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29 julho, 2022

PORTUGAL : pendant la guerre et pendant la paix
. Lisbonne, Edition de la Commission «Padrões da Grande Guerra», 1932. In-8.º (17,5 cm) de 100, [4] p. ; [38] p. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Peça de propaganda sobre a participação de Portugal na Grande Guerra - em França e África - redigida em francês.
Inclui uma breve apresentação do país e dos seus principais monumentos.
Livro impresso em papel de superior qualidade, ilustrado com mapas e tabelas no texto, e em separado, com 38 estampas distribuídas por 16 folhas impressas sobre papel couché, que reproduzem retratos de chefes militares portugueses, momentos nas trincheiras, e fotos do país e dos seus principais monumentos.
"Les premières troupes du Corps Expéditionnaire Portugais (C. E. P.) furent embarquées pour la Frnce, avant même que la Convention Militaire ne fùt signée, dès le 8 février 1917, elles commencèrent à arriver à leur zone de cantonnement en Flandres: la zone de Thérouanne.
Le C. E. P. fut constitué, le 20 avril, en Corps d'Armée de deux Divisions, dont la première, sous le commandement du Général Gomes da Costa, eut son Q. G. á Thérouanne. Les autres troupes débarquées, et celles qui devaient venir successivement, constituaient la deuxième Division, placée sous les ordes du Colonel Barbosa, dont le Q. G. fut installé, le 30 avril, à Fauquembergues.
Les troupes portugaises recevaient une instruction spéciale, intense, soit dans les camps d'instruction britanniques, soit au front, où les Bataillons d'infanterie étaient incorporés dans les Brigades britanniques."
(Excerto de L'effort militaire du Portugal dans la Grande Guerre)
Index:
Portugal, nation séculaire. | L'intervention du Portugal dans la Grande Guerre. | L'effort militaire du Portugal dans la Grande Guerre. | La Marine Portugaise au Cours de la Grande Guerre. | La Grande Guerre en Afrique Portugaise. | Témoignages insuspects. | Portugal - Le pays si beau. | Portugal pays de tourisme. | Côte du Soleil. | Du journal quotidien «La France Militaire» du 9 Février 1932. | Le port de Lisbonne.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
Com interesse histórico.
20€

05 dezembro, 2018

RÉCITA DE GALA DOS PADRÕES DA GRANDE GUERRA : 10 de Abril 1923 - TEATRO NACIONAL ALMEIDA GARRETT. Lisboa, Imp. Libanio da Silva, 1923. Folheto in-4.º (25cm) de [4]  p. ; B.
Programa da récita de gala, comemorativa do esforço da Raça. Inclui duas poesias inéditas, tanto quanto foi possível apurar, de António Correia de Oliveira, Padrões da Guerra, datada de 1922 (pág. 1) e de Hernãni Cidade, Versos do cativeiro : a saudade, datada de 1918 (pág. 4). As páginas centrais são preenchidas com o rico programa aprontado para a ocasião.
Capas de Augusto Pina.

"Padrões de gloria a quem morreu na guerra
Erguei-os, sim! aos astors do Infinito,
Como Oração, ou Canto heroico, ou Grito,
Enchendo o vale e dominando a serra.

Enchendo o vale e dominando a serra!
Em tronco vivo, em bronzes, em granito,
Padrões de amor em seu alor bendito,
Lembrando eternamente a Nossa Terra."

(Excerto de Padrões da Guerra)

Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas com defeitos marginais.
Raro.
Peça de colecção.
Indisponível

09 abril, 2017

PADRÕES DA GRANDE GUERRA. Discurso proferido pelo coronel Sá Cardoso, presidente da Comissão Executiva dos Padrões da Grande Guerra na sessão soléne comemorativa do "9 de Abril" realisada na Escola Militar. O produto liquido reverte para a Subscrição Nacional dos Padrões da Grande Guerra. [S.l.], [s.n. - imp. na Tipografia Central : Alvaro de Souza, Porto], [1922?]. In-8.º (20cm) de 15, [1] p. ; B.
1.ª edição.
A Comissão dos Padrões da Grande Guerra protagonizou os fenómenos de maior sucesso na intenção do Governo Republicano na sagração da memória nacional. No dia 3 de Dezembro [de 1921] reuniram-se na sala nobre da Escola Militar, sob a presidência do General Gomes a Costa, alguns combatentes que formariam a base da origem da Comissão dos Padrões da Grande Guerra que, durante quinze anos, iria proceder ao levantamento dos padrões da Grande Guerra."
(fonte: http://www.portugal1914.org/portal/pt/historia/instituicoes/item/5204-comiss%C3%A3o-dos-padr%C3%B5es-da-grande-guerra)
O presente opúsculo reproduz, seguramente, uma das primeira intervenções públicas sobre os Padrões da Grande Guerra que foi dado à estampa, senão mesmo o primeiro. Trata-se do discurso do coronel Sá Cardoso proferido na Escola Militar por ocasião das celebrações do aniversário da Batalha de La Lys, julgamos que, em 1922, poucos meses após a formação da CPGG.
Junta-se uma bonita folha volante desdobrável (22x29cm) - distribuída na Sessão Solene(?) -, impressa em papel encorpado, com um poema inédito de António Correia de Oliveira - "Padrões da Guerra" - datado de Abril de 1922, cuja existência se desconhecia (não vem referenciado em nenhuma fonte bibliográfica) e que ilustra de forma indelével a associação do poeta a esta nobre causa.
"Monumentos como os que projectamos, fazem-se com tres coisas: Pedra - Bronze - Sangue!
O Sangue já lá está.
Correu á farta em terras de Africa, em Moçambique e em Angola. E tanto foi, que só não tingiu de vermêlho as terras de Africa, porque estão de ha muito habituadas a recebe-lo e a guarda-lo!
Em França, também brotou ás golfadas do peito de seis mil portuguêses que por lá ficaram. E na Flandres, como em Africa, ele amassará as terras que hão de servir de alicerce á pedra portuguesa, extraída das entranhas do paiz e ao bronze dos nossos velhos canhões; pedra e bronze que trabalhados por operarios portugueses, sob a patriotica inspiração dos nossos artistas, se transformarão em monumentos tão magestosos e empolgantes, pela sua simplicidade e grandeza, que obriguem todos, nacionais e estrangeiros, que num futuro longinquo, visitem terras de Portugal, o Alem-Mar português ou a Flandres a descobrir-se para saudar este pequeno paiz, que, ao passo que outras nações, grande e pequenas, eram compelidas á lucta para resistirem á arremetida alemã, ele, o nosso Portugal, tão pequeno em territorio e tão minguado de recursos, não hesitava em ombrear com uma das mais poderosas nações do mundo, os Estados Unidos da America, antecipando-se-lhe até na intervenção na guerra!
Guerra tão cruel e tão feroz, como jámais a humanidade, nos seus seis mil anos de existencia, poude vêr!"
(excerto do Discurso)
Exemplar em brochura + 1 folha volante, ambos, em bom estado de conservação.
Raro conjunto.
Com interesse histórico.
Indisponível