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17 outubro, 2026

CATÁLOGO ESPECIAL DE CACTOS E PLANTAS GORDAS -
Alfredo Moreira da Silva & Filhos. L.da.
Catálogo n.º 73 : Janeiro de 1940. Pôrto (Portugal), Alfredo Moreira da Silva & Filhos. L.da, 1940. In-4.º (24,5x17,5 cm) de 32 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo botânico devotado às cactáceas - Cactos e Plantas Gordas - da empresa nortenha Alfredo Moreira da Silva & Filhos, verdadeira "bíblia" deste tipo de planta, da sua criação, dos cuidados a ter para a sua afirmação, bicharada nefasta à sobrevivência, etc.
Obra pioneira redigida em português, a primeira do género que se publicou entre nós. Inclui a "reportagem" da visita do Presidente da República - o Marechal Óscar Carmona, e família, - à exposição de cactos da empresa florista em Lisboa.
Livro muito ilustrado no texto com inúmeras fotografias dos mais variados tipos de cactos e respectivos preços.
"O Catálogo de Cactos e Plantas Gordas, que apresentamos aos nossos amigos, é, julgamos nós, o primeiro que se publica em português, e por isso mesmo bastante restrito, a-pesar-de comportar as variedades mais características e curiosas cultivadas nos nossos Estabelecimentos, com a sua origem, modo de viver e instruções de cultura adaptadas ao nosso meio."
(Excerto do Preâmbulo)
"Os Cactos que crescem e vivem nas mais diversas condições, segundo as diferenças de clima e de altitude, e sabido que a sua dispersão  se estende pela América, do Canadá à Argentina passando pelo México, Brasil e outros Estados, temos de lhes procurar no nosso país condições para vegetarem o mais semelhante possível aos países da sua origem."
(Excerto de Notas sôbre a cultura dos Cactos)
A Alfredo Moreira da Silva & Filhos, Lda. é uma histórica empresa portuguesa dedicada à produção e ao comércio de plantas ornamentais, árvores, arbustos e floricultura, estabelecida no Porto em 1895 por Alfredo Moreira da Silva. Dedica-se à produção em larga escala de árvores ornamentais, arbustos, coníferas, trepadeiras e plantas herbáceas para projetos de paisagismo e espaços verdes. Conta com dezenas de hectares de viveiros de produção (incluindo áreas em Mira e Coimbra), sendo uma das maiores referências do setor na Península Ibérica. (IA)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos, dobras e pequena falha de papel no canto inferior direito.
Raro.
20€

12 fevereiro, 2026

EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DO 66.º ANIVERSÁRIO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA -
5 DE OUTUBRO DE 1910 : 5 DE OUTUBRO DE 1976 -
Palácio Foz : 5 a 31 de Outubro de 1976. [S.l.], Secretaria de Estado da Comunicação Social : Direcção-Geral da Divulgação, 1976. In-8.º (20,5x14,5 cm) de [40] p. ; [4] p. il. ; B.
Catálogo da exposição comemorativa do 66.º aniversário da República.
Ilustrado na capa com bonita efígie da República em relevo, e no interior, em separado, com 4 desenhos a cores impressos sobre papel couché de figuras gradas da República: Manuel de Arriaga; Teófilo Braga; Bernardino Machado; António José de Almeida.
Junta-se folha volante com o título Conferências sobre a I República, integradas nesta mesma exposição, a realizar na biblioteca do Palácio Foz.
"«A democracia portuguesa conta com uma data gloriosa, que é o começo de uma nova era: o 10 de Junho de 1880», escrevia Teófilo Braga, o ideólogo republicano que lançou a ideia do tricentenário do grande épico luso.
Embora os ideais republicanos tivessem feito a sua aparição entre nós em meados do século XIX, é verdadeiramente com a celebração do tricentenário camoniano de 1880 que se assinala o ponto de arranque da trajectória que irá culminar no 5 de Outubro de 1910. Como disse Basílio Teles: «Antes dessa data não há história do partido republicano, mas apenas história da ideia, da aspiração republicana...» (Do Ultimatum ao 31 de Janeiro).
O verdadeiro fundador-doutrinário do partido republicano foi Henriques Nogueira (1825-1858). Vinte anos depois da sua morte era eleito para o Parlamento o primeiro deputado republicano, Rodrigues de Freitas."
(Do tricentenário camoniano ao regicídio)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa levemente oxidada.
Invulgar.
Com interesse histórico e bibliográfico.
10€
Reservado

02 dezembro, 2025

PROGRAMA E CATÁLOGO DA 14.ª EXPOSIÇÃO CANINA DE LISBOA.
Jardim Zoológico : 6 e 7 de Junho 1942 - Secção de Canicultura do Club de Caçadores Portugueses. [S.l.], C.A.C.B., 1942. In-4.º (23x16 cm) de 80, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino realizado no Jardim Zoológico de Lisboa, estando em exposição inúmeras raças seleccionadas - nacionais e estrangeiras. Catálogo da mostra, por certo com tiragem reduzida.
Livro ilustrado com publicidade da época em página inteira.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos e pequenas falhas marginais.
Raro.
Indisponível

09 setembro, 2025

EXPOSIÇÃO "CERÂMICA DAS CALDAS"
. [Lisboa], Museu Nacional de Arte Antiga, Primavera 1978. In-4.º (24x17,5 cm) de [2], 47, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante catálogo, subsídio com indubitável interesse para a história da cerâmica caldense e seus artífices.
Ilustrado no texto a p.b. e a cores, e em página inteira com inúmeras colagens a cores reproduzindo peças das Caldas.
Inclui no final lista de marcas registadas de artistas ou fabricantes (65) e uma relação das colecções particulares e do Estado.
Junta-se recorte de jornal com artigo sobre a exposição de obras de Bordalo Pinheiro no Palácio das Galveias.
"Privilegiada pela qualidade cerâmica dos seus barros, Caldas da Rainha mantém uma persistente actividade cerâmica, cuja origem se perde nos tempos. Motivo de justificado orgulho dos caldenses, constitui um valor patrimonial que merece, carece e urge ser defendido, estudado e valorizado. [...]
Muito pouco se sabe quanto às origens e faltam exemplares, suficientemente documentados, que permitam definir tipológica e cronologicamente os primeiros produtos dos antigos barristas e oleiros. [...]
Procurou-se ainda, dentro do possível, deixar expressas algumas influências nítidas, nacionais ou estrangeiras, que atestam o poder de criatividade e actualização característico do labor das oficinas da região.
A cerâmica tem como atributo essencial a forma, já que é a arte do fogo esultante da manipulação da argila - matéria plástica por excelência. Nesta zona, com imaginação e conhecimento, os artistas cerâmicos têm sabido aproveitar as qualidades esplêndidas das argilas ferruginosas que abundam no solo. Desde o século XV, oleiros e barristas fizeram - com o prestígio do seu labor - de Caldas da Rainha um dos mais importantes centros de cerâmica popular portuguesa."
(Excerto da Introdução)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas vincadas.
Muito invulgar.
25€

18 agosto, 2025

BETTENCOURT, Jácome de Bruges -
EXPOSIÇÃO DE REGISTOS DE NOSSA SENHORA DOS MILAGRES DA SERRETA.
Comemoração do 1.º Centenário da Benção da sua Igreja Paroquial. Ilha Terceira, Serreta, 31 Ago. 2007 a 9 Set. 2007. 
Angra do Heroísmo, [s.n.], 2007. In-8.º (21x15 cm) de 8 p. (inc. capas) ; il ; B.
1.ª edição.
Bonito opúsculo sobre a colecção de "Estampas de Nossa Senhora dos Milagres em exposição na Serreta", Angra do Heroísmo.
Ilustrado no texto e em página inteira com imagens da Santa.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"Embora tenha consciência de que as estampas desta evocação sejam em número relativamente escasso, isto é, conheço nove peças de pequenas dimensões ou tiragens, como tenho na colecção, pelo menos duas litografias com interesse, pertencentes ao meu pequeno núcleo icónico de imagens impressas, veneradas nas nossas ilhas.."
(Excerto do texto)
Jácome Augusto Paim de Bruges Bettencourt (n. 1946). Nasceu na cidade da Horta. Funcionário da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, é cônsul honorário nos Açores da República de Cabo Verde. Foi vice-presidente da Comissão Administrativa da extinta Junta Geral de Angra do Heroísmo e Provedor da Santa Casa da Misericórdia desta mesma cidade. É membro da Academia Portuguesa de Ex-Líbris e da Associação da Nobreza Histórica de Portugal, Comendador da Ordem Dinástica de São Miguel da Ala e Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Foi fundador do Partido Popular Monárquico, do qual veio a desvincular-se. Estudioso da cerâmica tradicional da ilha Terceira, de ex-librística, heráldica e património histórico, é sócio efetivo do IHIT (Instituto Histórico da Ilha Terceira), e autor de vários títulos assim como de numerosos artigos sobre diversos temas publicados em periódicos açorianos e continentais."
(Fonte: https://bparlsr.azores.gov.pt/arquivo_regional/jbb-jacome-de-bruges-bettencourt/)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
10€

09 junho, 2025

1.ª EXPOSIÇÃO NACIONAL DE FLORICULTURA -
Tapada da Ajuda : Junho 1940. [Lisboa], [Câmara Municipal de Lisboa], 1940. In-8.º (23x15 cm) de [42] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Livro ilustrado ao longo do texto com desenhos e fotografias, bem como reprodução dos brasões de alguns dos municípios participantes no certame. Inclui no final publicidade alusiva ao tema.
"A I Exposição Nacional de Floricultura, que terá lugar no dia 2 de Junho, na Tapada da Ajuda, por iniciativa do Município de Lisboa, com a colaboração do Instituto Superior de Agronomia, representa um acontecimento de grande interêsse nacional.
Durante muitos anos assistiu-se em Portugal à destruição de maravilhosas matas, parques e jardins que constituíram, em épocas passadas, motivos de rara beleza. [...]
Nos parques, jardins e arruamentos as plantas típicas da nossa flora têm sido substituídas, em grande parte, de acôrdo com os gostos da moda, por espécies exóticas, algumas das quais de diminuto valor ornamental.
Contudo, o povo continua ainda a ter pela árvore e pelas flores o maior interesse. O gôsto e o sentido estético com que a mulher portuguesa compõe o quadros garridos de muitas sacadas, varandas e janelas, das cidades, vilas e aldeias de Portugal, demonstram bem que não está apagado no espírito da grei o amor pelas plantas ornamentais."
(Excerto de Duas palavras)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Indisponível

09 maio, 2025

BIBLIOTECA DE ARTE EQUESTRE -
DOM DIOGO DE BRAGANÇA, VIII MARQUÊS DE MARIALVA
. Sintra, Parques de Sintra - Monte da Lua S.A., 2015. In-4.º (27x21 cm) de 143, [1] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo da importante colecção sobre arte equestre que antes pertenceu a D. Diogo de Bragança. "Foi batizada de «Biblioteca Equestre D. Diogo de Bragança» em honra desse notável cavaleiro,  o VIII Marquês de Marialva. D. Diogo de Bragança durante toda a sua vida reuniu documentos sobre a temática e após a sua morte, em 2012, os seus herdeiros venderam o acervo à Parques Sintra.
A coleção abrange os séculos XVI ao XX e integra 1.400 títulos impressos e manuscritos, 165 gravuras e estampas originais e ainda algumas peças raras. Há ainda exposições temporárias que expõem adereços tauromáquicos, retratos a óleo, entre outros elementos.
Esta compilação pretende incentivar a investigação sobre as bases e a evolução da tradição equestre portuguesa e perpetuar uma arte tão portuguesa, através da manutenção do património equino.
Simultaneamente, promove a Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) e o próprio Palácio de Queluz.
(Fonte: https://www.viajecomigo.com/2015/05/27/biblioteca-arte-equestre-palacio-queluz/)
Tiragem: 500 exemplares.
Obra lindíssima, de grande esmero e apuro gráfico, impressa em papel de superior qualidade e profusamente ilustrada ao longo do livro com fotografias a p.b. e a cores, reproduzindo retratos, portadas, gravuras, estampas e documentos vários.
Ficha técnica:
Concepção e textos Pedro Maria de Saldanha e Sousa Mello e Alvim. Descrições bibliográficas e iconográficas Pedro Falcão de Azevedo. Colaboração Inês Mineiro Pais; Leonor da Cunha de Sousa Alvim. Fotografia. Ana Luísa Ulrich da Cunha de Alvim; Dom Manuel Empis de Bragança
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
30€

04 maio, 2025

MENDIA, Henrique de -
CATALOGO DESCRIPTIVO DAS PLANTAS FLORESTAES Á VENDA NOS VIVEIROS DA TAPADA DO CAMPO GRANDE -
N.º 1 : 1881-1882. Divisão Florestal do Sul. Lisboa, Imprensa Nacional, 1881. In-4.º (23x15 cm) de 28 p. ; B.
1.ª edição.
Curioso catálogo arbóreo, publicado com o objectivo de vulgarizar o assunto e impulsionar a plantação de árvores por todo o país, dada a sua importância económica. Inclui descrição de 88 plantas disponíveis para venda a preços módicos.
Publicação interessante e muito invulgar. A BNP não menciona.
"Tendo a divisão florestal do sul ampliado consideravelmente os seus viveiros da tapada do Campo Grande e desejando promover por todos os modos a divulgação pelo paiz do maior numero de especies arboreas, a fim de auxiliar e contribuir, quanto em seus meios cabe, para o acrescimo da nossa riqueza florestal, serão postas em venda por preços minimos todas as especies de que consta o presente catalogo. Os preços indicados deverão estender-se para todas as plantas que não excedam de um anno, soffrendo um augmento de 50 por cento o custo de cada exemplar cuja idade for superior a este limite. Terão um abatimento de 20 por cento na sua importancia total todos os pedidos de mais de cem arvores.
As despezas de empacotamento, acondicionamento e transportes correrão por conta do comprador, ao qual serão igualmente fornecidos os vasos que desejar mediante o pagamento do seu custo que nunca poderá exceder 15 réis."
(Advertencia)
Índice:
Advertencia | Coniferas - Idéa geral do seu aspecto, estructura, cultura e utilidades | Arvores folhosas de folha permanente | Arvores folhosas de folha caduca | Additamento.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado geral de conservação. Capa apresenta pequena falha de papel à cabeça, que se prolonga para a 1.ª folha do livro.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

31 março, 2025

SIGLAS POVEIRAS. Catálogo da Exposição Documental e Bibliográfica
. Póvoa de Varzim, Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, 1979. In-4.º (23x16 cm) de 88, [12] p. ; ul. ; B.
1.ª edição.
Catálogo da exposição temporária sobre "siglas poveiras", organizado por ocasião da transferência do acervo do Museu para a Associação Comercial, com o intuito de ser levado a cabo obras de restauro e conservação no espaço original, sendo aproveitada a circunstância para divulgar o rico espólio povoense.
Ilustrado com fotografias a p.b. alusivas à exposição, ocupando 7 páginas inteiras.
"Entre os assuntos propostos e discutidos para se iniciar este projecto de exposições, mereceu prioridade o das marcas ou siglas poveiras. Contemplava-se desta forma uma das manifestações mais curiosas da comunidade marítima do burgo e simultaneamente haveria ocasião para se prestar homenagem a António dos Santos Graça, seu primeiro autorizado estudioso, e à própria classe piscatória que durante séculos fez destes sinais seus «brasões de família».
Signo convencional gravado num objecto e destinado a transmitir uma indicação de posse, sem deixar por vezes de estar conotado com a simbologia mítica, a marca ou sigla, é para o pescador poveiro uma espécie de emblemática genealógica com regras precisas na observância do seu uso e transmissão. Na verdade, da casa ao túmulo; dos objectos domésticos às alfaias marítimas; nos arcazes das igrejas locais onde a prática religiosa o levava e nas portas dos templos das terras onde arribava ou ia em devota romagem venerar a imagem de sua devoção; nas embarcações, em que ganhava e arriscava a vida, e até na lousa que no cemitério assinalava a campa quando seus restos  mortais adregavam aí ser recolhidos - esse sinal de figuração geométrica, inspirado no meio circundante, foi utilizado pelos varões da grei como indicativo de propriedade ou presença."
(Excerto do preâmbulo de João Marques)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta pequena mancha.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e regional.
35€

16 dezembro, 2024

EXPOSIÇÃO DE SUPER-LIBROS.
Realizada no Palácio Foz. Secretariado N. de Informação, Cultura Popular e Turismo - CATÁLOGO. Lisboa, Academia Portuguesa de Ex-Líbris, 1958. In-8.º (19x14,5 cm) de 71, [1], [2], [8] f. il. ; E.
1.ª edição.
Relação dos 142 itens que constituíram esta exposição.
Ilustrada no final com 20 fotografias distribuídas por 8 páginas separadas do texto.
Desta importante mostra mandou-se imprimir o presente catálogo com tiragem limitada a 250 exemplares - sendo este o n.º 125 - rubricados pelo presidente da Academia Portuguesa de Ex-Líbris.
Encadernação inteira de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Pasta frontal apresenta pequena "esfoladela" no canto superior direito.
Raro.
Indisponível

07 março, 2024

CATÁLOGO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS DE MOÇAMBIQUE -
República Popular de Moçambique : Ministério da Educação e Cultura.
Coordenação: Maria da Luz Teixeira Duarte. Desenhos: Valentim Macie. [Maputo], Gabinete Central de Organização do Festival de Canção e Música Tradicional, 1980. In-8.º (21x15 cm) de 36 p. (inc. capas) ; il. ; B.
Interessante trabalho sobre cultura e música popular moçambicana.
Aqui encontram-se descritos e desenhados 27 instrumentos de música tradicional.
Folheto policopiado, invulgar, com interesse histórico e etnográfico.
Ilustrado ao longo do texto com desenhos dos instrumentos.
Exemplar em brochura, bem conservado. As páginas têm a numeração trocada.
Invulgar.
Indisponível

04 fevereiro, 2024

PROGRAMA da 15.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DO NORTE - C. A. C. - C. A. C. I. B.
Nos Jardins da Quinta da Conceição, Leça da Palmeira. Em 15 e 16 de Julho 1967
. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso na Imprensa Portugal-Brasil - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (21x12,5 cm) de 16, [4] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino organizado pela Comissão Municipal de Turismo de Matosinhos.
Exposição organizada de harmonia com os Regulamentos e com a aprovação do Club Português de Canicultura, Entidade dirigente da Canicultura em Portugal e Províncias Ultramarinas, reconhecida oficialmente pelo Governo."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse bibliográfico.
Indisponível

04 outubro, 2023

GOA E O GRÃO-MOGOL. Editores Jorge Flores e Nuno Vassallo e Silva. [Lisboa], Fundação Calouste Gulbenkian em colaboração com Scala Publishers, London, 2004. In-4.º (28x23 cm) de 240 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo publicado por ocasião da exposição Goa e o Grão-Mogol, realizada no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian, Galeria de Exposições da Sede, entre  9 Junho e 5 de Setembro de 2004.
Belíssima peça da bibliografia oriental portuguesa, elaborada com grande apuro gráfico e sentido estético, impressa em papel de superior qualidade e profusamente ilustrada a cores.
"Goa e o Grão-Mogol pretende pôr em evidência as diversas facetas da relação que se estabeleceu nos séculos XVI e XVII entre a Índia portuguesa e o império mogol. Para os mogóis, os portugueses são mais um vizinho, seguramente menos perigoso que os safávidas, os uzbeques ou os otomanos. Menos perigoso mas algo “exótico”, tanto mais que os portugueses foram os primeiros firangis com que o imperador Akbar privou. A escrita dos cronistas mogóis não reflecte o fenómeno, mas, em contrapartida, o trabalho dos artistas da corte não se alhearia tão cedo da presença desses estrangeiros no império. Já para os portugueses, com capital em Goa desde 1510 e mantendo um rosário de estabelecimentos marítimos que se prolongava até ao Gujarat, do sucesso da relação com oMogor dependia a sua própria sobrevivência na Ásia do Sul. Tal é o pano de fundo de uma relação que durou mais de dois séculos e se corporizou em diversos domínios. Relação comercial, construída nos portos do Gujarat e do Bengala. Relação política e diplomática, de que dá testemunho um vasto corpo documental relativo a embaixadas, tratados, mediadores e espiões. Relação religiosa, indelevelmente marcada pela influência dos jesuítas na corte de Akbar e Jahangir. Relação cultural e artística, assente nas múltiplas contaminações de objectos, ideias, gostos e estilos.
Os dez ensaios escritos, por um conjunto de especialistas internacionais, expressamente para esta obra, exploram as diferentes facetas de uma relação que durou mais de dois séculos e se corporizou em diversos domínios (comercial, político e diplomático, religioso, cultural e artístico). Todos os ensaios são profusamente ilustrados com magníficas miniaturas mogóis, livros, pinturas europeias e diversos objectos seus contemporâneos que, entre outros, integram a exposição com o mesmo título. O livro contém ainda uma relação exaustiva das peças presentes na exposição, acompanhada pela respectiva bibliografia específica."
(Fonte: https://gulbenkian.pt/museu/agenda/goa-e-o-grao-mogol/)
"O presente ensaio foi concebido como um modesto contributo para a história da complexa relação multilateral que existiu em finais do século XVI e inícios do século XVII entre quatro potências um tanto desiguais: a primeira, o império mongol em crescimento na Índia Setentrional, que conheceria uma expansão avassaladora nas décadas que se sucederam a 1560; a segunda, os sultanatos do Decão, mais a sul, e especialmente os reinos de Bijapur e Ahmadnagar; a terceira, o Estado Português da Índia, com o seu centro político em Goa, e posições subsidiárias em Damão, Diu e na Província do Norte; e, por fim, o estada safávida no Irão, o qual, desde o seu início por volta de 1500, mantivera relações privilegiadas com os soberanos muçulmanos do Decão."
(Excerto do ensaio A expansão mongol no Decão, 1570-1605: perspectivas contemporâneas)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

26 setembro, 2023

OS COLÉGIOS DA ALTA COIMBRÃ -
EPISÓDIOS DA VIDA ACADÉMICA.
Exposição documental. Coimbra, Publicações do Arquivo da Universidade de Coimbra, 1987. In-8.º (21x15 cm) de 78, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Exposição comemorativa do 450.º aniversário da transferência definitiva da Universidade para Coimbra (1537-1587) e do 1.º Encontro sobre a Alta de Coimbra (23-25 de Outubro de 1987).
Livro ilustrado com um mapa: Planta de Coimbra com seus Colégios universitários, e respectiva legenda em folha à parte, bem como diversas fotografias e gravuras em página inteira dos colégios universitários.
"O estudo pormenorizado e sistematizado de cada Colégio permitirá o conhecimento cabal dos vários aspectos em que decorreu a sua vida ao longo dos tempos: desde o religioso ao científico-cultural, do económico-financeiro ao demográfico, ao social e das mentalidades, e do iconográfico ao genealógico.
Reveste-se de relevante interesse penetrar, antes de mais, na análise dos diversos estatutos e compará-los entre si, para, através deles, se compreender como estava estruturado o funcionamento da instituição em todos os seus quadrantes.
A partir dos estatutos e investigando a vasta documentação que se conserva um pouco por toda a parte, em bibliotecas e arquivos nacionais e estrangeiros, poder-se-há saber o número de estudantes e superiores que nele havia; as suas proveniências geográficas e familiares; os processos «de genere» e de ordenação sacerdotal; as Faculdades frequentadas na Universidade de Coimbra; a produção editorial de cada colégio; as preocupações artísticas que tiveram, nomeadamente na edificação de igrejas e sua ornamentação; as bibliotecas que se criaram e as orientações que presidiram à aquisição de livros; as ligações que houve entre cada casa, a Universidade e outras instituições da cidade e conventos os colégios da mesma ordem existentes no país ou fora dele; os bens que possuíam e como se processava o movimento de receitas e despesas de cada um; o grau de assimilação das correntes de pensamento; a reacção à Reforma Pombalina da Universidade; e a sua participação na renovação da vida religiosa desde o Concílio de Trento em diante, etc., etc."
(Excerto de Apresentação)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
20€

21 setembro, 2023

CERÂMICAS ANTIGAS DAS CALDAS E DE BORDALO PINHEIRO.
[Exposição organizada pela Junta de Turismo da Costa do Estoril e Museu de Cerâmica nas Caldas da Rainha]. [S.l.], Junta de Turismo da Costa do Estoril, 1984. In-4.º (26x16,5 cm) de [66] p. ; [22] p. il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo da exposição que teve lugar no Pavilhão dos Congressos do Estoril, em Agosto de 1984, na Galeria das Arcadas.
Junta-se folheto das peças extra-catálogo.
Livro impresso em papel de superior qualidade, ilustrado no texto com desenhos das marcas registadas e, no final, em separado, com inúmeras fotografias distribuídas por 22 páginas.
"Apesar do prestígio que o centro cerâmico de Caldas da Rainha conquistou ao longo dos séculos, até hoje não se esclareceu o enigma que constitui o primeiro período da sua história e da sua produção. Através de raros documentos e por uma sólida tradição oral, sabemos que no séc. XVII esta produção já era florescente, mas não existia nenhuma obra assinada até à segunda metade do séc. XIX e nem se conservaram os raros fragmentos de cerâmica recolhidos no final do século passado em escavações efectuadas nos locais de uma antiga olaria e então estudados pelo ceramista Manuel Cipriano Gomes Mafra."
(Excerto de I - Introdução)
"Manuel Mafra, novo proprietário da fábrica que comprou a Maria dos Cacos, introduziu rapidamente inovações que revolucionaram os costumes dos seus parceiros aplicando do reverso das peças um carimbo comercial gravado no barro; já não se trata então de iniciais tímidas, meio apagadas pela espessura do vidrado. O primeiro carimbo de Manuel Mafra é constituído por uma âncora enquadrada nas quatro iniciais formadas pelo seu nome e alcunha M. C. G. M. "Manuel Cipriano Gomes, O Mafra", iniciais como já referimos, que se encontram nalgumas peças da Escola de Maria dos Cacos da qual O Mafra fez parte. Maia tarde, o interesse e a protecção dispensados pelo rei D. Fernando permitiram-lhe a introdução da coroa real no novo carimbo acrescentado mais tarde da inscrição "Portugal", signo do desenvolvimento comercial a nível internacional, facto raro e talvez único na história da cerâmica portuguesa do séc. XIX."
(Excerto de II - A Olaria das Caldas da Rainha: De Manuel Mafra a Rafael Bordalo Pinheiro)
"Rafael Bordalo Pinheiro tinha 38 anos e encontrava-se no apogeu da sua brilhante carreira de caricaturista quando, por 1883, o irmão Feliciano que andava, então, interessado na constituição duma sociedade para fundar uma fábrica de faianças nas Caldas da Rainha, o indigitou para director artístico da futura empreza, apostando, naturalmente, no seu já firmado prestígio de artista. Aceita, em princípio, sem hesitação, dispondo-se, desde logo, a submeter-se às primeiras provas.
Tratava-se duma empolgante experiência a que o seu temperamento dispersivo, sempre sedento de novas emoções, não podia ficar indiferente."
(Excerto de III - Rafael Bordalo Pinheiro e as Faianças das Caldas)
Índice:
I - Introdução. II - A Olaria das Caldas da Rainha: Das Origens até Manuel Mafra. De Manuel Mafra a Rafael Bordalo Pinheiro. III - Rafael Bordalo Pinheiro e as Faianças das Caldas. IV - Produção mais Antiga: Maria dos Cacos(?). Manuel C. G. Mafra. Oleiros e Ceramistas de Meados do séc. XIX. V - Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha e Fabricantes da Época. VI - Início do séc. XX. VII - Figuras de Engonço ou de Movimento. VIII - Olaria. IX - Algumas Marcas Registadas. Fabricantes Representados. Abreviaturas. X - Fotos.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e bordaliano.
30€

28 agosto, 2023

LIVROS PORTUGUESES DE COZINHA -
BIBLIOTECA NACIONAL.
[Organização e levantamento bibliográfico e iconográfico: Manuela Rêgo]. Lisboa, Presidência do Conselho de Ministros : Secretaria de Estado da Cultura, 1988 [Capa, 1989]. In-4.º (24x17 cm) de 155, [5] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Capa: «Vendedor de Perús» - Litografia de Santos (?), Séc. XIX.
Catálogo da exposição Livros portugueses de cozinha, importante manancial dos livros de culinária impressos em Portugal, bem como manuscritos e artigos publicados na imprensa periódica.
"O mais completo e estimado catálogo de livros de cozinha portugueses, que é um notável contributo para o estudo e difusão da nona arte em Portugal, inventariando mais de um milhar de espécimes, muitos dos quais desconhecidos do grande público e ausentes de outros catálogos do mesmo género. Ilustrado a negro e a cores com reprodução de dezenas de frontispícios de livros e alguns menus. Com um extenso índice onomástico."
(Fonte: https://selodemar.com/tag/manuela-rego/)
Muito ilustrado no texto com reprodução de inúmeras portadas, estampas e gravuras antigas.
Junta-se Adenda aos Livros Portugueses de Cozinha, datada de 1989, f. errata e um marcador de livros da BNP.
Tiragem: 750 exemplares.
 "Foi serôdia e escassa a produção de livros impressos de cozinha.
O primeiro que fez gemer os prelos - a Arte de Cozinha de Domingos Rodrigues - apareceu apenas em 1680.
Até ao final do terceiro quartel do século XIX somente existem seis livros de culinária e mais dois afins (conservaria e confeitaria). [...]
Tão parco acervo de espécimes é surpreendente, sobretudo num país sempre tão dado, pelo menos nas classes possidentes, às «cousas da guargantoyce, gulosas vyandas, beveres estremados». É certo que o livro de cozinha - e isto tanto vale para os cadernos manuscritos como para os impressos - era concebido como utilitário, ou seja, para estar mesmo na cozinha ao alcance imediato da consulta do(a) cozinheiro(a); com o uso, as nódoas, a sujidade, acabava por se tornar imprestável e ser destruído, provavelmente no próprio fogão do mester."
(Excerto do Prefácio - Da bibliografia culinária portuguesa, por José Quitério)
Índice:
Prefácio: - Da bibliografia culinária portuguesa - Da gastronomia na Imprensa | I. Manuscritos. II. Impressos: 1 - Monografias. 2 - Publicações periódicas: Agendas; Colunas de gastronomia. 3 - Vária: 3.1 O pão; 3.2 Manteiga e Queijos; 3.3 Miscelânia: - Alimentação - Serviço de mesa - Livros sobre gastronomia. III. Iconografia: 1 - Estampas. 2 - Cartazes. 3 - Postais ilustrados. 4 - Ementas. | Abreviaturas.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
35€

15 agosto, 2023

PROGRAMA-CATÁLOGO DA 49.ª EXPOSIÇÃO CANINA INTERNACIONAL DE LISBOA : Inverno de 1968. C. A. C. - C. A. C. I. B. -
13 e 14 de Janeiro : Feira Internacional de Lisboa
. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso nas Oficinas Gráficas da Livraria Bertrand (Imprensa Portugal-Brasil) - Venda Nova - Amadora], 1967. In-8.º (20x12,5 cm) de 63, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Certame canino realizado na FIL (Lisboa).
"Exposição de Campeonato Internacional, patrocinada pela Sociedade dos Especialistas de Pequenos Animais, regida pelos regulamentos do Clube Português de Canicultura, aberta aos exemplares e todas as raças e variedades oficialmente reconhecidas, registados ou não em livros de origens."
Livro ilustrado com publicidade alusiva ao tema canino.
Junta-se o "Bilhete de Admissão" à exposição, um folheto dos produtos Cooper e um prospecto do programa da Exposição Canina de Cruft, a realizar no Olympia, Londres, (8 a 11 de Fevereiro).
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse para a bibliografia canina.
Indisponível

18 fevereiro, 2023

TRIGOSO, Falcão - "AR LIVRE".
De...discipulo de Carlos Reis
. Lisboa : Março de 1948. [S.l.], [s.n. - imp. A Rápida - Lisboa], 1948. Folheto in-8.º (22 cm) de 4 p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Encarte da exposição intitulada "Ar Livre", do conhecido pintor lisboeta Falcão Trigoso, realizada em Março de 1948. Inclui 102 obras do artista, tendo impresso à cabeça o endereço do seu atelier e respectivo número de telefone.
Folheto muitíssimo valorizado pela dedicatória autógrafa do Mestre a uma sua ex-aluna.
João de Melo Falcão Trigoso (1879-1956). "Pintor contemporâneo, nascido em Lisboa a 4 de Março de 1879. Em 1897 matriculou se no Curso de Pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa, licenciando se em 1902. Discípulo de Carlos Reis, Veloso Salgado e Simões de Almeida. Desde muito cedo e com verdadeira paixão iniciou a pintura ao ar livre, manifestando grande predilecção pelas paisagens algarvias, ricas de cor e de intensas tonalidades. Após concluir o curso de pintura, inicia a sua vida profissional na posição de director da Escola Técnica Vitorino Damásio, em Lagos. Exerceu, posteriormente, como director nas Escolas Fonseca Benevides e de Arte Aplicada António Arroio, em Lisboa. Foi membro do Grupo «Silva Porto», dirigido por Carlos Reis. Realizou várias exposições individuais, e apresentou as suas obras em diversas exposições da Sociedade Nacional de Belas Artes, onde foi galardoado, em 1948, uma medalha de honra. Recebeu, igualmente, o 1.º Prémio Silva Porto, em 1954, uma medalha de ouro na Exposição do Panamá-Pacífico, em São Francisco, nos Estados Unidos da América, e em 1900, o Prémio Anunciação. Falcão Trigoso faleceu em 23 de Dezembro de 1956, com 78 anos de idade. As suas obras encontram-se expostas no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, Museu Grão Vasco, em Viseu, Casa-Museu Egas Moniz, em Avanca, Museu Malhoa, nas Caldas da Rainha, Museu Soares dos Reis, no Porto. Museu da Quinta de Santiago / Centro de Arte de Matosinhos e em várias colecções particulares."
(Fonte: https://serralvesantiguidades.com/lote/falcao-trigoso-1879-1956-3)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
20€

13 janeiro, 2023

EXPOSIÇÃO : "A MAÇONARIA E O ADVENTO DA REPÚBLICA" - 
Biblioteca Municipal Miguel Torga, de 5 a 31 de Outubro 2011. Comissão Organizadora das Comemorações do Centenário da República em Miranda do Corvo. Eng.º Carlos Ferreira; Dr.ª Anabela Monteiro; Dr. António Orfão; Sr. Vítor Gonçalves
. Miranda do Corvo, Câmara Municipal de Miranda do Corvo, 2011. In-4.º (23 cm) de 64 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo da exposição "A Maçonaria e o Advento da República". Livro graficamente atraente, impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado com reprodução de desenhos, portadas de livros e dos mais diversos artigos, iconografia e símbolos maçónicos.
Publicação com interesse histórico, sobretudo para a vila de Miranda do Corvo a quem os textos que integram o catálogo dizem respeito.
Tiragem de apenas 500 exemplares.
"Em 5 de Outubro de 1910 a República era vista como último patamar da História, a sociedade positiva, ao mesmo tempo que as elites culturais da época viam na educação o meio de se produzirem modificações sociais de médio e longo prazo. Daí que positivistas, republicanos, socialistas ou anarquistas acreditassem na construção do "Homem Novo", que os republicanos particularizavam como o cidadão republicano. Para atingir esse objectivo foram criados "grémios", na sua maioria uma versão profana das Lojas maçónicas, escolas, de influência maçónica, anarquista, sindical ou outra. Em Outubro de 1910 acreditava-se, genuinamente, na dádiva ao colectivo, mesmo que isso significasse a vida. Em condições difíceis de vida, como era o ambiente social e económico dos primeiros anos do século XX, os republicanos acreditavam também na educação como um valor, sinónimo de liberdade, capaz de alterar a sociedade, uma sociedade onde a participação cívica era um dever e um direito de qualquer cidadão em prol do Bem Comum e um elemento estruturador da vida política e social. Mais ainda, dessa actividade cívica emergia a virtude política e a ética republicana."
(Excerto de Texto de Apresentação)
Índice:
Texto de Apresentação. | A Questão Religiosa e a Laicidade. | O Advento da República. | Iconografia Republicana. | Maçonaria. | Miranda na 1.ª República. | Republicanos e Maçons Mirandenses. | Auto da Proclamação da República em Miranda do Corvo.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
15€

10 janeiro, 2023

FONSECA, M. S. - FRANCIS FORD COPPOLA.
Organização e Texto de... Lisboa, Cinemateca Portuguesa / Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, 1987. In-fólio (32 cm) de 223, [1] p. ; mto. il. ; E.
1.ª edição.
Catálogo editado por ocasião do Ciclo "Francis Ford Coppola em Contexto" com o alto patrocínio da Embaixada dos Estados Unidos da América em Lisboa.
Edição esmerada, muito ilustrada, impressa em papel de superior qualidade.
No presente trabalho, além da biografia e filmografia de Coppola, é abordado com pormenor alguns clássicos realizados pelo Mestre, como, entre outros, O Padrinho (The Godfather), Apocalipse Now e Jardins de Pedra (Gardens of Stone).
Manuel S. Fonseca (n. 1951). "É editor e autor. Viveu em Luanda de 1959 até final de 1976. Fundou a Três Sinais e a Guerra e Paz editores. Esteve ligado à Cinemateca Portuguesa, à RTP 2, à SIC e foi produtor cinematográfico na Valentim de Carvalho Filmes. Publicou livros de cinema e é cronista."
Encadernação do editor em tela de seda vermelha, com letras em baixo-relevo gravadas a azul; sobrecapa plastificada com estrelas a ouro.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
30€