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26 abril, 2023

UM ROSTO PARA FERNANDO PESSOA -
Obras de trinta e cinco artistas portugueses contemporâneos. [Textos de apresentação deJosé Sommer Ribeiro e José Saramago]. Lisboa, Centro de Arte Moderna : Fundação Calouste Gulbenkian, Julho 1985. In-4.º (24x22 cm) de [80] p. ; mto il. , B.
1.ª edição.
Catálogo sobre diversas representações de Fernando Pessoa publicado por ocasião das comemorações do cinquentenário da  morte do poeta. "O catálogo apresenta trabalhos de trinta e cinco artistas portugueses, [onde se contam, entre outros, Almada Negreiros, Mário Cesariny, Martins Correia, José de Guimarães, Lagoa Henriques, Júlio Pomar e Cruzeiro Seixas]. Contém um texto de apresentação, um ensaio e biografia de cada artista representado acompanhado de uma obra. Editado em português."
Livro esmerado e graficamente atraente, ilustrado com 35 imagens de Pessoa a p.b. - umas mais singelas, outras mais elaboradas.
"Neste ano de 1985, em que se comemora o cinquentenário da morte do poeta Fernando Pessoa, o Centro de Arte Moderna não podia deixar de homenagear a figura maior da Poesia do nosso século, a quem o Modernismo português tanto ficou a dever. É que Pessoa também se interessou pelas artes, e já em 1913 publicava, na revista A Águia, uma crítica à exposição de Almada, que aliás foi o primeiro artista a retratar o poeta, em 1915.
O Centro de Arte Moderna entendeu que a melhor forma de celebrar esta comemoração seria apresentar trabalhos de artistas influenciados pela obra e figura de Fernando Pessoa."
(Excerto da apresentação José Sommer Ribeiro)
"Que retrato de si mesmo pintaria Fernando Pessoa se, em vez de poeta, tivesse sido pintor, e de retratos? Colocado de frente para o espelho, ou de meio perfil, obliquando o olhar  três-quartos, como quem, de si escondido, se espreita, que rosto escolheria e por quanto tempo? O seu, diferente segundo as idades, assemelhado a cada uma das fotografias que dele conhecemos, ou também o das imagens não fixadas, sucessivas entre o nascimento e a morte, todas as tardes, noites e manhãs, começando no Largo de S. Carlos e acabando no Hospital de S. Luís? O de um Álvaro de Campos, engenheiro naval formado em Glasgow? O de Alberto Caeiro, sem profissão nem educação, morto de tuberculose na flor da idade? O de Ricardo Reis, médico expatriado de quem se perdeu o rasto, apesar de algumas notícias recentes obviamente apócrifas? O de Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na baixa lisboeta? Ou um outro qualquer, o Guedes, o Mora, aqueles tantas vezes invocados, inúmeros, certos, prováveis e possíveis? Representar-se-ia de chapéu na cabeça? De perna traçada? De cigarro apertado entre os dedos? De óculos? De gabardina vestida ou sobre os ombros?... [...]
De uma pessoa que se chamou Fernando Pessoa começa a ter justificação que se diga o que de Camões já se sabe. Dez mil figurações, desenhadas, pintadas, modeladas ou esculpidas, acabaram por tornar invisível Luíz Vaz; o que dele ainda permanece é o que sobra: uma pálpebra caída, uma barba, uma coroa de louros. É fácil de ver que Fernando Pessoa também vai a caminho da invisibilidade..."
(Excerto da apresentação José Saramago)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse pessoano.
Indisponível

21 julho, 2022

SÁ, Sérgio de Oliveira e - SANTEIROS DA MAIA : no último ciclo da escultura cristã em Portugal
. Maia, [Edição do Autor], 2002. In-4.º (24 cm) de 207, [1] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Imagem da Capa: Amálio Maia: "Senhora da Assunção" - 1951. Igreja Matriz de São Miguel de Barreiros, Maia.
Importante trabalho sobre a escultura religiosa maiata, fundado na tese de mestrado discutida pelo autor na Universidade Lusíada (Lisboa), em Maio de 2000.
Livro muito ilustrado no texto com quadros, mapas e fotografias a cores e p.b., algumas em página inteira.
Tiragem: 500 exemplares.
"Santeiros da Maia, designação atribuída ao movimento artístico que decorreu em Terras da Maia, próximo da cidade do Porto, ao longo de mais de cem anos. Este movimento, que terá tido início nos alvores do século XIX, atingiu o seu auge em meados do século XX. Ao longo de todos estes anos, a Maia, terá sido talvez o maior centro de produção de Arte Sacra em madeira e pedra de ançã (calcário) de Portugal."
(Fonte Wikipédia)
"Parece fazer sentido a opinião, há algum tempo esboçada, de que a historiografia relativa à escultura religiosa cristã em Portugal se quedava, passe a ligeireza da ideia, pelo termo do século XVIII. Não tendo de ser rigorosamente assim, a verdade é que não abunda a bibliografia específica que resulte da continuidade do trabalho de especialistas nesta área particular da arte portuguesa, realidade que se sobrepõe ao interesse de quem, através desse tipo de documentação, procura aprofundar os seus conhecimentos. [...]
Consequentemente algo parecido se tem passado relativamente aos Santeiros da Maia e o ao seu trabalho. Artífices que, apesar de durante dezenas de anos terem constituído o alfobre, poder-se-há dizer, de produtores deste tipo de imaginária em Portugal, não contam com abundância de referências bibliográficas a seu respeito, e as que existem são breves, lacunares, em alguns casos imprecisas, até, e ainda sujeitas a uma certa generalização."
(Excerto da Introdução)
Índice Geral:
Nota prévia. | Introdução. Primeira Parte - Observação de contextos: I - Último ciclo da escultura cristã em Portugal; II - Contingências da modernidade; III - O paradigma da cópia. Segunda Parte - Santeiros da Maia (quem foram e o que fizeram): I - O Artista; II - Quem foram; III - Da mobilidade ao abandono de profissionais. IV - O que fizeram; V - Condicionalismos na concepção e na produção; VI - Processos oficinais, materiais e técnicas; VII - Um nome: Amálio Maia. | Para uma conclusão. | Algumas obras de santeiros vários. | Anexos. | Resumo cronológico. | Fontes e bibliografia. | Glossário. | índices.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Invulgar.
Com interesse histórico e regional.
Indisponível

01 abril, 2022

[FULLER, Josef] - ELEMENTOS DE MODELAÇÃO DE ORNATO E FIGURA.
2.ª edição
.
Biblioteca de Instrução Profissional dirigida por Thomaz Bordallo Pinheiro. Paris : Lisboa, Livrarias Aillaud e Bertrand - Rio de Janeiro : S. Paulo : Belo Horizonte, Livraria Francisco Alves, [192?]. In-8.º (18,5 cm) de [2], VI, 148 p. ; mto il. ; E.
"A presente obra define e descreve a modelação, detalhando a modelação em cerâmica e em cera, e a escultura, em pedra e madeira, abordando algumas noções anatómicas humanas (relevantes para a modelação estatuária), e termina com a exemplificação de motivos decorativos aplicados à ornamentação escultural."
(Fonte: https://sites.ipleiria.pt/projetocp2s/2019/01/09/elementos-de-modelacao-de-ornato-e-figura/)
Livro muito ilustrado ao longo do texto com belíssimos desenhos, alguns deles em página inteira.
"Ao escrevermos êste livrinho, não pretendemos dar uma descrição completa do que seja a modelação; nem isso cabia nos limites dos volumes desta biblioteca.
Numerosas são as aplicações da escultura, pois que sendo esta arte de copiar o relêvo dos objectos em pedra, metal, madeira, barro, gêsso ou qualquer outra substância que lhe conserve inalteravelmente as formas, o seu conhecimento é essencial e indispensável ao estatuário, ao escultor, ao canteiro, ao entalhador, ao cinzelador, ao ourives, ao ceramista, ao estucador, etc. [...]
A modelação e a escultura estão de tal maneira ligadas, que esta última não pode existir em toda a sua perfeição sem aquela. Por isso julgamos indispensável que, além da modelação, completemos êste livro com umas noções gerais sôbre a forma e execução da escultura em pedra e madeira.
Trataremos, portanto, na primeira parte da modelação, propriamente dita, em barro e em cêra; na segunda, daremos umas noções sôbre o corpo humano, que julgâmos indispensáveis na modelação de estatuária, e, na terceira, ocupar-nos-emos da escultura em pedra e madeira.
Para finalizar o nosso pequeno livro e para auxiliar todos quanto se interessam por êstes assuntos, juntâmos uma série de estampas com desenhos de diversos motivos ornamentais, que muito poderão concorrer para os estudos de composição e decoração."
(Excerto do Prefácio)
Josef Füller (1861-1927?). "Foi um escultor e professor austríaco. Em Viena, estudou na Escola de Arte Industrial do Império Real Museu Austríaco de Arte e Indústria entre 1879-83, seguido do Curso Geral de Escultura na Imperial Real Academia das Belas-Artes entre 1883-86, e terminou os seus estudos com o Curso Especial na Escola Superior de Escultura entre 1886-89. Antes de terminar este curso, foi contratado como professor na Escola de Desenho Industrial Jácome Ratton em Tomar, com vista a colmatar a falta de professores de desenho em território nacional durante este período, lecionando até 1894. No ano letivo seguinte, foi para a Escola de Desenho Industrial Rainha D. Leonor nas Caldas da Rainha. Cumulativamente, desde 1892, Füller foi diretor artístico da fábrica de faianças caldense Atelier Cerâmico. O escultor mudou-se para a capital quando essa fábrica foi transferida para Campolide em 1896, local onde funcionou até 1899. Foi professor contratado de Desenho Ornamental e Modelação até 1916 e professor provisório de Desenho Geral, Desenho Ornamental e Modelação, cargos exercidos na Escola Industrial Afonso Domingues em Xabregas. Como escultor, participou na 3ª Exposição de Belas-Artes do Grémio Artístico em 1893 e na 4.ª Exposição da Sociedade Nacional de Belas-Artes em 1904. Publicou duas obras, inseridas na coleção Biblioteca de Instrução Profissional, intituladas Manual do Formador e Estucador e Elementos de Modelação de Ornato e de Figura."
(Fonte: https://sites.ipleiria.pt/projetocp2s/2019/01/09/elementos-de-modelacao-de-ornato-e-figura/)
Encadernação editorial inteira de percalina com ferros gravados a seco e negro nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
25€

01 julho, 2021

MACEDO, Diogo de - ICONOGRAFIA TUMULAR.
Subsídios para a Formação de um Museu de Escultura Comparada. Por... Escultor
. Olissipo, [s.n. - Composto e impresso da Sociedade Industrial de Tipografia Limitada - Lisboa], MCMXXXIV [1934]. In-4.º (25,5 cm) de 51, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Livrinho impresso em papel encorpado. Publicado a propósito, e em defesa, da vontade do autor em criar um museu-escola devotado à escultura tumular portuguesa - o Museu de Arte Comparada.
"Crendo na imortalidade da alma, sempre a humanidade pensou, desde as épocas das primeiras religiões, dar sinal da imortalidade dos corpos, atravez da forma plástica das suas idolatrias primitivas. Assim a morte, ou já a propria saüdade que nos leva à glorificação do que amamos e do que ainda sonhamos, começaram de inspirar espontâneamente os primeiros, sinceros e inexperientes artistas lusitanos, dotados de ambições de liberdade e de naturais desejos de perpètuar a heroicidade dos seus irmãos ou o sacrifício de coração dos da sua igualha. Para isso, ingènuamente inventaram desenhos alusivos á fé que os atacava; gravados ornamentais e realistas dos objectos de peleja; e siglas engenhosas nos sarcófagos tumulares."
(Excerto do texto)
Exemplar em brochura, bem conservado.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
25€

10 março, 2021

CARDOSO, Nuno Catharino - TUMULOS PORTUGUESES.
Relação de cento e cincoenta e sete  dos mais belos ou curiosos tumulos e sarcofagos existentes em Lisboa e em diversas cidades e vilas de Portugal, acompanhada de elucidativas gravuras através das quais facilmente se pode avaliar o que são estes monumentos
. Lisboa, Edição do Autor, 1937. In-4.º (24,5 cm) de 15, [1] p. (inc. capas) ; il. ; B. Col. Arte Portuguesa - XX
1.ª edição.
Interessante subsídio para a história da arte tumular.
Ilustrado com fotogravuras de monumentos funerários ao longo das páginas de texto.
No final do opúsculo inclui o "Indice Alfabetico dos 157 Tumulos citados neste trabalho".
Tiragem: 350 exemplares.
"Em Portugal há bastantes tumulos, sendo alguns dentre êles muito artisticos, como poderá verificar quem percorrer o país e fizer o respectivo inventário.
Ora revestidos da maxima simplicidade, como serve de exemplo o tumulo dos Sete Cavalheiros mortos, em 1242, na tomada de Tavira, ora sumptuosos, como são entre outros, os tumulos de D. Pedro I e de D. Ignês de Castro, em Alcobaça, verdadeiras maravilhas em pedra lavrada, existem em Portugal tumulos de estilos e epocas bem diversas, a começar no seculo XII, formando um conjunto admiravel que completa o nosso patrimonio artistico que possue, nesse e noutros generos, exemplares de grande belesa e valor, como tenho demonstrado através da paginas desta colecção.
Falar dos tumulos portugueses corresponde a recordar muitas paginas da Historia de Portugal desde D. Afonso Henriques á Grande Guerra, pois bastantes desses monumentos perpetuam a memoria de vultos  nacionais bem ilustres, ácerca dos quais a morte não teve verdadeiramente poder, tais foram os feitos que legaram á posteridade, enobrecendo os seus nomes."
(Excerto do preâmbulo, Alguns dos mais belos ou curiosos tumulos existentes em Portugal)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico.
20€

25 novembro, 2020

CARDOSO, Nuno Catharino - LAPIDES E SEPULTURAS BRASONADAS.
Relação de 76 lápides brasonadas em Evora, no Espinheiro, em Torres Novas, Silves, Arraiolos, S. Domingos de Bemfica, Bragança, Funchal, Leiria e Lisboa, acompanhadas de ilucidativas gravuras
. Lisboa, Edição do Autor, 1937. In-4.º (24,5 cm) de 15, [1] p. (inc. capas) ; il. ; B. Col. Arte Portuguesa - XVII
1.ª edição.
Interessante subsídio para a história da arte tumular.
Ilustrado com desenhos de escudos heráldicos ao longo do texto.
Tiragem: 350 exemplares.
"Há muitas [lapides e sepulturas brasonadas] em Portugal, formando um importante e belo conjunto.
Apesar da acção do tempo e dos homens haverem já apagado, na sua faina destruidora, muitas delas, tornando-as ilegiveis, e indecifraveis os brasões que as ornamentavam, quem tiver percorrido o país e examinado muitas dessas lapides e sepulturas verá, apesar de tudo, como são ainda deveras interessantes.
Como se sabe, só em setembro de 1835 é que começaram a funcionar em Portugal os cemitérios, criados em 28 de março de 1805. Antes dessa medida ter sido posta em execução, os enterramentos faziam-se nos adros e no interior dos templos. É esta a razão porque em tantas igrejas, mosteiros e claustros ainda hoje se encontram sepulturas e, dentre elas, muitas brasonadas que se referem a pessoas nobres, a bispos, arcebispos e a outros vultos ilustres da Igreja Católica."
(Excerto do preâmbulo, Lapides e sepulturas brasonadas)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
20€

18 dezembro, 2018

JOÃO DA SILVA. Exposição das suas obras de 24-IV a 15-VII de 1933 na Rua Nova de S.ᵀᴼ António, 75 (à igreja de S. Mamede). [Preâmbulo de Reynaldo dos Santos]. [S.l.], [s.n.], [1933]. In-8.º (16cm) de [16] p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Catálogo das obras de João da Silva (1880-1960) relativo à exposição efectuada em sua casa, após o regresso de Paris, onde residiu até 1932.
Livrinho impresso em papel de superior qualidade, ilustrado com fotogravuras de algumas peças expostas, na sua maioria, em página inteira.
Na capa: Medalha da Vitória, "medalha militar portuguesa criada em 15 de Julho de 1919. A criação desta medalha foi acordada pelos Aliados após a vitória na I Guerra Mundial, sendo a fita idêntica para todos os Países e ficando a cargo de cada País o desenho da insígnia".
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Inclui cartão/convite do artista.
Raro.
Sem registo na BNP, ou qualquer informação bibliográfica.
Peça de colecção.
Indisponível

30 dezembro, 2015

LORELEI. Esculturas de João Cutileiro. Fotografias de Gérard Castello Lopes. Textos de Miguel Esteves Cardoso. Porto, Porto Editora, 1989. In-fólio (30,5cm) de [96] p. inum. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Obra belíssima de grande esmero e apuro gráfico, impressa em papel encorpado, e superiormente ilustrada com as fotografias de Gérard Castello Lopes.
...............
"João Cutileiro decidiu, há tempos, fazer uma série de esculturas em que a ideia de escala fosse levada a uma espécie de paradoxo: figuras minúsculas de mulheres trabalhadas com enlevos de joalheiro e pousadas em bases de pedra tosca; uma escultura micro-monumental que preservasse, no limite das suas dimensões, a sugestão erótica do corpo feminino, pela virtuosidade da feitura, a sensualidade do mármore e o contraste dos corpos coma bruteza da pedra circundante.
Quando surgiu a ideia deste livro, o meu propósito foi o de tentar criar um outro paradoxo que se justapusesse ao dele e criasse no espectador uma dúvida quanto às reais dimensões das Lorelei.
E logo veio o Miguel Esteves Cardoso mostrar ao escultor e ao fotógrafo que menos por menos nem sempre dá mais e que as Lorelei não existem só para ser esculpidas ou fotografadas mas, sobretudo, para serem amadas.
Menos por menos, às vezes, dá muito."
(Preâmbulo de Gérard Castello Lopes)
Encadernação cartonada do editor.
Exemplar em bom estado de conservação. Ligeiramente oxidado nas guardas.
Invulgar.
15€

07 agosto, 2015

MACEDO, Diogo de - SOARES DOS REIS : estudo documentado. Pôrto, Edições Lopes da Silva, 1945. In-4º (23cm) de 166, [10] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Bonita biografia de Soares dos Reis, por muitos considerados, o mais importante escultor português contemporâneo. Impressa em papel de qualidade superior, e muito ilustrada com retratos do artista e múltiplas reproduções de trabalhos seus.
"É suficientemente conhecida a história do desabrochar para a Arte, na vida de Soares dos Reis. Pelo seu pitoresco, ainda que o caso seja vulgar em tantos artistas, tomou essa história o aspecto de lenda. [...]
O miúdo, filho de tendeiro, mal tendo tido tempo para estudos das primeiras letras, dava-se à maluquice de fazer bonecos em barro e santos de pau, nos intervalos do aviamento da freguesia da tenda do pai, onde era marçano. Dêsse jeito a vizinhança era sabedora e apreciadora. E não faltou quem o aplaudisse e interviesse para que o rapazelho tirasse o curso das Belas-Artes, no Pôrto.
O pai do mocinho, porém, precisava dêle e tinha em fraca conta essas habilidades. Não e não!, deixassem-se de coisas, porque o rapaz era seu e não o queria para valdevinices de malas-artes!"
(excerto de O despertar duma vocação)
Diogo de Macedo (1889-1959). “Escultor, crítico e historiador de arte português nascido a 22 de novembro de 1889, em Vila Nova de Gaia, e falecido a 19 de fevereiro de 1959, em Lisboa. Fez o curso da Academia Portuense de Belas-Artes, onde foi discípulo de Teixeira Lopes, e, entre 1911 e 1926, passou várias temporadas em Paris, na França, tendo frequentado o atelier do escultor Antoine Bourdelle. A partir de 1926, instalou-se definitivamente no Porto, onde, entre 1927 e 1932, no seu estúdio, esculpiu os bustos de Antero de Quental, Sara Afonso, António Boto e Mário Eloy. Mais tarde, entre 1940 e 1942, fez as estátuas para a Fonte Monumental da Alameda, em Lisboa. A obra de Macedo passou pelos géneros modernista, expressionista, bourdeliano, clássico e naturalista. Este artista foi também ilustrador de diversas publicações, nomeadamente as revistas Contemporânea e Ocidente e o Jornal Diário de Lisboa. Em 1944, foi nomeado diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea, cargo que exerceu até à data da sua morte.”
(in infopedia.pt)
Encadernação editorial inteira de tela com título e autor gravados a seco e a verde na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

30 julho, 2015

CORREIA, Vergilio - MONUMENTOS E ESCULTURAS (seculos III-XVI). 2.ª edição, correcta e aumentada, ilustrada com 80 reproduções de desenhos e fotografias. Lisboa, Livraria Ferin, Editora : Torres & C.ta, 1924. In-8º (20,5cm) de 231, [1] p. ; mto il. ; B.
Interessantes monografia muito ilustrada nas páginas do texto. 2.ª edição preferível à 1.ª, porque mais extensa e incomparavelmente mais ilustrada.
Matérias:
1 - Arcos romanos de Portugal. 2 - O templo romano de Santana do Campo (Arraiólos). 3 - A Igreja de Lourosa da Serra da Estrêla. 4 - Monumentos medievais de Lamego. 5 - Nossa Senhora de Cárquere. 6 - A Igreja de S. Martinho de Mouros. 7 - A Igreja de Barrô. 8 - A Igreja paroquial de Barcos. 9 - A Capela de Sabrôso (Barcos). 10 - Nossa Senhora da Azinheira de Outeiro Sêco (Chaves). 11 - Igreja de Valadares (Baião). 12 - Igreja de Taboádo (Marco). 13 - A Igreja de Santa Maria do Castelo, de Alcacer do Sal. 14 - Igreja de Santo André, em Mafra. 15 - O «Senhor dos Martires» de Alcacer. 16 - A Capela de S. Domingos de Fontêlo (Lamego). 17 - Capela da Senhora de Guadalupe (S. Paio-Vila Real). 18 - Palácio dos Comendadores e Igreja da Ega. 19 - Portas «manuelinas» dos arredores de Lisboa. 20 - Monumentos de Póvos do Ribatejo. 21 - Esculturas arcaicas do Museu de Lamego. 22 - Virgens pejadas. 23 - Uma estátua tumular da Sé de Lisboa. 24 - Cabeceiras de sepultura medievais.
Virgílio Pinto da Fonseca Correia (1888-1944). “Nasceu na Régua, em 19.10.1888 e faleceu em Coimbra em 3.6.1944. Licenciou-se em Direito e fez também o doutoramento em letras. Foi professor universitário e Director do Museu Machado de Castro (Coimbra). Fundou as revistas: Arte e Arqueologia (Coimbra 1930/33); Terra Portuguesa (Lisboa 1916/27); Foi director do Diário de Coimbra. Foi autor de diversas obras sobre escultura, arquitectura e arqueologia. Devem-se-lhe ainda muitos e importantes artigos e notas de arqueologia e etnografia sobre Coimbra, Alcácer do Sal, etc.”
(in www.dodouropress.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Falhas de papel de pequena monta nas extremidades da lombada.
Invulgar.

Indisponível

26 julho, 2015

EXPOSIÇÃO DE CRISTOS POPULARES - Comemorações do VII Centenário da Reconquista Cristã da Cidade de Évora. 15 de Maio - 15 de Junho de 1966. Évora - Palácio de D. Manuel. Évora, [s.n.], 1966. In-4º (23,5cm) de [20] p. ; [20] p. il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo ilustrado com 20 estampas extratexto, representando outros tantos Cristos crucificados.
"Tempos houve, pelo menos cá no Alentejo, em que as noivas incluíam no mobiliário do seu lar em início o que chamavam a mesa do Senhor. Era uma pequena mesa simples, mais ou menos rústica, sobre a qual modestamente se entronizada um Cristo crucificado. Quem fazia estes Cristos? Um carpinteiro, um marceneiro, um curioso ou jeitoso qualquer da localidade, aliás já especializado em fazer Cristos. Os seus Cristos pareciam-se todos uns com os outros, marcados por certos pormenores ou a configuração geral.
Assim se multiplicaram os Cristos pelo Alentejo. Mas não só o Alentejo e sim Portugal inteiro se povoou de Cristos pela fé de outrora: Cristos em todos os estilos e de todas as matérias, desde os Cristos de marfim dos mais ricos oratórios de pau-santo aos Cristos de pinho ou castanho das mais humildes mesas do Senhor. Entre estes Cristos pobres - ousaremos dizer mais cristãos? - se encontram, sem dúvida, algumas das mais expressivas e originais peças da nossa escultura popular. Espalhados por todo o país, como já notamos, grande é a sua diversidade, e nem sempre será fácil reduzir o seu popularismo a caracteres perfeitamente definidos e rigorosos."
(excerto da introdução, Escultura popular de Cristo crucificado)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

09 março, 2014

A D. PEDRO IV OS PORTUGUEZES. Memoria historica e artistica do monumento inaugurado em Lisboa a 29 de Abril de 1870 na praça já denominada de D. Pedro IV, seguida do programma e auto da inauguração, descripção dos festejos publicos e noticias do dia, dignas de menção, que a imprensa registou. Lisboa, Livraria de A. M. Pereira, 1870. In-4º (22,5cm) de 40 p. ; [1] f. il. ; B.
Publicação anónima; sabe-se que o seu autor foi o Marquês de Sousa Holstein. Ilustrada com uma bonita gravura da estátua em extratexto.
Em Lisboa, no centro da praça D. Pedro IV, mais conhecida por Rossio, “ergue-se a estátua de D. Pedro IV, vigésimo-oitavo rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil independente, inaugurada em 1870, sendo a estátua de bronze de Elias Robert, o pedestal executado por Germano José Salles, e o risco arquitectónico de Jean Davioud. O monumento tem 27,5 metros de altura e é composto de envasamento, pedestal, coluna e estátua, sendo o pedestal de mármore de Montes Claros, a coluna de pedra lioz de Pêro Pinheiro e a estátua de bronze. Na base do pedestal, as quatro figuras femininas são alegorias à Justiça, Prudência, Fortaleza e Moderação, qualidades atribuídas ao Rei-Soldado, entrelaçadas por festões e os escudos das 16 principais cidades do país. A parte inferior da coluna adorna-se com quatro figuras da Fama em baixo-relevo. A coluna coríntia, canelada e a estátua representa D. Pedro IV em uniforme de general, coberto com o manto da realeza, a cabeça coroada de louros, ostentando na mão direita a Carta Constitucional que ele outorgara.”
“A concorrencia de povo foi indizivel. A cidade despovoou-se para se agglomerar na praça de D. Pedro e suas immediações.
No espaço que na praça não estava vedado, nas ruas lateraes, no primeiro lanço da calçada do Duque, no largo de S. Domingos, tudo estava apinhado de povo.
Nas janellas dos predios que circundam a praça, e nas de todas as casas, onde se chegava a descobrir o monumento ou parte d’elle, sobre os telhados, nas ruinas do Carmo, em todos os pontos enfim d’onde pelo menos se visse mover as bandeiras que cobriam a estatua, nada estava desaproveitado. Havia gente por toda a parte, e innumeravel.
Calculava-se em vinte mil o numero de pessoas de fóra de Lisboa que vieram, quer pela via ferrea, quer por outros meios de conducção, assistir á inauguração do monumento.”
(excerto do Cap. V, Noticias e episodios diversos)
Matérias:
I. Descripção do monumento. II. Programma da inauguração. III. Auto solemne da inauguração. IV. Discripção dos festejos. V. Noticias e episodios diversos.
D. Francisco de Borja Pedro Maria António de Sousa Holstein (Paris, 1838 – Lisboa, Carnide, 1878). “1.º Marquês de Sousa Holstein, foi um diplomata, político, jurista, académico, publicista e historiador de arte português.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

12 abril, 2013

DELATTRE, Ch. – LES CHEFS-D’OEUVRE DE L’HOMME, répandus sur la surfasse de la terre, par… Paris ; Limoges, Chez Martial Ardant frères, 1847. In-8º (21cm) de 360 p ; [4] f. il. ; E. Bibliothèque Religieuse, Morale, Littéraire, de l’enfance et la jeunesse, approuvée par M. l’Archevéque de Bordeaux, Dirigée par M. l’abbé Rousier.
«As Obras-Primas do Homem espalhadas pela Terra». Belíssima edição oitocentista ilustrada com elaboradas gravuras em extratexto.
Table des matières:
Chapitre premier
L’Homme, ses faculties intellectuelles, poruquoi il est créé, sa mission sur la terre.
Chapitre deuxième
Temps Antiques
Chapitre troisième
Moyen-Age
Chapitre quatrième
Temps Modernes
Bonita encadernação cartonada revestida de fantasia em relevo, dourada, nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€

01 abril, 2013

ARROYO, Antonio - O CASO DO MONUMENTO AO MARQUEZ DE POMBAL. Lisboa, Typographia "A Editora Limitada", 1914. In-4.º (23cm) de 36 p. ; [2] est. ; B.
1.ª edição.
Opúsculo ilustrado com duas gravuras em separado:
- O Terreiro do Paço com a estátua de D. José em 1.º plano, podendo divisar-se ao fundo, em 2.º plano, o Arco do Triunfo inacabado.
- Maquete do projecto da autoria do arquitecto Marques da Silva e do escultor Alves de Sousa.
Contém memória descritiva do projecto de Marques da Silva e Alves de Sousa.
“O monumento ao estadista [Marquês de Pombal],  que a memória cívica procurava reabilitar desde as comemorações oficiais do 1º centenário da sua morte, em 1882, esteve envolvido em diversas polémicas e limitações orçamentais que atrasaram a sua construção. Em 1918 é celebrada com os autores a escritura de adjudicação do monumento, iniciando-se os trabalhos das fundações. A 13 de Maio de 1926, decorre a cerimónia formal de lançamento da 1ª pedra, dando lugar ao lançamento das sucessivas empreitadas de arquitectura,  escultura e fundição. O monumento contou com a participação das parcerias escultóricas de Leopoldo de Almeida e Simões de Almeida (Sobrinho) que, em 1930, substituíram Francisco Santos na direcção do projecto, tendo sido inaugurado a 13 de Maio de 1934.” (in museudacidade.pt)
O presente opúsculo foi parte de uma “guerra” entre os adeptos dos dois projectos a concurso pela edificação do monumento ao Marquês – o vencedor, da autoria dos arquitectos Adães Bermudes e António Couto e do escultor Francisco Santos, e o outro, da autoria do arquitecto Marques da Silva e do escultor Alves de Sousa. Dirimido a maior parte das vezes nas páginas dos jornais, como era uso na época, esta foi uma polémica de “longa duração” que viu vários concursos serem anulados, e que contou com a intervenção de algumas figuras de relevo da cultura nacional.
António Arroio, partidário do projecto classificado em 2º lugar, “arrasa” o projecto ganhador sugerindo a viciação do concurso pelo júri, e tecendo os mais rasgados elogios ao projecto preterido.
“O actual caso do monumento ao Pombal integra-se na serie lamentavel das obras más que deslustram Lisboa e de todo contrastam com o traçado e o espirito da sua obra de constructor.
Parece que, no exame das diferentes maquettes apresentadas a concurso, o jury, cada um dos seus membros em separado, deveria compenetrar-se da extrema e excepcional gravidade do problema a resolver. O monumento tinha necessariamente de encerrar o conjunto dos tres temas expressivos a que atrás me referi: ser um organismo forte e valioso, simbolisar o trabalho productor do nosso povo e coroar dignamente a bela cidade reconstruida pelo marquez, no ponto culminante d'onde a vemos desenrolar-se até á borda do Tejo, até ao logar em que ele levantou, ao rei que lhe deu força para realisar a sua obra, um monumento de inexcedivel beleza. […] Consta porem, que não houve discussão alguma; que houve apenas uma votação por escrutínio secreto!
Todos quanto conhecem estes casos de apreciação critica e julgamento não deixarão por certo de ficar surpreendidos e até desorientados. Pois é porventura possível que uma votação dessa ordem não seja precedida de larga e até violenta controvérsia?
Mas emfim o juri, na sua alta sabedoria, não discutiu. Não discutiu e enganou-se. É incontestavel. Porque, ao passo que todos encontram uma enorme superioridade ao monumento que obteve o 2.° premio sobre o primeiro premiado, que verbalmente e por escripto o afirmam sem a menor hesitação, ninguém se apresenta a defender a obra que o júri preferiu.  e o seu auctor vê-se forçado a vir fazê-lo; ninguém perfilha a resolução do júri porque afinal, como algures já disse, para mim e para todos, o monumento que obteve o 2.º premio, do arquitecto Marques da Silva e do escultor Alves de Sousa, é uma obra absolutamente excepcional em concursos deste género. […] Eu não julgava que houvesse em Portugal dois artistas capazes de um tal esforço.. Tudo ali é belo, grande, nobre e superiormente tratado. O monumento que obteve o 1º premio é uma obra mal concebida e concebida a frio, sem caracter, sem significação, feita principalmente de bocados ligados apenas materialmente uns aos outros; verdadeira manta de retalhos, sem espirito a reuni-los, e de uma miséria mental que deveras lamento.” (excerto do texto)
António José Arroio (1856-1934). “Foi um engenheiro, político, crítico de arte e professor que, para além da sua carreira técnica como engenheiro, foi autor de obras sobre literatura, música e artes plásticas. Destacou-se como promotor em Portugal do ensino técnico e das artes aplicadas.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ausência de f. rosto e capa posterior.
Raro.
Indisponível

03 setembro, 2012

VIEIRA, V. M. Lopes / FERREIRA, R. Laborde – ESTATUÁRIA DO PORTO. [S.l.], [s.n. – imp. Sociedade Tipográfica, Lda.], 1987. In-4º (25cm) de 128 p. ; mto il. ; E.
Belíssima monografia da estatuária portuense:
A 1ª parte da obra é dedicada ao levantamento fotográfico dos monumentos, que inclui breves considerações históricas e biográficas; a 2ª parte é preenchida com a lista de escultores e respectivos dados biográficos.
Contém mapa do Porto, distribuído por várias folhas, assinalando os monumentos.

Índice onomástico:
I – Acontecimentos
II – Personalidades
III – Alegorias
IV – Figuras decorativas
“Espalhada, um tanto por toda a parte, encontramos a estatuária do Porto: no centro das praças, ao longo das avenidas, nos recantos dos jardins, na frontaria das igrejas, no interior dos palácios e dos museus. Os povos sempre quiseram glorificar os seus heróis, adorar os seus santos, honrar os seus artistas, lembrar os grandes acontecimentos. E com essa finalidade, erguem as estátuas e constroem os monumentos. Não se coloca uma estátua ao acaso perdida na cidade. Não foi por acaso que se colocaram as estátuas em locais onde as pessoas passam com frequência, onde podem ser vistas, “admiradas”. Elas estão lá para que se lembrem de quem ou do que representam. Estão lá, como a projecção dum passado que não deve ser esquecido. E o Porto não quer esquecer a sua história mais antiga, mesmo antes da nacionalidade, mesmo antes de haver Portugal e toma como seu herói, aquelo Conde de Vímara Peres que outrora conquistou aos mouros uma povoação chamada Portucale. […] A estatuária portuense tem um forte cariz regional. Foi erigida na sua quase totalidade, a pessoas ou factos que estiveram relacionados com o Porto…” (excerto da introdução)
Encadernação editorial cartonada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar. 
Indisponível

03 março, 2012

OLHARES DE PEDRA : ESTÁTUAS PORTUGUESAS. Editor: João Fragoso Mendes ; Fotografia: Clara Azevedo / Paulo Vaz Henriques ; Texto Prosafeita, Lda. Lisboa, Prosafeita, 2004. In-fólio (30,5cm) de 319, [1] p. ; mto il. ; E.
"O projecto Olhares de Pedra partiu de um levantamento efectuado em Lisboa sobre toda a estatuária pública figuarativa da cidade - a que está na rua e em locais de entrada livre, com excepção das igrejas e museus - e que representa alguém. [...] A ele juntou-se, dentro dos mesmos pressupostos, idêntico levantamento feito na cidade do Porto e, depois, ainda que de forma bastante mais reduzida, nas restantes 16 capitais de distrito." (excerto da apresentação)
Bonita edição, profusamente ilustrada com belíssimas fotografias a p.b. - porque "o alvo deste deste trabalho (as estátuas e bustos) são a preto e branco..." - de vultos da nossa história militar, política e cultural. A acompanhar as fotos vem pequeno resumo biográfico da personalidade representada, bem como, indicação do mestre escultor responsável pela obra.
Exemplar com encadernação editorial cartonada, em excelente estado.
30€