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08 janeiro, 2015

FONSECA, Tomás da - MEMÓRIAS DUM CHEFE DE GABINETE. Prefácio de Lopes de Oliveira. Lisboa, Distribuidores: Livros do Brasil, Limitada, 1949. In-8.º (19,5cm) de 166, [4] p. ; [4] f. il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada com 4 fotogravuras em extratexto.
Livro de memórias do autor relativas ao período da República, e sobretudo, à época em que foi chefe de gabinete do Ministro do Fomento, António Luís Gomes, ilustre figura republicana.
"Pois, dei-me a reler em Mortágua este novo trabalho de Tomás da Fonseca - Memórias dum Chefe de Gabinete - em que se encontram não só lembranças do seu passado, da sua nobre vida, mas também eloquentes páginas da própria história da República. [...]
As Memórias dum Chefe de Gabinete vieram focar a figura de António Luiz Gomes, um dos mais nobres fundadores da República Portuguesa - na hora em que era alvo duma torpe perseguição - cercando-a do fulgor das suas virtudes, levantando-a como alto exemplo perante as novas gerações. [...]
O Doutor António Luiz Gomes, como Ministro do Fomento, escolheu para o seu Gabinete um só homem - Tomás da Fonseca. Não teve outro auxiliar."
(excerto do prefácio)
Tomás da Fonseca (1877-1968). "Poeta, ficcionista, historiógrafo, jornalista, professor e militante republicano de cariz anti-clerical, José Tomás da Fonseca colaborou, com o advento da República, na reforma do ensino primário normal e organizou e animou diversas associações de carácter cultural. Foi vogal do Conselho Superior de Instrução Pública, director da Escola Normal de Lisboa e de Coimbra - das quais foi afastado pelo sidonismo e pelo Estado Novo - e um dos fundadores da Universidade Livre de Coimbra. É muito vasta a sua colaboração na imprensa periódica nomeadamente em A Pátria, O Mundo, A Vanguarda, República, Alma Nacional ou, entre outros, no Arquivo Democrático, de que foi director. Em Evangelho de um Seminarista, Memórias dum Chefe de Gabinete e Memórias do Cárcere encontramos, passados a letra de imprensa, testemunhos da sua vivência."
(in purl.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa manchada.
Invulgar.
Indisponível

13 maio, 2014

MARTINS, J. P. Oliveira - PÁGINAS DESCONHECIDAS. Introdução, coordenação e notas de Lopes d'Oliveira. Lisboa, Seara Nova, 1948. In-8º (20,5cm) de XCV, [1], 275 p. ; [1] f. il. ; B.
Com um retrato de Oliveira Martins em extratexto. 
1ª edição.
Conjunto de artigos e reflexões de Oliveira Martins, pela primeira vez publicados, que vêm precedidos de uma bio-bibliografia do autor por Lopes de Oliveira.
Matérias:
- Introdução. - Liberdade de cultos. - O Ultramontismo. - Os povos peninsulares e a Civilização moderna. - Os 50 anos da Monarquia Constitucional. - A poesia revolucionária e A Morte de D. João. - Os poetas da Escola Nova (Antero, Junqueiro e Guilherme de Azevedo). - O golpe militar de 19 de Maio de 1870 e a ditadura de Saldanha. - Da Moral religiosa entre os Gregos.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Apresenta manchas nas primeiras folhas.
Invulgar.
10€

21 agosto, 2012

OLIVEIRA, Lopes d’ – HISTÓRIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA : A Propaganda na Monarquia Constitucional. Lisboa, Editorial Inquérito, 1947. In-8º grd. (22cm) de 384, [4] p. ; B.
Matérias:
Origens da Democracia em Portugal – O Partido Republicano até à primeira ditadura do engrandecimento do poder real.
O «Ultimatum» e a primeira ditadura do engrandecimento do poder real tornam revolucionário o Partido Republicano – De 31 de Janeiro à segunda ditadura.
A segunda ditadura do engrandecimento do poder real, a Coligação Liberal, a apostasia do Progressismo – A desorganização do Partido Republicano.
Reorganização do Partido Republicano, que, sob a chefia de Berbardino Machado, se afirma como partido de governo – Desagregação dos partidos rotativos – A terceira ditadura do engrandecimento do poder real consuma a dissolução do Constitucionalismo monárquico.
O termo da propaganda doutrinária e o período revolucionário.
José Lopes de Oliveira (1881-1971). “Nascido em Mortágua, bacharel em Direito, professor de História e Geografia no Liceu de Viseu (e no Passos Manuel, onde chega a reitor) e director da Escola Normal de Lisboa, maçon (Ir. Rousseau, iniciado na Loja Portugal, de Coimbra), chefe de gabinete de Bernardino Machado, escritor e historiador interessante, com vasta obra publicada e curiosa participação em diversos periódicos (jornais e revistas).”
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas.
Invulgar.
Com grande interesse histórico.
20€

02 agosto, 2012

OLIVEIRA, Lopes d’ - … E MESMO CONTRA A MARÉ! Memórias – Crítica – Païsagem. Lisboa, Edições Universo, L.da, 1945. In-8º (19cm) de 382, [2] p. ; B.
Capa de Francisco Valença.
Ilustrado com desenhos e fotogravuras em separado.
Obra memoralista de Lopes de Oliveira, contém crónicas de índole cultural e biográfica, e uma interessante colecção de cartas dirigidas ao autor por algumas das figuras mais importantes do meio literário e político do dealbar do século XIX, entre outros, o Conde de Arnoso, João Chagas, Trindade Coelho, Bernardino Machado, Manuel de Arriaga, Gomes da Costa, etc.
José Lopes de Oliveira (1881-1971). Nascido em Mortágua, bacharel em Direito, professor de História e Geografia no Liceu de Viseu (e no Passos Manuel, onde chega a reitor) e director da Escola Normal de Lisboa, maçon (Ir. Rousseau, iniciado na Loja Portugal, de Coimbra), chefe de gabinete de Bernardino Machado, escritor e historiador interessante, com vasta obra publicada e curiosa participação em diversos periódicos (jornais e revistas).
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível