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10 abril, 2026

NUNES, Joaquim António -
JORNAIS, HOMENS E FACTOS DE PORTIMÃO. Por... Estudos Algarvios : Colecção Dirigida pela Comissão Cultural da Casa do Algarve - VIII. Lisboa, Casa do Algarve, 1962. In-4.º (24,5x17 cm) de 50, [6] p. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história da imprensa escrita em Portimão, capital do Barlavento Algarvio, e das figuras gradas da terra que para tal contribuíram.
"Obra bibliográfica publicada em 1962 pelo escritor e regionalista algarvio Joaquim António Nunes. Editada pela Casa do Algarve em Lisboa (como parte da coleção Estudos Algarvios), funciona como um inventário histórico e descritivo da imprensa em Portimão. Os principais focos da obra incluem:
Imprensa local: Descrição detalhada dos jornais portimonenses, sua evolução e impacto.
Personalidades: Identificação dos mentores, jornalistas e figuras influentes que animaram a vida pública e mediática da cidade.
Indústria Tipográfica: Registo das tipografias que permitiram o florescimento da cultura escrita na região."
(Fonte: IA)
"Pelo exemplo de trabalho que nos oferece a acção dos portimonenses e pessoas que aqui se fixaram, no desenvolvimento do jornalismo, em favor da expansão do pensamento, dos superiores interesses do burgo e de toda a região barlaventina, é digna de ser realçada, ainda que em curtas páginas, para tornar conhecidos os homens que foram, seus obreiros, os periódicos por eles criados e mantidos, e a vigência do seu esforço. [...]
São páginas da história de Portimão raramente conhecidas dos portimonenses e doutras pessoas ligadas às actividades locais e que pela soma de sacrifícios que representam, num labor de anos consecutivos, na mira de aperfeiçoar sistemas, para melhorar ao fim condições de vida - luta tantas vezes inglória por incompreendida - devem ser expostas às modernas gerações para conhecimento da veracidade dos factos que influíram na evolução de Portimão."
(Excerto de Preâmbulo)
Índice dos Jornais por Antiguidade:
O Município | Correio do Meio Dia | Liberdade | Jornal dos Artistas | O Algarve | A Independência | A Ordem | A Verdade | O Portimonense | Alma Algarvia | O Arauto | A Lira | Ecos do Além | O Portimonense | O Algarbh | A Cidade Nova | Jornal de Portimão | Rosa Cruz | Comércio de Portimão | Jornal de Cinema.
Joaquim António Nunes (1905-). "Natural de Portimão (nascido em 1905 no Morgado do Reguengo), Nunes foi uma figura central do regionalismo algarvio em Lisboa. Foi chefe de serviços na Administração do Porto de Lisboa e o sócio número 1 da Casa do Algarve, instituição que ajudou a erguer. Além deste título, escreveu a monografia Portimão (1956), o ensaio Da Vida e da Obra de Teixeira Gomes (1976) e Regionalismo, Cultura e Turismo (1989). É recordado como um investigador rigoroso da história e costumes da sua terra natal, tendo começado a aprender as letras apenas aos 13 anos antes de seguir uma carreira técnica e literária de relevo."
(Fonte: IA)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
15€

31 janeiro, 2026

ROSA, José António Pinheiro e -
UM ARTISTA ALGARVIO : O Padre Glória. [Por]... Professor do Ensino Liceal
. Lagos, [s.n. - Comp. e Imp. nas Oficinas da «Gráfica do Sul» - Vila Real de Santo António], 1956. In-8.º (22x16,5 cm) de 32 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Biografia do Padre Glória, religioso algarvio natural de Portimão, artista multifacetado nas horas vagas. Deixou obra espalhada por capelas e igrejas do sul do país, sobretudo pintura de tectos, retábulos, pias baptismais, etc.
Opúsculo ilustrado em página inteira com um auto-retrato do biografado e reprodução de desenhos e locais onde se encontram trabalhos da sua autoria.
Obra com interesse histórico, artístico, político e religioso, com relevância para a bibliografia algarvia.
"Durante os meus estudos  da Arte Sacra no Algarve, encontrei-me tantas vezes com a obra e a memória desta simpática figura de padre artista, António José Nunes da Glória, que me nasceu a curiosidade de colher a seu respeito o maior número possível de informações. À medida que elas apareciam, essa figura aureolava-se mais e mais de novos esplendores. O artista instintivo engrandecia-se a meus olhos com as qualidades humanas e as virtudes sacerdotais, que o exornaram. E foi com emoção sincera e autêntica veneração que escrevi esta biografia, onde procurei falar o menos possível, cedendo a palavra aos documentos, cuja eloquência dominará o leitor como me dominou a mim.
Julgo também escrever com esta publicação uma pequena página da história da perseguição religiosa no Algarve, que ainda está por fazer, e em face da qual não se pode reter um sentimento de respeito por aqueles que atravessaram com denodo."
(Excerto da Introdução)
Índice:
Introdução | Um artista algarvio Pe. António José Nunes da Glória: A) O Homem: - Nascimento e família; - Estudos; - Actividade Sacerdotal; - Cartas. B) O Artista. C) A Obra: - Arquitectura; - Escultura; - Pintura.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Muito invulgar.
15€

05 janeiro, 2025

BRANDÃO, Mário -
O PROCESSO NA INQUISIÇÃO DE MESTRE JOÃO DA COSTA.
Publicado por... Vol. I. Coimbra, Publicações do Arquivo e Museu de Arte da Universidade de Coimbra, 1944. In-4.º (26x18 cm) de [8], 374, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Importante contributo para a História da Inquisição Portuguesa. Este volume I é tudo quanto foi publicado a este respeito.
João da Costa (1511?-?). Natural de  Vila Nova de Portimão, Algarve. Mestre, proprietário de uma livraria. Estatuto social: cristão-velho. Acusado e preso a mando da Inquisição por heresia. Data da prisão: 13/08/1550. Sentença: auto-da-fé de 29/07/1551. Abjuração de veemente, ir para um mosteiro onde terá cárcere a arbítrio dos inquisidores, instrução na fé católica, pagamento de custas. O réu foi morador em Paris onde estudou Artes, Grego e Teologia, de onde se ausentou para Hubernia, "com licença de mestre Diogo de Gouveia", e Bordéus, onde esteve em Leis, graduou-se mestre em Artes e bacharel em Leis, foi doutor regente na universidade de Bordéus em Filosofia e presidente do Colégio de Bordéus e doutor e regente perpétuo da Universidade, onde era reitor três meses por ano. O rei escreve-lhe em 1546, para que viesse para Coimbra com mestre André. Regressou em 1547 e trouxe consigo alguns franceses. Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, processo n.º 9510.
(Fonte: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=2309656)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
25€

10 dezembro, 2022

SAMPAIO, Joaquim Borges - PROFECIAS DO FINAL DO MILÉNIO
. Portimão, Joaquim Borges Sam paio, 1999. In-8.º (21 cm) de 48 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Repositório das "principais" profecias relacionadas com o final do milénio. Livrinho muito curioso, publicado poucos meses antes do final do ano.
Ilustrado ao longo do texto com fotografias de reprodução de locais-chave e retratos de personalidades históricas, ente outros, São João Bosco, Rasputine e os três pastorinhos de Fátima.
"Cada dia que passa neste ano de 1999 causa cada vez mais nas populações um estado de ansiedade febril. É o ano final na contagem regressiva para o ano 2000.
A passagem dos séculos comove-nos, as passagens dos milénios obviamente vão muito para além disso. Um século, afinal, pode ser a idade de um homem. Um milénio é, nas perspectiva humana, uma eternidade.
Não admira pois que este ano os profetas do Apocalipse comecem a fazer-se ouvir e a ser ouvidos. Seitas catastrofistas multiplicam-se um pouco por todo o mundo explorando um fenómeno colectivo, que em essência, se resume no medo da extinção da raça humana causada por uma catástrofe natural, a erupção de um vírus devastador, ou uma guerra nuclear à escala global.
A noção e que existe uma data certa para o fim do mundo apoia-se fundamentalmente no texto bíblico do Apocalipse. Escrito provavelmente no século I pelo evangelista João, numa caverna da ilha de Patmos, este narra as suas visões sobre a catástrofe final.
Repleto de alegorias e mistérios, o texto tem inspirado poetas, artistas e pintores, tornando-se uma obsessão para multidões empenhadas em decifrar o simbolismo do texto e datar o Juízo Final."
(Excerto da Introdução)
Borges de Sampaio. Acumula as funções de professor de filosofia com o estudo das ciências herméticas: o movimento Rosacruz, Templários, Astrologia, Druidismo...
Ao longo dos anos foi publicando em diferentes revistas inúmeros artigos quase sempre de cariz esotérico e sempre sob diferentes pseudónimos. Hoje, em presença de sinais confusos e alarmantes, de um final de milénio muito de acordo com previsões mais ou menos catastrofistas, elaborou um estudo das principais previsões coligindo centenas de profecias e destacando dentre elas as mais importantes.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
15€