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25 julho, 2021

DECRETO DE 17 DE DEZEMBRO DE 1867 E RELATORIO SOBRE A MEDIÇÃO DE TERRENOS
. Lisboa, Imprensa Nacional, 1868. In-4.º (23 cm) de [2], 15, [2] p. ; il. [1] f. desdob. ; B.
1.ª edição.
Decreto histórico, que pela primeira vez estabelece o metro quadrado e seus múltiplos como medida para aferição das superfícies, disposição que viria revolucionar os protocolos de cálculo existentes até então.
Inclui relatório sobre o assunto relativo ao território nacional, bem como folha desdobrável (23x31,5 cm): 
Mappa das medidas agrarias em uso no districto de Coimbra, referente aos Concelhos: Coimbra; Coimbra-freguezia do Botão; Cantanhede; Condeixa; Montemór o Velho; Soure; Villa Nova de Anços; Miranda do Corvo; Lousã; Figueira da Foz; Tábua; Penacova; Arganil; Penella; Oliveira do Hospital; Goes; Poiares; Mira; Pampilhosa, com a Medida agraria em palmos craveiros - Equivalente em metros - Equivalencia em metros quadrados, e respectivas Observações.
"Tendo sido ordenado pelo artigo 2.º do decreto de 22 de agosto ultimo que, a contar de 1 de outubro proximo, seja adoptada no reino a nova medida para a medição das superficies: hei por bem, ouvido o conselheiro chefe da repartição dos pesos e medidas, approvar para a execução do referido artigo o seguinte regulamento, que baixa assignado pelo ministro e secretario d'estado nos negocios das obras publicas, commercio e industria.
O mesmo ministro e secretario d'estado assim o tenha entendido e faça executar. Paço, em 17 de dezembro de 1867.
REI
João de Andrade Corvo"
(Decreto - Introdução)
"As unidades para a medição das superficies serão, de 1 de outubro proximo em diante, o metro quadrado (centiara) e seus multiplos, 100 metros quadrados (ara), e 10:000 metros quadrados (hectara).
§ 1.º Aos infractores d'este preceito será applicada a multa de 2$000 a 10$000 réis, na conformidade do artigo 5.º da lei de 16 de maio ultimo, se a infracção consistir no emprego de qualquer denominação que não designe novas unidades legaes; e as penas do artigo 456.º n.º 3 e seus §§ 2.º, 3.º e 4.º do codigo penal, se ella consistir no uso ou simples detenção das antigas unidades."
(Regulamento, Artigo 1.º, § 1.º)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Texto sublinhado a caneta.
Raro.
Com interesse histórico.
Indisponível

23 janeiro, 2020

SANTOS, Luís Quaresma dos - OBSERVAÇÕES DE ONDAS INTERNAS NÃO-LINEARES GERADAS SOBRE O CANHÃO SUBMARINO DA NAZARÉ. Tese de Mestrado em Ciências Geofísicas - Oceanografia (Universidade de Lisboa). Lisboa, Academia de Marinha, 2007. In-4.º (24 cm) de 102, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Tiragem: 200 exemplares.
Estudo académico, de tiragem reduzida, sobre o famoso "canhão da Nazaré", responsável pelas magníficas ondas gigantes que atraem ao nosso país surfistas e curiosos de todo o mundo.
Muito ilustrado a p.b. e a cores, com 51 figuras no texto, entre desenhos esquemáticos, gráficos, mapas, fotografias, imagens de satélite, etc.
"De entre uma dezena de canhões existentes na margem continental portuguesa, o da Nazaré é sem dúvida o mais imponente. Para além de ser um dos maiores do mundo, ele rasga por completo a plataforma continental, perpendicularmente à costa, e estende-se por mais de 220 km. A Norte do canhão a plataforma é estreita (40-50 km) e plana, com um declive médio da ordem de 0.3%. A Sul do canhão a plataforma torna-se ainda mais estreita e menos profunda, apresentando-se confinada pelo Cabo Carvoeiro (Peniche) e as Ilhas das Berlengas.
Sendo um gigantesco acidente topográfico, o canhão da Nazaré desempenha um papel preponderante na circulação regional das massas de água. As suas características favorecem o transporte de massa e energia entre as regiões das plataformas interna e o oceano profundo. A configuração de eixo do canhão promove a convergência da energia baroclínica e a divergência da energia barotrópica. Como resultado observa-se a propagação de uma maré interna de grande amplitude ao longo do seu domínio interno, assim como uma redução da amplitude da maré junto da costa da Nazaré."
(Excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Esgotado.
25€

05 setembro, 2018

ABREU, Adelino de - SERRA DA ESTRELLA. Topographia. Viriatho. Ethnographia. Hydrographia. Estações pre-historicas. Crusta do terreno. Monographias locaes. Instantaneos da Serra. Por... Alumno do 5.º anno juridico, socio ordinario da Sociedade de Geographia de Lisboa e da Real Associação dos Archeologos Portuguezes da mesma cidade. Coimbra, Francisco França Amado - Editor : Antiga Livraria Orcel, 1895. In-8.º (20cm) de [8], 173, [5] p. ; [3] f. il. ; [1] mapa ; E.
1.ª edição.
Rara edição original desta apreciada monografia sobre a Serra da Estrela.
Ilustrada com três fotogravuras intercaladas no texto e um mapa desdobrável da Serra (26x32,5cm).
"Quando em agosto de 1892 visitámos pela primeira vez as altitudes da Serra da Estrella, resolvemos escrever este livro; para isso começámos de colher alguns apontamentos.
Tal foi a impressão assombrosa, que nos deixaram tão sublimas paisagens!
Careciamos, porém, de melhor conhecer a topographia da serra; uma só excursão não bastava para descrever conscienciosamente os sitios que visitámos.Continuaram nos annos subsequentes as nossas explorações pelas altitudes da cordilheira da Estrella. Só este anno damos a lume o resultado do nosso esforço, pois assim o permitiu a fadiga dos trabalhos universitarios e uma ou outra publicação congenere.
Certamente ficou muito por descrever. A secção ethnographica da serra é demasiadamente vasta, e n'estas condições se torna impossivel elaborar um trabalho completo; por isso escaparam, sem duvida, muitas curiosissimas lendas da tradição oral, que não chegaram ao nosso conhecimento.
Não vimos, portanto, apresentar um trabalho definitivo de critica historica ou de complata erudição bibliographica; o nosso fim é simplesmente vulgarisar o Herminius Mons como estancia aprasivel para os que se deliciam nas grandes altitudes e na contemplação dos vastissimos horisontes."
(Preâmbulo)
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Página 1 apresenta pequeno restauro à cabeça.
Raro.
Indisponível

10 junho, 2016

FOLQUE, Filippe - DICCIONARIO DO SERVIÇO DOS TRABALHOS GEODESICOS DO REINO.
Lisboa, Imprensa Nacional, 1861. In-4.º (24cm) de 19, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Curioso manual geodésico.
"Sendo indispensavel introduzir nos diversos ramos do serviço dos trabalhos geodesicos do reino methodos claros e faceis, que produzam a maior economia de tempo; por isso, para abreviar a formação do diario mensal, exigido no artigo X § 3.º das instrucções, organisámos o seguinte diccionario, em que se acham todas as especialidades do serviço d'esta direcção geral, e os assumptos em cada uma d'ellas de decompôe."
(excerto da introdução)
Matérias:
- Geodesia. - Geographia. - Chorographia. - Topographia. - Nivelamento Topographico. - Hydrographia. - Trabalhos Extraordinarios. - Distribuição do Tempo. - Tabella das Especialidades do Serviço [relativa a todas as matérias anteriores].
Filipe de Sousa Folque (1800-1874). "General de Divisão, nascido em Portalegre, a 28 de novembro de 1800. Filho do General Pedro Folque, em 1817 assentou praça voluntariamente na Armada como Aspirante de Piloto, sendo mais tarde sido promovido a Oficial. Ingressou na Universidade de Coimbra onde, em 1826, se doutorou em Matemática. Foi nomeado Director das Obras do Rio Mondego e, em 1827, Ajudante do Observatório da Universidade de Coimbra. Em 1833, o Doutor Filipe Folque, 2.º Tenente da Armada Real da Marinha, Opositor na Faculdade de Matemática na Universidade de Coimbra, foi transferido para o Exército, sendo promovido a 1.º Tenente adido ao Real Corpo de Engenheiros, onde fez toda a sua carreira militar.
Ainda decorria a Guerra Civil entre Liberais e Absolutistas, quando em 1833, começou a trabalhar com o seu pai, Pedro Folque que dirigia superiormente a Comissão para os Trabalhos de Triangulação Geral e Levantamento da Carta Corográfica do Reino (Ministério da Guerra). Em 1849, após a morte de seu pai, foi encarregado de dar continuidade aos trabalhos, e em 1852, em pleno período da Regeneração, com a criação do novo Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, passa a chefiar a Comissão Geodésica e Topográfica do Reino. Mais tarde, esta grande estrutura administrativa e científica cresce, denominando-se Direcção-Geral. As suas competências e designações foram-se alterando ao longo dos anos e, no final da sua vida Filipe Folque era Director-Geral dos Trabalhos Geodésicos, Topográficos, Hidrográficos e Geológicos do Reino.
Além de grande impulsionador da Cartografia em Portugal, colocando-a ao nível do que de melhor se fazia na Europa (como foi pública e internacionalmente reconhecido por sucessivos prémios), foi responsável pela adoção dos novos métodos de reprodução e divulgação da mesma, quer seja com a contratação do Mestre polaco Jan Lewicki para introdução da Litografia na Cartografia portuguesa; quer, já na década de 70, na criação dentro da estrutura orgânica da Direcção-Geral, da nova Secção Fotográfica (chefiada pelo Lente de Química José Júlio Rodrigues, e que atuava no edifício da Real Academia das Ciências de Lisboa), que se impõe como primeiro organismo oficial de fotografia em Portugal. Apadrinhou, ainda, o desenvolvimento dos estudos geológicos (Presidente da Comissão Directora dos Trabalhos Geológicos do Reino) e hidrográficos, tendo sido o responsável pela criação da classe de Oficiais Engenheiros Hidrográficos, na Marinha.
Em termos de grandes marcos da cartografia nacional, é responsável pelo levantamento da Carta Geral do Reino ou Carta Corográfica de Portugal na escala 1: 100.000 (não obstante não ter tido tempo para assistir à sua conclusão, com a publicação das últimas folhas); pela Carta Topográfica da Cidade de Lisboa, na escala 1: 1.000, em 65 folhas manuscritas e coloridas, que permitiram a elaboração da excelente Carta de Lisboa, litografada, na escala 1: 5.000; do Plano Hidrográfico da barra do Porto de Lisboa, na escala 1: 10.000, entre muitos outros trabalhos.
Com a criação da Escola Politécnica de Lisboa foi nomeado Lente de Astronomia. Foi mestre de Matemática dos filhos da Rainha D. Maria II e acompanhou estes, D. Pedro V e seu irmão Luiz, Duque do Porto (mais tarde Rei D. Luiz I) nas duas viagens que estes efetuaram à Europa em 1854 e 1855, já com a patente de Brigadeiro.
Social e politicamente muito ativo, foi Deputado da Nação pelo ciclo de Portalegre, sua terra natal, e pelo ciclo de Lisboa.
Ainda em 1834, foi feito Sócio efetivo da Academia Real das Ciências de Lisboa, de que veio a ser Director de classe, em 1850. Lente jubilado da Escola Politécnica de Lisboa e da Escola do Exército, e devido aos seus grandes conhecimentos musicais (exímio flautista), colaborou ativamente com Almeida Garrett na fundação do Conservatório Nacional, chegando a ser Director da Secção de Música. Foi ainda colaborador assíduo da altamente prestigiada Revista Militar e escreveu várias obras científicas, que serviram de base a muitos estudiosos da matéria.
Recebeu a mercê régia de ser nomeado Fidalgo da Casa Real e Par do Reino. Foi agraciado com a Ordem Militar de Santiago da Espada, grau de Grã-Cruz; e com o grau de Comendador das seguintes Ordens: Real Ordem de S. Bento de Aviz, Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Ordem de Leopoldo (da Bélgica), Ordem da Coroa de Carvalho e Ordem do Leão (ambas dos Países-Baixos), Legião de Honra (de França) e da Ordem de S. Jorge (do Reino das Duas Sicílias)."
(fonte: ftp.igeo.pt)
Encadernação cartonada revestida de tecido. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
15€

26 maio, 2016

FOLQUE, Filippe - INSTRUCÇÕES PARA OS TRABALHOS HYDROGRAPHICOS DOS RIOS, PORTOS E BARRAS E OBSERVAÇÕES DE MARÉS, SONDAS E NIVELAMENTOS COM A DESCRIPÇÃO E RECTIFICAÇÕES DO THEODOLITO. Por... do Conselho de Sua Magestade Fidelissima, Brigadeiro Director Geral dos referidos trabalhos. Lisboa, Imprensa Nacional, 1864. In-4.º (24cm) de [2], 28 p. ; [4] f. desdob. ; E.
1.ª edição.
Ilustrado com 4 desdobráveis no final da obra.
"Os trabalhos das plantas hydro-topographicas devem ter sempre por base pontos trigonometricos ligados com e triangulação geral do paiz, formando-se, na falta d'esta, uma triangulação especial sobre uma base medida.
A planta de qualquer rio será levantada de um determinado ponto a montante até á sua foz na escala de 1/2500, abrangendo as margens até 200 metros proximamente de distancia da linha da maior cheia; e bem assim a parte da costa na extensão de 1:250 metros para a direita e esquerda da barra, e o terreno para o interior da costa a uma distancia não menor de 200 metros, alem do preamar das maiores aguas.
Como estas plantas têem geralmente de ser reduzidas para os usos da navegação, será conveniente levantar então na escala de 1/10000 todo o terreno das margens e costa que tiver de fazer parte dos planos hydrographicos, até 500 metros, alem dos limites acima para a escala de 1/2500."
(excerto do texto)
Filipe de Sousa Folque (1800-1874). "General de Divisão, nascido em Portalegre, a 28 de novembro de 1800. Filho do General Pedro Folque, em 1817 assentou praça voluntariamente na Armada como Aspirante de Piloto, sendo mais tarde sido promovido a Oficial. Ingressou na Universidade de Coimbra onde, em 1826, se doutorou em Matemática. Foi nomeado Director das Obras do Rio Mondego e, em 1827, Ajudante do Observatório da Universidade de Coimbra. Em 1833, o Doutor Filipe Folque, 2.º Tenente da Armada Real da Marinha, Opositor na Faculdade de Matemática na Universidade de Coimbra, foi transferido para o Exército, sendo promovido a 1.º Tenente adido ao Real Corpo de Engenheiros, onde fez toda a sua carreira militar.
Ainda decorria a Guerra Civil entre Liberais e Absolutistas, quando em 1833, começou a trabalhar com o seu pai, Pedro Folque que dirigia superiormente a Comissão para os Trabalhos de Triangulação Geral e Levantamento da Carta Corográfica do Reino (Ministério da Guerra). Em 1849, após a morte de seu pai, foi encarregado de dar continuidade aos trabalhos, e em 1852, em pleno período da Regeneração, com a criação do novo Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, passa a chefiar a Comissão Geodésica e Topográfica do Reino. Mais tarde, esta grande estrutura administrativa e científica cresce, denominando-se Direcção-Geral. As suas competências e designações foram-se alterando ao longo dos anos e, no final da sua vida Filipe Folque era Director-Geral dos Trabalhos Geodésicos, Topográficos, Hidrográficos e Geológicos do Reino.
Além de grande impulsionador da Cartografia em Portugal, colocando-a ao nível do que de melhor se fazia na Europa (como foi pública e internacionalmente reconhecido por sucessivos prémios), foi responsável pela adoção dos novos métodos de reprodução e divulgação da mesma, quer seja com a contratação do Mestre polaco Jan Lewicki para introdução da Litografia na Cartografia portuguesa; quer, já na década de 70, na criação dentro da estrutura orgânica da Direcção-Geral, da nova Secção Fotográfica (chefiada pelo Lente de Química José Júlio Rodrigues, e que atuava no edifício da Real Academia das Ciências de Lisboa), que se impõe como primeiro organismo oficial de fotografia em Portugal. Apadrinhou, ainda, o desenvolvimento dos estudos geológicos (Presidente da Comissão Directora dos Trabalhos Geológicos do Reino) e hidrográficos, tendo sido o responsável pela criação da classe de Oficiais Engenheiros Hidrográficos, na Marinha.
Em termos de grandes marcos da cartografia nacional, é responsável pelo levantamento da Carta Geral do Reino ou Carta Corográfica de Portugal na escala 1: 100.000 (não obstante não ter tido tempo para assistir à sua conclusão, com a publicação das últimas folhas); pela Carta Topográfica da Cidade de Lisboa, na escala 1: 1.000, em 65 folhas manuscritas e coloridas, que permitiram a elaboração da excelente Carta de Lisboa, litografada, na escala 1: 5.000; do Plano Hidrográfico da barra do Porto de Lisboa, na escala 1: 10.000, entre muitos outros trabalhos.
Com a criação da Escola Politécnica de Lisboa foi nomeado Lente de Astronomia. Foi mestre de Matemática dos filhos da Rainha D. Maria II e acompanhou estes, D. Pedro V e seu irmão Luiz, Duque do Porto (mais tarde Rei D. Luiz I) nas duas viagens que estes efetuaram à Europa em 1854 e 1855, já com a patente de Brigadeiro.
Social e politicamente muito ativo, foi Deputado da Nação pelo ciclo de Portalegre, sua terra natal, e pelo ciclo de Lisboa.
Ainda em 1834, foi feito Sócio efetivo da Academia Real das Ciências de Lisboa, de que veio a ser Director de classe, em 1850. Lente jubilado da Escola Politécnica de Lisboa e da Escola do Exército, e devido aos seus grandes conhecimentos musicais (exímio flautista), colaborou ativamente com Almeida Garrett na fundação do Conservatório Nacional, chegando a ser Director da Secção de Música. Foi ainda colaborador assíduo da altamente prestigiada Revista Militar e escreveu várias obras científicas, que serviram de base a muitos estudiosos da matéria.
Recebeu a mercê régia de ser nomeado Fidalgo da Casa Real e Par do Reino. Foi agraciado com a Ordem Militar de Santiago da Espada, grau de Grã-Cruz; e com o grau de Comendador das seguintes Ordens: Real Ordem de S. Bento de Aviz, Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Ordem de Leopoldo (da Bélgica), Ordem da Coroa de Carvalho e Ordem do Leão (ambas dos Países-Baixos), Legião de Honra (de França) e da Ordem de S. Jorge (do Reino das Duas Sicílias)."
(fonte: ftp.igeo.pt)
Encadernação cartonada revestida de tecido. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
40€

20 dezembro, 2012

LEMOS, Vítor Hugo de – MARCAS DE NIVELAMENTO DA CIDADE DE LISBOA. Lisboa, [Câmara Municipal de Lisboa], 1941. In-4.º (24cm) de 107, [4] p. ; [2] mapas ; B.
1.ª edição.
Contém dois mapas desdobráveis:
Esquemas das Linhas de Nivelamento de Lisboa (escala = 1 : 25.000)
Marcas de Nivelamento da Cidade de Lisboa (escala = 1 : 25.000)
“Na Cidade de Lisboa colocaram-se, em 1939, 580 marcas de nivelamento, solidamente fixadas nas sapatas de monumentos, em soleiras de portas, nas cantarias de algumas construções, nas faixas dos passeios, etc. As cotas foram determinadas por operações de nivelamento geométrico.
Devem as marcas, de futuro, prestar grandes serviços às obras municipais, para o que é indispensável que se torne fácil o aproveitamento dos resultados obtidos.
É o que se pretende conseguir com esta publicação, tornando prático: 1.º - Conhecer as marcas de nivelamento que existem em qualquer zona da Cidade. 2.º - Encontrar as marcas que interessem em cada caso. 3.º - Conhecer as cotas correspondentes.”
(excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Leve sombreado nas capas.
Raro.
Indisponivel