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18 junho, 2024

FONSECA, Manuel da -
CERROMAIOR
. Lisboa, Editorial Inquérito, 1943. In-8.º (19x13 cm) de 302, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Capa de Manuel Ribeiro de Pavia.
Edição original do primeiro romance do autor, sujeito à censura do regime pelo seu "realismo".
"Obra de Manuel da Fonseca, de 1943, no prefácio à edição de 1982, o autor explica as condições particulares que rodearam a primeira edição desta obra basilar do neorrealismo português: submetido a uma censura prévia, o original da obra foi largamente truncado, correspondendo a edição de 1982 a uma tentativa de reconstituição de um manuscrito, entretanto, perdido."
(Fonte: https://www.infopedia.pt/artigos/$cerromaior)
"Cerromaior é o nome da (pequena) cidade onde decorre a acção do romance. Se bem que sendo uma cidade imaginária são notórias as semelhanças com a terra natal de Manuel da Fonseca, Santiago do Cacém. Aliás, o facto é referido pelo próprio logo no prefácio da obra «Cercado de cerros, que vão de roda em anfiteatro com o lugar do palco largamente aberto sobre a planície e o mar, o cerro de Santiago é de todos o mais alto. Daí o título: Cerromaior. Vila que me propus tratar...»
À sua Santiago, Manuel da Fonseca apenas retirou a proximidade do mar. Assim, Cerromaior retrata-nos uma cidade cercada pelo campo e a realidade alentejana dos anos trinta e quarenta. São focadas todas as classes sociais: a família de latifundiários que cidade; o proletariado rural, objecto da exploração económica; a GNR, aliada dos poderosos. Este romance foi adaptado ao cinema por Luís Filipe Rocha em 1980."
(Fonte: Wook)
Manuel da Fonseca (1911-1943). "Escritor português, vulto destacado do Neorrealismo, nasceu a 15 de outubro de 1911, em Santiago do Cacém, e morreu a 11 de março de 1993, em Lisboa. Antes de colaborar em Novo Cancioneiro, com Planície, coleção onde se afirmariam algumas coordenadas da estética poética Neorrealista numa primeira fase, editou, em 1940, Rosa dos Ventos, obra pioneira do neorrealismo poético português.  [...] Cerromaior (1943), O Fogo e as Cinzas (1951) e Seara de Vento (1958) são algumas das suas obras mais emblemáticas."
(Fonte: Infopédia)
Partiu ainda jovem para Lisboa para realizar estudos secundários, tendo desempenhado posteriormente na capital diversas atividades profissionais no comércio, na indústria e no jornalismo.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos. Lombada apresenta pequena falha de papel na extremidade inferior.
Muito invulgar.
25€

24 outubro, 2023

MADUREIRA, Fernando -
ACIDENTE OCIDENTAL.
[3.ª edição]. [Prefácios de Luiz Pacheco e José Pedro d'Antas Pessoa Marques]. Lisboa, "Contraponto", [1979]. In-8.º (18,5x13 cm) de 186, [4] p. ; [2] desdob. ; B.
1.ª edição/3.ª ediçáo.
Romance "fora da caixa", espelho do seu criador, mas ao mesmo tempo curioso, insólito e muito curioso.
Autor maldito, Fernando Madureira foi um escritor contracorrente, homem vicioso e truculento, escritor de bizarrias e comportamentos "estranhos", anti-sociais, dirão outros. Acidente ocidental foi publicado em 1971 pela Itau de Júlio Roberto. Esta "3.ª edição" foi distribuída por Luiz Pacheco - outro "autor maldito" - que também prefacia a edição - através da sua editora Contraponto. Dada como terceira edição (informação impressa na lombada), a verdade é que os livros postos à venda não passam de exemplares não vendidos da 1.ª edição, apenas revestidos com capas diferentes da primeira, e já agora, da "2.ª edição", esta encapada pela empresa distribuidora de «O Século» para ajudar o autor - na época empregado do jornal - a desfazer-se dos livros. Os que sobraram dessa "segunda edição" são os que constituem a presente - a "terceira".
Os prefácios estão distribuídos por dois desdobráveis, ilustrados na frente com mensagens de despedida do autor, pouco antes de "tentar" o suicídio.
"Florêncio, enjoado com o cheiro espesso do gasóleo, desceu da carreira das 10 - Alberto, Pinto & Filhos -, na Praça do Município. Com os olhos procurou a mulher dos bolos amarelos, arrufadas e bananas que costumava ver ali desde que tinha nascido. Avistou-a, embrulhada num xale de merino preto, franzina como dantes, a fazer negócio noutra carreira prestes a seguir, e sorriu. Bateu, depois, repetidas vezes com os pés no chão para aquecê-los, pôs ás costas a velha mala de cartão com tudo o que tinha no  mundo dentro, viu as horas no relógio da Câmara, e dirigiu-se para casa, na Rua de Camões.
A rua, tortuosa, esburacada, com árvores de ambos os lados coando os raios de sol, era bonita. Florêncio subiu-a até ao 436.
À porta, a Mãe. Alegre. Este é o teu quarto. Duas camas de pinho envernizadas de amarelo. Simètricamente perfiladas. Chitas vermelhas nas janelas. Uma cómoda pertencente ao conjunto. Tapetes felpudos. A tia Emília: fala-lhe bem.
Numa cama grande, castanha, um corpo magro e sons arrastados e aflitos.. Meu filho, chega-te aqui para ter ver melhor. O cheiro a doença, a repulsa natural e o beijo. E o corpo? É cancro diz a Mãe. Está por pouco."
(Excerto do Cap. 1)
Fernando Madureira (Penafiel, 1940 - Porto, 1980). "Contista e poeta. Pseudónimo de Fernando Rui Osório Leão da Silva. Autodidacta, exerceu várias profissões. Radicado em Lisboa, entrou para O Século como revisor, tendo ingressado no seu quadro redactorial em 1966. A problemática expressa na sua obra é uma simbiose entre os temas de cariz neo-realista e as dúvidas existenciais, caldeada por uma ironia amarga e algo desencantada."
(Fonte: https://www.escritas.org/pt/bio/fernando-madureira)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
15€

20 abril, 2020

CAJÃO, Luís - A ESTUFA : romance. Lisboa, Sociedade de Expansão Cultural, 1964. In-8.º (19 cm) de 299, [5] p. ; B.
1.ª edição.
Romance neo-realista cuja acção decorre na ilha do Príncipe, no arquipélago de S. Tomé. Inclui no final do livro um glossário dos termos indígenas. Obra "maldita" pelo Estado Novo, foi proibida de circular em S. Tomé e Príncipe, sendo que tal não terá sido possível no continente dada a rapidez com que esgotou.
"Para ele Filipe, a família iniciava-se com o avô Bernardo. Esse avô de barba um tanto híspida, olhinhos míopes e irónicos, mento perfeito, no qual pressentia o homem capaz de, sózinho, enfrentar legiões, mitos e procelas.
Infortunadamente já mal o recordava: de uma queda em que galgando até ao fundo a escada o velho se quedara leso, murchamente a pender para um lado (se o esquerdo, se o direito, não lhe seria fácil precisá-lo); e das já raras vezes em que num Minerva ia a Sintra colher (soubera-o mais tarde) as ternuras parisienses de «mademoiselle» Juliette.
Sim, com que dramática rapidez se desvanecia o avô desse período! Pouco mais, afinal, que um fantasma!
No empenho de reconstituir o velho, dera-se Filipe, inequívoco, a um longo escavar sentimental, sujeito, já se vê, a muito de poético e de subtil desdobramento. Seria até inevitável. Sobretudo na medida em que ambicionava poder um dia repeti-lo.
Verberando os tempos de hoje - «tempos de loucura e de impiedade!» -, asseverava a tia Olímpia que homens como ele, bravos, inflexíveis, quase heróicos, muito poucos ou já nenhum haveria."
(Excerto do Cap. I)
José Luís Cajão (1920-2008). Natural da Figueira da Foz. Escritor português cuja obra se insere na corrente do neo-realismo. "Contista, romancista, ensaísta e musicólogo. Diplomado pela Escola de Regentes Agrícolas de Coimbra foi, durante cerca de dois anos, administrador de uma roça na Ilha do Príncipe, São Tomé (1958), altura em que escreveu o romance A Estufa e Panorâmica de São Tomé e Príncipe. A propósito de A Estufa, Luís Cajão seria por Agostinho Veloso, na Brotéria, situado «entre os melhores mestres da novelística contemporânea», ao passo que As Escarpas do Medo ganharia especial popularidade ao ser adaptado por Jorge Brum do Canto a episódios televisivos. João Gaspar Simões (cf. Crítica IV) escreve a respeito de Luís Cajão: «Devem-se-lhe algumas páginas de ficção muito dignas de figurar entre as melhores que se escreveram no nosso tempo.»"
(in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998)
Exemplar brochado em bom estado deconservação.
Invulgar.
15€

28 junho, 2017

GOMES, Pereira - ESTEIROS. De... [Lisboa], Edições «Sirius», 1941. In-8.º (19,5cm) de 297, [7] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Capa e desenhos de Álvaro Cunhal.
Dedicatória impressa do autor: "Para os filhos dos homens que nunca foram meninos, escrevi êste livro."
"Publicado em 1941, este romance de Soeiro Pereira Gomes é um dos textos inaugurais do neo-realismo e é revelador do engajamento do autor na luta pelos direitos da classe operária.
Trata-se de uma obra de denúncia da injustiça e miséria social, que conta a história de Gineto, Gaitinhas, Sagui e todo um grupo de crianças que desde cedo abandona a escola para trabalhar numa fábrica de tijolos, nas margens dos esteiros do rio Tejo."

(fonte: almedina)
"Fecharam os telhais. Com os prenúncios de outono, as primeiras chuvas encheram de frémitos o lodaçal negro dos esteiros, e o vento agreste abriu buracos nos trapos dos garôtos, num arrepio de águas e de corpos. Também sôbre os fornos e engenhos perpassou lufada desoladora, que não deixava o fumo erguer-se para o alto. Que indústria como aquela queria vento, é certo; mas sol também. - Vento para enxugar e sol pra calcinar - sentenciavam os mestres. Mas o sol andava baixo; não calcinava o tijolo, nem as carnes juvenis da malta.
Menos por isso que pela fraqueza das vendas, os patrões não quizeram arriscar mais dinheiro nas fornadas. - Ano mau... Todos os anos se dizia o mesmo. Desde que apareceu a telha francêsa, e o bloco de cimento levou tudo de mal a peor."
(excerto de Outono, Cap. I)
Soeiro Pereira Gomes (1909-1949). Foi um escritor português afecto à corrente do neo-realismo, e conhecido militante comunista. "Nasceu em Gestaçô, Baião, em 14 de Abril 1909, e faleceu em Lisboa, em 5 de Dezembro de 1949. Nos escassos 40 anos de vida escreveu dois romances, “Esteiros” e “Engrenagem", um livro de contos, “Contos vermelhos”, crónicas. A este contributo como escritor, e indissociável dele, há que juntar o que Soeiro prestou como cidadão e militante do Partido Comunista, ao qual aderiu em finais dos anos 30, em Alhandra, localidade ribeirinha do Tejo onde se fixara. Empregado na Cimentos-Tejo, hoje Cimpor, Soeiro envolveu-se em actividades de dinamização cultural e desportiva, organizando aulas de ginástica para os filhos dos operários da fábrica, impulsionando a criação de bibliotecas populares nas colectividades locais, participando activamente na construção de uma piscina. A par destas iniciativas de promoção social e cultural, desenvolveu actividade partidária e participou na organização de greves e manifestações em Maio de 1944, contra o racionamento de bens essenciais, a carestia, o agravamento das condições laborais. Procurado pela PIDE, entrou na clandestinidade. Já então tinha sido publicada, com ilustrações de Álvaro Cunhal, a sua obra maior, “Esteiros“, um romance hoje reconhecido como um dos títulos paradigmáticos do neo-realismo português. "Esteiros" é a história do Gaitinhas, do Coca, do Maquineta, do Gineto, de outros garotos forçados pela fome ao trabalho nos esteiros, canais abertos pelo Tejo na margem alhandrense e de onde se retirava barro para fazer tijolo e telha (nos telhais)."
(fonte: centenariorepublica.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Dedicatória de oferta manuscrita (não do autor). Capas com manchas de oxidação.
Raro.
Indisponível

04 outubro, 2016

VITORINO, António - GENTE DE VIEIRA (Luiz André, Maria do Rosário, Ti Luzia Tocha, Nazário e «Naufragados» do Salsinha). Edição do Autor. Lisboa, Depositários : Editorial, Organizações, Lda., [1938]. In-8.º (19cm) de 239, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Capa de Joaquim Rodrigues (Quim).
Conjunto de contos de inspiração neo-realista.
"A mãe da Maria do Rosário era uma velha de sessenta e oito anos. «Um moio e oito - dizia ela - repassados de trabalhos e aflições». Ouvindo-a, porém, todos a julgavam em êrro vendo-a assim tão curvada - tão curvada que dir-se-ia uma interrogação a fechar qualquer frase de cem anos. Mas aos que duvidavam logo ela respondia:
- Nasci no ano do fogo grande nas barracas da praia. Fogo maldito, dizia a minha mãe, que não se lembrava de um ano de maior desgraça. Um francês que aí estivera, um vagamundo... parece que por malvadez, ou descuido... nunca se soube bem."
(excerto de Maria do Rosário)
António Gomes Vitorino (1886-1962). “Nasceu em 26 de Março de 1886, em Vieira de Leiria. Frequentou a instrução primária na Vieira, onde também trabalhou desde muito novo: foi pastor, pescador, almocreve, marçano.
Desde que, aos 18 anos, recém-chegado a Lisboa (cerca de 1916) assiste à representação de uma revista, o teatro volveu-se num dos seus mais fortes interesses.
Através do teatro e de Araújo Pereira, António Vitorino liga-se aos meios culturais oposicionistas, tornando-se ele próprio antifascista e democrata.
O seu primeiro livro, Chuva de Maio (versos), sai em 1930, com o apoio de Araújo Pereira. 1938 é a vez de Gente da Vieira (onde se inclui o conto "Maria do Rosário", que ganhou em 1938 o prémio da revista Pensamento), publicando-se seis anos depois A vida começou assim. O último volume a ser dado à estampa, em 1950, é Praia da Vieira. Sua pena e sua glória, ensaio e narrativas sobre o passado e o presente da localidade. A temática destas obras - o difícil quotidiano dos trabalhadores manuais vieirenses - mostra a ligação que o autor manteve à terra de origem, onde voltava e permanecia sempre que lhe era possível.
Faleceu em Lisboa, em 27 de Abril de 1962.
Em 1977, a Assembleia de Freguesia da Vieira de Leiria deliberou atribuir o seu nome a uma das ruas da localidade.”
(fonte: mgrande.net/mg/palavras/antonio-gomes-vitorino/)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Parcialmente por abrir; algumas folhas apresentam falhas de papel por descuido na abertura dos cadernos.
Invulgar.
Indisponível

29 janeiro, 2012

BOTAS, José Loureiro - FRENTE AO MAR : Contos e Novelas. Lisboa, Portugália Editora, [1944]. In-8º (19cm) de 155, [5] p. ; B.
Capa de Manuel Ribeiro de Pavia.
1ª edição.
Segundo livro de J. Loureiro Botas, escritor neo-realista cujos livros têm o mar e as suas gentes como cenário preferencial.
Bom exemplar, por abrir; carimbo de posse na f. de guarda. 
Apreciado.
Indisponível
BOTAS, José Loureiro - MARÉ ALTA : Contos. Lisboa, [s.n. - comp. e imp. nas Of. Gráficas da Tipografia-Escola da Cadeia Penitenciária de Lisboa], 1952. In-8º (18,5cm) de 195, [5] p. ; B.
1ª edição.
"Todos os exemplares são numerados e rubricados [chancela] pelo autor." (o presente leva o nº 3052) 
José Loureiro Botas (1902-1963) foi um escritor português. "Os seus contos e novelas de têm por tema principal a vida da população pobre da Praia da Vieira, sobretudo dos pescadores e ocupações adjacentes. Muitas vezes pintou nos seus escritos personagens e acontecimentos verídicos."
Bom exemplar, por abrir; carimbo de posse na f. anterrosto.
Apreciado.
15€

28 janeiro, 2012

BOTAS, José Loureiro – BARCO SEM ÂNCORA. Lisboa, Portugália Editora, 1963. In-8º (16,5cm) de 184, [10] p. ; B. Colecção O Livro de Bolso, 44. 
Capa de João da Câmara Leme.
1ª edição.
A obra de José Loureiro Botas ocupa, pelo vigor realista do seu regionalismo, um lugar à parte na nossa literatura contemporânea. A sua singular capacidade de criador de tipos humanos rústicos foi de igual modo assinalada por Aquilino Ribeiro quando escreveu: A pintar homens do mar ninguém há aí que se lhe compare. O mar é, de resto, o seu tema exclusivo.
Bom exemplar; carimbo de posse no anterrosto. 
                                Apreciado. 
                                Indisponível

03 agosto, 2011

OLIVEIRA, Carlos de - ALCATEIA : ROMANCE. Coimbra, Coimbra Editora, 1944. In-8º (19cm) de 254, [2] p. ; B. Col. Novos Prosadores, 7.
"A capa dêste romance foi desenhada por [Vítor] Palla"
Carlos de Oliveira (1921-1981) foi um escritor português. "Em Coimbra que adquiriu o essencial da sua formação intelectual e ideológica. É considerado um dos principais representantes do movimento neo-realista. Colaborou nas revistas Altitude e Seara Nova e dirigiu durante algum tempo a revista Vértice."
"Em 1944, é apreendido este seu romance, o segundo, que em 1945 conhece nova edição com alterações, para não mais ser reeditado, por vontade expressa do Autor. (retorta.net)
A capa de Vítor Palla está referenciada na Ilustração e Literatura Neo Realista, sendo considerada uma das mais belas desta corrente literária.
Exemplar em bom estado geral de conservação, parcialmente por abrir, apresentando, no entanto, uma mancha de humidade nas capas, ao longo da lombada, quase imperceptível na capa anterior, mais visível na posterior; carimbo de oferta no anterrosto.
Invulgar e procurado.
40€

11 dezembro, 2010

CORREIA, Romeu - CALAMENTO. Lisboa, Minerva, [1950]. In-8.º (21x16 cm) de 231, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Capa de Manuel Ribeiro de Pavia.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
Em bom estado de conservação. Capas ligeiramente oxidadas.
Invulgar.
Indisponível