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18 abril, 2026

CÆSAR, Julius - JULII // CÆSARIS // COMMENTARII // DE // BELLO GALLICO ET CIVILI // Ejusque fragmenta, & alia // quæcumque exstant. // ACCEDIT AD COMMENTARIOS // DE BELLO GALLICO // A. HIRTII CONTINUATIO // Itemque ejusdem // BELLUM ALEXANDRINUM. // AFRICANUM, & HISPANIENSE. // Omnia ex veteris Commentarii Patavini editione, cui // nunc primum adjetæc sunt // CHRISTOPHORI CELLARII // ADNOTATIONES. // VENETIIS, MDCCXCII. // Apud Hæredes Constantini. // Superiorumpermissu. In-8.º (16x8 cm) de [6], 678 p. ; E.
Edição setecentista deste clássico da literatura universal e militar, impressa no original, em latim, sobre o tempo que o grande general romano Caio Júlio César passou em campanha na Gália.
"Comentários à Guerra da Gália ("Commentarii de Bello Gallico" em latim) é o relato, em primeira mão, de Júlio César sobre as Guerras Gálicas, escrito como uma narrativa na terceira pessoa. Nela, César descreve as batalhas e intrigas que ocorreram nos nove anos em que ele passou lutando contra os povos germânicos e celtas da Gália que se opunham à conquista romana.
A "Gália" à qual se refere César é toda a Gália, com exceção da Província Narbonense (hoje Provença), englobando toda a França atual, Bélgica e parte da Suíça. Noutras outras ocasiões ele se refere somente ao território habitado pelos Celtas.
A obra tem sido um dos pilares da instrução latina por via da sua prosa simples e direta.
Começa com a frase frequentemente citada "Gallia est omnis divisa in partes tres", que significa "A Gália está toda dividida em três partes". A obra completa contem oito secções, Livro 1 ao Livro 8, variando em tamanho de aproximadamente 5.000 a 15.000 palavras. Cada um dos livros de De Bello Gallico é consagrado a uma das sete campanhas de César na Gália, sendo o livro 8 escrito por Aulus Hirtius, após a morte de César."
(Fonte: https://www.fnac.pt/livre-numerique/a7809980/Comentarios-a-Guerra-da-Galia)
Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.). Foi um militar, político e ditador romano. "Júlio César protagonizou um dos percursos militares mais impressionantes de todos os tempos. Num olhar contemporâneo, tal facto revela-se especialmente meritório num homem que não era soldado profissional. Mas a verdade é que, para os senadores romanos, milícia e política eram inseparáveis e inevitáveis. No caso de Júlio César, as suas conquistas militares tiveram sempre um objectivo claro: obter mais poder para si próprio em Roma. As chaves do seu êxito militar eram o seu extraordinário carisma pessoal, a sua relação especial com os soldados, a ambição de levar a cabo acções que ninguém jamais realizara e a inteligência para alternar crueldade e clemência, conforme fosse mais conveniente em cada momento.
As histórias sobre a sua excepcional coragem pessoal remontam à sua juventude: com apenas 19 anos, César ganhou uma coroa cívica, a mais alta condecoração de coragem e bravura, por ter arriscado a sua vida para salvar outro romano. Em Vida do divino Júlio, Suetónio registou inúmeras demonstrações da coragem e do talento de um homem que se destacava não só no manejo das armas, mas também no dos cavalos (algo que os adivinhos tinham previsto). Até ao fim, César criou e cuidou cuidadosamente do seu corcel, a ponto de lhe dedicar uma estátua em Roma.
César era também um militar infatigável, capaz de marchar a pé, ao sol ou sob chuva, de atravessar rios a nado e de ser extremamente rápido a percorrer longos trajectos. Por vezes, chegava ao destino antes dos mensageiros que deveriam anunciar a sua chegada. A sua célebre frase Veni, vidi, vici (“cheguei, vi e venci”), que proclamou num dos seus desfiles triunfais em Roma, refere-se, de facto, à celeridade com que o general planeou e venceu uma guerra-relâmpago contra o rei Fárnaces do Ponto. Este invadira a província romana do Ponto e César, que se encontrava no Egipto, partiu de imediato ao seu encontro. O desfecho chegou poucas semanas depois: Fárnaces foi derrotado pelos romanos na batalha de Zela, em 2 de Agosto de 47 a.C.
No campo de batalha, César era conhecido pela capacidade de sacrifício e pela coragem, sendo capaz de cometer actos ousados, como disfarçar-se de gaulês para atravessar os postos de guarda inimigos, ou embarcar sozinho numa infernal noite de Inverno durante a guerra civil contra Pompeu para alcançar a costa da Grécia. Diz-se também que, em Alexandria, teve de saltar para uma barcaça devido a um ataque inimigo e que, quando vários outros soldados se lançaram sobre esta afundou-se.
César foi, então, forçado a saltar para a água e a nadar quase 300 metros até chegar a um navio próximo, com a mão esquerda elevada para evitar que se molhassem os escritos que levava e arrastando com os dentes o manto de general para que este não caísse nas mãos do inimigo. A sua biografia está repleta de episódios semelhantes que, verídicos ou não, evidenciam a valentia que já na sua época se atribuía ao líder romano.
O próprio César contribuiu para alimentar a sua lenda nos Comentários sobre a Guerra das Gálias e Comentários sobre a Guerra Civil. Escritas num latim exemplar e na terceira pessoa, César descreveu ali a sua participação nessas campanhas, elogiando as suas conquistas e minimizando os seus fracassos. Na guerra das Gálias, César apresentou-se em diversas ocasiões na linha da frente do combate. Na batalha final contra os helvécios, o general desmontou do cavalo e lutou ao lado dos soldados de infantaria, negando-se a fugir. Fê-los saber que estava ali para vencer ou morrer, um gesto espantoso e admirável com o qual infundiu coragem nos seus homens, compensou os seus erros anteriores na campanha e ganhou prestígio e admiração.
No ano seguinte, quando as tribos belgas se revoltaram, César enfrentou-as na batalha de Sambre. Perante o ataque-surpresa dos belgas contra os romanos, o general multiplicou os seus esforços, encarregando-se de formar a linha de batalha e de dar o sinal de ataque, animando pessoalmente os seus soldados e centuriões. Por fim, no cerco de Alésia contra o gaulês Vercingetórix, a sua presença no campo de batalha foi uma das chaves da vitória das suas legiões. César tinha a capacidade de aparecer no momento oportuno, arriscando a sua integridade física se necessário, muitas vezes precipitando o desfecho da batalha a seu favor.
A coragem que César mostrava como militar servia de exemplo para os seus soldados, com os quais mantinha um vínculo singular. Os homens viam nele um líder próximo que partilhava as suas dificuldades e César apreciava-os pelo seu valor no campo de batalha, independentemente da sua origem ou posição social. De facto, em assembleia, dirigia-se a eles como conmilitones (“camaradas”), e sabia os seus nomes. Esta consideração com que tratava os seus soldados traduzia-se em lealdade e esforço por parte destes, pois sabiam que o seu valor seria recompensado.
Os homens de César estavam dispostos a suportar todo o tipo de sofrimento pelo seu general. Na verdade, durante a guerra civil, muitos cativos preferiram morrer a traí-lo. Os soldados também rivalizavam entre si para demonstrar a sua valentia.
Os homens de César não hesitavam em sacrificar-se por ele e ele sofria por eles quando o infortúnio os atingia. Em 54 a.C., quando algumas tribos belgas atacaram os acampamentos de Inverno de César, a coluna romana foi quase totalmente aniquilada. A derrota afectou muito o general, que deixou crescer a barba e o cabelo em sinal de luto e não os cortou até vingar os seus homens. Acções como esta reforçaram o seu vínculo com os soldados e consolidaram a lealdade destes a ponto de o exército de César ter chegado a ser maior do que o da própria República."
(Fonte: https://www.nationalgeographic.pt/historia/o-genio-militar-julio-cesar_3127)
Encadernação coeva, sólida, inteira de pele com nervuras, dourados e rótulo na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Fronstispício apresenta carimbo, rubrica (ilegível) e assinatura de posse do Pe. Joaquim José Carvalho.
Raro.
Peça de colecção.
Indisponível

25 abril, 2022

OFÍCIO MENOR DE NOSSA SENHORA EM PORTUGUÊS E LATIM : seguido de um breve devocionário
. Porto, Editores Machado & Ribeiro, L.da, [1947]. In-8.º (14 cm) de 167, [1] p. ; E.
1.ª edição.
"A Igreja Católica, nossa Mãe e guia, empenha-se toda em santificar os seus filhos e em os ir exercitando cá na terra no que depois hão-de fazer no Céu. No Céu, os Anjos e bem-aventurados empregam-se de contínuo nos louvores de Deus. A Igreja compôs um Ofício, chamado divino, e manda a seus Ministros, que rezem todos os dias, cá na terra.
No Céu, diz S. Boaventura, enquanto uns Anjos louvam a Deus, outros louvam a Maria Santíssima. Por isso, a Igreja, por boca do seu Pontífice Gregório VII, encarregou S. Pedro Damião de compor também um Ofício em honra de N. Senhora, e, não manda mas aconselha, pede e insta com os fiéis em geral, para que o rezem e assim louvem a Mãe de Deus. E, por esta forma, podemos dizer que os Ministros sagrados, recitando o Ofício divino, são os Anjos de Deus na terra e os que rezam o de N. Senhora são os Anjos de Maria Santíssima! Qu grande dita, cristão, que honra tão grande!"
(Excerto de Ofício Menor de Nossa Senhora - Sua origem)
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Corte das folhas carminado.
Invulgar.
Indisponível

28 maio, 2018

SILVEIRA, Joaquim José de Mendonça e - ARTE // VERSIFICATORIA // NA QUAL // SE ASSIGNAÕ AS REGRAS MAIS PRINCIPAES // PARA A COMPOSIÇAÕ // DOS VERSOS LATINOS; // ESCRITA // Por JOAQUIM JOSÉ DE MENDONÇA // E SILVEIRA. // [Gravura em madeira] // LISBOA. // Na Officina de MANOEL COELHO AMADO. // Anno clɔlɔccɩxxıı [1772]. // Com licença da Real Meza Censoria. In-8.º (14,5cm) de 87, [1] p. ; E.
1.ª edição.
Rara edição original deste tratado de versificação redigido em duas partes (Livro Primeiro e Livro Segundo), que conheceria apenas mais duas impressões, ambas no século XIX, respectivamente, em 1843 e 1848. Sobre o autor pouco se sabe, a não ser que foi professor da Língua Latina no antigo Real Estabelecimento de Instrução do Bairro de Belém, e que esta terá sido a única obra que publicou.
Carimbo de posse no frontispício com escudo encimado por coroa ducal (armas imperceptíveis).
"A Inviolavel obrigaçaõ, em que me acho de instruir os meus Discipulos nas principaes regras da versificaçaõ Latina, he o motivo que me obrigou a escrever este breve Tratado, que agora publíco. Entre os varios Escritores, que trataraõ desta materia com mais, ou menos extensaõ, e que para este effeito consultei, naõ pude descobrir hum, que me parecesse proprio, e accõmodado á capacidade dos principiantes; ou por serem escritos em linguas incognitas a pessoas de pouca instrucçaõ, ou porque huns eraõ demasiadamente extensos, e outros se faziaõ infructuosos pela nimia brevidade. Assim resolvi aproveitar-me de todos, escolhendo os melhores preceitos, sem seguir servilmente a cada hum por si.
Neste breve Tratado fizemos toda a diligencia por comprehender tudo quanto nos pareceo necessario para dar para dar aos principiantes hum claro conhecimento desta utilissima Arte."
(Excerto do Prólogo)
Encadernação coeva inteira de carneira com dourados na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Trabalho de traça com pouca expressão junto da margem lateral, atingindo apenas as folhas de guarda e muito superficialmente a f. rosto.
Raro.
Indisponível

01 setembro, 2015

VIALE, A. J. - O EPISODIO DE D. INEZ DE CASTRO : excerpto do Canto III dos Lusiadas. Paraphraseados em versos latinos por... Lisboa, Lallemant Frères, Typ. Lisboa : Fornecvedores da Casa de Bragança, 1875. In-8º (20,5cm) de 15, [1] p. ; B.
1.ª edição. (Bilíngue: português-latim).
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Inês de Castro é um episódio lírico-amoroso que simboliza a força e a veemência do amor em Portugal. O episódio ocupa as estâncias 118 a 135 do Canto III de Os Lusíadas e relata o assassinato de Inês de Castro, em 1355, pelos ministros do rei D. Afonso IV de Borgonha, pai de D. Pedro, seu amante. É narrado, na sua maior parte, por Vasco da Gama, que conta a história de Portugal ao rei de Melinde. Considerado um dos mais belos momentos do poema, é a um só tempo um episódio histórico e lírico: por trás da voz do narrador, e da própria Inês, percebe-se a voz e a expressão pessoal do poeta. Camões, através da fala de Vasco da Gama, destaca do episódio sua carga romântica e dramática, deixando em segundo plano as questões políticas que o marcam."

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"Qual contra a linda moça Polyxena,
Consolação extrema da mãe velha,
Porque a sombra de Achilles a condemna,
Co'o ferro o duro Pyrrho se apparelha:
Mas ella, os olhos com que o ar serena,
Bem como paciente e mansa ovelha,
Na misera mãe postos, que endoudece,
Ao duro sacrificio se offerece,


Taes contra Inez os brutos matadores,
No collo de alabastro que sustinha,
As obras com que amor matou de amores,
Aquelle, que depois a fez rainha,
As espadas banhando e as brancas flores
Que ella dos olhos seus regado tinha,
Se encarniçavam, férvidos e irosos,
No futuro castigo não cuidosos.

 

Bem poderas, ó sol, da vista d'estes,
Teus raios apartar aquelle dia,
Como da seva mesa de Thyestes,
Quando os filhos por mão de Atreu comia!
Vós, ó concavos valles que podestes
A voz extrema ouvir da bocca fria,
O nome do seu Pedro que lhe ouvistes,
Por muito longo espaço repetistes!

 

Assi como a bonina, que cortada
Antes de tempo foi, candida e bella,
Sendo das mãos lascivas maltratada
Da menina que a trouxe na capella,
O cheiro traz perdido e a côr murchada,
Tal está morta a pallida donzella,
Seccas do rosto as rosas, e perdida
A branca e viva côr, co'a doce vida.

 

As filhas do Mondego a morte escura
Longo tempo, chorando, memoraram,
E, por memoria eterna, em fonte pura
As lagrymas choradas transformaram:
O nome lhe puzeram, que 'inda dura,
Dos amores de Inez, que alli passaram.
Vède que fresca fonte rega as flores,
Que lagrymas são a agoa, e o nome amores!
"


(excerto do poema)

Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas de oxidação, bem como a f. rosto.
Invulgar.
15€

10 outubro, 2012

CANCIONEIRO DE LEÃO XIII, ou os versos latinos e italianos de Sua Santidade postos em rima portugueza e precedidos da sua biographia pelo Pe. Joaquim José d'Abreu Campo Sancto. Edição Commemorativa do Jubileu Pontifical. Porto, Manuel Malheiro, 1887. In-4º (27cm) de [204] p. ; il. ; E.
Contém um retrato fotográfico do Papa Leão XIII.
Muito valorizado com a assinatura possessória do Cónego A. Ayres Pacheco, reputado orador sacro, no frontíspicio, e com uma dedicatória autógrafa do mesmo a um colega - Cónego Dr. Pereira dos Reis - no verso do rosto, que por sua vez apôs a assinatura de posse.
Colecção de poesias em belíssima edição comemorativa, impressa em papel encorpado, com todas as páginas ricamente decoradas com cercadura e vinhetas tipográficas a emoldurar as poesias.
Encadernação artística inteira de pele finamente decorada nas pastas e na lombada a seco e a ouro. Corte das folhas em dourado.
Exemplar em bom estado de conservação. Lombada algo desgastada no topo.
Invulgar.
75€

10 abril, 2012

OFFICIA // PROPRIA // SANCTORUM // ECCLESIӔ, ET DICŒESIS // PORTUCALENSIS, // Una cum aliis, quæ pro toto Re- // gno Portucalliæ // A SUMMIS PONTIFICIBUS // Approbata, & noviter conceſſa reperiuntur: // Nec non,  & alia, // Quæ ex proprio Sanctorum Hiſpanorum in hae // inveniebantur Eccleſia recitanda: // Juxta Breviarium Romanum Oliſiponenſem, & // codicem hujuſce Portucalenſis Eccleſiæ // in ſuis locis diſpoſita, // Et in quatuor anni tempora diſtributa. // PARS HYEMALIS [e PARS VERNA, PARS ӔSTIVA, PARS AUTUMNALIS]. // PORTUCALE. // Typis VID. MALLEN, FIL ET SOC. // ANNO 1794. // Permiſſu Regie Curiæ Commiſſionis Generalis pro Exa- // mine, & Cenſura Librorum: 4 vol. in-8º (17,5cm) de [4], 68 p. (I), [4], 104 p. (II), [4], 157, [1] p. (III) e [4], 48 p. (IV) ; E. num único tomo.
Obra completa em 4 vol. impressa a duas colunas. Cada livro corresponde a uma estação do ano; seguindo a ordem de encadernação, o 1º vol. corresponde à “Parte do Inverno” - «PARS HYEMALIS», sucedendo-se as demais em perfeita ordem.
Enc. inteira de skivertex com dourados na lombada; corte das folhas decorada com incisões a buril.
Exemplar em bom estado de conservação; picos de traça marginais nas últimas páginas do livro.
Raro quando completo.
40€

17 julho, 2011

SELECTA E VETERIBUS SCRIPTORIBUS LATINIS LOCA, AD USUM SCHOLARUM LUSITANARUM RHETORICES ET POETICES : EDITA EX REGIO MANDATO XXXI JANUARII MDCCCXXVII. CONIMBRICAE, Ex Typographia Academico-Regia. A. D. MDCCCXXVIII (1828). In-8º (21cm) de [10], 385, [1] p. ; E.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação, excepto a lombada que apresenta alguns sinais de antiguidade; miolo bom; páginas limpas, aqui e ali, com picos de acidez.
Raro.
25€

01 junho, 2011

MISSALE ROMANUM : EX DECRETO SACROSANCTI CONCILII TRIDENTINI RESTITUTUM, PII V. PONT MAX. JUSSU EDITUM, ET CLEMENTIS VIII PRIMUM, NUNC DENUO URBANI PAPAE OCTAVI AUCTORITATE RECOGNITUM. In quo Missae propriae de Sanctis omnes ad longum positae sut ad majorem Celebrantium commoditatem. ANTVERPIAE, EX TYPOGRAPHIA PLANTINIANA. M. DCC. XVI. Dim.: 21,5X29cm. [64], 632, cxxvij, [7], 20, 56 p ; il ; E.
Bonito Missal, ilustrado com 10 excelentes gravuras a buril, de página inteira, representando motivos religiosos. Fronstispício e texto impressos em vermelho e preto. Iniciais capitais ornamentadas e vinhetas em vermelho ou preto. Texto em latim em duas colunas. Partitura musical.
Exemplar apresenta sinais de antiguidade. Encadernação inteira de pele (com as pastas separadas da lombada) com fechos metálicos (apenas 1, incomp.) e cravos; páginas com manchas de acidez e de humidade (poucas), sobretudo na 1ª parte do livro.
Raro - peça de colecção.
Indisponível

11 dezembro, 2010

EUTROPII - BREVIARIUM HISTORIAE ROMANAE : Ex Recensione Henririci Verheyk ad Lusitae Ivventutis Institutionem. Olisipone, Ex Typographia Regia, [1803]. In-8º (17cm) de [23], 422 p. ; E.  
Encadernação de época inteira de pele com ferros a ouro na lombada.
Exemplar razoável: pastas e lombada cansadas; miolo firme; páginas ocasionalmente manchadas de oxidação, sem afectação do texto; carimbo de posse na primeira página.
Invulgar.
25€