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01 outubro, 2026

LAFOREST, Dubut de -
A BOMBA. Traducção de Domingos Cabral de Quadros. Lisboa, "A Editora", 1909. In-4.º (22,5x14 cm) de 151, [1] p. ; il. ; C. Col. Os Ultimos Escandalos de Paris: grande romance dramatico inedito - XXXVI
1.ª edição.
Romance de costumes, levemente erótico, publicado na primeira década do século XX.
Ilustrado com bonitos desenhos no texto.
A Bomba (no original em francês, La bombe) é o volume número 36 de uma famosa série literária de 37 romances dramáticos intitulada Os Últimos Escândalos de Paris (Les derniers scandales de Paris), escrita no final do século XIX pela pena do francês Jean-Louis Dubut de Laforest. A colecção formava um longo fresco dramático sobre o submundo e a alta sociedade francesa, explorando a vida de prostitutas, vigaristas, burgueses e aristocratas decadentes. Devido ao seu teor provocador, a obra chegou a figurar na "Enfer" (O Inferno), secção especial da Biblioteca Nacional da França (BnF), em Paris, destinada a guardar livros e manuscritos de caráter erótico, pornográfico ou considerados contrários à moral da época." (IA)
"Cloé de Haut-Brion tinha na Casa-Mãe das Bernardas, da rua da Providencia, tanta liberdade e um bem estar relativo, muito superior ao convento da Bretanha.
Em Paris, as cellas davam para os claustros, eram vastas, bem arejadas, não tinham luxo, mas havia n'ellas um certo conforto desconhecido das freiras de Plogoff: a mobilia compunha-se de um leito de ferro, um prie-Dieu, e uma arca para as roupas brancas, habitos e petrechos de toilette; nas paredes do seu compartimento, a ex-Virgem do Boulevard dependurára um Christo, um quadro da Virgem Maria, outro da Magdalena, o de S. Francisco de Paula, instituidor da Ordem das Bernardas, e o retrato do abbade Celestino o fundador do recolhimento das arrependidas.
Tresentas religiosas ou noviças habitavam o convento, sob a direcção da superiora geral da Ordem, uma dama de alta linhagem, como Isabel d'Esbly, e sob a vigilancia directa da Reverenda Irmã Veronica, uma creatura de humilde nascimento."
(Excerto de I - Nona Coelsia, baroneza de Géraud)
Dubut de Laforest (1853-1902)."Foi um escritor folhetinista extremamente popular e prolífico na sua época. Ele especializou-se em retratar os vícios e segredos da sociedade parisiense, com um estilo influenciado pelo naturalismo que frequentemente chocava a moral tradicional e abordava temas ousados."
(Fonte: Wikipédia)
Encadernação cartonada com desenho e letras a rosa e azul na pasta anterior.
Exemplar em bom estado de conservação. Capa apresenta pequenas manchas à cabeça.
Raro.
25€

24 junho, 2023

LAFOREST, Dubut de - A MENINA DE MARBEUF. Traducção de Domingos Cabral de Quadros. Lisboa, "A Editora", [1909]. In-4.º (23 cm) de 151, [1] p. ; il. ; B. Col. Os Ultimos Escandalos de Paris: Grande romance dramatico inedito - XXXII
1.ª edição.
Romance de costumes, levemente erótico, publicado na primeira década do século XX.
Livro ilustrado com bonitos desenhos ao longo do texto.
"Emquanto o bello Arthur vive feliz e contente com as infidilidades conjugaes da Mome-Réséda, sua esposa, e a condessa d'Esbly, a menina Olga Lagrange e Lady Fenwick, esperam pela hora da justiça, nós vamos fazer entrar em scena, uma outra virgem - mas esta é uma rebelde.
Quando o conde Roberto de Marbeuf, uma das honestas victimas do krack, se decidiu ir para longe tentar fortuna no negocio dos diamantes, a duqueza de Torçy acceitou de alma e coração o encargo de tomar conta da sua sobrinha Christiana, filha unica do conde, que ficara sem recursos e sem protecção. A senhora de Marbeuf, uma princeza russa de sangue imperial, cujo casamento morganatico foi um verdadeiro acontecimento parisiense, acabava de se sacrificar para pagar as dividas do marido."
(Excerto do Cap. I - A cilada)
Índice:
I - A cilada. II - Occupemo-nos do fidalgo aventureiro. III - Idyllio. IV - Primo e prima. V - O paraiso do amor. VI - O capitão Raymundo de Pontaillac.
Jean-Louis Dubut de Laforest (1853-1902). Escritor francês. Autor prolífico, publicou vários romances sobre assuntos considerados ousados na época, alguns como folhetins em jornais e revistas.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa apresenta pequeno rasgão marginal sem perda de suporte.
Raro.
25€

21 janeiro, 2023

LAFOREST, Dubut de - O FIDALGO AVENTUREIRO.
Traducção de Domingos Cabral de Quadros
. Lisboa, "A Editora", [1909]. In-4.º (23 cm) de 151, [1] p. ; il. ; B. Col. Os Ultimos Escandalos de Paris: Grande romance dramatico inedito - XXX
1.ª edição.
Romance de costumes, levemente erótico, publicado na primeira década do século XX.
Livro ilustrado com bonitos desenhos ao longo do texto.
"Nos Ultimos Escandalos de Paris que tem por enredo e intriga especial: «O Processo d'Esbly», e por campo de investigação toda a vida moderna, temos tido occasião de observar alguns rufiões parisienses de casaca.
Agora vamos apresentar aos nossos leitores, a fina flor d'algumas d'essas creaturas exoticas, pertencentes ás camadas mais superiores da nossa sociedade e que futuros acontecimentos farão tomar parte importante no presente romance.
Nem todos esses formosos cavalheiros que vivem á custa das esposas ou as amantes, são fidalgos verdadeiros, como o visconde de La Plaçade, mas todos apreciam a nobreza, e se não teem titulos, compram-nos ou roubam-nos... [...]
N'umas das noites do fim do mez de novembro, o conde Giacomo Trabelli levantou-se repentinamente da cadeira, onde, sentado, estiveram meditando. [...]
- Que pena! murmurou elle... Trinta annos ou a vida d'um jogador?... O bem conhecido melodrama; que nada tem de original! Vinte e oito annos! Ainda me restam dois annos sobre a edade do jogador classico, prestes a transpôr os humbraes da eternidade. Ah! Enganei muitos maridos e amantes, e de bom grado os continuaria ainda a atraiçoar, pela simples razão de que não me sinto gasto nem satisfeito. Sou pratico em assumptos d'amor? Sim, sem duvida alguma! Aposto! os dez luizes que ainda tenho, dos muitos milhões que possui que, de olhos vendados, e as mãos atadas atraz das costas, eu sou capaz, collando os meus labios aos de uma qualquer mulher, de adivinhar, pelos movimentos a sua lingua e pelo perfume do seu halito, a edade e a cor dos seus cabellos?... Sustentei muitas amantes, mas, agora, eram ellas que começavam a manter-me: a duqueza d'Estorg não tem dinheiro; a horisontal Anna Welty, só me pode offerecer a sua boa vontade. O estafermo da duqueza avisou-me da impossibilidade que tinha em arrancar na presente occasião, algum dinheiro ao seu estupido marido. Pois minha senhora, lembre-se que bastante gozou commigo!..."
(Excerto do Cap. I - Os navios do conde)
Índice: I - Os navios do conde. II - A duqueza d'Estorg. III - O irmão Eusebio. IV - Anna Welty. V - O fidalgo trabalhador. VI - O «Supplicio de um homem». VII - O grande armador.
Jean-Louis Dubut de Laforest (1853-1902). Escritor francês. Autor prolífico, publicou vários romances sobre assuntos considerados ousados na época, alguns como folhetins em jornais e revistas.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa apresenta pequeno rasgão marginal sem perda de suporte.
Raro.
Indisponível

20 maio, 2021

LAFOREST, Dubut de - CLOÉ DE HAUT-BRION.
Traducção de Domingos Cabral de Quadros
. Lisboa, "A Editora", 1909. In-8.º (22 cm) de 153, [1] p. ; il. ; C. Col. Os Ultimos Escandalos de Paris: Grande romance dramatico inedito - XXXIV
1.ª edição.
Romance de costumes, levemente erótico, publicado na primeira década do século XX.
Livro ilustrado com bonitos desenhos nas páginas de texto.
"As personagens dos Ultimos Escandalos de Paris estão a apparecer a cada momento e por toda a parte podem sempre encontrar: Virgens excepcionais e prostituidas, Rufiões de casaca, Grandes horisontaes, Ultimos D. Joões, Mulheres-homens, Caixas de batota, Doutores mata-creanças.
Toda esta sucia está sempre alerta!
As victimas dos seus logros é que soffrem!"
(Excerto de I - Em Plogoff, [Às] Leitoras e leitores)
índice:
I - Em Plogoff. II - O vicio da morphina. III - Estevão Delarue, por antonomasia Angelus. IV - A ex-Virgem do boulevard e a ex-matrona do 7-bis. V - No palacio do Conselheiro-Tartufo. VI - A vincondessa de La Plaçade.
Jean-Louis Dubut de Laforest (1853-1902). Escritor francês. Autor prolífico, publicou vários romances sobre assuntos considerados ousados na época, alguns como folhetins em jornais e revistas.
Encadernação cartonada do editor.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

11 outubro, 2017

LAFOREST, Dubut de - O PARAISO TERRESTRE. Grande romance dramatico inedito. Traduzido por Joaquim Leitão. Lisboa, «A Editora», [1904]. In-8.º (22,5 cm) de 158, [2] p. ; il. ; B. Col. Os Ultimos Escandalos de Paris - VI
1.ª edição.
Romance erótico publicado na primeira década do século XX. Ilustrado com bonitos desenhos nas páginas de texto.
"N'esse domingo, Ambrosio Naumier sahiu da rua do Circo e dirigiu-se á gare de S. Lazare, onde tomou um bilhete de ida e volta para Versailles.
Estava um lindo dia, e o vagão de 1.ª classe, para onde subiu o caixa da batota, ia cheio de passageiros que seguiam para o campo.
A um canto, em frente do «Cebolla», um sujeito lia o jornal, e o irmão da «Az-de-Espadas» fez uma careta, reconhecendo o visconde Arthur de La Plaçade.
O trem punha-se em marcha e Ambrosio que já não podia mudar de vagão, entreteve-se a examinar o companheiro, embrenhado na leitura.
N'isto, La Plaçade levantou os olhos e sorriu, a mão estendida ao ex-creado d'Esbly..."
(Excerto do Cap. I, O Filho do Proxeneta)
Índice:
I -.O Filho do Proxeneta. II - No Forno Crematorio de Père-Lachaise. III - A idèa de Anninhas Loiset. IV - Os viajante do amor. V - Americano e turco. VI - O «Bar-Florido». VII - Ambrosio «nas chinelas do marquez».
Jean-Louis Dubut de Laforest (1853-1902). Escritor francês. Autor prolífico, publicou vários romances sobre assuntos considerados ousados na época, alguns deles como folhetins em jornais.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e algumas falhas de papel nas margens.
Raro.
Indisponível