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22 julho, 2026

PORTUGAL -
VISITE A SERRA DA ESTRELA. Lisboa, Neogravura, 1952. Encarte desdobrável (23,5x11 cm) : il. ; B.
1.ª edição.
Folheto desdobrável - trilingue (português/francês/inglês) - de propaganda à Serra da Estrela, a Manteigas e à sua estância termal. As dimensões (generosas) do encarte, todo aberto, é 23,5×66 cm, com texto e ilustrações frente e verso.
Para além de fotografias das belezas da Serra, contém informações úteis para os visitantes: Vias de comunicação - Carreiras de caminoetas; Passeios e excursões; Igrejas; Culinária e doçaria; Hotéis e Pensões, etc.
Inclui ainda um mapa no cento do folheto com a localização de Manteigas na Serra, com as estradas identificadas e as distâncias em quilómetros de Manteigas a alguns pontos de interesse turístico.
"Manteigas
Vila encravada em pleno Hermínio, a 720 metros de altitude, antigamente baluarte inexpugnável, hoje encantadora de turismo e cura, manancial de inexgotáveis riquezas.
Situada na margem esquerda do Zêzere, na Serra da Estrela, possui as melhores quedas de água do país.
Cabe-lhe, por isso, justamente, a designação de centro de turismo , o que é ainda justificado pelo facto de se encontrarem, no seu concelho, os mais importantes locais da Serra que têm valor turístico, como sejam os Cântaros, as Cascatas do Poço do Inferno, Candieira, Covões, as Lagoas da Paixão, Clareza, Cântaro, o Chafariz de El-Rei, o Frade e a Freira, os panoramas do Fragão do Corvo, S. Lourenço, Curral da Nave, Nave de Santo António, Covão da Ametade e Fonte Paulo Luís Martins."
(Excerto de Manteigas)
Exemplar em brochura, bem conservado. Apresenta mancha escura nos rebordos do folheto.
Raro.
Indisponível

14 dezembro, 2025

GUIMARÃIS, J. Afonso -
CALDAS DE CHAVES.
[Por]... Professor da Faculdade de Medicina do Porto, Director Clínico das Caldas de Chaves. [S.l.], [s.n. - Composto e Impresso das Oficinas Gráficas da Sociedade de Papelaria - Porto], 1965. In-4.º (24x16 cm) de 44 p. ; il. ; B
1.ª edição.
Interessante subsídio para a história das Termas de Chaves. Inclui a apresentação do projecto do novo Balneário da estância, com alguma minúcia, que integra esquema funcional do equipamento em página inteira.
Obra impressa em papel de superior qualidade, com tiragem limitada a 500 exemplares (de acordo com a BNP).
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a Eduardo Arantes e Oliveira (1907-1982), conhecido engenheiro e político português, figura de proa do Estado Novo, ministro das Obras Públicas entre 1957 e 1964.
"A presente publicação - salvo a diferente ordenação de assuntos e as modificações impostas pela necessidade da sua actualização - reproduz a minha resposta ao questionário organizado em 1959 pelo Dr. Manuel Marques da Mata, incluída na última e notável edição do «Anuário Médico-Hidrológico de Portugal» (1963), da autoria e coordenação daquele ilustre inspector de águas minerais.
É seu essencial propósito o de chamar a atenção para a água medicinal, tantas vezes injustamente esquecida ou erradamente considerada, cuja acção terapêutica me tem sido dado verificar e proclamar desde a minha nomeação, em 1950, para Director Clínico da Estância Termal, onde é utilizada, água que há milénios brota na margem direita do rio Tâmega, dentro de Chaves, cidade que, pela sua excepcional situação - entre montanhas de incomparável encanto, num dos mais longos e mais férteis vales do país - e pela graça, beleza ou interesse histórico do seu velho casario e seus arruamentos, das suas igrejas, pontes e torre, dos seus fortes e palácios, das suas escolas e seu hospital, e de muitas outras edificações com que tem sido ùltimamente dotada, bem merece particular distinção, não só como cidade termal - feição em que procura, com indiscutível direito, definir e valorizar os seus destinos - mas ainda como centro de turismo duma das mais belas regiões da terra portuguesa."
(Preâmbulo)
Índice:
[Preâmbulo] | Nascentes | Bosquejo analítico | Estabelecimentos termais ou balneários | Técnicas termais | Acção fisiológica do tratamento hidromineral | Meios acessórios de diagnóstico e de tratamento | Indicações terapêuticas | Contra-indicações do tratamento termal | Higiene e Urbanismo | Situação e clima, vias de acesso, duração da época termal | Divertimentos, Excursões | Informações gerais (hotéis, meios de transporte, curiosidades históricas, etc.).
Bases gerais orientadoras do projecto do Novo Balneário da Estância Termal de Caldas de Chaves (apresentadas à Ex.ma Câmara Municipal de Chaves em Janeiro de 1964).
José Afonso Dias Guimarães (1900-1987). "Nasceu no Porto no início do século XX e foi figura proeminente da Faculdade de Medicina do Porto e da investigação em Portugal. Passou pelo Instituto de Fisiologia de Lisboa, o Institut Solvay de Physiologie, em Bruxelas e o National Institute for Medical Research, em Londres. Trabalhou com individualidades como Abel Salazar, Marck Athias, Jean Demoor e Henry Dale. Desenvolveu trabalhos sobre a secreção interna das glândulas sexuais, secreção salivar, pressão arterial e mediadores da neurotransmissão. Foi Professor Catedrático de Fisiologia e Diretor do Serviço de Fisiologia da Faculdade de Medicina do Porto. Paralelamente às atividades universitárias, fez clínica particular, foi Diretor Clínico das Termas de Chaves e Diretor do Serviço de Fisiopatologia do Hospital de São João, funções que desempenhou com a sua característica dedicação e competência. Era um eloquente comunicador, pessoa culta, bibliófilo e colecionador de Arte. É reconhecido como fundador do Laboratório de Fisiologia da Faculdade de Medicina do Porto."
(Fonte: https://sigarra.up.pt/fmup/pt/pub_geral.pub_view?pi_pub_base_id=531469)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
25€

24 maio, 2025

CASA DE REPOUSO - ABRUNHOSA - BEIRA ALTA-PORTUGAL
. [S.l.], Composição e impressão das Oficinas da Soc. Industrial de Tipografia, Lda. - Lisboa], [194-]. In-8.º (18,5x14 cm) de [16] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Livrinho de propaganda à Casa de Repouso de Abrunhosa-a-Velha. Foi seu autor Sebastião da Costa Sacadura (1872-1966), conhecido médico e professor universitário, proprietário da instituição.
"Abrunhosa a Velha localiza-se na margem do Rio Mondego com deslumbrantes vistas para a Serra da Estrela. É servida pelo comboio da Beira Alta cuja inauguração do apeadeiro ocorreu em 1935 para facilitar o acesso à então original Casa de Repouso edificada em 1927. A Casa de Repouso, fundada em 1927 pelo Professor Dr. Sebastião Cabral da Costa Sacadura, foi mandada edificar com o objectivo de curar fraquezas e constituir repouso para convalescentes. O local fora escolhido pelas características terapêuticas naturais que possui. O microclima e as águas com beneficio para a saúde, que pela sua composição hipossalina, conforme atestam os relatórios médicos da época, permitiam grande poder sedativo com propriedade eliminatório."
(Fonte: https://www.idealista.pt/imovel/31756426/)
Livro ilustrado em todas páginas, partilhando o espaço com texto alusivo à Casa de Repouso e à zona circundante, incluindo monumentos e paisagens.
"... Em pleno coração das Beiras, num dos mais lindos recantos da Terra Portuguesa. Junto do povo da Abrunhosa, nos termos de Mangualde, a poucas léguas de Vizeu. Construi-se esta casa - propositadamente - para curas de repouso e curas de ar livre. Escolheu-se o local a 500 metros de altitude, em faldas da Serra da Pousada, abrigado por completo dos ventos frios do Norte e volvido, portanto, para o Sol. Procurou-se também que no edifício nenhum confôrto moderno faltasse: electricidade, balneário, aquecimento central, ascensor; água corrente, quente e fria, por tôda a parte e com abundância; tudo, enfim, o que é preciso para cercar de comodidades os seus hóspedes. Em resumo: quiz-se fazer, e fez-se, um estabelecimento, único nêste género em Portugal, instalado numa casa recentemente construída."
(Excerto do texto)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
15€

18 julho, 2024

BREVE NOTICIA SOBRE AS CALDAS DO GEREZ.
Estabelecimentos thermaes e hydrotherapicos - Portugal. Porto, Typographia do «Commercio do Porto», 1900. In-8.º (22x14,5 cm) de 38, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Curiosa monografia de propaganda às Caldas do Gerês, composta por um resumo das características técnicas das suas águas, sendo a segunda parte da obra dedicada aos testemunhos de diversas personalidades, sobretudo da classe médica, recomendando os banhos e exaltando as propriedades e sãs qualidades das águas.
Contém um quadro no texto com o nome das nascentes (12) que abastecem as Caldas do Gerês, incluindo dados estatísticos sobre o seu caudal e temperatura.
"A povoação das Caldas do Gerez deve a sua existencia e desenvolvimento ás suas aguas thermaes e á concorrencia crescente de doentes que aos seus banhos e bebida vão pedir a cura dos seus males.
Moedas encontradas recentemente junto ás nascentes vieram indicar que os romanos as frequentaram e foram utilisadas tambem nos seculos XIII, XIV e XV. [...]
Nos dias maiores os raios solares só desde as 7 horas da manhã ás 5 da tarde dão no povoado, permittindo passeios sem sol durante as restantes horas do dia. As tardes e manhãs são frescas e agradaveis; as variantes de temperatura são frequentes; o ar é vivo, tonico e puro, constantemente renovado pelas brisas da montanha. As aguas potaveis são excellentes pela sua frescura e pureza, quasi isentas de saes terrosos.
A localidade, muito melhorada nos tres ultimos annos, é a mais importantes do concelho de Terras de Bouro, a que pertence. Conta cerca de 250 habitantes. Durante a epocha termal juntam-se, por vezes, perto de 800 forasteiros e doentes; em todo o periodo de banhos a concorrencia annual tem sido cerca de 2:000, tende, porém, a augmentar rapidamente.
Uma avenida com largos passeios e arborisação, ainda em conclusão, atravessa a estancia de sul a norte; é na Avenida das Aguas que estão os principaes edificios.
Os hoteis principaes são do sul para o norte: Hotel do Parque, Hotel Ribeiro, Hotel Universal, Hotel Araujo, Hotel Continental e Hotel Central. Em todos ha mesa redonda com alimentação mixta para adietados e não adietados, ás horas indicadas para cada hotel. Poderá haver meza especial ou alimentação no quarto, com pequeno augmento de preço. Preços, comprehendendo quarto, serviço e alimentação, de 1$000 a 1$800 réis diarios por pessoa.
Ha chalets e casas mobiladas para alugar, podendo fornecer tambem louças e roupas - Chalet Fernandes, Chalet Tait, Chalet Ribeiro, Chalet Santiago, etc. Casa Passos, Casa Neves, Casa Monteiro e outras. Preços, de 1$000 a 4$500 réis diarios."
(Excerto da Introdução)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sem capas.
Raro.
15€

29 fevereiro, 2024

FORTES, José -
BALINEUM LUSO-ROMANO DE S. VICENTE DO PINHEIRO (Penafiel).
Por... Archeologia Portugueza II. Porto, Typographia Central, 1902. In-8.º (22,5x15 cm) de 56 p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante estudo arqueológico sobre o Balneário romano das Termas de S. Vicente, Penafiel.
Monografia ilustrada no texto com desenhos e fotogravuras, e no final do livro, em separado, uma planta desdobrável de generosas dimensões do Balineum.
"O balneário romano de São Vicente do Pinheiro localiza-se na Av. Central das Termas e está integrado no recinto das atuais Termas de São Vicente, em Penafiel, sendo que a sua implantação neste local possibilitou o aproveitamento das águas medicinais carbonatadas e sódicas existentes. O sítio foi identificado no início do séc. XX, no decorrer de obras com o objetivo de captar e utilizar as águas medicinais, tendo sido escavado e estudado por José Fortes, em 1902. Estes trabalhos permitiram caracterizar o equipamento de banhos, que era composto por um edifício único, com cerca de 250 m2, dividido em onze compartimentos."
(Fonte: https://arqueologia.patrimoniocultural.pt/index.php?sid=sitios&subsid=50954)
Exemplar valorizado pela dedicatória manuscrita do autor "Ao illustre pregador regio, erudito archeologo e bom amigo".
"Era notorio ha muitos annos que na freguezia penafidelense de S. Vicente do Pinheiro existia uma nascente abundantissima de aguas sulphurosas, borbulhando no Lameiros dos Lodos (pertença do logar da Varzea), a cêrca de cem metros para oeste da ponte das Cabras, em que a estrada de Cette a Sobrado e Castello de Paiva salva uma ribeirasita anonyma que por ali discorre em madria estreita.
Ha poucos mezes, porém, houve que assentar-se uma tubagem de grês para drenar as aguas soltas do Lameiro no intuito de iniciar os trabalhos de captagem e aproveitamento da nascente. Topou-se então com parede de manifesta apparencia antiquada; e, passando a desembaraçar de entulhos a velharia que o acaso assim expunha á luz, pôde em alguns dias averiguar-se que se haviam exhumado as substrucções e trechos importantes de um balineum luso-romano."
(Excerto do Cap. I - Invenção e localisação do Balineum)
Índice:
I - Preliminares: Invenção e localisação do Balineum - Conspecto architectonico - Valor ethnographico - Auctoria ou interferencia technica do romano - Natureza do estabelecimento - A região e os vestigios de povoados circumstantes - Material do desentulho; o pedral. II - Descriptivo: Orientação e linhas geraes do balneario; secções e subdivisões. III - Descriptivo (continuação). IV - Reconstituição funccional. Elementos subsidiarios de interpretação. V - Reconstituição funccional (continuação). VI - Questões complementares - Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
30€
Reservado

20 junho, 2023

VALENTE, Joaquim Pinto - AGUAS SULFURO-MEDICINAES DE AREGOS (RESENDE).
Dissertação inaugural apresentada á Escola Medico-Cirurgica do Porto. Porto, Imprensa Moderna, 1886. In-8.º (21,5 cm) de 75, [5] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante ensaio académico sobre as águas medicinais das Caldas de Aregos, estância termal antiga situada no concelho de Resende, junto ao rio Douro. Trata-se, julgamos, da mais antiga monografia que sobre este assunto se publicou. A BNP não menciona o livro.
"[Para além de Lafões], os favores dados aos monarcas e nobres apontam para a utilização de outras fontes termais ainda durante o período medieval. É o caso das Caldas de Aregos. Localizada no município de Resende, no norte do país, as ditas caldas datam do século XII, quando a beata rainha D. Mafalda (1197–1256), mandou ali construir uma albergaria, com tanques para o uso das águas termais e duas camas para receber os pobres de saúde e de dinheiro."
(Fonte: SILVA, André Costa Aciole da, "Queremos e mandamos (...) que o dito hospital (...) cure os enfermos (...)": Poder e medicina no hospital de Nossa Senhora do Pópulo (séc. XVI-XVII), UFG, Goiás, 2015)
"É hoje geralmente reconhecido e utilisado o concurso valiosissimo, que a therapeutica aufere da hydrologia minero-medicinal, esse vastissimo campo, tão pobremente cultivado n o nosso paiz, esse precioso thesouro de tantas virtudes therapeuticas, tão negligentemente explorado entre nós.
O nosso trabalho por muito pouco contribuirá para o preenchimento d'essa lacuna enorme, aberta na historia da medicina portugueza.
No entanto, não foi elle indifferentemente escolhido: satisfazendo a lei que nos obriga á apresentação de um trabalho, que encime o nosso tirocinio escolar, tivemos tambem em vista exhumar do esquecimento e abandono, em que jazem, as sulfuro-thermas de Aregos, e solicitar para este ponto a attenção de mais levantados espiritos, para que o cunho da sua auctoridade referende as amplas applicações d'essa preciosidade therapeutica."
(Excerto do Prologo)
Índice:
Prologo. | Capitulo Primeiro - Generalidades. Capitulo Segundo - Analyse qualitativa e quantitativa. Trabalhos da nascente: a) Ensaios sulphydrometricos (em todas as nascentes); b) Analyse qualitativa da nascente do Ribeiro. Trabalhos no laboratorio: Analyse quantitativa: Dosagem da totalidade dos elementos fixos: 1) Dosagem da silica; 2) Dosagem do ferro; 3) Dosagem da alumina; 4) Dosagem da cal; 5) Dosagem da magnezia; 6) Dosagem do acido sulfurico; 7) Dosagem da soda e potassa; 8) Dosagem da totalidade do acido carbonico; 9) Dosagem da manganez. | Quadro da analyse quantitativa. Capitulo Terceiro - Acção therapeutica das aguas de Aregos. | Proposições.
Exemplar brochado em razoável estado de conservação. Mancha de humidade transversal à maior parte do livro, com particular incidência nas folhas finais. Capa manchada, apresenta falha de papel nos cantos.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

09 fevereiro, 2022

SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DAS TERMAS DE S. PEDRO DO SUL.
Uma campanha vil desmascarada. Ajuste de contas - Emprêsa Diniz & C.ª,L.ᵈᵃ
. Porto, Tipografia Sequeira, Limitada, 1925. In-8.º (20,5 cm) de 138, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Importante contributo para a história das Termas de S. Pedro do Sul. O presente livro, dado à estampa pela Diniz & C.ª, empresa concessionária das Termas de S. Pedro do Sul, dá a conhecer as movimentações subterrâneas de vários actores no processo de concessão (que incluía a reparação das instalações balneares e construção de um hotel - o Palace Hotel), culminando numa disputa jurídica entre a Empresa e a Câmara Municipal que extravasou a sala do tribunal, com ocupações "musculadas" e ataques à bomba, que espelham, de certa forma, a situação efervescente que o país atravessava. No final do livro em Documentos, encontram-se diversas peças com relevância para a compreensão do processo jurídico.
"A Emprêsa Diniz & C.ª, L.ᵈᵃ, publicando êste livro, vem render sincera homenagem aos amigos verdadeiros das Termas de S. Pedro do Sul e aproveita o ensejo para fazer uma proveitosa prevenção a todos os inimigos declarados e confessos da mesma Emprêsa. [...]
Em 22 de Junho de 1922, tomou a referida Emprêsa posse das Termas de S. Pedro do Sul para o fim da exploração das águas termais e com o fito no patriótico e arrojado plano de obras marcadas no contrato realizado, dois dias antes, entre a Câmara e a Emprêsa.
Estamos da época termal de 1925.
Passaram-se portanto três anos depois da assinatura do contrato, e, apesar e todos os esforços que a Emprêsa tem empregado, tolhidos sempre por uma vil campanha a que se associou a própria Câmara, nada se tem podido fazer de grande e útil que seja capaz de chamar os aqùistas e turistas a esta região. [...]
É preciso que o grande público tome completo conhecimento da questão para fazer bem límpida justiça a quem a merecer; mas, como, sem provas, não se pode fazer essa justiça moral, vem êste livro patentear por meio de factos e documentos, que constituem plena prova esmagadora, o que se tem passado entre a Câmara e a Emprêsa durante êstes três anos.
Vamos, pois, em livro, narrar despretenciosamente todos os factos, transcrevendo êsses documentos e tirando conclusões... [...]
Êste livro será, pois, um documento para a história das antiquíssimas e afamadíssimas Caldas de Lafões."
(Excerto do Proémio)
Matérias:
Proémio. | I - O concurso para a exploração das Termas. II - O contrato - Estado lastimoso dos balneários e nascentes termais. III - As expropriações - Uma campanha ignobil. IV - A perseguição. - A Emprêsa arrastada aos tribunais criminais para responder por multas. V - Um médico modêlo. - Dois relatórios interessantes. VI - Episódios. - Maquinando um crime contra a Emprêsa. VII - Um crime. - A bomba. VIII - As notificações. - O assalto. IX - A caminho dos Tribunais - A rescisão. X - Solemnia Verba. | Documentos. A Notificação. Documento n.º 1 [Exposição da Emprêsa ao juiz do processo]. Documento n.º 2 [Ofício da Emprêsa dirigido à CMSPS]. Documento n.º 3 [Certidão exarada pela Chefe de Secretaria da CMSPS - Amadeu Augusto Barbosa]. Documento n.º 4 - Memória descritiva do novo balneário que a Emprêsa Diniz & C.ª vai construir nas Termas de S. Pedro do Sul em substituição do actual. Documento n.º 5 - Relatório médico de 1923, por António de Almeida Trinta. Documento n.º 6 - Relatório médico de 1924, por António de Almeida Trinta. Documento n.º 7 - Uma causa célebre. - Ao país e magistratura. - Como em Portugal se hostilizam as iniciativas de interêsse geral. - A parcialidade dum ministro que, esquecendo o interêsses do Estado, patrocina os egoismos particulares. - A Emprêsa das Termas de S. Pedro do Sul reclama justiça! Não pretende favores. - Reclama o exclusivo, o preciso cumprimento da lei. Documento n.º 8 - Entrevista transcrita de «Jornal de Notícias», de 20 de Março de 1925 - Termas de S. Pedro do Sul - (Em desafronta da Emprêsa Diniz & C.ª, L.ᵈᵃ).
Exemplar brochado, por aparar, em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e pequenas falhas de papel. A página que remete para os Documentos. A Notificação encontra-se rasgada no último terço.
Raro.
Com interesse histórico e regional.
45€

10 junho, 2021

PEDRAS SALGADAS : Estância de águas e Centro de Turismo
. [S.l.], [s.n. - Bolhão - Porto], 1942. In-8.º (20 cm) de 48 p. ; [12] p. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Bonita monografia dedicada a Pedras Salgadas - as sua água, história e belezas naturais.
Livro ilustrado com gráficos no texto e em página inteira, bem como doze folhas intercaladas no texto reproduzindo 14 clichés de paisagens, "recantos" e edifícios notáveis da zona. Inclui ainda dois mapas do país impressos no verso da capa e no verso da contracapa com a informação, respectivamente, das Estradas de Portugal e dos Caminhos de Ferro de Portugal.
"Das águas de Pedras Salgadas, tão afamadas, fàcil é recordar os tempos, não muito distantes, em que apenas os pegureiros de dois ou três logarejos mais próximos lhes sabiam as nascentes, sem que provàvelmente as aproveitassem sequer para matar a sêde. [...]
Como região de turismo, a parte da província transmontana que aproveita da vantagem de ter na estância das Pedras um encantador, confortável e concorrido centro de irradiação, é das mais interessantes de Portugal pela variedade dos aspectos, pelo pitoresco dos costumes e pela salubridade e amenidade do clima, na estação das vilegiaturas."
(Excerto de A história e a região)
Matérias:
A história e a região. | Acção e indicações da cura em Pedras Salgadas, pelo Prof. Dr. Cascão de Anciães da Faculdade de Medicina de Lisboa. | Autores citados. | Nota bibliográfica sobre Pedras Salgadas.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e regional.
25€
Reservado

04 outubro, 2020

SANTOS, Francisco Reis - AGUAS MEDICINAES DA FONTE NOVA (Torres Vedras)
. Bicarbono-chloretadas sodicas, lithinicas, ferreas-sulphydricas e acidulo carbonicas, Frias e hyposalinas. Relatorio Medico de 1895-96. Lisboa, Typographia Costa Sanches, 1897. In-8.º (21,5 cm) de 35, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história das Termas da Fonte Nova, em Torres Vedras. A contracapa reproduz uma gravura do estabelecimento balnear da autoria de Alberto (des.) e Christino (grav.).
"A 24 de maio de 1895 inaugurou-se solemnemente o estabelecimento da Fonte Nova. E na presença das pessoas importantes da terra, presidente da camara, antigo deputado do circulo, administrador do concelho, medicos de Torres e de Lisboa, representantes da imprensa da capital e de Torres e d'um grande concurso de povo, procedeu-se á cerimonia religiosa da benção das aguas e lavrou-se e assignou-se o competente auto.
Foi um dia de verdadeira festa. A villa de Torres que já possuia um estabelecimento hydrologico, os Cucos, associou-se á solemnidade e em manifestações ruidosas demonstrou bem claramente que comprehendia o alcance do novo emprehendimento.
Dias depois começou a funcionar o estabelecimento, inscrevendo-se então o primeiro doente; e durante toda a epocha até outubro inscreveram-se mais oitenta e nove. [...]
Em maio de 1896 começou a segunda epocha, a concorrencia augmentou bastante, voltaram muitos doentes do primeiro anno e appareceram outros de novo O campo de observação de anno para anno ia-se alargando e eu ia adquirindo os elementos para poder passar um attestado lisonjeiro para a aguas da Fonte Nova. [...]
A approximação de Torres Vedras, de Lisboa, com communicações faceis e commodas, a existencia das aguas dos Cucos e da Fonte Nova que em muitos casos se completam, podem permittir com facilidade que Torres Vedras se transforme n'uma das mais completas estações d'aguas de Portugal.
O estudo geral que me foi necessario fazer para poder comprehender o cado especial d'umas determinadas aguas, levou-me a um certo numero de conclusões banaes, para os homens de sciencia, para os profissionaes, mas ainda assim pouco conhecidas do grande publico."
(Excerto do preâmbulo)
Matérias:
[Preâmbulo]. | Introducção. | As aguas: - Propriedade physicas; - Composição chimica; - Classificação; - Effeitos do organismo; - A acção physiologica e therapeutica das aguas. | Os doentes e as doenças. | Observações clinicas [14 observações].
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa frágil com carimbo e pequena falha de papel no canto sup. direito.
Raro.
20€

21 fevereiro, 2020

NARCISO, Dr. Armando - A EVOLUÇÃO DA CRENOTERAPIA E AS ÁGUAS MEDICINAIS PORTUGUESAS. Prefácio do Dr. Oliveira Luzes, Inspector da Águas Minerais e Professor do Instituto de Hidrologia. [Lisboa], Portugal-Brasil L.da - Depositária, [1920]. In-8.º (19 cm) de 197, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante estudo sobre a crenoterapia, tese de doutoramento do autor.

"Com o neologismo "Crenotherapia", creado por Landouzy, teve este sabio professor em vista agrupar sob tal designação os processos de tratamento pelas aguas mineraes. É nova a palavra, mas é velha a sciencia de que ella é significado, pois que não é mais do que um ramo da hydrotherapia, sciencia que diga-se, de passagem, pouco tem feito gemer os prelos entre nós. [...]
Em face d'uma tal pobreza bibliographica que contrasta com a nossa riqueza em aguas mineraes, o trabalho do nosso colega Armando Narciso vem prestar um valioso auxilio áquelles que se interessam por este ramo da sciencia. O auctor não só trata da evolução da sciencia hydrologica através dos seculos, mas faz um estudo geral das propriedades physico-chimicas das aguas minero medicinaes, pondo-nos ao corrente da maior parte dos conhecimentos que presentemente temos sobre o assumpto."
(Excerto do Prefácio)
Indice:
Primeira Parte. I. Período religioso. II. Período empírico. III. Período scientifico.
Segunda Parte. I. Considerações gerais. II. A génese das águas. III. Fisicoquimica das águas medicinais. IV. Propriedades fisiológicas das águas medicinais.
Armando da Cunha Narciso (1890-1948). Natural de Velas, S. Jorge. “Médico hidrologista, investigador e escritor. Defensor do regionalismo açoriano, foi o principal promotor do Primeiro Congresso Açoriano. Foi um dos maiores peritos em termalismo da sua época, defendendo a criação da disciplina de hidrologia médica nos cursos de Medicina e o estudo sistemático, utilizando os métodos de investigação científica, dos efeitos das águas termais sobre a saúde, matéria sobre a qual publicou uma vastas obra.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Contracapa apresenta falha de papel no canto inferior esquerdo. Assinatura de posse na f. rosto.
Invulgar.
15€

16 setembro, 2017

CARNEIRO, Dr. Mário Gonçalves - EVOLUÇÃO TERMAL DE CHAVES. [Por]... (Director Clínico das Caldas de Chaves). Chaves, [s.n. - Tip. Gutenberg, Chaves], 1974. In-8.º (20,5cm) de 21, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Comunicação apresentada no Colóquio Termal Transmontano - Junho de 1973.
Interessante dissertação sobre a história termal de Chaves desde tempos imemoriais.
"A evolução termal de Chaves anda intimamente ligada à história de Chaves - uma terra com cerca de 2.000 anos de história conhecida.
Com nome, sabemo-lo só a partir do domínio romano na Península: Aquae Flaviae. E nós, que aqui nascemos, ainda hoje nos chamamos flavienses.
No lugar actual de Chaves, onde foi Aquae Flaviae, já existiria um castro? É natural que sim, porque toda a região tem grande número deles e a elevação sobre a qual assenta o núcleo da cidade tem as características habituais desses remotos povoados fortificados. Lugar bem escolhido este, num alto, junto da confluência do Ribeiro Rivelas com o Rio Tâmega, dominado a extensa veiga que talvez em tempos pré-históricos, neste ponto da chamada Fractura do Corgo, tivesse sido uma lagôa.
Utilizariam os povos primitivos já as águas quentes das Caldas de Chaves, ou considerá-las-iam como obra de Deuses infernais e dominados por eles? É difícil imaginar o que pensavam os homens primitivos sobre os fenómenos da natureza.
Os romanos, esses sabemos que utilizavam a água com fins medicinais."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
10€

13 agosto, 2017

O GEREZ, estância de cura, de repouso e de turismo : 1929. Pôrto, Composto e impresso na Tipografia Marques, 1929. In-4.º (24cm) de 56 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Apreciada monografia sobre o Gerês - a serra, as termas e as suas belezas naturais. Impressa em papel de superior qualidade e muito ilustrada com bonitas fotogravuras em página inteira.
"As águas medicinais mais valiosas da Europa na serra mais formosa de Portugal, - eis a definição do Gerez.
Já decerto os romanos aqui assentaram arraiais, fundando uma pequena povoação, que veio a dar o seu nome a toda a cordilheira. [...]
Mas vieram os bárbaros, e com eles o esquecimento dos preceitos scientíficos prégados pelos homens de Roma, ao mesmo tempo que outras estradas se abriam, menos íngremes e de melhor piso. O Gerez, então, decaiu por completo. Mas não foi inteiramente esquecida a eficácia das suas águas. Os poucos hepáticos e reumatizantes que se davam ao incómodo de subir a serra, e lá permanecer por algumas semanas, continuavam a apregoá-la. Já então o povo luso se havia convertido ao Cristianismo. E como ninguém soubesse explicar - quási como hoje ainda - os efeitos portentosos do tratamento gereziano, fatal seria que a ânsia de explicação, latente em todas as almas simples, apelasse para o sobrenatural."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação, com excepção das capas que se apresentam soltas com defeitos e falhas de papel.
Invulgar.
10€

20 julho, 2016

BANHOS DE S. PAULO (aguas cloretadas e sulfureas). Ano de 1932 - COMPANHIA DAS AGUAS  MEDICINAIS DO ARSENAL DE LISBOA. Lisboa, Imprensa Libânio da Silva, [1933]. In-8.º (22,5cm) de 32, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Balanço histórico e analítico da actividade das águas medicinais do Arsenal de Lisboa, que abasteciam os Banhos de S. Paulo.
Contém um estudo de 1922 elaborado pelo eminente Prof. Charles Lepierre, cujos resultados são comparados com trabalhos anteriores, desde a 1.ª análise, em 1857, pelo Dr. Abel Jordão.
O Relatório do ano de 1932, é da responsabilidade dos directores médicos José Manuel Ribeiro e Jayme Moreira de Carvalho, e inclui, a descrição de casos clínicos dados como curados por interferência directa das águas de S. Paulo.
"A Água do Arsenal brota junto da arcada ocidental do Terreiro do Paço, próximo da estação dos Caminhos de Ferro do Sul e Sueste. Nasce a água ou é colhida dentro dum poço. Uma bomba, movida elèctricamente, aspira a água do poço e por uma extensa canalização de chumbo leva-a até ao estabelecimento balnear denominado Banhos de São Paulo, perto da igreja do mesmo nome."
(excerto da introdução, A análise das Águas Medicinais do Arsenal de Lisboa, feita pelo Prof. C. Lepierre)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta vinco vertical.
Raro.
Sem registo na BNP.
15€

06 agosto, 2013

TERMAS DE S. PEDRO DO SUL : antigas Caldas de Lafões e da Rainha D. Amélia. [S. Pedro do Sul], Comissão de Iniciativa e Turismo das Termas de S. Pedro do Sul [Comp. e Imp. na Casa Tipográfica de Alves & Mourão, Coimbra], 1936. In-8.º (21cm) de 16 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Bonita monografia sobre as Termas de S. Pedro do Sul, Viseu. Aborda os aspectos históricos mais relevantes, a qualidade das suas águas e os equipamentos disponíveis, oferta de alojamento, etc.
Livro muito ilustrada ao longo do texto.
A contracapa contém dois mapas esquemáticos do 'Caminho de Ferro' e das 'Estradas' com a localização das Termas.
“As Termas de S. Pedro do Sul ficam situadas no mais pitoresco e fértil recanto do Vale de Lafões, distrito de Viseu, entre as históricas vilas de S. Pedro do Sul e Vouzela, de que distam cerca de 3 kilómetros.
Iberos, celtas, fenícios, romanos, árabes, todos ocuparam, mais ou menos transitoriamente, as terras do Vale do Vouga. Se faltam, em parte, documentos, aparte numerosos megalíticos, a atestar a permanência de alguns desses povos nesta região, particularmente a fazer supor que utilizassem as suas águas termais, abundam, no entanto, quanto aos Romanos, pois esses aqui deixaram inegáveis provas da sua larga permanência e do culto votado às preciosas águas.
Construíram um Balneário, possivelmente antes da era cristã (Viriato, o aguerrido e patriota pastor dos Hermínios, viveu na era de 150 anos antes de Cristo).
Sobre as ruínas desse Balneum Romano, mandou o nosso I.º Rei, D. Afonso Henriques, edificar o histórico Estabelecimento Balnear que hoje tem o seu nome.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

13 fevereiro, 2013

AS CALDAS DO GEREZ : Na memoravel sessão scientifica da Associação Medica Lusitana, que teve logar na propria estancia, a 10 e 11 de Julho de 1926, sob a presidencia do Dr. Alfredo de Magalhães, director da FACULDADE DE MEDICINA DO PORTO. Porto, Officinas de «O Commercio do Porto», 1926. In-8º (18cm) de 172 p. ; il. ; B.
Ilustrado no texto e em extra texto.
Afirmações e conceitos dos ilustres professores:
Dr. M. Cerqueira Gomes - Assistente de Patologia Medica da Faculdades de Medicina do Porto.
Dr. Charles Lepierre - Prof. de Quimica do Instituto Superior Tecnico de Lisboa.
Dr. Alberto d'Aguiar - Prof. de Quimica Fisiologica da Faculdade de Medicina do Porto.
Dr. Francisco de Oliveira Luzes - Inspector das Aguas Medicinaes e Prof. do Instituto de Hidrologia.
Dr. A. da Rocha Pereira - Prof. de Patologia Medica da Faculdade de Medicina do Porto.
Dr. Carlos Ramalhão - Prof. de Bacteriologia da Faculdade de Medicina do Porto.
Exemplar brochado em bom estado de conservação; apresenta etiqueta na capa.
Invulgar.
15€

03 fevereiro, 2011

ORTIGÃO, Ramalho - BANHOS DE CALDAS E AGUAS MINERAES ; com uma introducção de Julio Cesar Machado ; desenhos de Emilio Pimentel. Porto, Livraria Universal de Magalhães & Moniz, 1875. In-8º grd. (22cm) 135 p., [13] p. il. ; il. ; E.
13 gravuras em extra-texto; numerosos desenhos e tabelas.
1ª edição.
Encadernação cartonada com lombada em pele e ferros a ouro; lombada apresenta-se cansada, com desgaste nas charneiras; mancha de humidade na parte inferior do rosto e nas primeiras páginas; carimbo de posse no rosto.
Bom exemplar.
Invulgar.
50€