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06 abril, 2021

SANCHES, José Dias - NOSSA SENHORA DE PORTUGAL.
No Cinquentenário das Aparições
. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tip. da União Gráfica - Lisboa], 1967. In-8.º (19,5 cm) de 241, [3] p. ; [4] f. il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada com quatro estampas separadas do texto: imagem de Nossa Senhora de Vandoma (Sé do Porto) - foto e gravura de Marques de Abreu; fotogravura de uma procissão em Dacar (Senegal); Paulo VI ora em Fátima; os peregrinos saúdam o Papa Paulo VI em Fátima.
"Palpitavam os nossos verdes anos, quando constaram as primeiras aparições de Nossa Senhora em Fátima, acontecimentos que se fixaram no nosso espírito, com especial relevo, despertando a curiosidade e o interesse próprios de uma juventude sedenta de abarcar esses mistérios, que mais tarde verificámos serem indiscerníveis à humanidade.
Tais aparições exerceram grande influência na formação do nosso espírito, proporcionando-nos o esclarecimento de diversas ideias que então fervilhavam no cérebro, ao darmos os primeiros passos na vida."
(Excerto do Prefácio)
"Nossa Senhora de Portugal, assim A denominamos porque Ela palpita, como Luz redentora, no coração dos portugueses desde as horas longínquas da nossa História.
Seu vasto manto de protecção tem-nos abrigado das tempestades que por vezes avassalam o Mundo e defendido, com especial carinho, dos vendavais que por vezes costumam arrastar as almas para o abismo."
(Excerto de A primeira vitória do cristianismo na Península Ibérica)
Matérias:
Prefácio. | A primeira vitória do cristianismo na Península Ibérica. | São Frutuoso propagou a Palavra de Cristo na Península Ibérica. | Na conquista de Portugal estava também a reconquista do cristianismo na Península. | Fátima, Luz das Almas. | A primeira aparição. | Segunda aparição. | Terceira aparição. | Quarta aparição. | Quinta aparição. | Sexta aparição. | Aparições posteriores. | Jesus autorizou Lúcia à revelação das duas partes do Segredo. | A coroação de Nossa Senhora em Fátima. | O encerramento do Ano Santo. | O culto a Nossa Senhora de Fátima na antiga África Ocidental Francesa. | A vinda para Portugal, da primeira imagem da Mãe de Deus que foi para Inglaterra. | O Cinquentenário das Aparições : Sua Santidade Paulo VI, mensageiro da paz, veio orar a Fátima.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

24 setembro, 2017

SANCHES, José Dias - D. CARLOS DE BRAGANÇA E A SUA ARTE. Por... Da Real Academia Galega. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tipografia Vieira, Belém], 1964. In-4.º (23cm) de 30, [2] p. ; [2] f. il. ; B.
1.ª edição.
Interessante biografia artística do rei D. Carlos.
Valorizada pelo autógrafo do autor, sem o qual todos os exemplares são considerados falsos.
"Com poucos anos ainda, já o jovem Príncipe D. Carlos se sentia interessado sempre que se lhe proporcionava o ensejo de desenhar. [...]
Contava o Príncipe D. Carlos apenas onze anos de idade, quando começou a aprender desenho com o professor Teodoro da Mota, em 13 de Janeiro de 1874. [...]
Decorreram anos. O Príncipe necessitava de um professor de pintura que lhe ensinasse os primeiros rudimentos daquela especialidade, visto que Teodoro da Mota não estava à altura de assumir esse encargo.
Entretanto, o artista José Tomás da Anunciação, tinha sido nomeado para o lugar de director da Galeria de Pintura do Paço Real da Ajuda, por iniciativa do Rei D. Luís, e por portaria de 5 de Abril de 1873.
Aquele Rei logo mostrou vontade de que este artista, de reconhecida competência, desse lições de pintura ao jovem Príncipe... [...]
Foi então que o Príncipe D. Carlos começou a receber os primeiros ensinamentos de pintura ao ar livre, em aulas práticas, quer na Tapada da Ajuda, quer nas Necessidades, onde não faltariam motivos para as primeiras explicações, marcação de planos, efeitos de luz, etc.
Tinha o Príncipe catorze anos quando iniciou aquelas lições, entusiasmando-se decerto, pelos maravilhosos efeitos da natureza que mais lhe prendiam o espírito.
Ao fim de longas e proveitosas lições com o artista Anunciação, o Príncipe começava a revelar a sua personalidade, mais como pintor realista, do que impressionista. Ele compenetrou-se nos sólidos princípios da composição, e depressa os empregou nas suas primeiras tentativas de pintura, preferindo a marinha à paisagem servindo-se com especial preferência, da aguarela do que do óleo, devido à técnica daquela se adaptar, mais facilmente ao seu temperamento."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta ligeiro sombreado por acção da luz.
Ex libris de António Manuel Lobão de Mascarenhas no verso do anterrosto, com a sua assinatura de posse na f. rosto.
Muito invulgar.
Indisponível

29 julho, 2014

SANCHES, José Dias - RELIQUIAS DO PASSADO. [S.l.], [s.n. - Comp. e imp. na Sociedade Industrail de Tipografia, Limitada - Lisboa], [193-]. In-8º (19,5cm) de [6], 125, [6] p. ; [21] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição. Ilustrada com desenhos no texto e 21 estampas em folhas separadas.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
Obra dedicada sobretudo a aspectos de Lisboa.
"Nestes tempos desordenados e alucinantes, em que a vida se embriaga de modernismos exóticos, e um egoismo doentio sufoca tôda a pureza dos caracteres, nesta saramanda endemoninhada, onde as virtudes tombam para o lado entontecidas de vicios, nesta algazarra turbulenta e confusa, onde a humanidade pinoteia sem um ideal de beleza que a dignifique, nem uma moral que a torne respeitada, sabe bem rebuscar na papelada referente ao nosso passado estético, elementos que suscitem ao nosso espírito um interêsse vivo por motivos que tanto enobreceram os tempos de antanho. Com essas peregrinações formei êste feixe singelo e despretencioso, de pequenas relíquias do passado, tendo em vista apenas uma vontade, a de acertar."
(introdução)
Matérias:
- Relíquias do passado [introdução]. - O Rossio de ontem. - A vila do silencio. - O Mosteiro dos Jeronimos. - O alto da Ajuda. - O Restelo velho . - Candeias. - Figurinhas de barro. - Da vida e obra do escritor Pedro Diniz. - Vulcanos nacionais. - João de Ruão. - Chaminés alentejanas.
José Rodrigo Dias Sanches (1903-1972) Foi um diplomata e genealogista português. Escreveu sobre diversos assuntos. Os Sanches de Vila Viçosa (1970) é a sua obra mais conhecida.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas algo sujas, com defeitos marginais.
Invulgar.
Com interesse olisiponense.
Indisponível

08 janeiro, 2013

SANCHES, José Dias - O REI SAÜDADE. Prefacio do Ex.mo Professor Dr. Thomaz de Mello Breyner, Conde de Mafra. Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 1932. In-4º (26cm) de XV, [1], 78, [2] p. ; [1] f. il. ; [40] p. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Biografia de D. Manuel II publicada pouco depois da sua morte. Edição muitíssimo ilustrada em separado e no texto, impressa em papel de qualidade superior.
D. Manuel II de Portugal (nome completo: Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha) GCNSC (15 de Novembro de 1889 – 2 de Julho de 1932)). "Foi o trigésimo-quinto e último Rei de Portugal. D. Manuel II sucedeu ao seu pai, o Rei D. Carlos I, depois do assassinato deste e do seu irmão mais velho, o Príncipe Real D. Luís Filipe, a 1 de Fevereiro de 1908. Antes da sua ascensão ao trono, D. Manuel foi duque de Beja e Infante de Portugal."
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas apresentam defeitos de relevo, com uma ou outra falha de papel.
Invulgar.
Indisponível