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02 dezembro, 2023

CHAVE DO ESPERANTO (Esperanta Slosilo). Para as regiões de Língua Portuguesa. Lisboa, Lumo (Eldona Societo), [192-]. In-8.º (15x10 cm) de 32 p. ; C.
COSTA JUNIOR - CURSO POPULAR DE ESPERANTO EM DOZE LIÇÕES. Coligido por... Lisboa, Nova Vojo - Sociedade Esperantista Operária, [193-]. In-8.º (16x11,5 cm) de 23, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Curioso conjunto para correcta aprendizagem do Esperanto, língua internacional, que teve no movimento operário mundial o veículo ideal para a sua projecção e divulgação.
"O esperanto é "uma linguagem neutra, fácil, que não prejudica as outras. Antes pelo contrário, promove os outros idiomas. O esperanto protege as outras línguas."
"Esperanto (originalmente: Lingvo Internacia) é a língua internacional planeada mais divulgada. O nome da língua vem do pseudónimo "Doktoro Esperanto" usado pelo médico judeu Ludoviko Lazaro Zamenhof no ano de 1887 quando publicou a base da língua. A versão em russo da primeira brochura sobre o idioma recebeu a permissão da censura para ser publicada em 26 de julho e esta data é considerada o dia de nascimento do Esperanto. Zamenhof pretendeu e conseguiu criar uma língua neutra de fácil aprendizagem, adequada para uso na comunicação internacional. O objetivo da língua, contudo, não era substituir outras línguas nacionais, mas funcionar ao lado delas como uma língua simples, fácil de aprender, neutra e, consequentemente, justa para a comunicação entre nações."
(Fonte: https://zamenhof.info/pt/esperanto)
"O Esperanto foi introduzido  no movimento operário português em 1917, data em que se fundou entre nós a primeira agrupação - a "Lisbona Verda Stela", Sociedade Esperantista Operaria, hoje a mais importante organização esperantista de Portugal."
(Excerto da apresentação)
Exemplares em bom estado geral de conservação, com um ou defeito de pequena monta. Cartonado o primeiro (conserva as capas originais) - em brochura o segundo.
Raro conjunto.
30€

14 outubro, 2023

COSTA JÚNIOR -
AO SERVIÇO DA PÁTRIA. A Marinha Mercante Portuguesa na Primeira Grande Guerra
. Lisboa, Editora Marítimo Colonial, 1944. In-8.º (19 cm) de 159, [5] p. ; [10] p. il. ; B.
Capa de Pinto de Magalhães.
1.ª edição.
Importante monografia sobre a participação da Marinha Mercante portuguesa durante a Primeira Guerra Mundial.
Ilustrada com desenhos e fotogravuras em 10 páginas separadas do texto.
Contém a relação de barcos da marinha mercante nacional afundados durante o conflito.
"Ao apresentar êste livro, a Editora Marítimo Colonial não tem outro objectivo que o de prestar homenagem aos bravos tripulantes da nossa Marinha Mercante aos quais o país tanto deve, em dedicação e em sacrifício, na guerra ou na paz.
Na primeira conflagração mundial, a Marinha Mercante portuguesa pagou um pesado tributo de sangue. Foram muitas as suas perdas e muito extenso o seu rol de vítimas.
Êste livro, escrito pelo distinto jornalista Costa Júnior - que para êle coligiu apontamentos e ouviu testemunhas oculares - é um documento que fica, o primeiro no género que se publica no nosso país, a atestar o sacrifício da nossa Marinha de comércio, num dos transes mais difíceis da vida nacional."
(Excerto da nota dos editores).
Índice: - O leme foi amarrado e salvo o cão de bordo. - Marinheiros portugueses ao serviço do governo estrangeiro. - Quando a morte embarcou a bordo do «Moçambique». - O inimigo não conseguiu o objectivo. - O caso extraordinário do vapor «Alentejo». - Um tiro de aviso... com bala. - À vista de terra. - A mais insignificante vítima do submarino. - Abandonado entre o céu e o mar. - Um submarino navegando à vela. - Fazia um frio medonho, horrível. - Mar chão, horizonte claros, nada à vista. - Mais de 470 milhas em dories, sem mantimentos nem água. - «Momento daqueles não esquecem mais...». - Relação de barcos mercantes portugueses afundados durante a Grande Guerra.
José Maria Marques Costa Júnior (1906-1988). "Foi um jornalista português. Desenvolveu actividade profissional em A Luta, no Diário da Manhã, onde foi chefe de redacção, e no Diário Popular. Foi um dos primeiros repórteres correspondentes portugueses na Guerra Civil de Espanha." Publicou: A Espanha sob o Terror Vermelho (1937); Ao Serviço da Pátria : a Marinha Mercante Portuguesa na Primeira Grande Guerra (1944); Andorra, País do Pitoresco (1955); História Breve do Movimento Operário Português (1964); Dez Histórias para os Meus Netos (1967).
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. 
Raro.
Com interesse histórico.
45€

23 fevereiro, 2022

COSTA JÚNIOR - AO SERVIÇO DA PÁTRIA.
A Marinha Mercante Portuguesa na Primeira Grande Guerra
. Lisboa, Editora Marítimo Colonial, 1944. In-8.º (19 cm) de 159, [5] p. ; [10] p. il. ; E.
1.ª edição.
Ilustrada com desenhos e fotogravuras em página inteira.
Contém a relação de barcos da marinha mercante portuguesa afundados durante a Grande Guerra.
"Ao apresentar êste livro, a Editora Marítimo Colonial não tem outro objectivo que o de prestar homenagem aos bravos tripulantes da nossa Marinha Mercante aos quais o país tanto deve, em dedicação e em sacrifício, na guerra ou na paz.
Na primeira conflagração mundial, a Marinha Mercante portuguesa pagou um pesado tributo de sangue. Foram muitas as suas perdas e muito extenso o seu rol de vítimas.
Êste livro, escrito pelo distinto jornalista Costa Júnior - que para êle coligiu apontamentos e ouviu testemunhas oculares - é um documento que fica, o primeiro no género que se publica no nosso país, a atestar o sacrifício da nossa Marinha de comércio, num dos transes mais difíceis da vida nacional."
(Excerto da nota dos editores).
Índice: - O leme foi amarrado e salvo o cão de bordo. - Marinheiros portugueses ao serviço do governo estrangeiro. - Quando a morte embarcou a bordo do «Moçambique». - O inimigo não conseguiu o objectivo. - O caso extraordinário do vapor «Alentejo». - Um tiro de aviso... com bala. - À vista de terra. - A mais insignificante vítima do submarino. - Abandonado entre o céu e o mar. - Um submarino navegando à vela. - Fazia um frio medonho, horrível. - Mar chão, horizonte claros, nada à vista. - Mais de 470 milhas em dories, sem mantimentos nem água. - «Momento daqueles não esquecem mais...». - Relação de barcos mercantes portugueses afundados durante a Grande Guerra.
José Maria Marques Costa Júnior (1906-1988). "Foi um jornalista português. Desenvolveu actividade profissional em A Luta, no Diário da Manhã, onde foi chefe de redacção, e no Diário Popular. Foi um dos primeiros repórteres correspondentes portugueses na Guerra Civil de Espanha." Publicou: A Espanha sob o Terror Vermelho (1937); Ao Serviço da Pátria : a Marinha Mercante Portuguesa na Primeira Grande Guerra (1944); Andorra, País do Pitoresco (1955); História Breve do Movimento Operário Português (1964); Dez Histórias para os Meus Netos (1967).
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a ouro nas pastas e na lombada. Sem capas de brochura.
Este exemplar é uma fotocópia, e encontra-se em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
Indisponível