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01 fevereiro, 2025

MENEZES, José Luís Calheiros e -
PROBLEMAS ACTUAIS DA INDÚSTRIA DA CORTIÇA EM PORTUGAL : suas perspectivas de desenvolvimento. Separata do Boletim a Junta Nacional da Cortiça. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tip. E. N. P. - Anuário Comercial de Portugal], 1967. In-8.º (21x16 cm) de 43, [1] p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Estudo com interesse para a história da indústria corticeira. Trata-se da tese apresentada pelo autor, com a colaboração da JNC, ao IV Congresso Florestal Mundial.
Ilustrada no texto com 1 diagrama, 2 gráficos, e 14 quadros estatísticos, sendo o último (XIV) em folha desdobrável (16x49 cm).
Exemplar valorizado pela oferta autografada do autor.
"Criada a Junta Nacional da Cortiça diversos estudos se efectuaram acerca da economia corticeira, o primeiro dos quais e de conjunto datado de  Dezembro de 1946 e realizado pelo eng. silvicultor José Luís Calheiros e Menezes, autor desta comunicação. Em 1949 e a pedido da Assembleia Nacional procedeu-se, sob a presidência da mesma pessoa, mas já especificamente, ao estudo da reorganização da respectiva indústria, cujas conclusões pouca atenção mereceram mercê dos períodos de euforia que se sucederam e bem assim do infeliz desejo de tornar popular a orientação político-económica deste sector."
(Excerto da Introdução)
"A cortiça tem o seu habitat, como sabemos, no sul da Europa e no norte de África, ocupando o nosso país posição notória pois ultrapassa os 50% da produção global e vende para o estrangeiro cerca de 95% do que produz e fabrica; daí o lugar de relevo que se lhe reserva nos planos de fomento.
Mas mais, dos inquéritos a que se procedeu resulta a convicção de que se formos capazes de aumentar a área suberícola, o acréscimo da produção terá fácil venda, como alguns exemplos frisantes atestam, nomeadamente no que se refere ao abastecimento de aglomerados para os Estados Unidos..."
(Excerto de I - Portugal e a Cortiça)
Índice:
[Introdução] | I - Portugal e a Cortiça: Produção; Indústria; Comércio. II - Os problemas da actividade. III - Apreciação sectorial: Indústria preparadora; Indústria transformadora simples; Indústria transformadora granuladora; Indústria transformadora aglomeradora; Indústria química. IV - A comercialização da cortiça: A exportação. V - A produção.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capa vincada.
Muito invulgar.
Indisponível

30 março, 2024

CAMPANHA DE PROTECÇÃO DO SOBREIRO -
I. Poda
. [Lisboa], Ministério da Economia : Junta Nacional da Cortiça, 1947. In-4.º (24,5x17,5 cm) de 56 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Interessante subsídio para a história da Indústria Corticeira nacional.
Livro ilustrado no texto com fotografias, desenhos esquemáticos e, em página inteira, reprodução de propaganda a favor da Campanha de Protecção do Sobreiro - pela poda, contra a arreia.
"Quis a generosidade da Providência e a acção secular da nossa gente que Portugal seja detentor desse raro, vasto, valioso e belo património constituídos pelos montados de sobro nacionais.
O orgulho e proveito do seu usufruto amarram-nos a imperiosos deveres não só para com a Natureza e as gerações que no-lo legaram, mas ainda com o Portugal de amanhã e de sempre, razão mais alta do labor dos portugueses.
Por isso temos que proteger a nossa Subericultura e porque temos, queremos.
O empreendimento é amplo e complexo, mas sem dúvida, o evitar-se a prática da arreia tal como se vem generalizando, constitue demanda indispensável.
Sabemos que na subericultura, como na vida, as pequenas renúncias são bem custosas e difíceis de conseguir, porque os homens, capazes de se deixarem fascinar pela projecção interior ou espectacular dos grandes sacrifícios, raramente têm a coragem de se separarem de pormenores que constituem seus hábitos.
Bem avisado anda, pois, quem neste campo procura conquistar primeiro, os espíritos pela divulgação intensivo do rumo que convém seguir na defesa dos interesses particulares dos subericultores e do Interesse Geral da Subericultura Portuguesa.
Espera-se que a Lavoura, sempre tão atenta a seus deveres nacionais, se empenhe nesta campanha; espera-se que os Serviços sejam justos mas fortes na actuação para os que, porventura, não quizerem compreender.
O caso está em que uns e outros saibam ter a devida persistência."
(Palavras de S. Ex.ª o Sub-Secretário de Estado da Agricultura)
Sumário:
Palavras de S. Ex.ª o Sub-Secretário de Estado da Agricultura, Engenheiro Agrónomo Albano Homem de Melo | Entrevista ao «Século», pelo Presidente da Junta Nacional da Cortiça, Engenheiro Silvicultor José Luiz Calheiros e Menezes | A propósito da Arreia, pelo Engenheiro Agrónomo e Silvicultor J. Vieira Natividade | Palestra na Emissora Nacional, pelo Engenheiro Silvicultor C. M. Baeta Neves | Conferência, pelo Engenheiro Silvicultor J. Brito dos Santos | Conferência, pelo Engenheiro Silvicultor D. Pereira Machado | Nota Final.
Exemplar em brochura, bem conservado.
Raro.
25€

04 janeiro, 2024

MENESES, J. L. Calheiros e -
O COMÉRCIO EXTERNO DOS PRODUTOS FLORESTAIS METROPOLITANOS. Posição relativa da Cortiça. Por... Engenheiro silvicultor. [Lisboa], [Junta Nacional da Cortiça], 1953. In-4.º (26,5x21 cm) de 43, [1] p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B. Separata do Boletim da Junta Nacional da Cortiça
1.ª edição independente.
Importante subsídio para a história do comércio e indústria corticeira.
Ilustrado com inúmeros gráficos e quadros estatísticos ao longo do livro, e, separado do texto, um desdobrável de grandes dimensões (26x134 cm): Importação de Produtos Florestais.
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"Ao longo da exposição que se segue procurámos acompanhar a evolução da oferta e da procura dos excedentes e necessidades do País em produtos florestais, como o tempo e os factos a moldaram, o que de definitivo ou precário parece resultar, o comportamento dos mercados externos com quem negociamos e a importância do sector silvícola na economia nacional. Então, e porque o objectivo em mira consiste na determinação de motivos orientadores duma política florestal, ensaia-se a apresentação através dos resultados, cotejando-os com o condicionalismo físico e económico de Portugal, da hierarquia das espécies florestais mais aconselháveis a uma explorabilidade útil, salientando o preponderante papel desempenhado pelos sobreirais, como competia ao autor e local onde se publica o estudo."
(Excerto da Introdução)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e silvícola.
Indisponível