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21 agosto, 2024

OLIVEIRA, Aurélio de & CRUZ, Maria Augusta Lima & GUERREIRO, Inácio & DOMINGUES, Francisco Contente -
HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS E EXPANSÃO PORTUGUESA
. Lisboa, Universidade Aberta, 1990. In-fólio (30x21 cm) de 321, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Obra de fôlego - de generosas dimensões - sobre a História dos Descobrimentos Portugueses. Trata-se do manual relativo a esta disciplina, desenvolvido com a colaboração de especialistas na matéria e professores universitários, patrocinado pela Universidade Aberta para apoio dos alunos do Ensino à Distância.
Ilustrado com mapas e inúmeras reproduções fotográficas de mapas-mundo medievais e cartas marítimas da época dos descobrimentos.
"Tomada no seu conjunto a Expansão Quatrocentista Portuguesa constitui uma das traves mestras fundamentais que balizam e sustentam os alicerces dos Tempos Modernos.
A conquista de Ceuta em 1415, para além de um arrazoado causal de ordem interna (e também externa), que procura explicar e tornar compreensivos os motivos que terão mobilizado os agentes directa e indirectamente intervenientes na façanha militar (e que adiante vão sucintamente referenciados) - é normalmente tomada como o primeiro passo desse movimento expansionista português e, pela mão dos portugueses, da Europa."
(Excerto de I - Antecedentes: a Expansão Comercial)
Índice:
Nota prévia | I - Antecedentes: a Expansão Comercial. II - Os portugueses em Marrocos nos séculos XV e XVI. III - O Atlântico: sua integração geográfica e económica. IV - O Índico e o Pacífico. V - A Construção Naval Portuguesa (séculos XV e XVI). VI - A Cartografia Portuguesa nos séculos XV e XVI. VII - Linhas e rumos da Colonização Portuguesa. VIII - Consequências dos Descobrimentos. | Lista de Quadros e Mapas.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Com folhas descoladas e notas manuscritas a lápis ao longo do livro.
Invulgar.
Com interesse histórico.
20€

08 junho, 2024

MEDINA, João - HISTÓRIA DE PORTUGAL CONTEMPORÂNEO.
(Político e Institucional). [Lisboa], Universidade Aberta, 1994. In-4.º (29,5x21 cm) de 468, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Capa: Vista do estuário do Tejo com a Torre de Belém à esq. Óleo de Thomas Buttersworth (séc. XIX); colec. R. Bachmann.
Obra de fôlego - de generosas dimensões - sobre a História de Portugal Contemorâneo.
Trata-se do manual desta disciplina produzido pela Universidade Aberta para apoio dos alunos do Ensino à Distância.
"«Dentro do Paço, habitado pela sombra de um rei, vagueavam nas salas nuas as sombras de uma corte. Era um dó, uma tristeza mole sem nobreza. [...] O reino era de frades, mas metade deles não estava em seu juízo. Tudo enlouquecera, tudo emparvecera. E de longe ouvia-se o trovão medonho da França. [...] Uma vaga nuvem de tristeza caída envolvia o paço, envolvia a nação, moribunda e silenciosa. [...]
De joelhos, o príncipe chorava implorando sossego à mãe delirante; fora, nos jardins, ouvia-se o estalar das castanholas e o grito selvagem da malagena; e de longe, pelas quebradas das serras, vinha reboando o trovão ameaçador da tempestade francesa a aproximar-se». [...]
A derrocada do Antigo Regime foi precedida, entre nós, por um trauma considerável, directamente ligado às ambições imperialistas de Napoleão na península ibérica: a ocupação de Portugal pelas tropas invasoras francesas, durante cerca de cinco anos (1807 a 1811), com especial dureza durante a primeira invasão, altura em que, de finais de 1807 ao fim do verão de 1808, fomos um país virtualmente decapitado na sua soberania nacional, ainda que a sua realeza se tivesse refugiado no Brasil, onde aliás se manteria até ao fim da tempestade e mesmo para além dela, para só aqui voltar o prófugo príncipe regente, agora D, João VI, quando entre nós triunfou a revolução vintista (Agosto de 1820), dirigida tanto quanto às exacções do ocupante inglês como destinada a fazer vigorar entre nós os princípios liberais."
(Excerto de A tempestade napoleónica)
João Medina (n. 1939). "É Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; nasceu em Moçambique em 1939; licenciou-se em Filosofia na Universidade de Lisboa; doutorou-se em em Sociologia na Universidade de Estrasburgo, tendo ensinado na Universidade de Aix-en-Provence (França). Em Portugal foi Diretor-Geral no Ministério da Comunicação Social (1975-1977); desde 1988 é professor catedrático de História na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou ainda nas universidades de Colónia (Alemanha), Pisa (Itália), São Paulo (Brasil) e nos Estados Unidos. Tendo realizado um vasto percurso como conferencista, colaborador e cronista em vários países em todo o mundo."
(Fonte: Wook)
Exemplar em brochura, bem conservado. Cadernos soltos. Algumas páginas (poucas) com notas a lápis.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
20€

20 maio, 2024

TAVARES, Maria José Ferro -
HISTÓRIA DE PORTUGAL MEDIEVO (Economia e Sociedade)
. Lisboa, Universidade Aberta, 1992. In-fólio (30x21 cm) de 515, [5] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Capa: Montagem de iluminuras de: Arquivo Nacional da Torre do Tombo - Missal do Lorvão; Biblioteca Municipal do Porto - Iluminados de Santa Cruz de Coimbra.
Obra de fôlego - de generosas dimensões - sobre a História de Portugal na Idade Média.
Trata-se do manual da disciplina de História de Portugal Medievo produzido pela Universidade Aberta para apoio dos alunos do Ensino à Distância.
Ilustrado com desenhos, fotografias, quadros e mapas ao longo do livro, na sua maioria impressos em página inteira, sendo alguns deles desdobráveis.
"O território que viria a ser Portugal, no século XII, ocupou uma parte das províncias romanas da Callaecia, entre o Douro e Minho, e da Lusitania, entre aquele e o Tejo.
Estender-se-ia, até meados do século XIII para além deste rio, acabando por atingir o mar com que ficaria limitado a Ocidente e a Sul. [...]
A sua vizinhança com o mar e a sua posição na parte ocidental da Península Ibérica iriam colocá-lo, entre dois pólos de influências, provenientes umas por via marítima e outras por via terrestre. Por esta, penetraram os povos germanos, no início do século V, enquanto os mouros e os normandos, em rotas de sentido oposto, nos séculos VIII e IX-X, respectivamente, o fariam por mar."
(Excerto de Os reinos bárbaros (411-711))
Maria José Ferro Tavares (n. 1945). "Nasceu em Lisboa, em 1945. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1969. Doutorou-se em História Medieval pela Universidade Nova de Lisboa (1981) e obteve a sua agregação nesta instituição, onde foi professora associada e catedrática de nomeação definitiva, desde 1991. Foi membro dos Conselhos Directivos da Faculdade de Letras, (1974-77). Foi presidente do Conselho Científico do Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (1992-93). Foi directora da Unidade de Ensino à Distância, vice-reitora e reitora da Universidade Aberta (1989-2006), sendo a primeira mulher em Portugal a ocupar tais funções académicas.
Exemplar em brochura, bem conservado. Com notas e sublinhados a lápis no texto.
Invulgar.
25€