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20 agosto, 2026

CORREIA, José António de Oliveira -
MOURA, O CARMO, A FÉ
. Moura, Câmara Municipal de Moura, [20--]. Oblongo (21x26 cm) de 176, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Importante monografia sobre Moura e as festas do concelho.
Muito ilustrada com desenhos, mapas e fotografias a cores e ap.b.
Obra interessante e muito invulgar, sem referências bibliográficas, incluindo a BNP.
"É naturalmente com muita honra e muito prazer que escrevo estas linhas, como Nota de Abertura do livro "Moura, o Carmo, a Fé" da autoria de José António Correia.
Ele retrata uma visão do que tem sido a história da devoção a Nossa Senhora do Carmo, com expressão especial nas Festas que anualmente juntam milhares de pessoas, quer naturais, quer visitantes, que ano após ano renovam através da Fé, a sua dedicação religiosa e seu amor a Moura.
A história de Moura é por isso indissociável deste facto e deste elemento estruturante de afirmação da nossa cultura. Pelos dias da Festa. Por tudo o que a envolve nos períodos precedentes. E pelas marcas indeléveis que ficam para o futuro. E que toca a todos. Independentemente dos credos religiosos ou políticos."
(Excerto da Nota de Abertura)
José António de Oliveira Correia (n. 1956). É um historiador, investigador e autor português profundamente ligado ao concelho de Moura, no Alentejo, sendo responsável por diversas obras de referência sobre a história local, património e cultura da região. Nascido em 1956, em Portalegre, vai para Moura com três anos e por aí ficou. O seu trabalho foca-se principalmente no estudo etnográfico, religioso e social do município. (IA)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e regional.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

21 outubro, 2025

MATTA, José Avelino da Silva e -
ANAIS DE MOURA
. Moura, Câmara Municipal de Moura : Biblioteca Municipal, 1991. In-8.º (21,5x16,5 cm) de [16], 185, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio para a história de Moura, castiça vila alentejana. Trata-se da edição fac-similada do manuscrito de 1855, existente na Biblioteca Municipal de Moura.
Obra invulgar e muito interessante. Inclui apontamento biográfico do autor no início.
Ilustrada no texto com tabelas e quadros estatísticos, e em página inteira, com reprodução de planta de Moura datada de 1657.
"Os Anais de Moura, foram escritos pelo D. José Avelino da Silva e Mata em 1855 e até esta data, têm continuado esquecidos da quase totalidade dos habitantes do nosso concelho.
Como não houve qualquer publicação do trabalho que não deixou cair no esquecimento a história da Notável Vila de Moura, surgiu-me a ideia de, na Biblioteca Municipal, ser executado este trabalho, que até ao presente continuava em manuscrito, copiando-o tal como foi escrito na época.
Se me afoitei trazer este precioso trabalho a público, a razão só pode ser procurada na muita amizade que tenho à minha terra. Essa amizade e o reconhecimento de um repositório das mais importantes notícias sobre a Vila de Moura e suas freguesias até 1855, criou em mim, o propósito de dar a conhecer o que existe de pouco conhecido e é muito o que contém os Anais de Moura, os quais, mais de um século permaneceram no arquivo sem que ninguém aparecesse para lhe dar a conveniente publicidade."
(Excerto da Nota preliminar)
José Avelino da Silva e Mata (Elvas, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso 10.11.1795 - Elvas, São Pedro 11.12.1867). "Juiz Desembargador. Governador Civil de Portalegre, de 1846 a 1848. Aluno do Colégio Militar. Comendador da Ordem de Cristo. Juiz de Fora de Vila Velha de Rodão, Carta de 27.09.1826. Juiz de Fora de Campo Maior, Carta de 03.12.1835. Juiz de Fora de Moura, Carta de 30.11.1852. Foi Juiz em Estremoz e Alenquer. Vereador da Câmara de Elvas em 1837. Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Elvas em 1838. Deputado às Cortes em 1839. Foi investigador de História de Moura e Elvas e escreveu os seus Anais."
(Fonte: https://pagfam.geneall.net/4233/pessoas.php?id=1092749)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e regional.
Indisponível

19 julho, 2024

FLORES, Francisco Moita - A MORTE VIOLENTA E OS PRIMÓRDIOS DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
. Lisboa, Centro Português de Estudos Sobre a Morte, 1994. In-8.º (20x14,5 cm) de 97, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Invulgar estudo histórico sobre investigação criminal. A BNP não menciona.
Ilustrado com fotogravuras em página inteira, incluindo o cadáver de Sidónio Pais, na morgue, pouco tempo após o atentado que o vitimou.
Exemplar muito valorizado pela dedicatória autógrada do autor.
"A segunda metade do sec. XIX transporta para o centro do debate científico o estudo do crime e dos criminosos. Na teorética do cientismo de finais do século, escorada nos alicerces mais profundos no positivismo comteano e no antropologismo darwinista, a ciência, liberta dos espartilhos metafísicos e da explicação teológica da vida e do mundo, estaria em condições de atingir o verdadeiro conhecimento da natureza humana. [...]
É através desta contextualização que o cientismo vai procurar construir uma metodologia de construção de prova judiciária expurgada dos seus elementos de avaliação subjectiva, e sustentada pelo acervo de informação determinada pela demonstração científica da verdade sobre qualquer acto criminoso."
(Excerto de 2. Morte Violenta e Polícia Científica)
Índice:
Preâmbulo | 1. Morte e Secularização. 2. Morte Violenta e Polícia Científica. 3. Sidónio Pais: A síntese do passado e do presente. Conclusão | Anotações | Bibliografia.
Francisco Moita Flores (1953). "Nasceu em 1953 em Moura, Alentejo. Formou-se em Biologia e foi professor secundário antes de ingressar na Polícia Judiciária em 1978. Trabalhou na PJ até 1990 investigando furtos, assaltos e homicídios. Mais tarde voltou à PJ como diretor e participou do programa Casos de Polícia da SIC. Licenciou-se em História e desenvolveu uma carreira de sucesso como escritor, tendo recebido vários prémios em Portugal."
(Fonte: https://pt.slideshare.net/slideshow/francisco-moita-flores/13220970)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e criminal.
Sem registo na BNP.
30€