(Fonte: http://vcp.ul.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=43&Itemid=122#porto_01)
28 setembro, 2024
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16 dezembro, 2023
(Fonte: http://vcp.ul.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=43&Itemid=122#porto_01)
11 novembro, 2023
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02 dezembro, 2018
AGUILAR, Eduardo de - ENTRE ESPADAS E AMORES : romance do tempo de Luis XV. Lisboa, Livraria Popular de Francisco Franco (Casa fundada em 1890), [1925]. In-8.º (18 cm) de 576 p. ; C.
1.ª edição.
Romance histórico ao gosto da época, dedicado pelo autor a Magalhães Lima.
Capa de Alfredo de Moraes.
"No ano de 1714, Luis XV de França, sentindo-se bastante doente, fez-se transportar de Paris para Versailles, sitio da sua predilecção, mas deveras detestado pelo seu primeiro ministro Colbert, muito principalmente desde que o rei, numa noite celebre de 1684, recebera por esposa, clandestinamente, a senhora de Mantenon, de quem existiam dois filhos, o duque de Maine e o conde de Tolosa. A senhora de Mantenon, viuva do poeta burlesco Scarron, mostrava umas certas disposições para o trono, mas elas mais se acentuaram quando o arcebispo de Paris se prestara á indignidade da ceremonia do casamento, deitando-lhe a benção nupcial.
O rei contava, então, quarenta e sete anos de edade e ela uns cincoenta.
Quando, pois, Luis XV se instalou em Versailles, e a sua enfermidade se ia agravando a cada momento, a habil senhora, conhecendo muito bem as intenções do duque Filipe d'Orleans, pretendeu aniquila-las e, para isso, conseguiu um édito declarando dignos do trono os filhos legitimados do rei."
(Excerto da Introdução)
Eduardo de Aguilar (1875-1942). “Nasceu no Porto a 5 de Março de 1875, falecendo em Lisboa no ano de 1942. Além da função de contabilista que exerceu mais tardiamente, é com ligação à área das letras, nomeadamente através da actividade jornalística, que Eduardo de Aguilar se estreia no plano profissional. Com uma obra literária de cariz popular que oscila entre a tendência neo-romântica e incursões no realismo, Eduardo de Aguilar foi autor do livro de versos Cantigas à Bandarra (1924), a única obra poética que se lhe conhece, tendo-se destacado, sobretudo, enquanto romancista e autor dramático. No âmbito do romance, género a partir do qual granjeou a simpatia da crítica jornalística, publicou, no ano de 1912, A morgadinha de Silvares, a edição a favor da Sociedade das Escolas Liberais intitulada De profundis e O mistério da ressurreição. No ano seguinte, foi autor do romance Tragédias de Roma, que atraiu a atenção e as melhores críticas da imprensa da época, e, em 1921, publicou Amores Trágicos e o romance realista A caminho das trevas. Seguiram-se-lhes Almas gentis de namorados e Os fidalgos do cruzeiro, ambos publicados em 1922, e posteriormente O ilustre Bernardo, Vida de miseráveis e Entre espadas e amores, tendo sido ainda autor do romance campestre Os sinos da minha aldeia (1941)."
(Fonte: http://vcp.ul.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=43&Itemid=122#porto_01)
Exemplar cartonado, aparado, em bom estado de conservação. Capas apresentam falhas marginais.
Muito invulgar.
Indisponível
14 setembro, 2014
AGUILAR, Eduardo de - TRAGEDIAS DE ROMA : romance original. De... Lisboa, Edição do Autor, Setembro 1913. In-8.º (19 cm) de 631, [3] p. ; E.
1.ª edição.
Romance histórico sobre o Império Romano; retrata o período conturbado que se seguiu ao suicídio de Nero.
"Naquela noite, nas ruas estreitas de Roma, travara-se uma luta sangrenta entre os escravos de duas casas e, quando o dia surgiu, varios corpos se viam, cobertos de sangue e de lama, caidos aqui e ali, com os craneos ou os peitos abertos a golpes, certeiros e brutaes, de afiados gladios.
Os habitantes, apesar dos gritos dos vencidos e dos vencedores, não ousavam sair de suas casas, pois sabiam que, muitas vezes, o imperador, disfarçado em escravo, se envolvia nas desordens, instigando os partidarios, animando a carnificina, seguro sempre pelas espadas dos pretorianos que, perversos e a soldo, lhe serviam de escudo formidavel para as suas degradações."
Eduardo de Aguilar (1875-1942). Escritor português. Além dos anos do seu nascimento e morte, não foi possível apurar outros dados biográficos. Publicou romances e peças de teatro. Tem cerca de 15 obras registadas na Biblioteca Nacional.
Encadernação cartonada em meia de percalina. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Pequena mancha de humidade visível na parte superior das 3 últimas folhas de texto.
Invulgar.
Indisponível




