SOLILÓQUIO - DA GLÓRIA À TRAGÉDIA : crónicas taurinas da temporada de 1985. Lisboa, [s.n.], 1986. In-8.º (17,5cm) de 162, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Este volume reúne as crónicas publicadas em 1985 no «Diário de Lisboa», jornal de que o autor é, desde 1978, colaborador permanente como cronista taurino.
"Tristezas do começar. Esta será, desde há muitos anos, mais de trinta, a primeira temporada em que das arenas estará ausente o Mestre Baptista. O Baptista. Como por essas praças era bastante dizer, para que toda a gente soubesse, saiba, de quem se trata. Quem era o Baptista. Como era a sua vibrante intrepidez, onde havia qualquer coisa de contagiante andaluza alegria. Como era a sua garrra, capaz de transformar em forças as fraquezas dos seus cavalos pilecas, quando os bons lhos levava o infortúnio, e não sobrava o parné para outros iguais ir buscar. Como eram o ferros à Baptista, só dele, o espectáculo do valor e da verdade, que não dava para ser contado, precisava de na praça ser vivido, comungado."
(excerto da crónica dedicada ao cavaleiro Mestre Baptista, falecido em 1985)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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20 maio, 2017
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08 abril, 2016
SOLILÓQUIO - JOSÉ FALCÃO : justiça para um valente. Lisboa, [s.n.], 1974. In-8.º de 147, [5] p. ; [52] p. il. ; B.
1.ª edição.
Sentida homenagem do autor ao malogrado matador de touros português, José Falcão.
Livro ilustrado em extratexto com inúmeras fotografias a p.b. do matador português. A fotografia da capa, uma das que Falcão mais gostava, foi obtida na praça de Mont-de-Marsan, por Marc Roumengou.
1.ª edição.
Sentida homenagem do autor ao malogrado matador de touros português, José Falcão.
Livro ilustrado em extratexto com inúmeras fotografias a p.b. do matador português. A fotografia da capa, uma das que Falcão mais gostava, foi obtida na praça de Mont-de-Marsan, por Marc Roumengou.
José Falcão (1942-1974). Matador de touros português. Natural de Povos, Vila Franca de
Xira; morreu na Plaza de Toros de Barcelona, vitima de colhida mortal pelo "Chuchanero", touro com 506 Kg da ganadaria de Don Fernando Pérez-Tabernero, no dia 11 de Agosto de 1974.
Matérias:
- Um agradecimento necessário. - Três razões para um livro. - José Falcão: Nome de toureiro para uma rua de Vila Franca. - Infância. - Tudo começou em família. - De aprendiz a toureiro, pela mão dos Badajoz. - Na rampa de lançamento. - José Falcão, figura entre os novilheiros. - O 14.º matador de touros português. - Encontro com «Cuchareto». - Falcão e a sua gente. - Perfil dum toureiro. - Apêndices: Relação de corridas toureadas. Antologia breve.
João Cristóvão Moreira (Solilóquio) (1929-2013). "Escritor tauromáquico. Frequentou o Colégio Militar, a faculdade de Ciências e o Curso da Escola Naval. Oficial da Armada Portuguesa, tendo servido em Angola, Moçambique, India, Macau e Timor. Deixou a Marinha por razões de ordem política antes do 25 de Abril. Foi reintegrado depois da revolução e passou à reserva com o posto de capitão-de-fragata. Grande aficcionado desde bem pequeno, durante 55 anos dedicou-se à crónica tauromáquica com o apodo de “Solílóquio”, tendo sido crítico da especialidade no Diário de Lisboa, no Diário de Notícias e na revista Novo Burladero. Tem as suas crónicas publicadas em 36 livros, sendo dois deles de temática não taurina e um dedicado à vida e morte do matador de toiros José Falcão. O seu último livro foi publicado em 2003, com o título "O Corte da Coleta" (Editorial Negócios). Solilóquio foi agraciado pelo Governo em 1995 com a Medalha ao Mérito Cultural.”
(Fonte: wikipédia)
Matérias:
- Um agradecimento necessário. - Três razões para um livro. - José Falcão: Nome de toureiro para uma rua de Vila Franca. - Infância. - Tudo começou em família. - De aprendiz a toureiro, pela mão dos Badajoz. - Na rampa de lançamento. - José Falcão, figura entre os novilheiros. - O 14.º matador de touros português. - Encontro com «Cuchareto». - Falcão e a sua gente. - Perfil dum toureiro. - Apêndices: Relação de corridas toureadas. Antologia breve.
João Cristóvão Moreira (Solilóquio) (1929-2013). "Escritor tauromáquico. Frequentou o Colégio Militar, a faculdade de Ciências e o Curso da Escola Naval. Oficial da Armada Portuguesa, tendo servido em Angola, Moçambique, India, Macau e Timor. Deixou a Marinha por razões de ordem política antes do 25 de Abril. Foi reintegrado depois da revolução e passou à reserva com o posto de capitão-de-fragata. Grande aficcionado desde bem pequeno, durante 55 anos dedicou-se à crónica tauromáquica com o apodo de “Solílóquio”, tendo sido crítico da especialidade no Diário de Lisboa, no Diário de Notícias e na revista Novo Burladero. Tem as suas crónicas publicadas em 36 livros, sendo dois deles de temática não taurina e um dedicado à vida e morte do matador de toiros José Falcão. O seu último livro foi publicado em 2003, com o título "O Corte da Coleta" (Editorial Negócios). Solilóquio foi agraciado pelo Governo em 1995 com a Medalha ao Mérito Cultural.”
(Fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
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16 janeiro, 2011
Bom exemplar.
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