FORJAZ, Miguel - IMPRESSÕES DA EXCURSÃO FANFARRISTA Á ILHA DE S. MIGUEL. Proprietario e Editor Miguel Forjaz. Angra do Heroismo, Composição e Impressão : Minerva Cunha, 1912. In-8.º (21 cm) de 93, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história do relacionamento cultural entre as duas principais ilhas do Arquipélago dos Açores.
Ilustrado com 5 reproduções fotográficas da época em página inteira, referentes a: Largo da Republica - S. Miguel - Açores; Costumes Michaelenses [indumentária]; Esmolas no Imperio da Rua de Cima de S. Pedro - Angra; Palacio do Governador Civil d'Angra do Heroismo; Costumes Terceirences [indumentária].
"A direcção da fanfarra Patria e Liberdade resolvendo publicar em folheto as suas impressões ácerca da excursão á formosa Ilha de S. Miguel, levada a effeito no mez de Agosto do corrente anno, só teve em mira o seguinte:
1.º --- Deixar uma recordação da triumphal viagem, de forma que os vindoiros tomem perfeito conhecimento da brilhantissima e jamais esquecida recepção, feita pelos michaelenses á fanfarra Patria e Liberdade.
2.º --- Para desfazer totalmente a má impressão que em certos espiritos pouco escrupulosos, se concentrara antes da nossa viagem sem que houvesse fundamento para isso.
3.º --- Para as familias dos fanfarristas e para todos os nossos consocios e amigos verem como visitados e visitantes se honraram mutuamente.
Por ultimo, e, digamos com orgulho, para o operariado terceirense saber minuciosamente como foi representado, recebido e tratado.
O operariado terceirense póde ter a gloria, póde ufanar-se de a cada momento da excellente figura que em S. Miguel fizeram os seus dignos representantes.
É pricipalmente para elles que este folheto se publica com tudo quanto a imprensa michaelense amavelmente se dignou escrever ácerca da excursão fanfarristas nos coumnas dos seus distinctos jornaes.
M. Forjaz"
(Preâmbulo, Duas palavras)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Envelhecido. Defeitos marginais.
Muito raro.
Sem qualquer referência bibliográfica, incluindo a BNP.
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18 agosto, 2019
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06 março, 2017
FORJAZ, Miguel - A ARTE DE TALMA TERCEIRENSE (Subsídios). Angra do Heroísmo, União Gráfica Angrense, [1950]. In-8.º (22 cm) de 70, [2] p. ; [2] f. il. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história do teatro na Ilha Terceira, Açores.
Ilustrada com dois retratos em extratexto: do Coronel Eduardo Gomes da Silva, autor do projecto e director da obra de reconstrução do Teatro Angrense; do empresário Cine-Taurino Macedo Pamplona, um dos maiores accionistas do Teatro Angrense.
"Com referência à origem da Arte de Talma na Ilha Terceira, isto é, de representações teatrais, está isso, envolvido num denso nevoeiro que não conseguimos dissipá-lo, conquanto rebuscássemos, aturadamente, nos arquivos os elementos desejados.
Do nosso trabalho concluímos que o gosto pela Arte de Talma, deve, talvez, ter tido início, nas representações em palcos improvisados dos salões das nossas casas solarengas, onde predominava o entusiasmo pela cultura da poesia."
(Excerto do preâmbulo)
"No local onde se acha construído o nosso Teatro, desenvolveu-se um foco pestoso, originado por mercadorias, importadas da China. A Câmara desta cidade, como medida higiénica ordenou que imediatamente se deitasse fogo no referido local e que o mesmo se conservasse ateado, durante três dias.
Este triste acontecimento deu-se no ano de 1599.
Por mais de dois séculos tinha permanecido em ruínas a casa queimada e como o local fosse apropriado para a construção dum teatro, um grupo de terceirenses, entusiasta pelos interesses da sua terra, constituiu-se em sociedade e resolveu meter ombros à empresa, por meio de acções."
(Excerto de A vida do nosso Teatro)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentam manchas antigas de humidade.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Com grande interesse regional e histórico-cultural.
Indisponível
1.ª edição.
Importante subsídio para a história do teatro na Ilha Terceira, Açores.
Ilustrada com dois retratos em extratexto: do Coronel Eduardo Gomes da Silva, autor do projecto e director da obra de reconstrução do Teatro Angrense; do empresário Cine-Taurino Macedo Pamplona, um dos maiores accionistas do Teatro Angrense.
"Com referência à origem da Arte de Talma na Ilha Terceira, isto é, de representações teatrais, está isso, envolvido num denso nevoeiro que não conseguimos dissipá-lo, conquanto rebuscássemos, aturadamente, nos arquivos os elementos desejados.
Do nosso trabalho concluímos que o gosto pela Arte de Talma, deve, talvez, ter tido início, nas representações em palcos improvisados dos salões das nossas casas solarengas, onde predominava o entusiasmo pela cultura da poesia."
(Excerto do preâmbulo)
"No local onde se acha construído o nosso Teatro, desenvolveu-se um foco pestoso, originado por mercadorias, importadas da China. A Câmara desta cidade, como medida higiénica ordenou que imediatamente se deitasse fogo no referido local e que o mesmo se conservasse ateado, durante três dias.
Este triste acontecimento deu-se no ano de 1599.
Por mais de dois séculos tinha permanecido em ruínas a casa queimada e como o local fosse apropriado para a construção dum teatro, um grupo de terceirenses, entusiasta pelos interesses da sua terra, constituiu-se em sociedade e resolveu meter ombros à empresa, por meio de acções."
(Excerto de A vida do nosso Teatro)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentam manchas antigas de humidade.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Com grande interesse regional e histórico-cultural.
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