CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO CARTOGRÁFICA E ICONOGRÁFICA COMEMORATIVA DO V CENTENÁRIO DA MORTE DO INFANTE D. HENRIQUE - Arquivo Histórico Ultramarino. [Prefácio de Alberto Iria]. Lisboa, Arquivo Histórico Ultramarino, 1960. In-4º (24cm) de 112 p. ; [18] p. il. ; [4] f. desd. il. ; B.
1.ª edição.
Importante
catálogo, elaborado sob o ponto de vista da bibliografia cartográfica e
iconográfica conhecidas do "Mundo Ultramarino Português".
Ilustrado
em extratexto com estampas a p.b. e a cor, impressas sobre papel
couché, reproduzindo mapas (alguns em folhas desdobráveis), retratos e
gravuras antigas de cidades portuárias.
"No
dia 13 de Novembro do ano em curso, completou-se exactamente meio
milénio que o Infante D. Henrique faleceu na sua Vila de Sagres, no
Algarve.
A melhor forma
pela qual desde logo se me afigurou possível associar este Arquivo às
Comemorações do V Centenário da Morte do insigne Príncipe do Mar foi a
realização de uma Exposição cartográfica e iconográfica, relativa às
Províncias Ultramarinas Portuguesas, com a publicação do respectivo
Catálogo. [...]
Este
Arquivo Histórico tem, para exposições temporárias, as duas maiores e
mais ricas colecções, de cartografia e iconografia antigas, do
Ministério do Ultramar. [...]
A
consulta deste Catálogo é muito facilitada pelos exaustivos índices
remissivos: antroponímico, toponímico e cronológico, além do
índice-geral das matérias, que farão dele mais um instrumento de
trabalho e de pesquisa histórica."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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25 julho, 2015
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Infante D. Henrique
30 dezembro, 2011
LISBOA, Frei Cristóvão de - HISTÓRIA DOS ANIMAIS E ÁRVORES DO MARANHÃO. Estudo e notas do Dr. Jaime Walter ; prefácio de Alberto Iria. Lisboa, Publicação do Arquivo Histórico Ultramarino e Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, 1967. In-fólio (31cm) de XII, 158, [186] p. ; il. ; B.
Exemplar valorizado com extensa dedicatória autógrafa do prefaciador ao "Dr. Clemente Rogeiro, eminente Director Geral de Informação, no dia da posse deste seu alto cargo...".
Tabuada: Prefácio; I - Explicação; II - Estudo; III - Leituras e comentários; IV - Reprodução fac-similada do códice; V - Índice dos peixes do Maranhão e do Pará, plantas, árvores e pássaros.
"Na secção de «Reservados» da biblioteca do Arquivo Histórico Ultramarino existe um códice que mede 0,30 cm X 0,22 cm, com encadernação inteira de pergaminho grosso, já amarelo-carregado, tendo na lombada, em caracteres do século XVII, escritos com tinta castanho-escura, a indicação Animaes do Maranhão. Contém esse livro cento e noventa e oito folhas de papel, todas em bom estado, com uma marca de água que não conseguimos identificar. A folha do frontispício dá-nos a indicação de se tratar da História dos animaes, e arvores do/Maranhão/Pelo muito Reverendo Padre Fr. Chris-/tovão de Lisboa Calificador do Santo/Officio, e fundador da Custodia do/Maranhão da Recolecção de/Santo António de/Lisboa. Anno... não indicando, como se verifica, além da palavra ano, a data em que foi escrita ou se fizera a sua compilação. As três primeiras folhas, a seguir, sem numeração, são ocupadas por um índice alfabético dos nomes das espécies contidas no códice. As cento e sessenta e quatro folhas seguintes, todas numeradas, contêm desenhos variados, feitos a lápis e cobertos a tinta, com um ou outro esboço ainda a lápis, apresentando-se em branco as fols. 29, 30, 31, 61 e 70, e havendo vestígios de ter sido arrancada a fol. 35. As trinta folhas restantes são as que contêm um texto escrito, relacionado com as espécies desenhadas, estando igualmente em branco a fol. 171." (excerto do estudo)
Frei Cristóvão de Lisboa (1583-1652) foi um missionário português. "Escreveu A História dos Animais e Árvores do Maranhão, presumivelmente, entre 1624 e 1627, mas foi impressa apenas em 1967. Frei Cristóvão soube, durante o seu trabalho de evangelização, captar e valorizar informações sobre os habitantes e a natureza maranhenses. Realçe na obra, para os desenhos e a acuidade da caracterização descritiva e dos comentários feitos pelo franciscano português. A interpretação sonora e a transcrição do nome pelo qual era conhecida a espécie pelos habitantes locais, bem como a citação do modo de tratar e usar como alimento as suas sementes, como feitos por Frei Cristóvão, trazem à tona uma pequena fracção do saber sobre a natureza que as populações autóctones detinham antes da chegada dos europeus ao território brasileiro e de como este conhecimento pode ser captado e valorizado."
Exemplar brochado com as capas plastificadas reproduzindo a encadernação original inteira de pergaminho.
Excelente exemplar.
Invulgar, com interesse histórico.
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