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08 julho, 2013

DIAS, Jaime Lopes - VIRIATO : herói e pioneiro da independência. Discurso proferido na inauguração do seu monumento, em Viseu, aos 16 de Setembro de 1940. [Lisboa], Editorial Império, Limitada, 1953. In-4.º (24cm) de 15, [1] p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor na f. anterrosto; a contracapa foi por si utilizada, para, pelo seu punho, endereçar o opúsculo à Sociedade de Língua Portuguesa.
"O nosso herói, que a partir de hoje aqui fica imortalizado na pedra e no bronze é, afirma-o com a sua autoridade de grande erudito em matéria de antiguidades peninsulares, o professor da Universidade de Erlangen, Adolfo Schulten transcrevendo Justino: «o único grande cabo de guerra que os deuses fizeram surgir no seio dos Iberos».
Salvo da morte (150 a. c.) na edionda traiçaõ e carnificina que Galba concebeu e executou, assumiu a chefia dos lusitanos convencendo-os à resistência quando já pouco mais lhes restava do que a capitulação ou a morte.
Os seus feitos foram tais, o seu nome ecoou por tal forma, que de todas as tribos veio gente a alistar-se sob a sua bandeira.
Fogoso, destimido e valente, atacando e retirando-se, preparando armadilhas e simulando retiradas, desbaratou e derrotou as legiões de Plaucio, Unimano, Negidio, Scipião, Flávio e Serviliano, levando os romanos, para o vencerem, a praticar a torpeza de um crime: «...com mancha vergonhosa a vida lhe tiraram...»."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa com defeitos. Selo de biblioteca na lombada. Carimbo de biblioteca (da SLP) na capa, f. rosto e última p. texto.
Invulgar.
Indisponível

12 março, 2012

DIAS, Jaime Lopes - UMA TRADIÇÃO LISBOETA QUE REVIVE-OS TRONOS A SANTO ANTÓNIO. Lisboa, [s.n.], 1950. In-4º grd. (29cm) de 10, [2] p. ; [4] p. il.; B. Separata do nº 41 da «Revista Municipal».
Ilustrado com fotografias a p.b. dos Tronos, em extratexto.
Valorizado pela elogiosa dedicatória autógrafa do autor a Francisco Valença (1882-1962) - mestre caricaturista e ilustrador português.
"Fernando de Bulhões, «o português mais santo e o santo mais português» como já foi chamado, que trocou a vida mundana e de ostentação pela da clausura, e nesta adoptou o nome de Frei António, veio a ser um dos maiores da Igreja, e durante séculos, um dos santos mais populares e queridos dos portugueses e sobretudo dos lisboetas. [...] Pouco a pouco ia caindo em desuso, a tradição dos tronos a Santo António, que as crianças de Lisboa começaram a erigir pelas ruas ou à porta de suas casas, em seguida ao terramoto de 1755, para à sombra deles, pedirem aos transeuntes uma esmola para a reconstrução da Igreja que fora destruída pelo trágico sismo." (excerto do texto)
Bom exemplar; capas sujas.
Invulgar, com interesse histórico e etnográfico. 
Indisponível