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12 outubro, 2025

VAUSE, Jordan - O ÁS DOS SUBMARINOS.
A História de Wolfgang Lüth. Mem Martins, Publicações Europa-América, [1991]. In-8.º (21x14 cm) de 271, [1] p. ; il. ; B. Colecção Ventos de Guerra, 14
1.ª edição.
Título original: U-Boat Ace: The Story of Wolfgang Lüth
Livro ilustrado com croquis e fotografias a p.b. ao longo do texto, sendo algumas delas em página inteira.
"Os submarinos e os seus comandantes sempre foram temas muito populares na literatura sobre a segunda guerra mundial; admira, portanto, que até hoje não houvesse nada escrito sobre o lendário Wolfgang Lüth, um jovem capitão que afundou quarenta e sete navios e um submarino aliados, que lhe valeram a mais alta condecoração do III Reich. Em 1944, quando a Alemanha já enfrentava a derrocada, foi nomeado comandante da Escola Naval alemã. Tinha 30 anos e era o mais jovem capitão de mar-e-guerra da Kriegsmarine. A forma como morreu, abatido por uma das suas sentinelas, ainda hoje permanece envolta em mistério. Esta biografia, baseada sobretudo em entrevistas e correspondência trocada com sobreviventes da guerra que conviveram com ele, é o retrato de um homem contraditório e intrigante: ferveroso adepto de um nazismo de que só conheceu os aspectos folclóricos, era capaz de infringir todas as regras da disciplina para ajudar um dos seus homens."
(Retirado da contracapa)
Índice:
Listas das equivalências das patentes (segunda guerra mundial) | Apresentação | Prefácio | Introdução | I - Preparação. II - O difícil é começar. III - Um submarino com a Cruz de Ferro. IV - Uma noite de matança. V - O Báltico e os seus homens. VI - O fim dos «bons tempos». VII - Problemas de comando. VIII - «Boa sorte e boa caça!». IX - O segundo Lüth. X - Morte e peixes voadores. XI - A longa patrulha. XII - Canção da tarde. XIII - Depois. | Bibliografia.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
20€

26 janeiro, 2021

OLIVEIRA, Hermes de Araújo - O SUBMARINO E AS COMUNICAÇÕES MARÍTIMAS.
Conferência de Estratégia realizada no I. A. E. M., no Curso do Estado Maior, em 1947, e repetida, a convite, na Direcção do Serviço de Submersíveis. [Por]... Tenente de Infantaria. Prefácio do Ex.mo Sr. Vice-Almirante Botelho de Sousa
. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tipografia da L. C. G. G. - Lisboa], 1947. In-4.º (23 cm) de 78, [2] p. ; [9] desdob. ; B.
1.ª edição.
Interessante subsídio sobre o submarino para a história das duas guerras. Publicado pouco tempo após o final da Segunda Guerra Mundial, o objectivo do presente estudo passa pela análise do desempenho deste temível meio militar ao longo da Grande Guerra (1914-1918) e no conflito mundial recém-terminado (1939-1945), não deixando o autor de, no final, abordar o caso particular de Portugal.
Livro ilustrado com 9 gráficos em folhas desdobráveis:
Grande Guerra: 1. Afundamentos; 2. Movimento dos submarinos; 3. Tonelagem afundada por cada submarino afundado; 4. Perdas e Construções; 5. Influência da guerra submarina no campo interno dos beligerantes.
2.ª Guerra Mundial: 6. Afundamentos; 7. Afundamentos pelos diversos corsários; 8. Afundamentos e Construções.
Conclusão: 9. Afundamentos nas duas guerras mundiais.
"O submarino nasceu como barco de flotilha, para, ao mesmo título que o torpedeiro de superfície, atacar por surpresa os grandes navios.
No início da Primeira Guerra Mundial encontrou-se com o desenvolvimento necessário para ser utilizado no ataque directo às comunicações, e assim foi empregado pelo partido mais fraco que, não podendo conquistar a liberdade das comunicações marítimas, lançou mão do recurso de atacar as do adversário, para quem estas eram absolutamente vitais.
A surpresa técnica esteve a ponto de dar-lhes o êxito; mas os recursos da técnica e da organização dos adversários da Alemanha permitiram encontrar os antídotos na escuta submarina e no combóio, e a ameaça foi detida.
A Segunda Guerra Mundial começa com uma flotilha submarina que tinha feito grandes progressos, como os tinham feito igualmente os meios de combatê-la. A situação à superfície era semelhante à da guerra anterior. A Alemanha e os seus aliados tentam de novo paralizar pelo submarino as comunicações dos adversários. Intervem nova surpresa técnica contra o submarino - a aviação - que começara por ser sua aliada, e que junta aos progressos na detecção e aos inesgotáveis recursos da construção naval americana, permite vencer de novo a ameaça.
Vencido o submarino, a situação não é, contudo, hoje muito diferente da que existia entre as duas guerras e as possibilidades do submarino continuam a ser grandes; novos campos e novas actividades lhe parecem abertos."
(Excerto do Prefácio)
Índice:
Prefácio. | À laia de intróito. | Como apareceu o corsário submarino. | O submarino na guerra de 1914-1918: 1.º Situação inicial; 2.º Análise da campanha; 3.º As consequências; 4.º Conclusões. | O submarino na guerra de 1939-1945: 1.º Teatro de Operações do Atlântico; 2.º Teatro de Operações do Pacífico; 3.º Conclusões. | Conclusão final: 1.º O submarino no futuro; 2.º O caso particular de Portugal; 3.º Para finalizar. | Bibliografia.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas manchadas.
Raro.
Com interesse histórico e militar.
35€

02 dezembro, 2020

TELLES, Bazilio - O FLAGELLO DOS MARES (cartas). Porto, Renascença Portuguesa,1918. In-8.º (18,5 cm) de 310, [2] p. ; B.
1.ª edição.

"Em consequência da paz que celebrou com a Rússia e a Rumania, a Allemanha pôde abrir na frente occidental a offensiva poderosa a qu'estamos assistindo. E ou consegue apoderar-se de Paris, ou não consegue. Na primeira hypóthese, é provavel que a grande conflagração armada receba emfim o seu desfecho; na segunda é inevitavel que prosiga por um tempo que não é possivel determinar.
Dure porém quanto dure essa nova phase, e qualquer que venha a ser o grupo vencedor, o caracter da lucta parece-nos que será menos militar do que económico; e o bloqueio submarino virá, portanto, a assumir uma importância que, apezar dos immensos estragos já feitos, não se lhe reconhecia até agora."
(Excerto da introdução)
Matérias:
1.ª Parte - Inventos contra os submarinos
I - Simon Lake e o seu projecto de submersiveis de 10:000 toneladas. II - A fumaraça, ou nuvem protectora. III - Os caça-submarinos. IV - Outros caça-submarinos. V - Inventos ignorados. VI - A couraça contra minas e torpedos. VII - Os dirigiveis do engenheiro Usuelli. VIII - A pesca dos submarinos.
2.ª Parte - Resultados do bloqueio
IX - O Deve e o Haver das marinhas de commércio: cálculos de lorde Carson e da Havas. X - O mesmo assumpto da carta precedente: cálculos de Mr. Geddes, 1.º lord civil do Almirantado. XI - Como organisar as estatísticas das perdas navaes. XII - A ameaça submarina e as companhias de seguros. XIII - Commentário á reducção das taxas pelas companhias norte-americanas. XIV - Reservas opportunas e inopportunas de Mr. Geddes. XV - Modelo para boletins mensaes das perdas marítimas. XVI - Medidas tomadas contra o bloqueio pela Entente. XVII - O mesmo assumpto da antecedente carta. XVIII - Açores, zona bloqueada. XIX - Afundamentos e anecdotas.
3.ª Parte - Problemas a resolver
XX - Submersiveis e submarinos. XXI - Visão directa á superficie do mar: cálculo da distância. XXII - Reflexão da luz no mar: alterações da imagem reflectida. XXIII - Refracção da luz no mar: estudo theórico da imagem refractada. XXIV - A agitação do mar reduzida á interferência das suas ondulações, grandes e pequenas. XXV - Resposta a objecções. XXVI - Hypóthese complementar á da carta XXIV. XXVII - Condições da visibilidade d'um objecto fluctuante por um submarino em immersão completa. XXVIII - Invisibilidade, (visão subquatica) e velocidade em immersão completa asseguram ao submarino o dominio dos mares. XXIX - O bloqueio pelos submarinos e o Direito das Gentes.
Notas Finaes
A) Perdas maritimas anteriores ao bloqueio intensivo. B) Discurso de Mr. Geddes sobre perdas e construcções navaes. C) Modelo de boletim.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Lombada restaurada com cartolina.
Invulgar.
20€

28 fevereiro, 2020

MELLO, João Augusto de Fontes Pereira de - MEMORIA SOBRE O SUBMARINO FONTES. Lisboa, Typographia Industrial Portugueza, 1902. In-8.º (21 cm) de 70 p. ; [1] errata ; B.
1.ª edição.
Monografia sobre o 1.º projecto de submarino português. Ilustrado com desenhos do protótipo em folhas separadas do texto.
“Em 1889 o Primeiro-Tenente João Augusto de Fontes Pereira de Melo projectou um submarino. Este seria movido a petróleo à superfície e a electricidade em submersão. Foi construído um modelo experimental à escala que foi testado no rio Tejo. Este modelo realizou várias experiencias de submersão mas desenvolveu problemas de corrosão devido aos materiais utilizados. No decurso de reparações em doca seca, o casco do aparelho, presumivelmente devido ao enfraquecimento provocado pela corrosão, cedeu e o protótipo ficou inutilizado. A crónica falta de verbas da época determinou o abandono do projecto.“
(Fonte: www.forumdefesa.com)
Matérias: Introducção. | Preliminares: - Origem e fins do submarino. Generalidades sobre barcos submarinos. - Garantia de immersão e emersão. - Habitabilidade. - Estabilidade de equilibrio e estabilidade de immersão. - Direcção no plano vertical. - Direcção no plano horizontal. - Força motora. - Aprovisionamento de energia. - Orientação e visão. - Condições de segurança. - Instrumentos indispensaveis á navegação submarina. | O Submarino Fontes:
- Garantia de immersão e emersão. - Habitabilidade e renovação do ar. - Estabilidade de equilibrio e estabilidade de immersão. - Direcção no plano vertical. - Direcção no plano horizontal. - Força motora. - Aprovisionamento de energia. - Orientação e visão. - Elementos de segurança. | Analyse de alguns tipos de submarinos comparados com o submarino portuguez: - Garantia de immersão e de emersão; Habitabilidade. - Estabilidade de equilibrio e estabilidade de immersão. - Direcção no plano vertical. - Direcção no plano horizontal. - Força motora. - Aprovisionamento de energia. - Orientação e visão. | Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
35€

05 fevereiro, 2018

MARIOTTE – OS SUBMARINOS. Lisboa, Almeida, Miranda & Sousa, L.da, 1916. In-8.º (18 cm) de 132 p. , il. ; B. Col. Sciencia Popular, III
1.ª edição.
Interessante monografia sobre o submarino publicada durante a 1.ª Guerra Mundial, ocasião em que esta arma foi dada a conhecer em situação de combate. A sua autoria pertence ao Pe. Amadeu de Vasconcelos, que utilizava o pseudónimo "Mariotte" para assinar algumas das suas obras.
Inclui um capítulo dedicado ao submarino Fontes, o projecto do 1.º submarino português (1890).
Livro ilustrado com 20 gravuras no texto.
Matérias: I – A nevegação submarina atravez das edades: Proezas de mergulhadores. – O sino do mergulhador e o escafandro. – Os precursores. – Conelius van Drebbel constructor do primeiro barco submarino. – Os padres Mersenne e Borelli. – A «Tartaruga» de Bushnell. – O «Nautilus» de Fulton. II – Os inventores modernos: De Fulton a Bauer. – O «Mergulhador Marinho» e o «Diabo Marinho» de Bauer. – Um sapateiro inventor notavel. – Os submarinos durante as guerras da Crimeia e da Secessão. – Tetar van Elven e Narciso Monturiol. – O «Mergulhador» de Bourgois e Brun. – Os primeiros submarinos Holland. – Drzewiecki. – Nordenfelt. – Waddington. – Goubet. – O «Gymnote» de Gustavo Zédé. – Submarino Feral. – Submarino Fontes. – O «Goubet II» e o «Narval». – Holland e Simon Lake. III – As condições de hydronautica: O principio d’Archimedes. Os dois typos: submarinos e submersíveis. – Fórma. – Habitabilidade. – Immersão. – Emersão. – Segurança. – Visão e orientação. – Direcção. – Motores e propulsores. IV – O armamento e a tactica dos submarinos: Um paradoxo desfeito pela experiencia. – A defensiva do submarino. – A ofensiva do submarino.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
25€

14 julho, 2017

CARTA SUBMARINA : publicada pelo Bureau da Imprensa Britanica em Lisboa. Lisboa, Typographia do Annuario Commercial, 1917. In-8.º (18cm) de 8 p. (inc. capas). Série de Notas sobre a Guerra, N.º 9
1.ª edição.
Opúsculo de propaganda de guerra britânica com referências a Portugal em termos pouco abonatórios.
"Segundo o Kystfareren encontrou-se no corpo dum oficial alemão morto no Somme a seguinte carta que lhe foi dirigida pelo seu irmão, comandante dum submarino alemão. Dá uma idêa de vida a bordo dum submarino alemão:
«Meu caro Ludwig:
Muitas vezes me envergonho do bem estar de que gosamos a bordo dos submarinos, comparado com o sofrimento e as privações de que sofre a nossa familia na patria e vós na frente de batalha. Aqui comemos e bebemos quanto temos na vontade. Temos sempre provisões amplas de reserva, em que não precisamos tocar porque podemos obrigar os navios que encontramos a fornecer-nos o necessário.
O único artigo que pagamos é a benzina que tiramos dos navios espanhoes. Mandamo-los parar e obrigamo-los a entregar o que nós pedimos. [...]
Ha já quatro mezes que não tenho torpedos a bordo, nem me tem sido possivel obtê-los. Tenho tido portanto de atacar navios mercantes só com tiros de peça, o que é extremamente dificil e arriscado visto estarem armados os navios francezes e britanicos. [...]
Pelo que tenho lido não posso deixar de pensar que o melhor que a Alemanha tem a fazer é retirar-se deste negocio o mais depressa possivel, pois o unico resultado que ela tirará da guerra é uma grande conta a pagar. [...]
Ha bastante tempo já que nos achamos no caminho do comercio entre a Argelia e a França. Temos uma base em B. nas Ilhas Baleares. Já desembarquei ali duas vezes este mez; sabe tão bem estender as pernas. Era muito mais divertido o cruzeiro no Atlantico ao largo da costa de Portugal, - tinhamos então a nossa base nas Ilhas Canarias. Aqueles idiotas de Portugal deviam ter sabido isso! [...]
Na Alemanha sabem que o meu barco é inferior tanto em armamento como em velocidade e por isso não me dão tarefas dificeis. Em geral dou caça aos barcos de pesca e aos navios veleiros; nisto não ha grande risco.»"
(excerto da Carta)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

06 julho, 2016

BRANCO, Comandante Fernando - NOVELAS SUBMARINAS : episódios históricos de submarinos portugueses e aliados durante a grande guerraPelo... 2ª edição. Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1936. In-8.º (19cm) de [8], 272 p. ; B.
Colecção de episódios passados em (e com) submarinos durante a Grande Guerra. 
Matérias:
I - Um cruzeiro em imersão: Serviço de um submarino português em guerra. II - A Marinha de Guerra Portuguesa... A Heróica!: Notável episódio do «Augusto de Castilho». III - O pássaro e o peixe: Combate singular entre um submarino e um aeroplano. IV - «Um cardume... de submarinos!»: Falso alarme de submarinos inimigos. - Episódio curioso por que passou um submarino português durante a guerra. V - Horas de angústia: Momentos terríveis dentro dum submarino afundado. - O que passaram êsses heróis obscuros da Grande Guerra e uma salvação movimentada. VI - A descoberta de Perpignan: Episódio patriótico da Grande Guerra. - O que uma esquadrilha de submarinos portugueses viu numa travessia do Mediterrâneo, em plena guerra. VII - A terrível ratoeira: Captura dum submarino numa rêde de defesa. VIII - O «bluff» britânico!: História dos navios fantasmas inventados pelos ingleses durante a Grande Guerra. IX - A expiação: Morte lenta dum submarino afundado. - Como acabaram muitas guarnições de alguns submarinos inimigos depois dos seus sucessos. X - O rádio do armistício!: Episódio dum submarino português na Grande Guerra. - O que se passou a bordo do último submarino português que fez a guerra, no dia 11 de Novembro de 1918, no momento solene em que a assinatura do armistício foi comunicada ao Mundo.
Fernando Augusto Branco (1880/1890-1940). “Foi um militar, escritor, político e diplomata português. Oficial da Marinha, inicialmente serviu no Exército. Tinha o Curso Naval de Guerra e era especializado em torpedos e em navegação submarina. Durante a Primeira Guerra Mundial serviu nos submarinos que faziam cruzeiro de vigilância ao largo da Barra do Rio Tejo. Promovido a Capitão-Tenente em 1939. Atingiu o posto de Capitão-de-Mar-e-Guerra, foi  Adido Naval em Londres e, na vigência da situação política saída do Movimento Militar de 28 de Maio de 1926, durante a Ditadura Nacional, exerceu durante largo tempo, no 7.º Governo da Ditadura, de Domingos Oliveira, as funções de 133.º Ministro dos Negócios Estrangeiros, de 21 de Janeiro a 9 de Setembro de 1930, de 4 de Outubro de 1930 a 19 de Maio de 1931, de 15 de Junho de 1931 a 22 de Janeiro de 1932 e de 22 de Março a 11 de Junho de 1932, no exercício das quais se deslocou várias vezes a Genebra, onde, nas Assembleias da Sociedade das Nações, usou da palavra em nome de Portugal, e sobraçou, também por vezes, a pasta de Ministro da Marinha Interino de 11 a 16 de Outubro de 1930 e de 22 de Abril a 12 de Maio de 1931. Obras publicadas: Novelas marítimas e Novelas submarinas."
(fonte: wikipédia)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.

15€

31 outubro, 2013

BRANCO, Comandante Fernando - NOVELAS SUBMARINAS. Episódios históricos de submarinos portugueses e aliados durante a Grande Guerra. Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1928. In-8º (18cm) de [8], 272 p. ; E.
1.ª edição.
Conjunto de episódios marítimos passados durante a Grande Guerra.
“As «Novelas Submarinas», foram sugestionadas pelos serviços que tive ocasião de prestar, não só como um dos iniciadores na navegação submarina na nossa Marinha de Guerra, como também, pelo que, com os nossos submarinos, tive de fazer durante a Grande Guerra. Foi, ao iniciar a sua publicação, a minha principal preocupação, dar a conhecer o mais publicamente possível e pela primeira vez ao nosso país, o que era a vida a bordo de um submarino, qual era o valor dessa arma de guerra, e quais as heroicidades e os sacrifícios, que o seu valoroso pessoal cometeu e passou durante a grande conflagração."
(excerto da introdução)
Matérias:
I - Um cruzeiro em imersão. Serviço de um submarino português em guerra.
II - A Marinha de Guerra Portuguesa... A Heróica! Notável episódio do «Augusto de Castilho».
III - O pássaro e o peixe. Combate singular entre um submarino e um aeroplano.
IV - «Um cardume... de submarinos!» Falso alarme de submarinos inimigos. - Episódio curioso por que passou um submarino português durante a guerra.
V - Horas de angústia. Momentos terríveis dentro dum submarino afundado. - O que passaram êsses heróis obscuros da Grande Guerra e uma salvação movimentada.
VI - A descoberta de Perpignan. Episódio patriótico da Grande Guerra. - O que uma esquadrilha de submarinos portugueses viu numa travessia do Mediterrâneo, em plena guerra
VII - A terrível ratoeira. Captura dum submarino numa rêde de defesa.
VIII - O «bluff» britânico! História dos navios fantasmas inventados pelos ingleses durante a Grande Guerra.
IX - A expiação. Morte lenta dum submarino afundado. - Como acabaram muitas guarnições de alguns submarinos inimigos depois dos seus sucessos.
X - O rádio do armistício! Episódio dum submarino português na Grande Guerra. - O que se passou a bordo do último submarino português que fez a guerra, no dia 11 de Novembro de 1918, no momento solene em que a assinatura do armistício foi comunicada ao Mundo.
Encadernação com lombada e cantos em pele, com ferros a ouro gravados na lombada. Conserva a capa de brochura anterior.
Exemplar em bom estado de conservação. Apresenta assinatura de posse na f. anterrosto e carimbo de posse na f. rosto.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

02 outubro, 2013

ACWORTH, D.S.O., R.N., Captain Bernard – A VIDA NUM SUBMARINO BRITÂNICO. [Lisboa], [Embaixada Britânica], [194-]. In-8º (14x16cm) de 46, [2] p. ; mto il. ; B.
Opúsculo muitíssimo ilustrado com fotografias a p.b. em que retrata os diversos aspectos da vida a bordo nos submarinos da Royal Navy, durante a 2.ª Guerra Mundial.
“Os submarinos são navios de guerra bastante diferentes dos outros que sulcam os mares e muito diversa é a vida que a bordo deles se leva.
São dois os tipos principais em que se dividem: os de longo curso e os destinados a serviço costeiro:
Os da classe “Clyde”, são os maiores e os de grande raio de acção, deslocando 1.800 toneladas à superfície…
Os submarinos costeiros da classe “Ursula”, “Shark” e “Swordfish” jogam 600 toneladas e operam em geral nas proximidades das bases…”
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
10€

24 novembro, 2012

SILVA, Fernando Augusto Pereira da - OS ENSINAMENTOS NAVAIS DA GRANDE CONFLAGRAÇÃO MUNDIAL E A NOSSA ACÇÃO MARITIMA. Por… Capitão de fragata. Lisboa, Tipografia de Izidro Lopes, 1919. In-8.º (22 cm) de 152 p. ; [12] f. il ; B. Publicação do Estado Maior Naval, Nº I
1.ª edição.
Importante subsídio para a história da guerra naval na Grande Guerra.
Ilustrada em separado com fotografias a p.b. de minas, submarinos alemães, etc.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a um antigo condiscípulo, datada de 13 Out. 1919.
Índice:
- A nossa situação na guerra.
- As forças navais beligerantes.
- Os teatros de operações navais e distribuição estratégica das forças.
- O aspecto geral da luta marítima e as fases da guerra.
- A primeira fase da guerra:
Início das operações.
Explosões de minas e acção submarina no Mar do Norte contra os navios de guerra ingleses.
Reconhecimentos navais e sortidas ás costas inglesas.
Operações navais nos mares longinquos.
Combate da Falkland.
A perseguição aos corsarios germanicos.
- A segunda fase da guerra:
O bloqueio economico da Alemanha.
O combate de Dogger-bank.
As operações dos aliados contra a Turquia.
- A terceira fase da guerra:
A entrada da Italia na guerra.
A batalha de Riga.
A acção dos submarinos aliados no Baltico.
- A quarta fase da guerra:
Expedição a Salonica.
Acção submarina e contra-submarina no Mar do Norte.
O transporte de tropas e operações combinadas no Mediterraneo.
- A quinta fase da guerra:
A batalha da Jutlandia.
O embetesgamento de Zeebrugge e Ostende.
Os portos de Zeebrugge e Ostende.
Utilização militar dêstes portos pelos alemães.
Operações contra Zeebrugge-Ostende.
Afundamento dos navios de obstrução.
Ataques de mar, de terra e do ar.
- A nossa acção maritima no grande conflito internacional.
- As lições da experiencia:
Concepções psicologicas sobre a conduta da guerra.
Factores morais na guerra maritima.
O moderno bloqueio naval.
Os factores de combate na grande guerra naval.
Fernando Augusto Pereira Silva (1871-1943). “Oficial da marinha, administrador colonial e Ministro da Marinha nos últimos governos da Primeira República. Como Ministro da Marinha teve um importante papel na derrota do golpe nacionalista de Sinel de Cordes, intentado a 18 de Abril de 1925. Exercia as funções de Ministro da Marinha, no governo de António Maria da Silva, aquando do golpe de 28 de Maio de 1926.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação, Capa apresenta falha marginal à cabeça com restauro.
Raro.
Com interesse histórico e militar.
Indisponível