E MELO. Por... História de Palmela ou Palmela na História : Jornadas de Divulgação e Análise do Passado de Palmela
. Palmela, Câmara Municipal de Palmela, 1987. In-8.º (20,5 cm) de [2], 10, [2] p. ; (51-60 pp.) ; B. Colecção Estudos Locais
1.ª edição independente.
Monografia histórica sobre a conhecida capela palmelense. Ilustrada com 4 desenhos no interior, sendo que três deles ocupam uma página.
Opúsculo valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a João Alarcão.
"A Igreja ou capela de São João, que deu o nome ao enorme recinto que a rodeia, é um edifício de dimensão relativamente grande, de arquitectura muito sóbria, realçada aqui e ali por elementos que identificam a época da sua construção em pleno séc. XVII.
Talvez a essa dimensão um pouco maior do que é normal ver-se em capelas, se deva o ser frequentemente denominada por igreja de São João. É como tal que a vamos referir neste trabalho
Foi seu fundador Frei Jerónimo de Brito e Melo, que nela jaz em campa rasa, no chão, com a seguinte inscrição lapidar:
SEPULTURA PERPETUA DE FREI HIERÓNIMO DE BRITO DE MELLO, NATURAL DESTA VILLA, COMENDADOR DA VERA CRUZ E BAILIO DE LEÇA, DA SAGRADA RELIGIÃO DE MALTA, QUE FES NESTA IGREJA À SUA CUSTA E A DEDICOU AO GRANDE SAM JOÃO BAPTISTA SEU PATRÃO.
De assinalar esta curiosa nomeação de "patrão" por patrono.
Sendo o tumulado quem a fez à sua custa, tentaremos provar que terá sido construída possivelmente na década de trinta, do séc. de seiscentos.
Mas quem foi Jerónimo de Brito e Melo?"
(Excerto do texto)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
10€

01 dezembro, 2022

FORTUNA, A. Matos - EXTINÇÃO E RESTAURAÇÃO DO CONCELHO. Um combate singularmente duro. Monografia de Palmela - 3. [S.l.], Grupo de Amigos do Concelho de Palmela, 1995. In-8.º (20,5 cm) de 146, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Interessante subsídio para a história do Concelho de Palmela.
Livro ilustrado ao longo do texto com tabelas, fotografias e reprodução fac-símile de documentos relevantes.
Exemplar valorizado pela extensa dedicatória autógrafa do autor.
"Entre outras, uma intenção particular conduziu à edição deste livrinho: - reproduzir alguns documentos, nomeadamente as exposições da Câmara e os "abaixo assinados" da população do concelho a propósito do assunto em causa, naturalmente desconhecidos em Palmela e que jazem fechados em anacrónicas caixas de  de folha atadas a cordel no Arquivo Parlamentar. Considerando, sob várias facetas, revestirem-se de curiosidade e interesse histórico para mais elucidado conhecimento de Palmela e da sua gente em relação a uma época não profundamente distante, mas efectivamente já com poeira do passado histórico (1837 a 1926), parece de inquestionável interesse a sua divulgação..."
(Excerto de Breve Explicação)
Índice:
0 - Breve Explicação (à guisa de Prefácio). | I - Aspectos Gerais: 1. Duas palavras acerca da criação dos concelhos em geral e, em particular, do de Palmela. 2. Palmela e Setúbal - Confrontações de confrontações em tempos idos. 3. Extinção e mais de metade dos concelhos no século XIX. II - Supressão e Restauração do Concelho de Palmela: 1. Antes da Extinção. 2. Reacções após a extinção. 3. 1898, ano da restauração de quase meio cento de concelhos. 4. Após a implantação da República. 5. Finalmente, a solução justa. 6. Capitulo suplementar: a criação do distrito de Setúbal. III - Encerramento: 1. Posfácio. 2. Bibliografia. 3. Reprodução de documentos anexos.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
Com interesse histórico e regional.
Indisponível

30 agosto, 2022

HISTÓRIA DE PALMELA OU PALMELA NA HISTÓRIA. Jornadas de Divulgação e Análise do Passado de Palmela.
Integradas nas Comemorações do 60.º Aniversário da Restauração do Concelho. Palmela 14 e 15 de Março de 1987. Colecção Estudos Locais
. Palmela, Câmara Municipal de Palmela : Divisão Sócio-Cultural e Informação, 1988. In-8.º (20,5 cm) de XIV, 230, [2] p. ; il. ; B. Col. Estudos Locais, N.º 1
1.ª edição.
Coordenação: Paulo Pacheco.
Capa: Arq. Jorge Martinho.
Conjunto de comunicações ligadas ao passado do distrito de Setúbal, cujos temas estão directamente relacionados com a região de Palmela.
Livro ilustrado ao longo do texto com quadros, tabelas e gráficos estatísticos.
"A inauguração da colecção "Estudos Locais", da responsabilidade da Câmara Municipal de Palmela e orientada para temas do património histórico e cultural do nosso concelho, é mais um reflexo do peso crescente da acção sócio-cultural da autarquia na vida local e no conjunto da actividade autárquica. [...]
A colecção "Estudos Locais" está nestas condições: visa ultrapassar o vazio de publicações sobre temas da história e cultura do nosso concelho, e visa favorecer novos saltos de qualidade nos estudos sobre estes temas."
(Excerto de Algumas palavras de apresentação)
Comunicações:
ANTUNES, Luís Pequito - Notícia das propriedades da Gafaria de São Lázaro de Cacilhas existentes no Termo de Palmela no ano de 1505.
CACHADO, Manuel - Os Caramelos - contributo para um estudo.
DIAS, Mário Balseiro - Aldeia Galega do Ribatejo, Palmela e Romarias de Nossa Senhora da Atalaia.
DUARTE, Ana Maria Lopes - Projecto História ao vivo - Setúbal/Maio/1988 : "Um dia de Dezembro de 1640 no Castelo de S. Filipe".
FERREIRA, Octávio da Veiga - As grutas pré-históricas da região de Palmela.
FORTUNA, António de Matos - Digressões à volta do nome de Palmela.
GUEDES, José Bénard - A Igreja de São João de Palmela e seu fundador Jerónimo de Brito e Melo.
MARQUES, António Pedro - Transformações Sócio-Espaciais observadas nos últimos anos no concelho de Palmela.
MARQUES, Maria Adelaide Salvador - Disponibilidades culturais médias em Palmela na 2.ª metade do séc. XVIII - dados para a sua determinação.
MONTEIRO, Nuno Neto de Albuquerque - Evolução da realidade populacional na região que hoje integra o concelho de Palmela segundo o sexo, estado civil e grau de instrução entre 1878 e 1950.
PEREIRA, Fernando António B. - Sobre o Retábulo de Palmela.
SILVA, Carlos Tavares e SOARES, Joaquina - Para o conhecimento e salvaguarda do património arqueológico de Palmela.
SILVA, José Custódio Vieira da - A Igreja de Santiago de Espada de Palmela.
SOUSA, Aníbal de - Pinhal Novo - um Breve Retrato.
VARGAS, José Manuel de Jesus - De Alcochete ao Barreiro - Alguns elementos para o estudo do antigo Concelho de Ribatejo.
VICTOR, Isabel - Museu do Trabalho de Setúbal.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas vincadas.
Muito invulgar.
Com interesse histórico, sociológico e antropológico.
25€

10 maio, 2022

FREITAS, Eugénio de Andrea da Cunha e - POUSADA DE SANTIAGO : PALMELA.
Texto de... Boletim da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
. [Lisboa], Ministério do Equipamento Social, 1984. In-4.º (25x20 cm) de 53, [3] p. ; [16] p. il. ; B. Col. Monumentos, 129
1.ª edição.
Interessante monografia sobre o Castelo de Palmela, importante fortificação medieval, que integra no seu espaço uma pousada e alguns outros imóveis com interesse histórico.
Livro decorado com 46 figuras distribuídas por 16 páginas separadas do texto - impressas sobre papel couché - reproduzindo fotogravuras, plantas e alçados - que ilustram o trabalho de recuperação do conjunto arquitectónico.
"Com ocupação islâmica entre os séculos VIII-XII, o Castelo de Palmela foi conquistado por D. Afonso Henriques, em 1147 e definitivamente recuperado por D. Sancho I. Sede definitiva da Ordem de Santiago, de 1443 até à sua extinção, em 1834, a fortificação é Monumento Nacional desde 1910.
A posição geográfica do castelo permite um domínio estratégico de parte do estuário sadino, de uma vertente da cordilheira da Arrábida e das planícies envolventes que a separam do Tejo. Esta situação, noutros tempos, revestia-se da maior importância pelas ligações e possibilidades de comunicação que se estabeleciam com os castelos circundantes das linhas do Tejo e do Sado.
Dentro das muralhas do Castelo encontram-se: a Pousada Histórica de Palmela, situada no antigo convento da Ordem de Santiago, a Igreja de Santiago e as ruínas da Igreja de Santa Maria."
(Fonte: http://turismo.cm-palmela.pt/castelo-de-palmela)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
Com interesse histórico e regional.
Indisponível

02 julho, 2021

GONÇALVES, J. C. de Sousa - O CASTELLO DE PALMELLA.
Breve noticia historica. (A proposito d'uma visita da Academia de Estudos Livres). Anaes da Academia de Estudos Livres
. Lisboa Imprensa Commercial, 1903. In-8.º (22 cm) de 17, [3] p. ; [1] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curiosa monografia sobre Palmela e o seu castelo medieval.
Opúsculo ilustrado em separado com bonita gravura do castelo em metal, desenho de Pastor (Casanova gravou), e no interior, com fotogravura do túmulo de D. Jorge de Lencastre, último mestre da Ordem de Santiago.
"A villa de Palmella está situada na encosta d'uma pittoresca montanha, cujo cimo serve de base ao seu famoso castello.
Crê-se que esta povoação foi fundada pelos celtas alliados aos sarrios, habitantes d'aquellas paragens, trezentos annos antes daera vulgar. É tambem este o parecer dos nossos chronistas.
Segundo opinião geralmente aceita o nome de Palmella provém de Aulo Cornelio Palma, pretor, que ao tempo do dominio romano deu grande desenvolvimento á localidade.
O primeiro foral dado a Palmella data do reinado de D. Affonso Henriques (março de 1170), que ao principio o concedeu apenas aos mouros forros (os que se tinham sujeitado ao dominio dos christãos), e só em 1185 á população chistã da mesma povoação. [...]
O castello de Palmella é de grandes dimensões, mas actualmente de limitada importancia militar. Está alli estabelecido um heliographo, que comunica com Lisboa, Santarem, Vendas Novas e Setubal.
A torre de menagem, ou cidadella, com sua setteiras e ameias, sustentada por fortes balaustres, é sobremaneira notavel."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas levemente oxidadas.
Raro.
Com interesse histórico.
Indisponível

29 setembro, 2012

BETWEEN THE TAGUS AND THE SADO: THE «OUTRA BANDA» & THE SETUBAL PENINSULA : Arrabida - Palmela - Cezimbra. Lisboa, SNI [imp. Oficina Gráfica, Ltd.], [s.d.]. In-8.º (18cm) de 8, [4] p. ; [6] p. il. ; B.
1.ª edição.
Belíssima capa da autoria de Tom.
Ilustrado com bonitas fotografias panorâmicas da época.
Folheto de propaganda editado pelo SNI em língua inglesa. O objecto da promoção é a «Outra Banda» - Palmela, Sesimbra e Península de Setúbal – "encaixada" entre o Tejo e o Sado.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. 
Invulgar.
Indisponível