25 novembro, 2025
12 setembro, 2024
22 maio, 2024
05 janeiro, 2024
14 agosto, 2023
01 julho, 2023
08 fevereiro, 2023
17 novembro, 2019
1.ª edição independente.
Biografia de Cristóvão Colombo. No ano anterior, havia sido publicada juntamente com outros apontamentos biográficos de personalidades históricas em Le Civilisateur : Histoire de l'humanité par les grands hommes, 1.º Ano, 1852, também de Lamartine.
"Colomb, dans sa pensée, aspirait à compléter le globe, qui lui paraissait manquer d'une de ses moitiés. C'éteit le besoin de l'unité géographique terrestre dont il était travaillé. Ce besoin était également une inspiration de son époque. Il y a des idées qui flottent dans l'air comme des miasmes intellectuels, et des milliers d'hommes semblent respirer en même temps."
(Excerto do Cap. II)
Alphonse de Lamartine (1790-1869). "Poeta e político francês, nascido a 21 de outubro de 1790, em Macon, e falecido a 1 de março de 1869, em Paris, foi um dos introdutores da estética romântica em França. O lirismo lamartiniano caracteriza-se pela sentimentalidade e pela melancolia, eivadas de uma tonalidade religiosa e mística, tratando motivos como a fugacidade do tempo, o sentimento da natureza, o amor, o exílio, a condição do poeta como ser excecional."
(Fonte: infopedia)
Exemplar brochado em razoável estado de conservação. Manuseado. Capa apresenta falta de papel no canto superior direito. Carimbo de posse na f. rosto. Manchado na parte inferior do livro, sem contudo afectar a mancha tipográfica.
Raro.
15€
15 dezembro, 2018
Romance polémico de Victor Hugo em 3 volumes (completo). "Napoléon le Petit (no original) foi um romance político de Victor Hugo, publicado em 1852. Criticava o governo de Napoleão III e a política do Segundo Império Francês. Hugo viveu no exílio em Guernsey durante a maior parte do reinado de Napoleão III, e as suas críticas tiveram eco no país dado que era uma das personalidades mais proeminentes e respeitadas da época. Neste trabalho, pela primeira vez foi utilizado o "esquema" 2+2=5 como uma negação da verdade pela autoridade. A obra foi contrabandeada para França tendo sido utilizados os mais variados estratagemas de dissimulação (entre fardos de palha, latas de sardinha, etc.), para ser copiada e distribuída, e lida em reuniões secretas."
(Fonte: wikipédia)
"Quinta-feira 20 de Dezembro de 1848, achava-se em sessão a Assembleia constituinte, rodeada de um imponente desdobramento de tropas. Em seguida a leitura de um relatorio do representante Wladeck Rousseau, feito em nome da commissão encarregada de verificar o escrutinio da eleição á presidencia da Republica, relatorio onde se notava esta phrase que resumia todo o seu pensamento: «É o sello da sua inviolavel potencia que a propria nação, por meio d'esta admiravel execução dada á lei fundamental, colloca sobre a Constituição para a tornar sagrada e inviolavel»; no meio do profundo silencio dos novecentos constituintes reunidos em massa, o presidente da Assembleia nacional constituinte, Armando Marrast, levantou-se e disse:
«Em nome do povo francez;
«Atendendo que o cidadão Carlos Luiz Napoleão Bonaparte, nascido em Paris, possue as faculdades de elegibilidade prescriptas pelo pelo artigo 44 da Constituição;
«Attendendo que, no escrutinio aberto em todo o territorio da Republica para a eleição do presidente, reuniu a maioria absoluta dos suffragios;
«Em virtude dos artigos 47 e 48 da Constituição, a Assembleia nacional proclama-o presidente da Republica desde o presente dia até ao segundo domingo de Maio de 1852»."
(Excerto do Cap. I, O 20 de dezembro de 1848)
Encadernação editorial com ferros gravados a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. rosto do vol. I.
Invulgar.
10€
26 junho, 2018
1.ª edição.
Importante estudo/relatório contendo as impressões colhidas pelo capitão Correia dos Santos durante a sua visita à França e Alemanha - nações à beira da guerra, e futuros contendores no conflito que eclodiria poucos meses após esta sua viagem - onde teve oportunidade de visitar, e ver de perto, a indústria bélica de ambos os países.
Livro totalmente impresso sobre papel couché, muitíssimo ilustrado ao longo do texto com quadros, tabelas e fotogravuras, algumas das quais em página inteira.
Muito valorizado pela dedicatória manuscrita do autor.
"Num país como o nosso, onde se adormeceu á sombra de uma pás estoliante, com a despreocupação completa do que se passava por esse mundo fóra em todas as grandes conquistas democráticas no prodigiôso e heróico seculo XIX, não póde passar indiferente qualquer depoimento sincéro, ácêrca da vida progressiva dos outros póvos, quando se entre numa era nova de transformação profunda na vida portuguêsa. É por isso que, após uma viagem de estudo realisada na França e Alemanha, resolvemos comunicar ao público as nossas impressões. O curto periodo que permanecêmos no estrangeiro não nos permitiu alcançar maior número de pormenores ineditos, entre nós, sôbre os assuntos que mais possam interessar a uma sociedade em perfeito estado de reconstituição e a que não deve ser indiferente a fórma como lá por fóra se tem levado a efeito a associação do trabalho, do capital e do talento e como se tem atendido ás reivindicações das classes trabalhadôras. Todavia, obtivémos algumas informações ácêrca da vida militar na França e Alemanha, sôbre o papel que a instrução desempenha nestes dois países e o desenvolvimento das grandes indústrias, que, em um periodo relativamente curto, atingiram um tão elevado grau de esplendôr."
(Excerto do prefácio)
Indice: Prefacio. De Fuentes de Oñoro a Paris. Impressões de uma visita ao Liceo Louis le Grand. Preparação para as Escolas do Estado em França. Tarifas pagas em França pelos alunos de instrução secundária. Vencimento dos professores de instrução secundária em França. Visita á Sorbonne. Vencimentos dos professores da Sorbonne. O exército francês. Recrutamento de oficiais em França. A Escola de artelharia em Fontainebleau. Aumento dos soldos dos oficiais em França. O centro Nacional do Exército e da Armada em Paris. Os Inválidos. Algumas indústrias francêsas. O metropolitano em Paris. A fábrica de artelharia Schneider. O Hotel Popular de Paris. Impressões de Colonia. Real Ginasio de Lindental. O Instituto Superior do Comercio de Colonia. A fabrica de E. Leybold's Nachfolger. A fabrica de produtos quimicos Friedr Bayer & C.º. A Universidade de Bonn. Impressões de Berlim. O Instituto Quimico da Universidade de Berlim. O Instituto Superior de Técnico de Charlotenburgo. A fabrica Goerz. Os cursos livres na Alemanha. As fabricas Siemens Halske e Siemens Schuckerl. A provincia do Rheno e Westhphalia. A fabrica Ströhlein & C.º. A fabrica Krupp em Essen. O exército alemão. Recrutamento dos oficiais alemães. Os casinos e os soldos dos oficiais na Alemanha. A Escola de Guerra de Potsdam. A Escola Superior Técnica de oficiais em Berlim. A questão dos cereais na França e na Alemanha. Conclusões.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Apresenta falhas de papel na lombada.
Raro e muito interessante.
Com interesse histórico.
Indisponível
14 setembro, 2017
DOCUMENTOS RELATIVOS AO APRESAMENTO, JULGAMENTO E ENTREGA DA
BARCA FRANCEZA CHARLES ET GEORGES E EM GERAL AO ENGAJAMENTO DE NEGROS, DEBAIXO
DA DENOMINAÇÃO DE TRABALHADORES LIVRES NAS POSSESSÕES DA COROA DE PORTUGAL NA
COSTA ORIENTAL, E OCCIDENTAL DE AFRICA PARA AS COLONIAS FRANCEZAS APRESENTADOS
ÁS CORTES NA SESSÃO LEGISLATIVA DE 1858. Lisboa, Imprensa Nacional, 1858. In-fólio
(30,5cm) de [4], 249, 16, XVIII, [2] p. ; B.1.ª edição.
15 abril, 2017
CORDEIRO, Luciano - VIAGENS. Hespanha e França. Lisboa, Imprensa de J. G. de Sousa Neves, 1874. In-8.º (19 cm) de 240 p. ; B.
1.ª edição.
Apreciado livro de viagens do autor com forte componente cultural. Numa apreciação do livro, escreveu Antero de Quental, não sem relevo, e alguma mordacidade: “Tendo o Sr. Cordeiro escrito
tanto, sobre tantos assuntos, altos, profundos e até graves, este
livro, ligeiro como é, vagabundo e escrito a correr, parece-nos o seu
melhor livro!”
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa de Luciano Cordeiro a Sousa Viterbo.
"Primeiro volume das crónicas de viagem onde o autor regista as impressões da sua viagem pela Europa, plenas de notações pitorescas, apontamentos históricos, reflexões acerca da arte e dos costumes das regiões visitadas, relatos dos seus encontros com Fauvel, Renan e Mendes Leal. No capítulo inicial, "Em que o autor dá razão do livro", Luciano Cordeiro explica as suas motivações e a gestação da presente obra: "Cobri ao mesmo tempo a mesa de folhas, de pedras, de fotografias, de contas de hotéis, de guias e de catálogos: - recordações saudosas, modestas, extravagantes, ridículas talvez, mas excelentes pontos de referência onde reforçar a memória na deliciosa retrospeção desta há tanto ambicionada e tantas vezes desesperançada viagem."
(fonte: infopédia)
Luciano Baptista Cordeiro de Sousa (1844-1900). “Nasceu em Mirandela a 21 de Junho de 1844 e morreu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1900. Escritor, historiador, político e geógrafo português, fez os seus primeiros estudos no Funchal, Ilha da Madeira, onde se fixou com a família. Licenciado em Letras em 1867, tornou-se professor de Filosofia e Literatura no Colégio Militar de 1871 a 1874. Foi diretor temporário do periódico Revolução de Setembro em 1869. Em 1875 fez parte da comissão encarregada do projeto de reforma do ensino artístico e formação dos museus nacionais. Fundador da Sociedade de Geografia de Lisboa, em 1876, desenvolveu neste âmbito uma extensa atividade. Desempenhou cargos governativos ligados ao ensino. Fundou a Revista de Portugal e Brasil e o jornal Comércio de Lisboa. Era filiado no Partido Regenerador e foi deputado pelo círculo de Mogadouro na legislatura de 1882-1884 e pelo de Leiria em 1884. Foi um administrador, em nome do governo, da Companhia dos Caminhos de Ferro da Zambézia, até à sua morte, tendo sido substituído neste posto pelo seu irmão, José Maria Cordeiro. Deve-se-lhe o impulso à propaganda africanista e ao movimento colonialista. Notabilizou-se pela acérrima defesa dos interesses de Portugal em África tendo ficado célebre a sua atuação quer no Congresso de Geografia Colonial que se realizou em Paris em 1878 quer na Conferência de Berlim em 1884. A sua extensa ação editorial conta com obras publicadas no campo da crítica literária, da história, das questões coloniais, da economia e da política.”
(Fonte: www.geocaching.com)
Exemplar brochado, por aparar, em razoável estado geral de conservação. Envelhecido. Capas frágeis com defeitos. Mancha de humidade desvanecida junto ao corte lateral das folhas, visíveis nas primeiras folhas do livro.
Raro.
Indisponível
21 março, 2017
Guia Michelin dos campo de batalha da Grande Guerra. Edição em francês, no original, totalmente impressa sobre papel couché. O presente roteiro é dedicado a Verdun, onde se travou, em várias fases, uma das mais longas e importantes - sangrentas e destruidoras, batalhas do conflito.
Ilustrado com inúmeras fotogravuras de aspectos da batalha, das trincheiras e da destruição provocada pelos bombardeamentos em monumentos e zonas habitacionais. Contém ainda croquis e mapas das zonas de guerra, um deles em separado, ocupando 2 folhas.
(excerto do preâmbulo)
10 janeiro, 2017
1.ª edição.
"De toda a parte recebeu o govêrno francês notícias de que tinham sido cometidos actos criminosos, pelos alemães no território que, momentaneamente, ocupavam.
Com o fim de comprovar a verdade no que respeita a estas violações, nomeou o govêrno francês, a 25 de Setembro de 1914, uma comissão de investigação.
Esta comissão entregou ao govêrno francês um relatório que resume o conjunto de actos criminosos, devidamente verificados, que lhe foi possível examinar. A autenticidade dêstes está demonstrada por documentos justificativos que, em breve, serão publicados pela Imprensa nacional de Paris, e que formarão um volume de mais de cem páginas.
A seguir damos o relatório da Comissão, tal como foi publicado no «Jornal Oficial» da República francesa em data de sete da Janeiro de 1915."
(excerto do preâmbulo)
Índice:
Departamentos comprovados: - Sena-e-Marne. - Marne. - Mosa. - Meurthe-e-Mosela. - Oise. - Aisne.
Factos de Ordem militar.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
15€
23 outubro, 2016
1.ª edição.
Tratado de esgrima em francês (no original).
Obra de referência, centenária, publicada no início do século passado. Ilustrada com desenhos nas páginas de texto, e 94 fotogravuras a p.b. dispersas por 48 páginas intercaladas no texto, representando as regras e os movimentos da esgrima.
"Le livre que voici est vraiment nouveau et tellement utile qu'on peut seulement s'étonner de le voir paraître si tard.
Il n'y a pas encore bien longtemps, à la fin du dix-neuvième siècle, le mot «escrime» voulait dire, sans plus, «escrime au fleuret», - c'est-à-dire un jeu élégant et arbitraire, qui se jouait avec des instruments à peu près aussi conventionells que ceux du golf ou du hockey. Jeu profitable d'ailleurs pour les muscles et d'adresse des joueurs, mais ne gardant qu'un rapport assez vague avec la défense personnelle, puisquíl mettait en présence deuz combattants fictifs, dont la téte, les bras, les jambes, etc... étaient supposés invulnérables.
On appelait alors «traité d'escrime» un ouvrage énonçant les règles de ce noble jeu, et les moyens de s'y perfectionner. [...]
Ouvrage unique en son genre, qui épargnera aux commençants biem des erreurs d'entraînement, bien des faux départs; qui accroîtra sensiblement la valeur des tireurs déjà entraînés, s'ils le pratiquent; qui, enfin, capable d'intéresseur même les non-escrimeurs par sa documentation et son allure littéraire, demeurera pendant de longues années le manuel complet de ce bel art, utile à la fois comme sport et comme moyen de défense personnel: l'Art de l'Épée."
(Excerto do Prefácio)
Jean Joseph-Renaud (1873-1953). “Foi um esgrimista francês. Competiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 1900 e 1908. Foi também um jornalista prolífico, autor e dramaturgo, cujos livros La Défense dans la rue (Autodefesa na rua, 1912) e L'Escrime (A Esgrima, 1911) são reconhecidos como uma importante contribuição para a literatura especializada do início do século XX. Joseph-Renaud era um proponente no campo de honra, tendo dito: "Sob todos os pontos de vista, combater em duelo é benéfico". Arbitrou muitos duelos (incluindo os que envolveram Clemenceau e Leon Blum) e combateu ele próprio em duelo, pelo menos 15 vezes, sendo que, 4 deles, foram travados com pistolas; saiu vitorioso em todos eles.”
(fonte: wikipédia)
Encadernação editorial com título e autor gravados a seco e a cinza e aplicação manual de uma fotogravura a p.b. do autor na pasta frontal.
Exemplar em bom estado de conservação. Miolo em bom estado, observando-se no entanto manchas de oxidação nas páginas ao longo do livro.
Raro e muito apreciado.
Indisponível
15 dezembro, 2015
Ilustrada no texto e em separado.
Obra que traduz o esforço de guerra de Marie Curie através da utilização dos RX nos campos de batalha, para um melhor diagnóstico e rápido tratamento dos soldados feridos.
Introduction. I. Les rayons x. II. Comment on peut produire les rayons x. III. Installations dans les hopitaux et voitures radiologiques: - Voitures radiologique. IV. Travail radiologique dans les hopitaux: - Caractères géométriques de l'image. - Radioscopie et radiographie. - Quelques détails sur la radioscopie. - Examen des fractures. - La localisation des projectiles. - Localisation anatomique. - Compas et appareils indicateurs. - Opération sous le contrôle des rayons. - Danger des rayons x et dispositifs de protection. V. Personnel radiologique. VI. Rendement et résultats. VII. Organisation d'après guerre. VIII. Radiothérapie et radiumthérapie. Conclusion.
Marie Curie (1867-1934). “Maria Sklodowska nasceu na atual capital da Polónia, Varsóvia, a 7 de novembro de 1867. Mudou-se para Paris em 1881, onde obteve licenciatura em física e matemática em Sorbonne. Em 1894 conheceu Pierre Curie, professor de física na faculdade, com quem no ano seguinte se casou, assumindo assim o nome de Marie Curie. Em 1896, Henri Becquerel incentivou-a a estudar as radiações emitidas pelos sais de urânio, por ele descobertas. Juntamente com o seu marido, Marie começou, então, a estudar os materiais que produziam esta radiação, e em 1898 perceberam que o minério pechblenda, libertava mais energia que o urânio. Após vários anos de trabalho constante, isolaram dois novos elementos químicos: o Polónio (em homenagem à sua terra natal) e o Rádio. Os termos radioativo e radioatividade foram inventados pelo casal para caracterizar a energia libertada espontaneamente pelo rádio. Em 1911 recebeu o prémio Nobel da Química «em reconhecimento pelos seus serviços para o avanço da química, pela descoberta dos elementos rádio e polónio, o isolamento do rádio e o estudo da natureza dos compostos deste elemento». Na 1ª Guerra Mundial, em 1914, Marie conseguiu organizar um serviço de radiografia móvel, equipando 20 carros que funcionavam como hospitais móveis que foram batizados de "pequenos curries". Estes carros possuíam um sistema radiológico muito rudimentar: um raios-X portátil, um dínamo, material fotográfico adequado, um cabo, cortinas e eram pintados de cinzento com uma cruz vermelha nas portas. Ela treinou cerca de 150 enfermeiras para operar nestes aparelhos nos campos de batalha para que os feridos recebessem tratamento imediato a fim de localizar as balas facilitando as cirurgias. Ela também ensinou médicos a entender anatomia radiológica com seus conhecimentos de geometria. No final da guerra, havia instalado 200 unidades de raios-x nas zonas de combate da região da França e Bélgica, tendo atendido a mais de um milhão de soldados. Marie também recolhia o gás que emanava do rádio e enviava-o para os hospitais de todo o mundo sendo usado no tratamento de tumores. Em meados de 1920, os perigos do rádio foram-se evidenciando. Funcionários do laboratório de Curie morreram de anemia e leucemia, e a própria Marie sofria dos efeitos da radiação. Ela foi provavelmente a pessoa que mais se expôs à radiação até hoje. Marie Curie era uma mulher forte: andava de bicicleta, nadava no mar, escalava montanhas e se preocupava em respirar ar puro sempre que saia do laboratório. Ainda assim, não resistiu, a radioatividade foi para ela, ao mesmo tempo, a sua vida e a sua morte. Marie faleceu de leucemia, a 4 de julho de 1934, aos 67 anos, perto de Salanches, França. O elemento 96 da tabela periódica, o Cúrio, foi baptizado em honra do Casal Curie.”
(Fonte: http://repositorio.chlc.min-saude.pt/)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível


































