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07 dezembro, 2025

FONTES, Alexandre - A BANDEIRA. [S.l.], Editor: O Auctor, 1911. In-8.º (21,5x13,5 cm) de 12 p. ; B.
1.ª edição.
Conjunto de poemas dedicados à República e aos seus heróis, sendo um deles dedicado a Cândido dos Reis. Também o concurso para a nova bandeira nacional, desígnio em que o autor participou com pelo menos duas propostas, é abordado através de três poesias.

"Ha quem prefira o azul, e é a alma da Nação;
Ha quem prefira o verde, e são os conjurados,
Que em epica manhã plantaram denodados
O bellico estandarte e a fé na Revolução."

(Excerto de O azul-e-branco-verde-e-vermelho)

Índice:
Poesia da Revolução | Quem és? | Republica | Authenticos heroes | Candido dos Reis | A Cruz | O passado | O azul-e-branco | O vermelho-e-verde | O azul-e-branco-verde-e-vermelho.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
20€

19 novembro, 2023

NUNES, José Coelho Moreira - O SYMBOLISMO COMO MANIFESTAÇÃO DA DEGENERESCENCIA. These inaugural apresentada e defendida perante a Escola Medico-Cirurgica do Porto. Por... Famalicão, Typographia Minerva, 1899. In-8.º (21 cm) de [16, 94, [4] p. ; E.
1.ª edição.
Ensaio crítico sobre a degenerescência associada ao Simbolismo, movimento literário e artístico em voga na época.
Trata-se da tese de licenciatura do autor - muitíssimo curiosa e algo insólita - apresentada à Escola Médico-Cirúrgica do Porto, depois Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor "Ao seu condiscipulo e amigo Dr. Alberto Placido".
"A mythologia do norte continha o dogma terrivel do crepusculo dos deuses. Mas, se os deuses já ha muito se foram, chega hoje o nosso espirito a inquietar-se com um crepusculo dos povos, em que todos os soes e todas as estrellas se apaguem lentamente, e os homens, no meio da natureza que morre, vão tambem perecendo com todas as suas instituições e todas as suas obras. Assim Max-Nordau caracterisa o estado da alma moderna, em que um mal-estar indefinido e vago, um descontentamento universal, enche todas as manifestações da vida. Parece a humanidade evoluir n'uma phase de transformação profunda, destruidas pela base as antigas instituições, reconhecidas impotentes para dar a felicidade, ao menos para fazer a existencia supportavel. [...]
Assim na philosophia que é a synthese universal do conhecimento, derivada de três fontes distinctas, a rasão baseada sobre a experiencia, o sentimento intuitivo, e a imaginação, e n'isto se distingue da sciencia especial, da arte e da religião que separadamente se dirigem a cada uma das tres fontes do conhecimento, os ultimos systemas fizeram a confusão com a sciencia, e quebraram os laços que a ligavam á metaphysica, que é o lado logico da philosophia. [...]
O mal vem do excesso de civilisação.
Mas será possível fazer retroceder a humanidade na sua marcha?
Nenhum espirito são o poderá conceber. A verdade tem de ser procurada no ainda ignorado, tem de ser inventada.
Mas é principalmente na litteratura como a primordial manifestação da vida intellectual, producto directo do pensar e sentir da epocha, pois que a philosophia já é ou pretende ser, a theorisação da vida, dando a rasão de ser, tentando explicar, achando os motivos, e tirando as formulas, é na litteratura que primeiro se reflectiu, e actualmente mais se reflecte o desgosto do existente, o descontentamento da geração contemporanea. Toda a litteratura do fim do seculo passado glorifica a volta ao estado de natureza, e só por ser differente d'aquelle em que se era obrigado a viver. [...]
Tambem nas bellas artes se nota a mesma incerteza, tanto mais que é n'este ramo da actividade cerebral, por mais individual, que mais se accentua o caracter de desiquilibrio de que soffre o artista. Em vez do amor sereno e são da natureza, do culto exclusivo da belleza, em que se aprazia a arte antiga, corrigindo muitas vezes o modelo, a arte moderna, dizendo-se observadora do real, pinta o defeituoso, comprazendo-se, por um requinte de inconsciente aberração, em reproduzir o feio e o trivial. [...]
Que isto tudo sejam manifestações d'uma só e mesma doença, bem se deixa vêr. A verdade é que o homem está gasto da civilisação.
Nas condições actuaes da existência tem de dispender uma energia sobrehumana, trabalhar de mais, para não ser esmagado na concorrencia. A lucta pela vida tornou-se um combate feroz, e ha mister ou de ser-se forte e vencer, inutilisando os competidores, ou de desertar, deixando-se preterir. [...]
E como hoje tudo se faz d'uma maneira vertiginosa também rapidamente um organismo, e por graças de hereditariedade, uma geração se desequilibra, degenera, se torna inutil, quando não prejudicial. O esgotamento é um facto geral, e a doença que o traduz é bem a doença do seculo. É esta a degenerescencia, e n'um grau mais attenuado os nevroses. Este mal-estar geral, este descontentamento, a incerteza e a duvida em que se debate a actual geração, que enche todas as manifestações da vida contemporanea, é pois a manifestação da degenerescência da epocha.
Ora como no campo litterario a ultima manifestação d'esté estado geral de incerteza e transformação, com o completo despreso e abandono do passado, na ancia de encontrar a formula nova, que se adapte, ao estado de momento, é sem duvida o apparecimento do symbolismo, d'interesse é o seu estudo sob o ponto de vista da psycologia pathologica, para a sua entegração no quadro degenerativo. Tanto vale como qualquer das manifestações da actividade humana que soffre da mesma doença, correspondendo a um estado de momento, modificavel e em plena transformação como a mesma geração que a produz. Pois a formula d'arte, sendo creação do espirito, não póde ser nada de absoluto, antes adaptar-se-ha á evolução ou involução d'este.
E assim é progressiva ou regressiva, são ou doente. É doença o symbolismo."
(Excerto da Introducção)
Índice:
[Dedicatórias] | Introducção | O Symbolismo | Diagnostico | Etiologia | Prognostico - Therapeutica | Proposições | Erratas.
Encadernação em eia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capa de brochura frontal (conserva a capa posterior).
Exemplar em bom estado de conservação. Levemente oxidado no interior, consequência da (fraca) qualidade do papel.
Muito raro.
Sem registo na BNP.
60€

16 novembro, 2021

OLIVEIRA, Alberto d' - POEMAS DE ITÁLIA E OUTROS POEMAS. Lisboa, Tip. da Emprêsa Nacional de Publicidade, 1939. In-4.º (23 cm) de [2], 109, [5] p. ; [5] f. il. ; E.
1.ª edição.
Obra poética de grande apuro gráfico - impressa a duas cores em papel de superior qualidade - ilustrada em separado com 5 estampas a p.b., incluindo o retrato de Isabel Maria, a neta do autor, a quem este dedica a obra.
Livro muito valorizado pela dedicatória autógrafa do poeta ao Prof. Sobral Cid.

"Tinhas de ser qual és, calado e triste,
Misterioso, ascético, tenaz,
Para reger um povo que da Paz
Há que tempos nem sabe se ela existe...

Já, com verbo facundo e lança em riste,

Outros tentaram a missão falaz:
Mas, com promessas boas e obras más,
Maior cáos nos fizeram, como viste.

Tu então, ao dilúvio das palavras
Opões barreira sólida, e entretanto
A gleba acordas, e em silêncio a lavras...

E eis logo o prado em flor, o oiro das messes!
?Quem és tu, Salazar, ou mago ou santo,
Que assim nos ressuscitas e engrandeces?..."

(Excerto de Salazar)
"Ó Cidade da Luz! Perpétua fonte
De tão nítida e virgem claridade,
Que parece ilusão, sendo verdade,
Que o sol aqui feneça e não desponte...

Embandeira-se em chamas o horizonte:
Um fulgor áureo e róseo tudo invade:
São mil os panoramas da Cidade,
Surge um novo mirante em cada monte.

Ó luz ocidental, mais que a do Oriente
Leve, esmaltada, pura e transparente,
Claro azulejo, madrugada infinda!

E és, ao sol que te exalta e te corôa,
- Loira, morena, multicôr Lisboa! -
Tão pagã, tão cristã, tão moira ainda..."

(Lisboa)

Alberto d’Oliveira (1873-1940). Escritor e diplomata português.“Frequentou a Universidade de Coimbra, onde fundou, com António Nobre, a revista Boémia Nova cuja polémica com a publicação fundada por Eugénio de Castro, Os Insubmissos, funcionou como pedra de toque para a afirmação dos movimentos simbolista e decadentista em Portugal. Colaborador da Revista de Portugal, fundada por Eça de Queirós, o nome de Alberto de Oliveira está umbilicalmente ligado, porém, ao movimento neogarrettista, cujo programa enunciou na coletânea de ensaios Palavras Loucas, onde preconiza, nomeadamente em "Do Neogarrettismo no Teatro", sob a figura tutelar de Garrett, exaltado pelo seu papel na defesa do nacionalismo, na recuperação da literatura popular enquanto fonte genuína da cultura portuguesa, no renascimento do drama e da poesia nacional, o abandono de modelos culturais estrangeiros, a defesa do que é nacional, a recolha da literatura oral de tradição popular, a recuperação do drama e romance histórico, o retorno ao rusticismo e à vernaculidade, vetores que viriam a plasmar-se de forma exemplar na própria produção poética de Alberto de Oliveira. Tendo, no início dos anos 20, dirigido o semanário monárquico e integralista Acção Nacional (1921), dedicou-se, nos últimos anos de vida, à redação de páginas de memórias sobre o período em que foi cônsul no Brasil e sobre figuras literárias com quem privou como Eça de Queirós ou António Nobre."

(Fonte: infopédia)
Exemplar que pertenceu à biblioteca do Prof. Sobral Cid, revestido de uma bonita encadernação em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Muito invulgar.
35€

20 janeiro, 2020

FIGUEIREDO, Anthero de - TRISTIA. Com um prefacio de João Penha. Lisboa, M. Gomes, Editor : Livreiro de Suas Magestades e Altezas, MDCCC XCIII [1893]. In-8.º (17 cm) de [4], XIII, [1], 75, [7] p. ; E.
1.ª edição.
Primeira obra do autor que não mais viria a ser reeditada. Muito valorizada pelo prefácio de João Penha (1838-1919).
Desta edição tiraram-se 410 exemplares. O presente, leva o n.º 59 da tiragem de 400 exemplares em papel de linho numerados de 11 a 410.
"Deus, no principio, fez meia duzia de leis, com as quaes rege os mundos e os seres. Certos philosophos reconhecem a existencia d'essas leis; confessam, contra vontade, que não foi o homem quem as fez, mas negam a existencia de Deus. Para elles e para os seus sectarios, Deus é o homem. Para nós, tambem: para nós o homem é o Deus que faz pernas de pau. Outros, pelo contrario, põem as mãos nas aras em como Deus existe, fundando-se sobretudo na existencia d'aquellas mesmas leis, as quaes, segundo dizem, se não fizeram a si mesmas, e tiveram, como tudo que se observa, um principio. Para estes, e para todos os mais que ainda não tiveram tempo de pensar sobre esta materia, o homem não passa de um modesto semi-deus, sujeito a todas as contingencias d'esta vida, quanto ao corpo, mas eterno, quanto á alma, na sua evolução progressiva atravez do infinito."
(Excerto do Prefacio)
Antero de Figueiredo (Coimbra, 1866 - Foz do Douro, 1953). Escritor português. Cursou Medicina na Universidade de Coimbra, mas formar-se-ia em Letras, na Universidade de Lisboa (1895). "Tendo interrompido os estudos por doença, viajou pela Espanha, França, Itália, Estados Unidos e Inglaterra. Foi durante a sua permanência na América que escreveu o seu primeiro livro, o poema em prosa Trístia, que veio a ser prefaciado por João Penha e com o qual fez a sua estreia literária. Regressado a Portugal, matriculou-se no Curso Superior de Letras de Lisboa, concluindo os estudos em 1895, com as mais altas classificações. Durante alguns meses foi director da Escola de Belas-Artes do Porto (1918) e pertenceu, desde 1911, à Academia das Ciências de Lisboa.
Senhor de uma fina sensibilidade plástica apurou-se na descrição de paisagens e personagens, compondo grandes frescos históricos, numa linguagem que alia o requinte à sobriedade, a erudição à observação pessoal. Legou-nos impressões de viagens, novelas passionais vagamente camilianas, em que o lirismo romântico se combina com a exacerbação carnal, e cuidadas reconstituições históricas. Na última fase, a sua ficção tornou-se uma apologética do catolicismo, procurando reencontrar a fé pelos caminhos da arte. Tentou também o teatro, com a peça Estrada Nova (1900), mas abandonou completamente este género. Os seus títulos mais significativos serão: Recordações e Viagens, D. Pedro e D. Inês, Cómicos, Doida de Amor, Miradouro, Fátima, O Último Olhar de Jesus, Non Sum Dignus."

(Fonte: http://www.cm-porto.pt/cultura/agenda/antero-de-figueiredo-1866-1953)
Belíssima encadernação em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Ex-libris da biblioteca de Salema Garção.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

14 fevereiro, 2017

LIMA, Ignacio d'Abreu e - BAILATAS. Lisboa, Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & Cta., 1907. In-8.º (19cm) de 118, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Edição original de uma das mais apreciadas obras de António Feijó, que assina com pseudónimo.
"Em Bailatas, obra publicada em 1907 sob o pseudónimo de Inácio de Abreu e Lima, parece ter a intenção de parodiar o Decadentismo, mas a verdade é que muitas dessas poesias atingem consonância com a própria sensibilidade simbolista. As suas últimas obras, particularmente a coletânea póstuma Sol de inverno, editada em 1922, espelham o lirismo sóbrio, o simbolismo depurado, os motivos melancólicos, outonais, e os temas da saudade e da morte, que são algumas das características da obra de António Feijó."
(fonte: infopédia)


"Na minha dôr immensa
Andei perdido pelo mundo;
E ouvi por toda a parte esta sentença,
D'um conceito profundo:


O Amor é uma doença
Que pelos olhos se contrae;
Dos olhos desce aos labios, e dos labios
No coração descae.
Mas depois, não ha medicos, nem sabios;
De lá nunca mais sae!
"


(Aphoristica)


A
ntónio Joaquim de Castro Feijó (Ponte de Lima, 1859 - Estocolmo, Suécia, 1917). “Poeta e diplomata português. Formou-se em Direito em Coimbra, tendo exercido a advocacia por um breve período de tempo e seguido depois a carreira diplomática. Foi cônsul no Brasil (1886) e, até à data da sua morte, ministro de Portugal na Suécia, onde veio também a casar. Poeta ligado ao parnasianismo, é considerado o representante português, por excelência, deste movimento estético. Destacou-se pela sua destreza formal, recorrendo aos mais variados tipos de verso, e por um certo exotismo, patente, por exemplo, na adaptação de poemas chineses em Cancioneiro Chinês (1890). Os seus temas estão frequentemente ligados a um certo desencanto, a um sentimento de decadência e mágoa (também devido ao afastamento de Portugal), e ainda de pessimismo. Ao tema recorrente da morte associa um ideal de beleza fria e mórbida. O seu estilo contido e requintado, reflectindo, apesar da sua temática obsessiva, um distanciamento aristocrático, coloca-o num lugar singular da poesia do seu tempo.
Estreou-se com Transfigurações (1882), publicando ainda Líricas e Opulentas (1884), À Janela do Ocidente (1885), Ilha dos Amores (1897) e Bailatas (1907). Postumamente, foram editados Sol de Inverno (1922), Novas Bailatas (1926), Sol de Inverno Seguido de Vinte Poesias Inéditas (1981). Saíram, em 1940, as Poesias Completas de António Feijó."
(fonte: www.escritas.org)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. rosto.
Muito invulgar.
25€

13 fevereiro, 2017

LIMA (António Feijó), Ignacio de Abreu e - NOVAS BAILATAS. Paris - Lisboa, Livrarias Aillaud e Bertrand, 1926. In-8.º (18,5cm) de 148 p. ; [1] f. il. ; E.
1.ª edição.
Edição póstuma desta apreciada obra do poeta português.
Ilustrada com um retrato de António Feijó em extratexto.

"Das minhas 33 amantes
Apenas três me não trahiram;
Mas d'essas três, sempre constantes,
Duas por fim tambem partiram.

D'amor eterno, alto modêlo,
Foi uma só, das trinte e três...
Mas essa, em paga do seu zêlo,
Sou eu que a engano muita vez..."

(Canção tzigana)

António Joaquim de Castro Feijó (Ponte de Lima, 1859 - Estocolmo, Suécia, 1917). “Poeta e diplomata português. Formou-se em Direito em Coimbra, tendo exercido a advocacia por um breve período de tempo e seguido depois a carreira diplomática. Foi cônsul no Brasil (1886) e, até à data da sua morte, ministro de Portugal na Suécia, onde veio também a casar. Poeta ligado ao parnasianismo, é considerado o representante português, por excelência, deste movimento estético. Destacou-se pela sua destreza formal, recorrendo aos mais variados tipos de verso, e por um certo exotismo, patente, por exemplo, na adaptação de poemas chineses em Cancioneiro Chinês (1890). Os seus temas estão frequentemente ligados a um certo desencanto, a um sentimento de decadência e mágoa (também devido ao afastamento de Portugal), e ainda de pessimismo. Ao tema recorrente da morte associa um ideal de beleza fria e mórbida. O seu estilo contido e requintado, reflectindo, apesar da sua temática obsessiva, um distanciamento aristocrático, coloca-o num lugar singular da poesia do seu tempo. Estreou-se com Transfigurações (1882), publicando ainda Líricas e Opulentas (1884), À Janela do Ocidente (1885), Ilha dos Amores (1897) e Bailatas (1907). Postumamente, foram editados Sol de Inverno (1922), Novas Bailatas (1926), Sol de Inverno Seguido de Vinte Poesias Inéditas (1981). Saíram, em 1940, as Poesias Completas de António Feijó."
(fonte: www.escritas.org)
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro na pasta frontal e na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.  Assinatura de posse na f. rosto.
Invulgar.
15€