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30 março, 2025

PEREIRA, Esteves - SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA INDÚSTRIA PORTUGUESA.
Com um Ensaio Económico-Social sobre as Corporações e Mesteres por Carlos da Fonseca. Lisboa, Guimarães & C.ª Editores, 1979. In-8.º (21,5x15 cm) de 190, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Obra interessante composta por três estudos, antes publicados sob a forma de artigo n'O Occidente, entre 1897 e 1900, versando diversos aspectos da economia e indústria nacional, e um pequeno estudo de Carlos Fonseca relacionado com os demais.
Ilustrada com tabelas e quadros estatísticos no texto.
"A presente edição compõe-se de três ensaios publicados na revista O Ocidente. Por ordem cronológica apareceram: A Covilhã e a Indústria dos Lanifícios (n.º 659 de 20 de Abril ao n.º 669, de 30 de Julho de 1897; Progressos da Indústria Portuguesa desde os primeiros tempos da Monarquia até às invasões francesas (do n.º 761 de 20 de Fevereiro ao n.º 769, de 10 de Maio de 1900); Sobre as corporações operárias em Portugal (n.º 772 de 10 de Junho ao n.º 775, de 10 de Julho de 1900). [...]
É necessário ter presente os três quartos de século que nos distanciam destes artigos. Não porque os dados informativos tenham envelhecido, ou porque o valor intrínseco tenha diminuído, mas porque evoluiu a óptica de abordar o problema.
Com o pequeno Ensaio Económico Social sobre as Corporações e Mesteres não aspiramos a explicações definitivas. O nosso objectivo é mais modesto. Sondarmos o papel dos ofícios mecânicos na sociedade portuguesa, a sua influência sobre a evolução da indústria e sobre o comportamento dos trabalhadores."
(Excerto da Introdução)
Índice:
Introdução | Tradição e modernidade na Indústria Portuguesa | 1.ª Parte - Sobre as corporações operárias em Portugal. 2.ª Parte - Progressos da Indústria Portuguesa desde os primeiros tempos da monarquia até às invasões francesas. 3.ª Parte - A Covilhã e a indústria dos lanifícios.
João Manuel Esteves Pereira (1872-1944). "Erudito particularmente interessado na história da indústria, J. M. Esteves Pereira frequentou a Academia de Belas-Artes de Lisboa e o Instituto Industrial e Comercial. Concluiu em 1896 o Curso Superior de Letras. Em 1897 publicou na Companhia Nacional Editora, inserida na colecção «Biblioteca do povo e das escolas», a curiosa monografia O feminismo na indústria portuguesa, o que denota desde logo o seu interesse pela história industrial e do movimento feminista. Em 1900 voltou ao tema, publicando na editora Occidente A industria portugueza: século XII a XIX: com uma introdução sobre corporações operárias em Portugal: elementos de logographia industria."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
10€

05 março, 2020

SERRA, J. A. & VICENTE, M.ᴬ Manuela J. & SEIXAS, M.ᴬ Madalena P. - NOVOS MÉTODOS PRÁTICOS DE DETERMINAÇÃO DO COMPRIMENTO E DIÂMETRO DAS FIBRAS LANARES. Por... Lisboa, Junta Nacional dos Produtos Pecuários : Serviços da Produção e comércio de Lãs - Ministério da Economia, 1961. In-8.º (23 cm) de 21, [3] p. ; [1] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.

Ilustrada com uma estampa extratexto, e tabelas e desenhos esquemáticos no texto.
"Os métodos para determinação do comprimento e diâmetro das fibras lanares, descritos nos Manuais sobre tecnologia de lãs e sobre ovinicultura, assim como em publicações especializadas, são, ou pouco exactos, ou morosos, ou ambas as coisas. Confrontados com o problema de determinarmos as principais características das lãs num estudo-inquérito à escala nacional, foi necessário desenvolver novos métodos para tais determinações, que possibilitassem a obtenção de resultados precisos em tempo restrito."
(Excerto da Introdução.)
Índice:
1. Introdução. 2. Amostragem a partir do velo: Amostragem a partir das mechas; Determinações de pêlo morto e fibras quebradas; Distinção de fibras e pêlos de cobertura, em lãs mistas; 3. Número de fibras a medir. 4. Determinação do comprimento das fibras. 5. Determinação do diâmetro. 6. Erros de medição. | Sumário. | Citações bibliográficas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

28 janeiro, 2020

MORAIS, Dr. Mário Coelho - CLASSIFICAÇÃO DAS LÃS NACIONAIS. Conferência proferida na Sociedade Portuguesa de Medicina Veterinária, em 23 de Janeiro de 1946, pelo Chefe de Serviços da 2.ª Secção - Produção e Comércio de Lãs... Médico Veterinário. Lisboa, Ministério da Economia : Junta Nacional dos Produtos Pecuários, 1947. In-4.º (23,5 cm) de 35, [5] p. ; [12] f. il. ; [2] desdob. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história da indústria de lanifícios nacional.
Livro ilustrado com 12 folhas separadas do texto reproduzindo 1 mapa e 27 fotogravuras, e duas folhas desdobráveis: Projecto de classificação das lãs portuguesas - Grupos e tipos padrões fundamentaisProjecto de classificação das lãs portuguesas - Escala das classes portuguesas : Correspondência às escalas francesa e inglesa.
"Perdem-se na noite dos tempos os documentos comprovativos da época longínqua em que a lã começou a ser usada como fibra textil. [...]
Não é possível fixar a época em que o homem deixou de cobrir-se com as peles e começou a utilizar feltros, primeiramente, e depois os tecidos, essa maravilhosa concepção daquele génio que encontrou em si a força necessária para moldar a superfície da terra à sua vontade e a seu jeito. Mas, já na Mitologia Grega e na Bíblia, se encontram notícias de que o homem das mais antigas civilizações fazia uso da lã como fibra textil de valor."
(Excerto do Cap. II, Sinopse Histórica - A fibra lanar entre os primitivos)
Índice:
I - Apresentação - Propósitos. II - Sinopse Histórica. Primórdios e Evolução da Tecnologia Textil: - Tinturaria; - Fiação e Tecelagem. Consequências Sociais e Económicas: - Da pequena indústria familiar aos grandes centros fabris; - Causas e aparecimento do comércio especializado de lãs. III - Classificação das Lãs Nacionais. Introdução - Antecedentes. Projecto de Classificação. Critério Seguido na Divisão por Classes. IV - Conclusões. Notas.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas algo sujas, manchadas de humidade junto à lombada.
Raro.
Com interesse histórico e industrial.
Indisponível