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20 julho, 2026

FREITAS, Eugénio de Andrea da Cunha e -
A COMENDA DE SANTA MARIA DE TERROSO
. Póvoa de Varzim, [s.n. - Tip. da Livraria Povoense - Póvoa de Varzim], 1965. In-4.º (23,5x16 cm) de 11, [1] p. ; E.
1.ª edição independente.
Trabalho interessante e muito curioso, com relevância para o concelho poveiro, publicado em separata do Boletim Cultural, Póvoa de Varzim - vol. IV, n.º 1.
Ilustrado com duas estampas em página inteira:
Igreja Matriz de Terroso - Imagem de N.ª S.ª da Purificação ou das Candeias (1.ª metade do século XVI);
Igreja Matriz de Terroso - Crucifixo do século XVII.
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a Jorge de Moser (1906-1971).
A Comenda de Santa Maria de Terroso, localizada no concelho da Póvoa de Varzim Terroso, foi uma antiga unidade jurisdicional e eclesiástica vinculada à Ordem de Cristo. (IA)
"A Comenda de Santa Maria de Terroso, na Ordem de Cristo, era uma das chamadas Comendas novas, criadas por El-Rei D. Manuel, em virtude da Bula do Papa Leão X, de 15 de Junho de 1517, aplicando-lhe os rendimentos de 50 igrejas do padroado real.
Não pude averiguar quais foram os seus primeiros comendadores.
O mais antigo, de que tenho conhecimento, foi Francisco de Figueiredo, Cavaleiro do Hábito de Cristo, Adail em Mazagão, a quem foi passada carta da Comenda, em 18 de junho de 1568.
Também não sei até quando a logrou, nem qual foi o seu imediato sucessor.
Em 1607, desconhecia-se quem era o Comendador, constando apenas que fora avaliada, havia então muitos anos, em 80.000 rs.
Ainda nos primeiros dois decénios do século XVII, o comendador era Lucar Giraldes, dos Giraldes de Florença, gente nobre e de grande negócio no reino e na Índia."
(Excerto do Estudo)
Eugénio Eduardo de Andrea da Cunha e Freitas ComIH (Lisboa, 1912 - Vila do Conde, 2000). "Foi um advogado, historiador e genealogista português. Era licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Ocupou cargos públicos e institucionais importantes: pertenceu ao Ministério Público no Tribunal de Lisboa, foi nomeado Administrador do Concelho de Sesimbra em 1935, posteriormente nesse ano ocupou o lugar exercendo as funções de Secretário da Câmara dos Administradores de Falências na Comarca do Porto,[3] onde permaneceu até à sua reforma, em 1982, foi Vogal da Comissão de Etnografia e História da Junta de Província do Douro Litoral de 1947 a 1980, foi o primeiro Director do Boletim da Associação Cultural "Amigos do Porto" entre 1951 e 1959, Delegado da Junta Nacional da Educação no Concelho de Vila do Conde, Presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Azurara, e Director da estimada revista "O Tripeiro" entre 1961 e 1973. Dedicou-se a estudos históricos. Pertenceu a inúmeras e diversas instituições culturais: a Associação dos Arqueólogos Portugueses, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a Academia Portuguesa da História, onde foi Académico de Mérito a partir de 1992, a Associação Cultural dos Amigos do Porto, a The American International Academy, a Academia Nacional de Belas-Artes, a Associação Portuguesa de Genealogia, a Sociedade de Estudos Medievais, a Associação Portuguesa de Ex-Libris, entre outras."
(Fonte: Wikipédia)
Encadernação em tela verde com com rótulo e letras a ouro na pasta anterior. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
15€

28 fevereiro, 2026

FREITAS, Eugénio de Andrea da Cunha e - ALGUNS DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DA PÓVOA DE VARZIM E SEU CONCELHO
. Póvoa de Varzim, [s.n.], 1975. In-4.º (23x16 cm) de 14, [12] p. ; B.
1.ª edição independente.
Achega para a história da Póvoa de Varzim, publicada em separata do Boletim Cultural da Póvoa de Varzim, Vol. XIV - N.º 2 - 1975.
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"No seu notável trabalho sobre A Vila de Rates no século XVIII, escreve o Sr. Pe. Manuel Amorim:
«Parece que o concelho estava já formado no século XIII, com juiz ordinário e tabelião público, aonde acorriam os priores de S. Simão da Junqueira a autenticar seus documentos. Observa Mons. Ferreira que nos séculos XIII e XIV era muito limitada a alçada do Juiz de Rates, pois competia ao Juiz de Faria administrar a justiça, em concelho de homens bons, aos povos do couto».
Servindo-nos da série dos Tombos do Mosteiro de S. Simão da Junqueira, de que os cinco primeiros volumes se conservam na Torre do Tombo, e os restantes no Arquivo Distrital do Porto, vamos sumariar alguns documentos medievais referentes a S. Pedro de Rates."
(Excerto do Estudo)
Eugénio Eduardo de Andrea da Cunha e Freitas ComIH (Lisboa, 1912 - Vila do Conde, 2000). "Foi um advogado, historiador e genealogista português. Era licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Ocupou cargos públicos e institucionais importantes: pertenceu ao Ministério Público no Tribunal de Lisboa, foi nomeado Administrador do Concelho de Sesimbra em 1935, posteriormente nesse ano ocupou o lugar exercendo as funções de Secretário da Câmara dos Administradores de Falências na Comarca do Porto,[3] onde permaneceu até à sua reforma, em 1982, foi Vogal da Comissão de Etnografia e História da Junta de Província do Douro Litoral de 1947 a 1980, foi o primeiro Director do Boletim da Associação Cultural "Amigos do Porto" entre 1951 e 1959, Delegado da Junta Nacional da Educação no Concelho de Vila do Conde, Presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Azurara, e Director da estimada revista "O Tripeiro" entre 1961 e 1973. Dedicou-se a estudos históricos. Pertenceu a inúmeras e diversas instituições culturais: a Associação dos Arqueólogos Portugueses, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a Academia Portuguesa da História, onde foi Académico de Mérito a partir de 1992, a Associação Cultural dos Amigos do Porto, a The American International Academy, a Academia Nacional de Belas-Artes, a Associação Portuguesa de Genealogia, a Sociedade de Estudos Medievais, a Associação Portuguesa de Ex-Libris, entre outras."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
10€

14 abril, 2025

FREITAS, Eugénio de Andrea da Cunha e -
A CAPELA DE S. TIAGO MAIOR, DA PÓVOA DE VARZIM : alguns documentos para a sua história
. Póvoa de Varzim, [s.n. - Composto e impresso na Empresa Industrial Gráfica do Porto, Lda - Porto], 1970. In-4.º (24x16 cm) de 21, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Interessante estudo publicado em separata do Boletim Cultura Póvoa de Varzim, Vol. IX - N.º 1 - 1970.
Ilustrado com três estampas em página inteira.
"Todos os historiógrafos da Póvoa, de Veiga Leal e do Padre Gesteira a Viriato Barbosa, nos dizem que na boca da Rua da Junqueira existia outrora uma pequena capela, dedicada a S. Roque e a S. Tiago Maior, instituída por Diogo Pires de S. Pedro  e por sua mulher Maria Fernandes de Faria, em 1956 - data depois certificada para 1582.
Como seria esta capelinha, creio se não sabe. O Pe. Gesteira esclarece apenas que «pelos anos de 1741 se erigiu nesta capela uma Confraria do Apóstolo S. Tiago, cuja imagem se diz apareceu na praia desta vila no princípio do Cisma de Inglaterra, e pela sua escultura se vê ser imagem de tempo mui remoto»; e acrescenta, quanto ao interesse artístico desta e das demais capelas da Póvoa, não terem elas «primor algum de arte, a sua arquitectura é a mais simples e não tem ornato algum de valor»."
(Excerto o Estudo)
Eugénio Eduardo de Andrea da Cunha e Freitas ComIH (Lisboa, 1912 - Vila do Conde, 2000). "Foi um advogado, historiador e genealogista português. Era licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Ocupou cargos públicos e institucionais importantes: pertenceu ao Ministério Público no Tribunal de Lisboa, foi nomeado Administrador do Concelho de Sesimbra em 1935, posteriormente nesse ano ocupou o lugar exercendo as funções de Secretário da Câmara dos Administradores de Falências na Comarca do Porto,[3] onde permaneceu até à sua reforma, em 1982, foi Vogal da Comissão de Etnografia e História da Junta de Província do Douro Litoral de 1947 a 1980, foi o primeiro Director do Boletim da Associação Cultural "Amigos do Porto" entre 1951 e 1959, Delegado da Junta Nacional da Educação no Concelho de Vila do Conde, Presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de Azurara, e Director da estimada revista "O Tripeiro" entre 1961 e 1973. Dedicou-se a estudos históricos. Pertenceu a inúmeras e diversas instituições culturais: a Associação dos Arqueólogos Portugueses, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a Academia Portuguesa da História, onde foi Académico de Mérito a partir de 1992, a Associação Cultural dos Amigos do Porto, a The American International Academy, a Academia Nacional de Belas-Artes, a Associação Portuguesa de Genealogia, a Sociedade de Estudos Medievais, a Associação Portuguesa de Ex-Libris, entre outras."
(Fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas algo sujas.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e local.
15€

10 maio, 2022

FREITAS, Eugénio de Andrea da Cunha e - POUSADA DE SANTIAGO : PALMELA.
Texto de... Boletim da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
. [Lisboa], Ministério do Equipamento Social, 1984. In-4.º (25x20 cm) de 53, [3] p. ; [16] p. il. ; B. Col. Monumentos, 129
1.ª edição.
Interessante monografia sobre o Castelo de Palmela, importante fortificação medieval, que integra no seu espaço uma pousada e alguns outros imóveis com interesse histórico.
Livro decorado com 46 figuras distribuídas por 16 páginas separadas do texto - impressas sobre papel couché - reproduzindo fotogravuras, plantas e alçados - que ilustram o trabalho de recuperação do conjunto arquitectónico.
"Com ocupação islâmica entre os séculos VIII-XII, o Castelo de Palmela foi conquistado por D. Afonso Henriques, em 1147 e definitivamente recuperado por D. Sancho I. Sede definitiva da Ordem de Santiago, de 1443 até à sua extinção, em 1834, a fortificação é Monumento Nacional desde 1910.
A posição geográfica do castelo permite um domínio estratégico de parte do estuário sadino, de uma vertente da cordilheira da Arrábida e das planícies envolventes que a separam do Tejo. Esta situação, noutros tempos, revestia-se da maior importância pelas ligações e possibilidades de comunicação que se estabeleciam com os castelos circundantes das linhas do Tejo e do Sado.
Dentro das muralhas do Castelo encontram-se: a Pousada Histórica de Palmela, situada no antigo convento da Ordem de Santiago, a Igreja de Santiago e as ruínas da Igreja de Santa Maria."
(Fonte: http://turismo.cm-palmela.pt/castelo-de-palmela)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
Com interesse histórico e regional.
Indisponível